Clipping | Jornal A Razão - Santa Maria/RS | 8 de agosto de 2009
O Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, passa por momentos de ebulição por conta de denúncias de corrupção envolvendo agentes políticos, entre eles a governadora Yeda Crusius (PSDB). A crise chegou a seu ápice na quarta-feira, quando o Ministério Público Federal ajuizou açã o de improbidade administrativa contra Yeda e mais oito políticos e pediu o afastamento da chefe do Poder Executivo do Estado. Embora tudo isso tenha ocorrido
Em 18 de junho do ano passado, a edição 2065 da revista trouxe matéria sobre a crise no Piratini, abordando escândalos envolvendo o governo tucano e as desavenças políticas entre Yeda Crusius e seu vice, Paulo Feijó, do Democratas.
“Isso é coisa da República de Santa Maria”, disse Yeda à reportagem da revista, insinuando uma conspiração contra ela por pessoas ligadas à cidade Coração do Rio Grande. Entre os conspiradores da Boca do Monte estariam o ministro da Justiça, Tarso Genro (PT), a filha dele, Luciana Genro (P-SOL) e o chefe da Polícia Federal (PF) no Rio Grande do Sul, delegado Ildo Gasparetto.
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