Catarina Paladini avisa que não sairá do PSB

Eis o que escreveu neste domingo o deputado gaúcho do PSB, que desmente sua saída do PSB e até avisa: "Quero é torná-lo mais forte. Por isto tentei atrair o deputado Cassiá". Leia:

Te escrevo este e-mail para esclarecer certos boatos sobre a existência da possibilidade de minha do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Em primeiro lugar, aproveito a oportunidade para reiterar meu comprometimento com o PSB, partido no qual me encontrei politicamente e sinto orgulho de cotidianamente militar. Quero salientar que em nenhum momento participei de algum tipo de conversa sobre a criação de um novo partido, e digo mais, se os futuros dirigentes partidários do REDE estão passando este tipo de informação, os mesmos, ao meu ver, já começaram de forma equivocada, para não dizer oportunista.Recentemente em uma entrevista ao jornal Correio do Povo, disse que não existia a possibilidade de sair do PSB. Entretanto, se o novo partido me procurasse para assinar a lista de apoio a sua criação, eu não teria problema. Parto do pressuposto que um partido que defende a sustentabilidade e outras pautas sensíveis aos interesses populacionais merece apresentar suas ideias no próximo pleito eleitoral. E como disse, as minhas pautas estão sendo perfeitamente contempladas pelo PSB.

A conversa com o deputado Cassiá Carpes foi no intuito de trazê-lo para o PSB, partido no qual sou dirigente municipal e estadual. Em minha opinião, o deputado Cassiá por sua competente atuação seria um grande filiado para os desafios que nos esperam em 2014.

Enfim, atualmente vivemos um processo enorme de crescimento partidário, na qual contribui significativamente. A exemplo, na metade sul do estado elegemos cerca de 18 vereadores comprometidos  a lutar por um país socialmente justo e por uma política afinada a boa gestão, que é a política do PSB.
Catarina Paladini. 

Clipping Veja - Florianópolis, a ilha da magia, perde o seu encanto

* Clipping www.veja.com.br

A partir da década de 1990, Florianópolis se firmou como uma espécie de ímã para a classe média das grandes cidades, cansada dos problemas das metrópoles. Os atrativos que seduziam paulistas, gaúchos e argentinos eram claros: uma paisagem deslumbrante, a tranquilidade nas ruas, um trânsito sem grandes problemas e um custo de vida bem inferior ao das grandes capitais. Hoje, as praias estão bonitas como sempre. Mas violência urbana assusta, o trânsito irrita e o custo de vida desanima boa parte dos moradores da ilha - inclusive os forasteiros.

A série de ataques a ônibus em Santa Catarina, da qual a capital tem sido um dos principais cenários, parece ser um rito de passagem que confirma essa transformação. "As pessoas dizem que existiu uma Florianópolis antes dos ataques e vai existir outra depois dos ataques", afirma o médico Fabrizio Liberato, morador da capital desde os sete anos de idade.

O crescimento populacional da capital catarinense se deu bem mais rápido do que a média: em 1940, a cidade tinha 25.000 habitantes. Quarenta anos depois, o número saltou pra 150.000. Hoje, são cerca de 450.000 habitantes - considerada a região metropolitana, o total ultrapassa 1 milhão.A Florianópolis de 2013, em que ônibus dependem de escolta policial para circular, não chegou a esse ponto de um dia para o outro: aos poucos, o crescimento demográfico levou alguns pontos da infra-estrutura urbana a um estado de saturação. Os engarrafamentos em pontos nevrálgicos da cidade são diários. Na alta temporada, interrupções no abastecimento de água e luz atingem a capital. O custo de vida de janeiro registrou a maior alta mensal desde o começo de 2011. Entre 2000 e 2010, o índice de homicídios em Florianópolis cresceu 122% - no mesmo período, São Paulo e Rio de Janeiro registraram quedas expressivas.

As queixas dos moradores são semelhantes.

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* A foto é de Veja. Os ônibbus urbanos, em Floripa, à noite, só saem com escolta.

