E este é o governo que quer destruir as estradas concedidas, onde paisagens como estas já não existem há 15 anos


A foto aso lado é de Zero Hora. É o retrato das estradas estaduais não pedagiadas, que deveriam estar em manutenção, já que o governo estadual se acha capaz de fazer isto melhor do que as concessionárias. Em estradas sob concessão, isto não se vê. Zero Hora comprova, também, na reportagem de domingo, que em quilometragem de estradas asfaltadas na comparação com a malha total, o RS está em último lugar e perde até para a paupérrima Alagoas. Há 40 anos o governo estadual não duplica uma só rodovia. Assim, o que esperar de um governo que não faz, mas que agora teima em assumir estradas que são bem administradas, pedagiadas, sim, como são pedagiadas as tres rodovias em poder do Daer e que nem se comparam com as demais, privadas. Tarifas altas ? Ora, renegocie-se em novas bases. Mas nem isto este governo que não faz quer tentar. Sua única vontade é destruir o que já existe, criar novas estatais, contratar centenas de companheirinhos e arrecadar para enfiar no caixa único do Estado, onde o dinheiro some em meio a um festival de ineficiência.

* Clipping de Zero Hora
.cigana@zerohora.com.br e humberto.trezzi@zerohora.com.br

Qual é o Estado com menor percentual de estradas pavimentadas em relação à sua malha total? Não é Roraima, que tem o menor PIB do país. Nem a paupérrima Alagoas, com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O campeão em carência de asfalto, acredite, é o Rio Grande do Sul, a quarta unidade mais rica da federação.
Apenas 7,2% das rodovias gaúchas — estaduais, federais e vicinais — são pavimentadas. Isso é bem menos do que a média brasileira, de quase 13 quilômetros asfaltados em cada cem, conforme dados consolidados de 2012 do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Ou seja, os gaúchos figuram na lanterna em um país que já está longe de ser um exemplo. Pelo contrário. O percentual nacional de 13% coloca o Brasil em último lugar em pavimentação entre as 20 maiores economias do mundo.
A agonia das estradas gaúchas é fruto de uma série de fatores encadeados. Alguns são locais, como as finanças combalidas do Palácio Piratini. A incapacidade de encontrar um modelo para o capital privado ajudar na criação da infraestrutura necessária à impulsão do desenvolvimento e à queda nos acidentes também é uma das razões da herança cruel legada aos gaúchos.

Pedalada Pelada de Porto Alegre reuniu mais ciclistas do que exibicionistas nus

Ela ousou, mas cobriu a cara para não ser reconhecida. A foto rola na Web através do Google, onde está disponibilizada. 

* Clipping www.zerohora.com.br

Mostrar a fragilidade de seus corpos e pedir mais respeito no trânsito. Foi com esse intuito que um grupo de ciclistas pedalou sem roupa (ou quase isso) na tarde deste sábado na Capital. A concentração do grupo, que ocorreu às 18h, deixou o largo Zumbi dos Palmares, na Cidade Baixa, lotado de curiosos e simpatizantes da causa. De lá, os ciclistas seguiram até o Largo Glênio Perez, onde fizeram uma manifestação na frente da Prefeitura Municipal. 

. A "Pedalada Pelada de Porto Alegre" reuniu centenas de ciclistas e integra a campanha mundial World Naked Bike Ride e ocorreu simultaneamente em Florianópolis, São Paulo e em outras cidades de pelo menos cinco países (África do Sul, Austrália, Argentina, Chile e Santiago).

. A nudez não era obrigatória para participar da ação e muitos ciclistas optaram por usar apenas poucas peças de roupa. Divulgada nas redes sociais, o código de vestimenta da pedalada seguia o slogan "tão nu quanto você ousar".

Artigo, Eliane Cantanhêde - Olha o diabo aí !

* Clipping Folha

BRASÍLIA - Na sexta-feira, dias depois de dizer que "a gente faz o diabo na eleição", a presidente Dilma interpretou a candidata na TV e anunciou um saco de bondades que ela mesma vetara seis meses antes.

O DNA da proposta de acabar com os impostos federais da cesta básica é curioso: foi gerada no PT, abortada por conveniência do governo e reencarnada, graças ao PSDB, no corpo de uma medida provisória. Aprovada no Congresso, foi vetada por Dilma e agora anunciada como se fosse novinha em folha.

