PPS tira indicativo de apoio a Eduardo Campos

Por 152 votos contra 98, o congresso nacional do PPS, realizado neste sábado em São Paulo, tirou indicativo para apoiar a candidatura do governador Eduardo Campos a presidente.

. Sérgio Camps de Morais, dirigente pepessista gaúcho, disse ao editor que a decisão oficial sairá na convenção do Partido. 

. No RS, PPS e PSB estarão unidos na construção de uma candidatura local que apóie Campos. Isto poderá acontecer com Vieira da Cunha, PDT, ou Ana Amélia, PP. O ex-prefeito José Ivo Sartori, que neste final de semana jantou com a bancada estadual do PMDB, simpático a Campos, avisou que não disputará o governo.

Tuma Júnior sobre Tarso Genro: "A fábrica de dossiês falsos era dele. Ele azucrinava meu ouvido como grilo falante"

Tarso e Barba comandaram juntos a fábrica de dossiês falsos contra adversários políticos, denncia Tuma Júnior. 


Entre 2007 e 2010, o delegado Romeu Tuma Júnior, filho do ex-senador Romeu Tuma, chefe da Polícia Federal no finalzinho da ditadura militar, ex-carcereiro de Lula, foi secretário nacional de Justiça durante a administração do atual governador do RS, Tarso Genro, a quem ajudou a eleger em 2010, fazendo campanha para ele no RS, inclusive na elaboração do Programa de Governo (leia abaixo). O delegado contou para a revista Veja deste final de semana, que foi nomeado porque Lula devia favores a seu pai, Romeu Tuma, já que ele, o pai, foi quem orecrutou para a função de informante do Dops, sob o codinome “Barba”.

. No livro que resolveu escrever, “Assassinato de Reputações”, Tuma Júnior conta que Tarso Genro comandou pessoalmente a fábrica de dossiês montada pelos governos do PT para destruir adversários.

. Quando voltar da China, segunda-feira, Tarso Genro terá que se explicar sobre estas acusações diretas do delegado de São Paulo:
- Desde 2008, o PT queria que eu vazasse os documentos enviados pela Suíça para atingir os tucanos na eleição municipal. O ministro da Justiça, Tarso genro, me pressionava pessoalmente para deixar isso vazar.

- O ministro da Justiça, Tarso Genro, estava me pressionado pessoalmente, vinha à minha orelha como um grilo falante (para vazar informações sobre o cartel dos trens)

- Eu, como secretário nacional de Justiça, investiguei casos engavetados, relacionados ao Opportunity. Mas nesse esforço, recebo um retorno diverso: Daniel Dantas aparecia como denunciante e não como réu. Embora tivesse cargo executivo no governo petista, eu suspeitava da existência de tal conta. E mais: que essa conta era a lavanderia do Mensalão no exterior (...) Mandei cópia para o ministro Tarso Genro apurar isso, e espero a resposta até hoje...

- Quando veio a resposta de Cayman (sobre a conta do Mensalão) os caras pararam tudo. Isso foi para a gaveta da Polícia Federal e do ministro Tarso Genro. Eu publico no livro o documento para dizer isto: o governo não deixou investigar isso em 2007.

. As de núncias e revelações de Romeu Tuma confirmam todas as denúncias e revelações que o editor fez em seu livro “Cabo de Guerra” A fábrica de dossiês montada pelo ministro Tarso Genro, originou perseguições implacáveis aos seus adversários do RS e o ajudaram a se eleger quase sem oposição, devastada por investigações dirigidas, prisões arbitrárias, inclusive com uso abusivo de algemas e exposição dirigida para fotógrafos e cinegrafistas de todos os prisioneiros, vazamentos sistemáticos de meias verdades e uso perverso de Partidos, ONGs e sindicatos aparelhados pelo PT e seus aliados no Estado. 

Ibsen entra na lista de senatoriáveis do PMDB

O ex-deputado Ibsen Pinheiro confirmou neste sábado que disputará com o ex-governador Germano Rigotto a indicação de candidato ao senado pelo PMDB, caso o atual senador, Pedro Simon, resolva abrir mão da reeleição. 

Polícia Federal ouviu Delúbio e Valério na Papuda. Lula é um dos objetos de investigação.

Há bastante tempo, a revista Veja vem insistindo que Lula sabia de tudo. Como desdobramento do caso do Mensalão, a Polícia Federal passou a investigá-lo. 



