Esta foto é uma montagem de um ato falso de campanha eleitoral antecipada

Esta foto aí ao lado foi extraída pelo fotógrafo Pedro Rivillion, servidor do Palácio Piratini. Ela  apanha um flagrante montado e falso, porque não havia mais cancela alguma para Tarso erguer em Farroupilha, já que as 4h45m, a Convias, concessionária expurgada do local, retirou todas as cancelas da praça de pedágio, justamente imaginando o tipo de farsa que o governo do PT tentaria armar. A cancela empunhada por Tarso, não era do local onde foi extraída a foto, porque foi peneirada por um sindicalista da CTG no meio do mato.

As fotos extraídas no pedágio de Farroupilha, RS, traçam a trrajetória da vanguarda do atraso no seu dia de glória - uma sexta-feira negra da história do RS. Tarso Genro não explicou como vai pagar os R$ 3 bilhões dos desequilíbrios promovidos por Olívio na contabilidade das empresas concessionárias, não contou por que suprimiu desde este sábado os serviços de ambulância, banheiros, fraldários, socorro mecânico ("Pequenos luxos", segundo Rosane Oliveira, Zero Hora, que terá que ir para a beira da estrada quando for atingida por algum tipo de incontinência ao trafegar pelas estradas pedagiadas) e segurança. A partir de quarta, o governo do PT cobrará pedágios novamente, mas com 30% de desconto, o mesmo que ofereciam as concessionárias para renovar os contratos, obrigando-se, além disto, a manter os serviços e investir pesadamente na manutenção e expansão das rodovias. Nada disto fará Tarso. Ele só arrecadará em cima do que os outros fizeram, tudo para engordar a companheirada que se aboletou na EGR, outra estatal jurássica e desnecessária. O governo gaúcho entrou na contra-mão da história, porque até o governo Dilma Roussef adotou o modelo de concessões rodoviárias, sabendo que não tem dinheiro para investir na infraestrutura material, coisa que Tarso Genro e sua vanguarda do atraso recusam-se a reconhecer, mesmo sem dinheiro em caixa, depois de terem dilapidado o Tesouro. Eles inviabilizaram novamente o RS e ainda querem que o povo bata palmas.

Taline Oppitz diz no Correio que Tarso garantiu sua bandeira para 2014

O Trio Maravilha faz campanha eleitoral com o dinheiro do povo gaúcho.



A jornalista Taline Oppitz, Correio do Povo deste sábado, escreve em sua coluna que a extinção da praça de Farroupilha, como esperado, se transformou em um grande ato político, em um símbolo para Tarso e o PT. A jornalista coloca também os problemas que o governo do PT terá pela frente, consequência do seu ato de destempero ideológico e desequilíbrio mental, já que poderia ter renegociado as concessões em situações que permitiriam redução igual de tarifas, mas também investimentos garantidos para manutenção e expansão de serviços e obras. Não foi o que aconteceu, porque os governos gaúchos do PT não conseguem dialogar com os empreendedores, é atrasado, xiita, xenófobo e irracional. Isto significa que a partir de agora a  conta não será mais paga apenas pelos motoristas que frequentam as rodovias pedagiadas, mas por todos os contribuintes gaúchos. Além disto, o governo não deu garantias sobre a manutenção dos serviços e de expansão das obras. Leia o restante do texto:

. A iniciativa, considerada histórica, é parte dos planos do governo Tarso Genro, de retomar as estradas pedagiadas, assumindo a administração e reduzindo tarifas, no caso das estaduais, e devolvendo à União, que num primeiro momento não cobrará pedágios, nos casos dos trechos federais. A briga judicial, que, atualmente tem como foco principal por parte das concessionárias a manutenção dos contratos até dezembro, diferentemente do entendimento do governo, de que as concessões se encerram cerca de seis meses antes, ganhará nova etapa quando a prioridade for o questionamento sobre o alegado desequilíbrio-econômico financeiro. Independentemente dos resultados na Justiça, em médio e longo prazos, no entanto, o tema dos pedágios já se transformou em uma das principais bandeiras de Tarso Genro e do PT na disputa pela reeleição ao Piratini em 2014. Apesar de o passivo jurídico ser uma incógnita, o PT garantiu o discurso para a eleição do ano que vem, mesmo que sua defesa histórica, pelo fim dos pedágios, tenha sido flexibilizada diante da incapacidade financeira para manter as estradas apenas com recursos do Tesouro. A cobrança de pedágio continuará ocorrendo, mas sob a responsabilidade da administração pública e de forma bem mais justa.