Para chegar a tanto, Dilma e sua equipe de marketing devem ter concluído que o bônus do anúncio para milhões pela TV abafaria o ônus do grito da oposição e das crítica dos chatos de três ou quatro jornais.

A questão da oportunidade foi decisiva. Em setembro, época do veto, Dilma ainda dava de ombros para o risco de inflação e ainda não tinha sido tão ostensivamente empurrada para a campanha por Lula.

Agora, a coisa mudou. Na sexta-feira, saiu o índice de inflação de fevereiro, maior do que o mercado esperava, e era justamente o Dia da Mulher, que é mais da metade do eleitorado. Perfeito para o conteúdo e o tom do pronunciamento.

Dilma desonerou a cesta básica, incluiu novos produtos e conta com a redução do preço de carnes, café, manteiga, óleo, sabonete e pasta de dente. Também prometeu uma política de defesa do consumidor e um centro integrado de proteção à mulher em cada Estado. Uma beleza!

Encerrou incluindo um autoelogio típico de candidatos num recado aos agressores de mulheres: "Não esqueçam jamais que a maior autoridade desse país é uma mulher, uma mulher que não tem medo de enfrentar os injustos nem a injustiça, estejam onde estiverem". Só faltou o "votem em mim!".

O impacto popular é óbvio, mas isso tudo deixa dúvidas: por que fazer o diabo a tanto tempo da eleição? Afinal, o que -ou quem- Dilma, Lula e João Santana tanto temem?

Tribunal de Justiça começa a fazer justiça no caso dos fundadores lesados do Natal Luz: desembargador reconhece direitos autorais dos espetáculos.

- Ao lado, Luciano Peccin, o empreendedor exitoso que deu corpo e alma ao Natal Luz, garfeado vergonhosamente no ano passado, com apoio de adversários políticos e empresariais inconformados com seu talento e sucesso.

- A série de reportagens que durante todo o ano passado o editor postou aqui, denunciando a razzia promovida pelos promotores Antonio Kerpez e Max Guazzeli contra os fundadores do Natal Luz, vai sendo confirmada a cada dia. A série inicial registrou a exclusão da maior parte dos indiciados pelos promotores. Agora fica claro que ao estatizar o Natal Luz por pressão dos promotores e dos juizes de Gramado, a prefeitura cometeu flagrante ilegalidade e terá que indenizar os fundadores. Leia esta nota do blog do jornalista Miron Neto, tradicional aliado dos adversários dos  fundadores do Natal Luz. Os espetáculos do Natal Luz foram surrupiados dos seus verdadeiros donos. 

10% do valor arrecadado pelos espetáculos do 27º Natal Luz deverão ser depositados em uma conta judicial a título de direitos autorais até que a ação do ex-coordenador do evento, Luciano Peccin, e outros autores, sejam julgadas definitivamente. A decisão liminar é do desembargador Artur Arnildo Ludwig, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. A ação reivindica direitos autorais sobre os espetáculos Nativitaten, Árvore Cantante, Grande Desfile de Natal, Fantástica Fábrica de Natal, Exposição de Renas Decoradas, Arca de Noel, Tour de Natal, O Povo da Vila de Natal, Tannenbaufest, Vila de Natal, Parada do Natal e Rua dos Quebra Nozes.

. A decisão do TJ deve influenciar os resultados do evento, cuja previsão inicial era de um lucro de R$ 2,5 milhões.

O Parkinson burocrático: saiba por que o governo federal não precisa de 39 ministérios.

* Clipping Veja deste domingo
Título original: O Parkinson Burocrático

O governo vai criar o 39° ministério para, mais uma vez, acomodar interesses políticos, ampliando a já gigantesca máquina administrativa, que custa 212 bilhões de reais por ano ao contribuinte. Enquanto isso, por erro, incompetência e inoperância...