A Polícia Federal tomou o depoimento do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e do empresário Marcos Valério no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, no inquérito que trata de desdobramentos do mensalão. A informação é da revista veja. Leia tudo:

São investigações abertas a partir do depoimento que Valério prestou no final do ano passado, quando já estava condenado. Dois policiais da delegacia de inquéritos especiais foram ao presídio para ouvi-los na sexta-feira da semana passada. Uma das investigações em curso é sobre a suspeita de tráfico de influência na liquidação do Banco Mercantil de Pernambuco. O ex-ministro Antonio Palocci também foi ouvido no mesmo inquérito, mas em outubro. Ao todo, cerca de 20 pessoas prestaram depoimento. Na época da liquidação do banco, em 2005, Palocci era ministro da Fazenda do governo Lula e, Delúbio, tesoureiro do PT.

. Em 24 de setembro de 2012, Marcos Valério fez acusações a procuradores da República que não eram alvo da ação penal do mensalão. 

. Entre elas estava a de que o dinheiro do mensalão serviu para pagar despesas pessoais de Lula. 

. Sobre o Mercantil, Valério disse que Armando Monteiro, então dono do banco, discutiu com Lula a liquidação da instituição numa viagem a Cuba. Nesse processo de liquidação, o Banco Rural, envolvido com o mensalão, teria sido beneficiado. O caso do Mercantil também incrimina Marcos Valério. O empresário esteve 17 vezes no Banco Central entre 2003 e 2005, oito delas sobre o levantamento da liquidação do Mercantil, nas quais se apresentava como representante do Rural. 

DEM convoca Tuma Júnior. Caiado quer ir às Ilhas Cayman para levantar conta aberta por Zé Dirceu para o Mensalão.

O líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), quer que Romeu Tuma Júnior, ex-secretário nacional de Justiça, fale à Câmara sobre as revelações feitas por ele em livro que chega às livrarias nesta semana e publicadas em primeira mão pela edição de VEJA que está nas bancas. Tuma Júnior afirma ter descoberto a existência de uma conta, nas Ilhas Cayman, utilizada para movimentar recursos do mensalão. Ele também dá detalhes do caso Celso Daniel e do uso da máquina do governo para a montagem de dossiês contra adversários durante o governo Lula.

. Nesta segunda-feira, Caiado vai apresentar um requerimento convidando Tuma Júnior a comparecer à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara para levar os documentos que possui.
O deputado também afirma que uma alternativa seria cobrar informações diretamente das autoridades envolvidas nos episódios. No caso das Ilhas Cayman, Caiado estuda propor a criação de uma comissão para visitar o paraíso fiscal e obter informações sobre a conta revelada pelo ex-secretário.

Mas o líder do DEM reconhece que o depoimento de Tuma Júnior seria essencial: "Esse é o principal, porque ele mostraria o caminho das pedras", diz o parlamentar.

Dilma, FHC, Lula, Sarney e Collor, todos juntos no funeral de Mandela

Muy amigos. Eles se merecem.


Os ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva foram convidados e aceitaram acompanhar a presidenta Dilma Rousseff aos funerais de Nelson Mandela; comitiva presidencial parte do Rio de Janeiro na segunda-feira (9); Fernando Collor deve ir também, mas ainda não é presença confirmada.

Governador Perillo, ao falar sobre o livro de Tuma Júnior: "Agora fica provado por que Lula quis se vingar de mim !"

A montagem das fotos e o texto a seguir são do site www.brasil247.com.br



O governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo, foi o primeiro político graúdo a reagir ao lançamento do livro "Assassinato de reputações - um crime de Estado", lançado pelo delegado e ex-secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior. No livro, Tuma Júnior acusa o Palácio do Planalto de ordenar a fabricação de um dossiê contra o político do PSDB, em razão do alerta que ele garante ter feito, ao ex-presidente, sobre o chamado "mensalão".

Perillo falou ao 247 neste sábado, quando cumpria uma agenda de inaugurações de obras nas cidades de Aragoiânia e Guapó. "Com as revelações de Tuma Júnior, não resta mais nenhuma dúvida do ódio e do sentimento de vingança de Lula contra mim", disse o governador. "Aos poucos a verdade vai sendo restabelecida e os fatos começam a desmontar a farsa".

No livro de Tuma Júnior, escrito pelo jornalista Claudio Julio Tognolli, há um trecho chamado "Fulmine o Perillo", com o seguinte relato feito pelo delegado, em primeira pessoa:

"Um dos mais escandalosos pedidos para fulminar alguém me foi feito pelo ex-ministro da Justiça Luiz Paulo Barreto. Um dia, ele me chamou ao seu gabinete e, um tanto lívido, disse: 'Isso aqui veio de cima, lá do Planalto, do Gilberto Carvalho, secretário particular do presidente Lula. Ele quer que você atenda a um pedido do Lula e mande para o DRCI investigar isso aqui'. O 'isso aqui' do ministro da Justiça era um envelope numa pastinha que ele me entregou com um dossiê contra Marconi Perillo."

