Artigo, Dora Kramer - Cheio de dedos

Eles são do mesmo naipe. Jogo sujo é por ali mesmo, vide o Mensalão, organização criminosa implementada por ambos, mas assumida apenas pelo "laranja" Dirceu, que prefere ir para a cadeia do que contar os verdadeiros crimes do chefe oculto. 


Neste artigo, Dora Kramer diz que Lula ataca com punhos de aço e os adversários retrucam com punhos de renda, o que é um erro grosseiro, porque a oposição lida com um marginal da política, já que o chefe verdadeiro do Mensalão não obedece regras de pugilistas mas de vagabundos de rua. Leia tudo (o artigo é deste domingo, do Estadão):

Caso estejam mesmo pretendendo algo além de apenas competir na eleição presidencial de 2014, convém que os candidatos de oposição à reeleição da presidente Dilma Rousseff preparem armas e façam as bagagens para enfrentar uma parada dura.

. Não a presidente, cujo favoritismo não supre suas evidentes deficiências nem obscurece o fato de que, com todas as facas e os queijos à sua disposição, conta com 38% nas pesquisas de intenção de votos.
O x da questão é o ex-presidente Lula da Silva a quem todos eles prestam a maior reverência, a quem todos parecem temer. A ele todos respondem com punhos de renda enquanto são atacados por mãos de aço.

. Simulam indiferença para não dar mais corda e fazer exatamente o que ele quer: chamar a briga para si, atrair as luzes, consciente que é da própria mítica, da capacidade de alimentá-la e da carência de atributos de sedução eleitoral de Dilma Rousseff.

. Ocorre que não vai adiantar.

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Puggina denuncia o Enem como projeto de poder do PT

CLIQUE AQUI para ler, também, artigo desta segunda de José Serra, "Perverso duas vezes", sobre os exames do Enem.



Para bem compreender o Enem:  o Exame Nacional do Ensino Médio é um dos muitos instrumentos de concentração de poder político nacional nas mãos de quem já o detém. Leia com atenção:

É provável que você, leitor, não saiba como funciona o Enem, o tal Exame Nacional do Ensino Médio. Nem imagina como um aluno possa prestar exame no Amazonas e ser qualificado para cursar Direito no Rio Grande do Sul. Menos ainda haverá de entender a lógica dessa migração acadêmica num país de dimensões continentais.

Pois eu também não sei como funciona o Enem. Mas sei algo sobre ele que, segundo tudo indica, poucas pessoas sabem. O Enem é um dos muitos instrumentos de concentração de poder político nacional nas mãos de quem já o detém e a ele se aferrou de um modo que causa preocupação. É parte de um projeto de hegemonia em implantação há vários anos. Tudo se faz de modo solerte e gradual, de modo que a sociedade não perceba estar perdendo sua soberania e se tornando politicamente imprestável. Se não fazemos parte desse projeto e não compomos quaisquer das minorias ou grupos de interesse  que se articulam no país, tornamo-nos inocentes inúteis, cidadãos de última categoria, numa democracia a caminho da extinção por perda de poder popular, por inanição do poder local.

. É possível que o leitor destas linhas considere que estou delirando. 

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Artigo, Carlos Brickman - Chega !

Claro, claro. São manifestantes pacíficos, ordeiros e bem-intencionados; e daí ? Daí que as grandes cidades brasileiras não podem ficar reféns de bloqueios diários de trânsito, de entraves ao trabalho e ao lazer, de protestos que, por justos que sejam, já atravancam há quase cinco meses as atividade normais dos cidadãos. E aqui não se fala de mascarados, de black-blocs, seja qual for o seu nome: quem participa de ações violentas e depredações de patrimônio público ou privado está fora da lei e seu direito é apenas a um julgamento justo. Já houve um bloqueio em São Paulo em apoio aos portuários do Panamá, ou de Porto Rico; há bloqueios contra médicos cubanos, a favor de médicos cubanos, contra a praga que ameaça as plantações de centeio da Moldávia Exterior. Parar uma cidade, ou uma estrada, é fácil: meia dúzia de pessoas espalha meia dúzia de pneus na rua e, com meia dúzia de fósforos, incendeia-se o caminho. Falta pouco para sitiar bairros inteiros como protesto contra o gol anulado pelo juiz quando estava claro que não houve impedimento.

Manifestações existem em todo o mundo democrático. Em Londres, o Hyde Park é área preferencial de protestos, onde quase não há limites para a liberdade de expressão. Mas a cidade continua funcionando. Parar tudo também existe, mas em ocasiões específicas: Buenos Aires, por exemplo, parou para os funerais de Perón. Já parar uma cidade porque alguém tem vontade de quebrar umas vitrines é coisa nossa.

Chega: o cidadão tem de ter no mínimo o direito de ir e vir.