A produtora rural Maria Holanda, retratada na imagem desoladora que ilustra esta reportagem, faz parte do enorme grupo de brasileiros diretamente atingidos pela doença de Parkinson, endêmica na máquina estatal brasileira. Não há metáfora aqui. Devemos ao inglês Cyril North- cote Parkinson a mais notável e mais amplamente aplicável explicação para a lógica cruel das burocracias. Mister Parkinson baseou-se no serviço britânico para as colônias. Como se sabe, com o fim da n Guerra Mundial, o Império Britânico foi desfeito. Adeus às colônias. Adeus também à burocracia que cuidava das colônias? Não. Nada disso. O número de burocratas do departamento continuou a crescer mesmo sem haver mais colônias para administrar. Mister Parkinson então formulou sua lei de três artigos:
1) uma repartição pública crescerá sempre de tamanho, a despeito do volume do trabalho a ser feito;
2) os burocratas cuidam de arranjar trabalho uns para os outros:
3) o burocrata procura multiplicar o número de subordinados, mas não o de rivais.
Em 1986. quando era secretário- geral do Partido Comunista soviético. Mikhail Gorbachev consolou o colega italiano que reclamava do inchaço da burocracia em seu país: "A Lei de Parkinson funciona em todos os lugares". No Brasil, com toda a certeza, ela tem um grande passado, um presente opressor e um futuro, se nada for feito, ruinoso para o país. Que o diga Maria Holanda, moradora de Banabuiú, no sertão cearense, que testemunhou a morte de trinta cabeças de gado de seu pequeno rebanho. Mais animais vão morrer simplesmente porque os burocratas do governo não se lembraram de recompor os estoques de milho, grão essencial para alimentar bois e vacas nas temporadas de seca. O erro já matou 6 milhões de cabeças no Nordeste, o que corresponde a 20% do plantei da região. "Água a gente tinha, mas meu gado morreu foi de fome mesmo. O milho do governo não chegou aqui", diz Maria. O gado está morrendo por negligência, incompetência e morosidade, subprodutos da Lei de Parkinson.
Em 2011, havia 4,7 milhões de tone-ladas de milho nos armazéns oficiais. Quando os fornecedores privados aumentaram o preço do produto, o governo reagiu e vendeu parte de seu estoque. Uma medida destinada a conter a carestia e, portanto, correta. O problema é que o governo não parou mais de vender. Hoje, existem menos de 300000 toneladas estocadas no Brasil, faltam grãos para os produtores e sobram carcaças de animais. Um quadro crítico conhecido há tempos, mas ainda pendente de solução.

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João Cox é o novo presidente da WTorre


João Cox, ex-presidente da Claro,já é o novo presidente da WTorre. Ele assumirá o cargo na semana que vem. A WTorre teve interesses em Rio Grande, no Pólo Naval, mas vendeu seu estaleiro para a Engevix. A empresa voltou para SP.

Humor - Piauí mostra o diário de Dilma Roussef

- A revista Piauí que já está nas bancas, examinou a agenda de Dilma Roussef durante o mês de fevereiro. Veja o que ela descobriu:

1º DE FEVEREIRO - Pelas bengalas do Mandela! Fui dar uma olhada na agenda do mês e meu queixo caiu: o Patriota vai me mandar para a Guiné Equatorial!! Capital, Malabo! MALABO!!! O que eu fiz para esse homem me tratar assim?!
2 DE FEVEREIRO - Pé de pato, mangalô, três vezes! É o terceiro telefonema da Ideli hoje. Não atendi nenhum. Ela está se insinuando para passar o Carnaval comigo na Bahia. Disse que está com medo de ir para Santa Catarina por causa dos ataques. Já expliquei que mando a Força Nacional para lá, que ela pode ir tranquila. Para me livrar dela, despacho até o 2º Exército, e ainda peço ajuda à 4ª Frota americana.
3 DE FEVEREIRO - Em viagens internacionais, o Ney Latorraca faz a mala com dez dias de antecedência. É dessa eficiência que preciso.
4 DE FEVEREIRO - Risco de apagão, aumento da gasolina, polêmica em Belo Monte. Os deuses conspiram para me aproximar do Lobão.
Fui ao Show Rural de Cascavel, no Paraná. É isso que dá colocar Gleisi na Casa Civil.
5 DE FEVEREIRO - Gracinha me contou que vai sair na avenida.

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Entenda como são as pressões para tirar Mendes Filho do ministério da Agricultura

A posição do ministro Mendes Filho no ministério da Agricultura está nas mãos do PMDB e da presidente Dilma Roussef, pressionados, ambos, pela seção mineira do Partido e pelos compromissos do PT na última campanha eleitoral em Belo Horizonte.