O desafio
Com o fim da praça de Farroupilha, com a retomada dos trechos estaduais e com a devolução dos trechos federais para a União, o principal desafio do governo a partir de agora será garantir a manutenção e as obras necessárias nas estradas. O fim dos pedágios privados foi uma vitória política, mas o Piratini não deixará de ser cobrado caso as condições das estradas piore.

Chuva e frio marcarão este sábado no RS

Dica de Felipe Mostardeiro no seu Facebook, para curtir este sábado:
Chuvinha boa para curtir um filme em casa.
É só aproveitar as dicas do
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O começo do sábado chega a ter de sol com nuvens na maioria das regiões, além de nevoeiro em diversos locais do Rio Grande do Sul, mas a nebulosidade aumentou  muito e choveu de manhã. O tempo se instabiliza com chuva até o final deste sábado na maioria das áreas. Nas baixadas da Serra e Aparados, as mínimas voltam a ficar ao redor de 0ºC. Chuva será ainda mais generalizada no domingo.

. Segue frio, mas as mínimas devem ficar acima do 0°C, com 1°C previsto para São José dos Ausentes. As máximas, por sua vez, atingem 18°C em Santa Cruz do Sul. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 6°C e 18°C. Esta sexta-feira registrou a madrugada mais fria do RS até agora em 2013. Marcas abaixo de zero foram anotadas em várias regiões, sobretudo na Serra e nos Aparados. São José dos Ausentes teve -3,4ºC. Outros 12 municípios com estações meteorológicas monitoradas pela MetSul também tiveram mínimas negativas.

. Em Porto Alegre, o amanhecer mais frio dos últimos cinco anos em maio teve 3ºC nas estações do Metroclima do Lami e da Lomba do Pinheiro. Fez ainda 5,2ºC no Jardim Botânico, 5,4ºC no Aeroporto, 6,3ºC no Moinhos de Vento, 6,4ºC no Passo D’Areia e 7ºC no Menino Deus.

Novo escândalo de dólares na cueca vai chacoalhar Brasília

Veja não conta tudo nesta reportagem, mas revela o suficiente para provocar um terremoto político. O material integral está na edição impressa.Ao lado, Duduzinho, seu relógio de R$ 120 mil, seu Porsche e suas perigosas ligações com o setor público federal.

Reportagem de VEJA desta semana mostra por que a apreensão de meio milhão de dólares pela PF em aeroporto é apenas o início de terremoto político. O material é de Rodrigo Rangel e Hugo Marques

. No dia 15 de maio, uma quinta-feira, a Polícia Federal flagrou dois homens que tentavam embarcar para o Rio de Janeiro com 465 000 reais escondidos em suas meias e cuecas. A dupla foi detida para esclarecimentos e o dinheiro, apreendido.

Horas depois, um terceiro homem se apresentou à polícia dizendo ser o dono da bolada. Identificou-se como Eduardo Lemos, disse que os homens eram seus funcionários e que a quantia se destinava a comprar um imóvel no Rio. Indagado sobre os motivos de ter recorrido ao método (ainda) pouco usual para transporte de dinheiro, respondeu apenas que carregar valores em espécie não é crime. E ainda esnobou os policiais: para ele, o quase meio milhão de reais apreendidos nem era “tanto dinheiro assim”. Para comprovar o que dizia, fez questão de exibir o relógio de 120 000 reais que carregava no pulso e de informar que havia chegado ao prédio da polícia a bordo de um Porsche.