Entrevista, Edson Brum - Só depois de agosto o PMDB escolherá seu candidato ao Piratini

ENTREVISTA
Só depois de agosto o PMDB escolherá seu candidato ao Piratini
Edson Brum, presidente do PMDB do RS

O PMDB já tem candidato para a sucessão de Tarso Genro ?
No dia 31 de agosto realizaremos o Congresso do Partido em Porto Alegre e teremos o pré-plano de governo. Até lá, a cada dois meses serão realizados debates preliminares nos municípios, nas coordenadorias regionais e em 15 encontros dirigidos pela Executiva - todos com o objetivo de discutir o que faremos no governo.

E o candidato ?
Veja bem, sábado, em Tramandaí, reunimos mil lideranças do Estado. Lá estiveram Rigotto, Sartori, Mendes, Fogaça, Simon, Ziukolski, Ibsen. 

E ?
A partir de agosto, com o pré-plano de governo concluído, veremos qual nome mais se identificará com ele, já que os candidatos participarão das discussões anteriores e todos perceberão qual o melhor nome. 

PT divulga pesquisa que mostra Luís com 13% de van- tagem sobre Kopschina

O PT divulgou neste domingo os resultados da nova pesquisa realizada em conjunto pela TVNH, pelo portal NovoHamburgo.org e pela revista News, Luis Lauermann continua à frente de seu adversário Paulo Kopschina nas intenções de voto para prefeito de Novo Hamburgo.

Luís Lauermann, PT - 57%
Paulo Kopschina, PMDB - 43%

. Os resultados da pesquisa feiga pela Studio não é muito diferente de números levantados pelo Instituto Methodus, que encontrou diferença pouco menor há duas semanas, quando Luís ainda não era candidato. Depois disto, ele substituiu o candidato Ficha Suja, Tarcisio Zimmerman, cujo registro foi negado pela Justiça Eleitoral. 

- Confira a pesquisa completa no site www.novohamburgo.org.

Mendes não está mais sob cuidados especiais. Ele esteve na reunião do PMDB em Tramandaí.

O editor conversou neste domingo com pelo menos dois expressivos líderes do PMDB gaúcho, tentando esclarecer melhor o verdadeiro estado de saúde do ministro Mendes Filho, classificado por Veja desta semana como “delicado”. O ministro concluiu um tratamento por radioterapia, que atacou um câncer no cérebro.

. O que recolheu de informações o editor:

- Mendes Ribeiro compareceu à reunião do PMDB em Tramandaí, RS, sábado, e movimentou-se com agilidade no ambiente.
- Segundo ele mesmo informou, seu tratamento foi concluído e ele está clinicamente bem.

. O problema relacionado com o secretário executivo do ministério, José Carlos Vaz, que trombou com Dilma Roussef, será discutido pelo ministro com o Planalto. Dilma quer demitir Vaz imediatamente.

Marina sobre seu novo Partido, repete Kassab: "Não somos nem oposição e nem situação a Dilma"


Nós não seremos nem oposição nem situação a Dilma.

Marina Silva, durante lançamento de seu novo partido, o Rede Sustentabilidade, repetindo o que disse Gilberto Kassab quando criou o seu anódino PSD.

Força federal reduz ímpeto da violência em SC. Líderes do crime já foram para prisões de segurança máxima no RN.

- Apesar do desembarque da Força Nacional de Segurasnça (350 homens) e de dezenas de prisões, alémn da transferência de líderes criminosos para RN, Rondonia e Mato Grosso, não cessou a onda de violência em Santa Catarina, mas ela foi drasticamente reduzida. Leia notícia a seguir do jornal Diário Catarinense deste domingo. O jornal é da RBS e é editado em Florianópolis, onde até nos displays dos supermercados são disponibilizados recados "sobre as mudanças de horário dos ônibus urbanos a partir de segunda-feira, em virtude do clima de violência no Estado". Neste domingo, como em Porto Alegre, o dia é de sol forte e sol azul, mas as previsões são de chuva no final da tarde.

O Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte (RN), recebeu 37 presos que estavam em cadeias catarinenses. Ao todo 40 detentos foram transferidos de cadeias de Santa Catarina em razão do envolvimento com a onda de atentados comandada pelo Primeiro Grupo Catarinense (PGC).

A operação ocorreu ainda na tarde de sábado, dia 16, após a chegada de tropa da Força Nacional. Dos detentos que deixaram SC, 22 estavam no complexo de São Pedro de Alcântara. Os demais eram de cadeias de Joinville, Blumenau e Criciúma. Além do Rio Grande do Norte, presos também teriam sido levados para prisão em Rondônia.

Desde o início da segunda onda de violência, SC teve pelo menos 107 atentados em 34 municípios. O mais recente foi em Tubarão, na madrugada deste domingo. O alvo foi um carro particular de um policial militar.

Em 2012, no fim do ano, Santa Catarina já havia sido alvo de série de atentados comandados por facção criminosa.

Artigo, Rolf Kunz - Perdendo o bonde

* Clipping O Estado de S. Paulo

O fim da crise global poderá ser o marco de mais um fracasso brasileiro. Enquanto governos mais sérios tentam criar os alicerces de uma nova fase de prosperidade, Brasília continua discutindo a guerra cambial e brigando no Fundo Monetário Internacional (FMI) para adicionar alguns pontos de porcentagem a seu poder de voto. Nenhum país poderoso mudará sua política monetária ou fiscal para evitar reflexos no câmbio, nem a limitada redistribuição de votos afetará os rumos do FMI ou servirá ao desenvolvimento brasileiro. Economias emergentes e em desenvolvimento já têm votos mais que suficientes para exercer um respeitável poder de barganha. Mas só as autoridades brasileiras parecem acreditar num bloco dos Brics ou agem como se houvesse um alinhamento automático de países do Norte e do Sul. Pior para o Brasil. Quando o mundo entrou em recessão, em 2008, o País parecia um time promissor a caminho da primeira divisão. Poderá estar no rumo da terceira, quando o mundo rico voltar a crescer e a China tiver avançado em seus ajustes.

Nesse momento, os emergentes mais dinâmicos e governados com mais seriedade, incluídos alguns latino-americanos, já estarão ocupando seus lugares para a nova etapa de prosperidade. 

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Governo nega campanha suja contra Yoani Sánchez

Em nota divulgada neste sábado, o ministro Gilberto Carvalho nega qualquer participação do governo e do PT num movimento destinado a desmoralizar a visita da blogueira cubana Yoany Sanchez ao Brasil (ela desembarcará amanhã no Recife). Leia a nota:

Em relação à reportagem “O Dossiê da Vergonha”, da revista Veja desta semana, a Secretaria-Geral da Presidência da República esclarece que recebeu convite da Embaixada de Cuba para participar do II Taller Internacional “las redes sociales y los medios alternativos, nuevos escenarios de la comunicación política en el ámbito digital”, em Havana, de 11 a 13/02/2013, e que designou para participar do evento o servidor Ricardo Augusto Poppi Martins, coordenador de Novas Mídias e Outras Linguagens de Participação. No dia 6 de fevereiro, o servidor esteve na Embaixada de Cuba no Brasil para obter seu visto de entrada no país.

A Secretaria-Geral ressalta que não tratou, nem autorizou nenhum servidor a tratar, da visita da cubana Yoani Sánches ao Brasil. A Secretaria-Geral não foi informada de reunião na embaixada cubana nos termos relatados pela revista. A suposta participação do servidor Ricardo Augusto Poppi Martins será devidamente apurada quando de seu retorno ao Brasil.