. A posição do PMDB – A seção mineira indicou seu presidente, o deputado Antônio Andrade, para o lugar de Mendes Filho. Isto é oficial.
A pressão do PT – Na eleição para prefeito de Belo Horizonte, o PT ofereceu um ministério para que o PMDB afastasse seu candidato do pleito. Foi assim que Leonardo Quintão abriu mão da sua candidatura.

. A pretensão de Minas encontra obstáculos junto ao vice-presidente Michel Temer, PMDB, e também junto a Dilma. Caso as pressões sejam intoleráveis, Mendes Filho perderá o cargo. Ele é apoiado pelo Partido no RS, que está, agora, fechadíssimo com o governo Dilma Roussef, embora tenha apoiado Serra na última eleição. O PMDB do RS já prometeu apoio a Dilma no ano que vem.

- A proposta mineira é de que Mendes Filho passe para a SAE, a secretaria de Assuntos Estratégicos. Os mineiros, que não são solidários nem no câncer, acham que o gaúcho precisa ocupar lugar mais amenos. O atual titular, Moreira Franco, iria para o ministério da Aviação Civil. 

Rio Grande do Sul é lanterna em rodovias asfaltadas no Brasil

* Clipping jornal Zero Hora de domingo.

Apenas 7,2% das estradas gaúchas (estaduais, federais e vicinais) são pavimentadas. Na ERS-122, em Campestre da Serra, buraco supera o tamanho de carro

Caio Cigana e Humberto Trezzi

Qual é o Estado com menor percentual de estradas pavimentadas em relação à sua malha total? Não é Roraima, que tem o menor PIB do país. Nem a paupérrima Alagoas, com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O campeão em carência de asfalto, acredite, é o Rio Grande do Sul, a quarta unidade mais rica da federação.

Apenas 7,2% das rodovias gaúchas — estaduais, federais e vicinais — são pavimentadas. Isso é bem menos do que a média brasileira, de quase 13 quilômetros asfaltados em cada cem, conforme dados consolidados de 2012 do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Ou seja, os gaúchos figuram na lanterna em um país que já está longe de ser um exemplo. Pelo contrário. O percentual nacional de 13% coloca o Brasil em último lugar em pavimentação entre as 20 maiores economias do mundo.

A agonia das estradas gaúchas é fruto de uma série de fatores encadeados. Alguns são locais, como as finanças combalidas do Palácio Piratini. A incapacidade de encontrar um modelo para o capital privado ajudar na criação da infraestrutura necessária à impulsão do desenvolvimento e à queda nos acidentes também é uma das razões da herança cruel legada aos gaúchos.Além do baixo investimento público nas últimas três décadas, as rodovias sofrem com a burocracia para tocar obras, o aumento da frota e o excesso de peso transportado dos caminhões, um problema agravado pela falta de fiscalização e que desemboca na deterioração das estradas, realimentando o círculo vicioso que faz cair a qualidade das rodovias existentes. O percentual de estradas avaliadas como ótimas em pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), por exemplo, era de 28,6% em 2010 e, em 2012, caiu para apenas 11%. As péssimas subiram de 1,3% para 2,4%.

E má qualidade pode acarretar mortes. O número de óbitos nas estradas cresceu 2,3% em 2012, na comparação com 2011, chegando a 2.083 vítimas fatais, contra 2.037 no ano anterior. Outro efeito colateral de rodovias ruins é o congestionamento constante nas rodovias com boas pavimentação e sinalização, como o trecho da BR-116 entre Canoas e o Vale do Sinos.

Entre todos os males relacionados às estradas, pelo menos a falta de dinheiro parece ter ficado para trás. O problema, agora, é conseguir aplicar os recursos, vencendo obstáculos burocráticos, questões ambientais e antropológicas e suspeitas de irregularidades nas obras. Acostumado à escassez, o Estado conseguiu R$ 2,6 bilhões para investir na construção e recuperação de rodovias até 2014, verba oriunda de financiamentos do BNDES e do Banco Mundial, mais recursos repassados pelo governo federal e do próprio orçamento do Estado. Mesmo assim, a construção e a recuperação das estradas não deslancha.