. O homem declarou ainda não ter nenhuma relação com políticos e disse que o dinheiro que seus empregados carregavam não provinha dos cofres públicos. A realidade é bem diferente, conforme apurou a reportagem de VEJA. Eduardo Lemos, na verdade, é Carlos Eduardo Carneiro Lemos, um operador de mercado conhecido por fazer negócios com fundos de pensão de empresas estatais, e o flagrante em que ele acaba de se envolver é o princípio de um grande escândalo.

Prefeito de Buenos Aires cria índice de inflação para denunciar números mentirosos de Kirchner

Em novo enfrentamento político com o governo da presidente Cristina Kirchner, o prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, anunciou ontem a criação de um organismo homólogo ao Indec (o IBGE argentino) para calcular o índice de inflação na capital. Em coletiva de imprensa, Macri criticou a sistemática adotada pelo Indec, que é acusado por analistas e economistas de manipulação do índice, divulgando uma variação sempre muito inferior à da inflação real.

Dilma zera PIS e Cofins para passagens de ônibus, trens e metrô. Ela quer segurar a inflação.

O jornal O Globo deste sábado, publica esta reportagem de Cristiane Bonfant, na qual analisa os efeitos da extinção da cobrança de PIS e Cofins sobre a receita decorrente de passagens de ônibus, trens e metrô em todo o País, mas exclusivamente para o caso de Rio e SP, cidades nas quais as passagens de ônibus aumentam neste final de semana. A medida de Dilma terá efeito também no RS, sobretudo em Porto Alegre, onde as novas tarifas estão em discussão judicializada. 

Conforme já anunciara, o governo federal desonerou nesta sexta-feira as tarifas de transporte coletivo urbano. Por meio de medida provisória, a equipe econômica zerou as alíquotas de PIS e Cofins sobre a receita decorrente das passagens de ônibus, trens e metrô. A estimativa é que a medida custe R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos este ano.O benefício, que vinha sendo estudado pela equipe econômica para tentar segurar o aumento das tarifas promovido pelas prefeituras, foi confirmado na semana passada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. No último dia 23, o GLOBO mostrou que a redução de 3,65% para zero da alíquota é mais uma aposta para segurar a inflação, em um momento em que a alta de preços, na avaliação do próprio Banco Central (BC), tem se mostrado resistente.

. A preocupação do governo é com o reajuste das tarifas de capitais como Rio de Janeiro e São Paulo. No início do ano, Mantega pediu às prefeituras dessas duas cidades que adiassem os aumentos das tarifas de transporte urbano, agora agendados para este mês.

. No Rio, a partir deste sábado, as passagens de ônibus ficam 7,2% mais caras. A tarifa passará de R$ 2,75 para R$ 2,95. Para o cálculo do reajuste, a prefeitura considerou a inflação acumulada desde a última correção, em dezembro de 2011, e despesas como o custo dos combustíveis. Pelas contas do governo, a tarifa subiria para R$ 3,07, mas o valor foi reduzido devido à decisão da União de deixar de recolher o PIS e Cofins das empresas.

. Já a Prefeitura de São Paulo aumentará, a partir de amanhã, as tarifas de ônibus municipais, metrô e trens metropolitanos, de R$ 3 para R$ 3,20. A correção para um patamar abaixo dos R$ 3,47 planejados anteriormente também foi possível graças à negociação com o governo.

Artigo, André Singer - Dilma terá que aprender a engolir mais sapos

Título original: Da arte de engolir sapos.


André Singer, filho do antológico Paul Singer, ex-porta-voz do governo Lula, da mesma forma que
Ricardo Kotscho, ex-secretário de Imprensa do mesmo governo, nunca renegaram suas vinculações com o chefe e com o PT, mas buscam caminho diferenciado na mídia e eventualmente produzem análises pertinentes e nem sempre bajulatórias aos governantes de plantão e à nomenklatura petista. Hoje, na Folha, André Singer analisa os percalços provocados pelo Pibinho, fala da inflação e também da deterioração da cena econômica. O editor recomenda a leitura. Leia este trecho a seguir e depois consulte todo o artigo, disponibilizado no link:

Isso (a deterioração da economia) explica por que Dilma vem se tornando suave com aliados incômodos, como o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, cuja última façanha foi protocolar um pedido de CPI da Petrobras. A inédita suavidade presidencial se estendeu nesta semana ao presidente do Senado, Renan Calheiros, que se recusou a votar a MP 605, de redução da energia elétrica.