Assessoria de Comunicação
Secretaria-Geral da Presidência da República
Brasília, 16/02/2013

Tarso une-se a Zé Dirceu, Renan e Collor para atacar o Procurador Geral da República

- No artigo a seguir, publicado na Folha deste domingo, o governador Tarso Genro faz defesa obliqua dos ladrões mensaleiros do PT, condenados no STF, como também faz defesa indireta de Lula, que será investigado a partir de agora pelo MPF de Minas Gerais no âmbito das denúncias feitas pelo publicitário Marcos Valério. É o velho estilo do caudilho petista, sempre disposto a defender seus desviados"companheiros de armas", responsabilizar os adversários por seus próprios erros e manipular os acontecimentos em seu próprio favor. Neste caso, ao atacar o Procurador Geral da República, Tarso Genro finalmente assume a companhia de Zé Dirceu, Lula, Renan Calheiros e Fernando Collor. Estava demorando. Leia:

O Senado deve reagir ao procurador-geral da República e ao Supremo com uma reforma política que valorize o Parlamento e os partidos.

Nenhuma pessoa que exerce um mandato público -como é o caso do procurador-geral da República- pode estar acima dos poderes inquisitórios conferidos formalmente aos órgãos de Estado.
Sendo assim, ouso sugerir outra forma de "revide" do Senado ao procurador-geral Roberto Gurgel: por que o Senado não assume uma reação de alto nível e mais profunda à Procuradoria e ao próprio Supremo Tribunal Federal e vota uma reforma política, valorizando o Parlamento, fortalecendo os partidos e os processos eleitorais?

Ao processar um choque político com o Supremo (que está em curso) e uma inconformidade com as atitudes do procurador-geral Gurgel (que tem trânsito em boa parte da Câmara e do Senado), as Casas da Representação, apesar de seus limites, permanecem como o cerne institucional da democracia política.

Elas são, inclusive, superiores em importância ao Supremo e à Procuradoria Geral da República não para a democracia, mas para a resistência às ditaduras. Não se trata da qualidade moral ou política dos seus integrantes, pois sabemos que um percentual de condutas no mínimo não republicanas existe em qualquer instância ou Poder.

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Após fala de Mantega, dá para apostar em alta de juros

- Nesta reportagem da jornalista Cláudia Trevisan, enviada especial do jornal O Estado de S. Paulo a Moscou (ela acompanha a visita do ministro Guido Mantega ao País), fica bem claro que a atual taxa de juros básicos não cairá mais e poderá até subir. Trata-se de uma sinalização de mudanças que podem ser dramáticas na economia - e um sinal feliz para os bancos e todos os que vivem de renda, emn detrimento dos que trabalham e produzem de verdade.

A taxa de juros é o mecanismo de controle da inflação no Brasil, e não o câmbio, afirmou ontem em Moscou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, refutando a interpretação de que o governo havia deixado o real apreciar nos dias anteriores para conter a aceleração no índice de preços, que em janeiro atingiu o maior patamar desde 2005.O ministro já havia feito declaração semelhante em janeiro. Mas, desta vez, os investidores interpretaram como sinal que o Banco Central vai elevar os juros. Investidores aumentaram as apostas no mercado futuro em uma alta da taxa básica (Selic) em 0,25 ponto porcentual entre as reuniões de abril e maio do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. No ano, as apostas são de uma alta de mais de um ponto porcentual.

Apesar da negativa de Mantega sobre o uso do câmbio contra a inflação, os investidores também testaram a disposição do BC de deixar o real se valorizar. A cotação do dólar chegou a cair para R$ 1,952. Mas o BC interveio e o dólar fechou em alta de 0,41%, a R$ 1,9670

"O câmbio não é instrumento para controlar a inflação. O instrumento do Banco Central para controlar a inflação são os juros", reiterou Mantega. Ele se recusou a dizer se a recente alta na inflação levará à elevação dos juros, que estão em 7,25% ao ano. "O Banco Central tem de ficar vigilante e, se não houver uma queda da inflação espontaneamente, ele tomará as devidas providências", declarou a jornalistas antes do início da reunião de ministros do G20, em Moscou.Segundo ele, o "sinal de alerta" do governo é disparado sempre que o índice de preços supera o centro da meta de inflação para o ano, marca que hoje corresponde a 4,5%.

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