Uma reforma que virou símbolo dos entraves

Em busca dos fatores que levam os gaúchos a transitar em rodovias de Terceiro Mundo, Zero Hora identificou uma região do Estado onde se concentram as principais falhas. Na Serra, a reforma de 196 quilômetros de quatro trechos estratégicos é a síntese dos problemas que atingem grande parte da malha viária gaúcha. A obra, uma promessa de anos, já patinou por falta de dinheiro, processos judiciais, falta de fiscalização e, para culminar, surgiram agora irregularidades no edital da restauração dessas estradas.

A Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra) chegou a anunciar um investimento de R$ 140 milhões para quatro trechos: a ERS-122 (entre Ipê e a localidade de Samuel, na BR-116), a ERS-324 (entre Nova Araçá e Nova Prata), a RSC-470 (entre Nova Prata e Bento Gonçalves) e a RSC-453 (Rota do Sol, entre Caxias do Sul e Lajeado Grande). As obras deveriam começar em 4 de janeiro. Mas o Daer revogou o edital do Contrato de Restauração e Manutenção (o Crema/Serra, que abrangia os quatro trechos), elaborado na própria autarquia. A justificativa: auditores do Tribunal de Contas do Estado alertaram para "deficiências capazes de gerar prejuízo significativo ao Estado", conforme parecer emitido nos últimos dias de 2012.Os entraves reaparecem nos investimentos da União no Estado. Os projetos de duplicação das BRs 386 e 116, por exemplo, seguem estacionados em dois trechos devido à presença de comunidades indígenas que se instalaram na beira das rodovias e precisam ser realocadas com mais recursos públicos para que as obras, finalmente, acelerem.

Luciana Genro vai para SP. Lá quer ser deputada e presidente do Brasil. No RS, ela é ainda é ré.

- A sequência de fotos alinha alguns dos personagens vitais do enfrentamento entre o Eixo do Mal e Yeda Crusiyus. A primeira foto é da coletiva em que Luciana, seu ex-marido  e o vereador Pedro Ruas injuriam e difamam Humberto Busnello, sem prova alguma. Ele processa os três.

Não é por acaso que a ex-deputada Luciana Genro, filha do governador do RS, sumiu do noticiário. É que ela tem viajado e permanecido muito em São Paulo, para onde pretende transferir seu domicílio eleitoral e concorrer pelo PSOL a deputado Federal, no ano que vem. A jornalista Rosane de Oliveira, que é quem introduz e reintroduz Luciana no noticiário, abrindo as generosas páginas de Zero Hora, disse neste domingo que Luciana Genro é também candidata a presidente da República e que além disto fará mestrado em direito. O jornal também tem dado cobertura ampla ao cursinho gratuito que La Genro abriu para ajudar estudantes pobres.Luciana e Zero Hora sequer abordaram o cabuloso processo a que ela responde no âmbito do Tribunal de Justiça do RS. Vão a seguir as informações principais sobre a ação.

 O empresário Humberto Busnello ainda não sabe o resultado do agravo que protocolou no Tribunal de Justiça do Estado do RS,  diz que Luciana Genro é mentirosa e pede condenação por dano moral. Busnello venceu em primeiro grau, mas o recurso da ex-deputada foi aceito inacreditavelmente no segundo grau.
O processo foi movido pelo empresário gaúcho Humberto Busnello contra a ex-deputada Luciana Genro e seus companheiros de PSOL, o Vereador Pedro Ruas e o ex-Presidente do Partido, Roberto Robaina. Tarta-se da ação 001/1.09.0085539-1.


. Acontece que no dia 2 de fevereiro de 2009, visando prejudicar o governo Yeda Crusius, a ex-Deputada Luciana Genro e seus comparsas convocaram uma estripitosa coletiva de imprensa para denunciar o uso de dinheiro sujo na campanha tucana do RS:
- O Sr. Humberto Busnello entregou R$ 100 mil para o Aod Cunha (ex-secretário da Fazenda) na presença de Lair Ferst.

. Era tudo mentira, como ficou comprovado no andamento do processo e de acordo com o que denuncia Humberto Busnello nas suas razões finais.

. A ex-Deputada do PSOL reafirmou em juízo que soube do caixa 2 porque viu “um vídeo com qualidade de cinema” no gabinete do então Vice-governador Paulo Feijó, onde apareciam os personagens. O que ela disse: “Busnelo, de costas, entregou R$ 100 mil para o Aod”. Foi assim. A juíza Zaffari Lacerda produziu em seguida as duas perguntas cruciais:
1) De costas?
2) Deu para contar o dinheiro?