À medida que o quadro econômico piora, a futura candidata fica obrigada a aumentar a extensão e a coesão das possíveis alianças eleitorais, pois não pode correr o risco de enfrentar o pleito em situação econômica ruim com uma base fragmentada. O mesmo motivo elucida a infinita tolerância de que é objeto a candidatura cavalo de troia de Eduardo Campos.

Agora Gilberto Kassab veio também incorporar-se ao bloco dos que se aproximam sem garantir fidelidade.

CLIQUE AQUI para ler tudo.

Suplicy revela constrangedora conversa que teve com Lula em SP

Como não há mais candidatura nata, senadores como Eduardo Suplicy, PT de São Paulo, e Pedro Simon, PMDB do RS, são obrigados a descer até a planície para garantir suas vagas. Suplicy está em muito pior situação, porque quem manda no Partido é seu desafeto, Lula. No caso do RS, Simon exerce liderança incontestável. Na Folha de hoje, Suplicy voltou a liberar inconfidências constrangedoras sobre suas conversas com Lula. O site Brasil247 faz um resumo da entrevista, a seguir. 

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) quer garanti sua candidatura ao Senado, em 2014, contrariando o PT, que considera fraca sua possibilidade de reeleição e cogita negociar a vaga numa composição para o objetivo maior, que é o Palácio dos Bandeirantes. Depois de tornar pública uma carta que escreveu ao ex-presidente Lula, implorando para ser candidato, ele agora revela o teor da rápida conversa que teve com ele. O encontro, no Instituto Lula, não foi sequer agendado e Suplicy foi de surpresa ao encontro de Lula, atendendo a sugestão do filho Supla.

. Hoje, a Folha publica trechos de entrevista concedida pelo senador, em que ele abre o teor da conversa. Confira:

Sobre a iniciativa de ir a Lula
Durante o final de semana, eu pensei bastante, conversei com meus filhos, com a Mônica Dalari [namorada do senador], fui comer uma pizza com o Supla e a namorada dele. Pensei em escrever uma carta aberta. O Supla me disse: "Pai, porque você não vai lá? Fala com ele. Você é amigo do Lula".

Sobre o pedido para ser candidato
É próprio reivindicar que possa ser ouvido, como meus filhos sugeriram. Não acho absurdo. Teria sido gentil da parte deles ter me convidado àquela reunião, pois discutiram a candidatura ao cargo onde estou. Teria sido gentil.

O que Lula lhe disse
Fiz uma visita de surpresa. Disse que soube da reunião onde consideraram a hipótese de eventualmente ceder a vaga a outro partido. Lembrei das fortes raízes que tenho com o PT e com ele próprio. O Lula me disse: "Eduardo, não há possibilidade senão de você ser candidato ao Senado".

A conversa de surpresa
Fui de surpresa porque fazia tempo que estava pedindo e não era marcado. Liguei, já estava no caminho, disse à secretária que estava indo lá. Disse que precisava só de dois minutos e ele me recebeu por 15. Ele sabia que há dois, três meses eu vinha pedindo a oportunidade de um diálogo.

Hipótese de Lula concorrer ao Senado
Ele falou: "Eduardo, eu não vou ser candidato. Quero ajudar o partido, a Dilma".

Garantia frágil
Na segunda, o Rui Falcão [presidente nacional do PT] me ligou e disse que, por enquanto, o candidato sou eu. Chegou a mencionar como exemplo que o presidente do PSD, um dos partidos coligados, queira propor que a vaga ao Senado seja do PSD.

Prévia no PT
Pelo menos 15 ou 20 pessoas poderiam ser candidatas dentro do PT, ser eleitas e se tornar brilhantes senadores. Defendo uma prévia aberta, não apenas aos filiados, mas até aos eleitores em geral.