Dica de cervejas artesanais - 125 rótulos para pronta entrega na nova shop-in-shop Bier Markt

Abre as 10h e fecha as 20h, de segunda a sábado, a nova shop-in-shop do Bier Markt dentro da loja Spirito Santo, 24 de Outubro 513, Porto Alegre, que entrega na hora qualquer quantidade das cervejas artesanais dos 125 rótulos de várias partes do mundo já disponíveis nela. Em seguida serão atendidos pedidos pelo telefone, e-mail, torpedo ou site, com entrega.

. Não há nada igual no RS.

. Cervejas artesanais não levam insumos industriais, mas apenas cevada, lúpulo, malte e água. A consistência de cada uma delas depende das condições de mistura e de fermentação propiciadas por cada fabricante global. 

. Com duas casas noturnas na cidade, a empresa já abiscoitou por quatro anos seguidos o primeiro lugar de Veja.

. A Bier Markt Delivery abriu há duas semanas. Ela fica no mezzanino. O térreo é de confecções para homens jovens que gostam de andar bem vestidos.

. No local também operam quatro torneiras de chopes artesanais, que podem ser apreciados ali mesmo. 

Vá na Feira do Livro de Porto Alegre e compre o novo livro de Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho
O que você precisa saber para não ser um idiota

Escritos entre 1997 e 2013 e publicados em diferentes jornais e revistas do país, os 193 textos aqui selecionados esmiúçam os fatos do cotidiano – as notícias, o que nelas fica subentendido, ou que delas passa omitido – para afinal destrinchar, sem dó, a mentalidade brasileira e sua progressiva inclinação pelo torpor e pela incompreensão. Há tempos a obra jornalística de Olavo de Carvalho merecia uma leitura reunida como esta.

Editora Record
R$ 45,00

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FHC quer repressão sem complacência contra os delinquentes políticos mascarados

A Polícia do RS até hoje não revelou que são os black blocs da foto ao lado que invadiram e vandalizaram a Câmara de Porto Alegre. Na própria Câmara, a CPI que investigaria o caso, sumiu do mapa. Polícia e Câmara já poderiam ter colaborado com a sociedade gaúcha, dando nomes aos bois, identificando cada raça e com isto permitindo interpretar melhor o que eles representam no universo da delinquência política.


O ex-presidente FHC escreve neste domingo o Estadão que as notícias da semana que terminou não foram auspiciosas, nem no plano internacional nem no local. Ele inicia por analisar atos de autoritarismo na Argentina e na Venezuela, para depois centrar fogo nos black blocs e na tolerância cretina demonstrada pelo secretário Geral de Dilma, Gilberto Carvalho. Trocando em miúdos, FHC recomenda: "Nada de diá.logo com esses vagabundos ! Cadeia neles !".  Leia tudo:

A decisão da Corte Suprema da Argentina, sob forte pressão do governo, sancionou uma lei que regula a concessão de meios de comunicação. Em tese, nada de extraordinário haveria em fazê-lo. No caso, entretanto, trata-se de medida tomada especificamente contra o grupo que controla o jornal El Clarín, ferrenho adversário do kirchnerismo. Cerceou um grupo de comunicação opositor ao governo sob pretexto de assegurar pluralidade nas normas de concessão. Há, contudo, tratamento privilegiado para o Estado e para as empresas amigas do governo.

. Da Venezuela vem-nos uma patuscada incrível: as cidades do país apareceram cobertas de cartazes contra a "trilogia do mal", ou seja, os principais líderes opositores, aos quais se debitam as falências do governo! Seria por causa deles que há desabastecimento, falta de energia e crise de divisas, além da inflação. Tudo para incitar ódio popular aos adversários políticos do governo, apresentando-os como inimigos do povo.
(...)
. Temos assistido ao encolhimento do Estado diante da fúria de vândalos, aos quais aderem agora facções do crime organizado. Por isso é de lamentar que o secretário-geral da Presidência se lamurie pedindo mais "diálogo" com os black blocs, como se eles ecoassem as reivindicações populares. Não: eles expressam explosões de violência anárquica desconectada de valores democráticos, uma espécie de magma de direita, ao estilo dos movimentos que existiram no passado no Japão e na Alemanha pós-nazista.

. Esses atos vandálicos dão vazão de modo irracional ao mal-estar que se encontra disseminado, principalmente nas grandes cidades, como produto da insensatez da ocupação do espaço urbano com pouca ou nenhuma infraestrutura e baixa qualidade de vida para uma aglomeração de pessoas em rápido crescimento.

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Josias Souza denuncia que a fama de "gerentona" de Dilma é apenas um embuste

No seu blog de hoje do site wwwe.uol.com.br, o jornalista Josias Silva escreve que quando Dilma Rousseff resolveu reunir 15 dos seus 39 ministros em pleno Dia de Finados para cobrar deles o cumprimento dos cronogramas de obras e projetos, os brasileiros ganharam o direito de suspeitar que algo morreu no encontro deste sábado, porque foi à cova nas sete horas de conversa do Alvorada a fama de gerentona da inquilina do palácio. Governa o país uma espécie de ex-Dilma. Leia tudo:

O falecimento prematuro da Dilma original, portento administrativo, ocorreu porque Lula e o marketing do PT imaginaram que seria possível produzir progresso a partir da fantasia da propaganda eleitoral de 2010. Fabricou-se apenas uma gestora de videoclipe. No mundo real, os empreendimentos mais atrasados são as joias do PAC, que a própria Dilma “coordena” desde os tempos em que era ministra de Lula.