. Lépida e fagueira, a ex-Deputada do PSOL nem pestanejou para responder:
1) De costas, sim, e o dinheiro estava num envelope.
2) Sei disto porque as cenas estavam legendadas e o Paulo Feijó também confirmou.

. Acontece que chamado a juízo,  Paulo Feijó e seu chefe de gabinete, André Zielmanovicz, negaram a existência do vídeo, a presença de Busnello nas cenas e a entrega do dinheiro.

. Trata-se de um episódio escabroso . Conforme escrevem Giuliani Neto e Laércio Leivas, a política deve ser praticada tendo em vista o interesse público e “nunca para a satisfação das disputas políticas da ocasião, menores e sem qualquer sentido republicano”.

. Será inevitável a condenação final de Luciana Genro. É apenas o início do seu calvário pelos bancos dos réus, porque o próprio Dr. Busnello já quer citá-la em novo processo, desta vez criminal. O mesmo faz o ex-Secretário Aod Cunha.

INTERROGATÓRIO -  As respostas da filha de Tarso Genro não são ingênuas, mas fruto de uma personalidade que teve má formação. O caso é de saúde pública. Se você não acredita no inteiro teor do interrogatório a que respondeu Luciana como ré, CLIQUE AQUI para ler. 

A DENÚNCIA MENTIROSA - Leia também a notícia original com as denúncias irresponsáveis feitas pela ex-deputada. CLIQUE AQUI. 

SAIBA TUDO
O EIXO DO MAL CONTRA O GOVERNO YEDA CRUSIUS
Este episódio envolvendo a ex-deputada Luciana Genro é contado em detalhes no livro Cabo de Guerra, 499 páginas, 39 capítulos, cinco cadernos com 70 fotos. São informações inéditas. Capítulos inteiros são dedicados ao assassinato de Marcelo Cavalcante, atribuído por Luciana aos aliados de Yeda, mas atribuídos pela família aos inimigos de Yeda. Leia trechos inéditos do inquérito policial, que desmentem Luciana. Inimigos de Yeda foram ouvidos pela Polícia de Brasília para responder pelas acusações. A mídia gaúcha nada falou sobre isto. São capítulos inteiros com revelações estarrecedoras e inéditas.
Compre o livro: R$ 75,00. Envio grátis para qualquer parte do País. Peça seu exemplar pelo e-mail polibio.braga.com.br Neste domingo, você pode fazer a compra, também, nas livrarias do Aeroporto, Cultura e Cameron, em Porto Alegre.
VERDADES ESTARRECEDORAS E INÉDITAS





Fotógrafo do privadíssimo Instituto Lula viajou de graça com a comitiva de Dilma à Venezuela. O fotógrafo viajou como "intérprete"

Ricardo Stuckert foi com a presidente acompanhar o funeral do presidente Hugo Chávez. Palácio diz que ele não recebeu diárias. Para mascarar o abuso, Diário Oficial classificou Stuckert como "intérprete".

* Clipping O Globo

Fotógrafo do Instituto Lula, Ricardo Stuckert integrou a comitiva da presidente Dilma Rousseff que viajou a Venezuela para acompanhar o funeral do presidente Hugo Chávez. De acordo com informação publicada na edição desta semana da revista "Veja", Stuckert consta como "intérprete" da comitiva.Ainda segundo a revista, "em Caracas (Stuckert) fez fotos do patrão (referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva) e as publicou no site do instituto - e nós pagamos". 

. Procurado, o Instituto Lula afirmou que o convite para a viagem partiu da Presidência e que não foi solicitado pelo instituto, nem houve "uso comercial" das fotografias feitas durante o velório.
Ainda de acordo com o Instituto, a publicação da relação de integrantes da comitiva foi feita "de forma transparente", através do "Diário Oficial da União". O único "equívoco" foi a indicação de Stuckert como intérprete. O correto teria sido "convidado".

.O Palácio do Planalto também informou que houve um erro no "Diário Oficial da União" e que o fotógrafo viajou como “convidado” e não como “intérprete”.O governo informou que a presidente Dilma tem o direito de convidar quem quiser para viajar no avião presidencial. Segundo o Palácio, Stuckert não recebeu diárias nem pagamento por serviço de intérprete.