. Prometidas para 2010, a Ferrovia Norte-Sul e a Ferrovia Transnordestina estão praticamente paradas.

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Livros Cabo de Guerra e Herança Maldita estão na Feira do Livro de Porto Alegre

Neste domingo, vá na Feira do Livro de Porto Alegre. É a maior feira do gênero do Brasil. A foto ao lado é da banca da ARI, onde estão à venda os livros do editor.



Este será um domingo de dia cheio na 59a. Feira do Livro de Porto Alegre, instalada no final de semana na Praça da Alfândega, ponto mais central da cidade.

. São 150 estandes e mais de mil eventos diferentes um do outro.

. A ARI, Associação Riograndense de Imprensa, está com banca na Feira. O leitor poderá encontrar ali os dois últimos livros do editor: "Cabo de Guerra", que conta em 499 páginas o enfrentamento do Eixo do Mal e o governo Yeda Crusius, como também "Herança Maldita - os 16 anos dos governos do PT em Porto Alegre". Ambos são vendidos com descontos.

CLIQUE AQUI para examinar o site da Feira, com mapas de localização, horários e programação completa.

Temer confirma vinda ao RS para convencer o PMDB a apoiar reeleição de Dilma

Foi confirmado para o dia 21 o encontro em Porto Alegre do vice-presidente Michel Temer com deputados, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e dirigentes do PMDB do RS.

. Temer quer fechar o apoio do Partido a Dilma.


. Existem resistências invencíveis. 

Osmar Terra irá terça ao Senado para falar mal do projeto de liberação da maconha apresentado pelo presidente Mujica.

O deputado gaúcho Osmar Terra irá nesta terça ao Uruguai. Ele prestará depoimento na audiência pública que o Senado resolveu abrir para discutir o projeto do governo que propõe a liberação da maconha.

. O deputado do PMDB, ex-secretário gaúcho da Saúde por duas vezes, é autor da Lei que institui medidas para o combate às drogas, como a internação involuntária de dependentes químicos e a ampliação de pena para traficantes, Terra foi convidado pelo senador Alfredo Solari, presidente da Comissão de Saúde Pública.

Acossado pela pressão internacional, Tarso faz apenas remendos no Presídio Central

Localizado dentro da cidade, o Presídio Central é isto que você vê na foto do jornal Zero Hora deste domingo. Sob pressão internacional da OEA, onde foi denunciado, o governo Tarso Genro faz remendos para enganar a torcida. 



Esta reportagem assinada por André Mags e publicada no jornal Zero Hora deste domingo, emboras não denuncie expressamente o governo Tarso Genro, do PT, é um devastador libelo contra ele, já que não demonstra vontade política e competência para eliminar esta chaga social que envergonha o RS. Escreve o jornalista que sob pressão internacional, o Estado tem reformado pedaços do Presídio Central de Porto Alegre que até então nunca tinham passado por obras, mas esclarece que tudo não passa de recauchutagem para evitar ainda mais reprovações internacionais e até uma sanção de verdade por parte da OEA, onde uma reclamação formal já está em processo. Zero Hora conferiu na última semana as intervenções e comparou com a situação encontrada cinco anos atrás, na primeira incursão à pior cadeia do Brasil. Conheça como está hoje o complexo de 26 mil metros quadrados que se transformou em vergonha nacional. Leia tudo:
  
O maior símbolo da degradação do Presídio Central de Porto Alegre não existe mais. As celas sem portas que lembravam masmorras medievais estão sendo reformadas na terceira galeria do pavilhão C, desativada em 2009. As paredes foram cimentadas, os buracos, tapados.

. Vazio, o espaço não exala a podridão e o abandono de antes, registrados em imagens que correram o mundo e motivaram uma denúncia contra o Brasil à Organização dos Estados Americanos (OEA) por desrespeito aos direitos humanos, em janeiro deste ano. A situação foi mostrada por Zero Hora em uma incursão pelo presídio em novembro de 2008, em que foi confirmado o estado calamitoso da prisão.
A reforma da galeria, iniciada em maio deste ano, é a principal modificação identificada por Zero Hora em nova visita ao Central, realizada no final da tarde da última terça-feira. A melhoria, feita com mão de obra prisional ao custo de R$ 50 mil, faz parte de um rol de mudanças prometidas em resposta à OEA, para mostrar que algo está sendo feito e evitar uma condenação internacional. Ao mesmo tempo, vigora a mais recente promessa de desativação do presídio, para até o final de 2014.

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