Perillo se disse indignado.

CLIQUE AQUI para ler tudo. 

Veja como PSB e PDT prejudicaram o governo ao viraram as costas para o médíocre governo Tarso Genro

A debandada ao governo Tarso Genro demonstra apenas a incompetência e a mediocridade do governo Tarso Genro. Partido algum abandona o barco quando o navio é confortável e o timoneiro é seguro. 

A partir de segunda-feira o PDT não pertence mais à base aliada do governo Tarso Genro na Assembléia do RS. Da mesma forma que os três deputados da bancada do PSB, Partido que também desembarcou do barco petista, os sete deputados do PDT devem manter uma posição de independência nas votações e por isto governo e oposição não poderão contar como favas contadas os seus votos, embora socialistas e trabalhistas encaminhem-se para posições cada vez mais oposicionistas.

. Para entender melhor como ficará o cenário a partir da semana que vem na Assembléia, vale a pena examinar esta divisão:
55 deputados no total
Governo - PT, 14; PTB, 5; PCdoB, 1; PRB, 1 - Total, 21 votos
Oposição - PMDB, 8; PP, 7: PSDB, 6; PPS, 1; DEM 1; Solidariedade, 1 - Total, 24
Independentes - PSB, 3; PDT, 7 - Total, 10

. O governo Tarso começou seu governo e até dois meses atrás mantinha folgada maioria de 32 deputados contra 23 da oposição. Os números inverteram. As chances de derrotas de projetos do governo e até de instalações de CPIs e processos de impeachment são agora muito mais favoráveis. 

PDT decide sair do governo Tarso. Vieira da Cunha esmaga adversários. Ele é o candidato do PDT ao governo do Estado.

Cartazes e faixas de Vieira da Cunha em profusão, já indicavam a decisão que seria tomada neste sábado por ampla maioria do PDT.


O PDT acaba de encerrar sua convenção e decidiu que sairá da adminsitração petista de Tarso Genro para promover candidatura própria ao governo do RS.

. 2 mil delegados e militantes de todo o Estado participaram do evento no Teatro Dante Barone, superando todas as previsões de participação.

. Aos convencionais foram encaminhadas duas propostas:
- Ficar no governo ou lançar candidatura própria.
- Lançar Vieira da Cunha ou Aldo Pinto

.Eis os resultados:
O PDT sai do governo
476 votos pela saída
313 votos pela manutenção da aliança com o PT

Vieira da Cunha é o candidato
Vieira da Cunha, 594 votos
Aldo Pinto, 142 votos
Brancos, 40
Nulos, 8

. A força da convenção e sua expressividade dificilmente permitirão que o PDT saia dividido da convenção, já que a oposição a Vieira da Cunha emplacou todas as suas reivindicações, inclusive o uso de céulas e votação secreta, o que certamente favoreceu o grande número de votos pela aliança com o PT.

. A decisão do PDT representa um golpe mortal nas intenções eleitorais de Tarso e do PT, que chegaram a 
oferecer até mesmo a posição de vice na chapa. PT e Tarso estão sendo isolados na disputa do ano que vem, porque os dois Partidos mais expressivos da aliança, PSB e PDT, resolveram desembarcar do carro petista, que faz água por incompetência e inabilidade do seu chefe, Tarso Genro.

. O PDT também lançou candidato ao senado, Lasier Martins. Agora, o Partido buscará aliados, negociando para isto a posição de vice e aliança na proporcional. 

No RS, Dilma e Tarso não viram nada demais na venda dos trens da Alstom para a Trensurb

Dilma participou do ato da compra dos trens vendidos pela Alstom, bela e formosa, ao lado do governador Tarso Genro, seu companheiro de Partido. Nenhum dos dois viu nada demais no estranho negócio. 



A francesa Alstom, que está na mira da Polícia Federal e é apontada como membro destacada do cartel dos trens, junto com a Siemens, já que costumam formar um mesmo consórcio, aliou-se ao grupo CAF e venceu a licitação para a fornecimento de trens para o metrô de Belo Horizonte, comandado pela estatal federal CBTU, e para o chamado metrô de superfície de Porto Alegre, que não tem nada de metrô, comandado por outra estatal federal, a Trensurb. 

. Em porto Alegre, a Alstom ficou com 90% do contrato, e a CAF, com 10%. No da capital mineira, foi o contrário. Em ambos os casos, o consórcio formado pelas duas empresas não teve concorrentes: foi o único a se apresentar.

. Ora, para os casos de São Paulo, a Polícia Federal, o Cade e o governo do PT enxerga grossas patifarias e cartéis, mas não acham nada criminoso nas vendas de Porto Alegre e Belo Horizonte, onde os dois grupos multinacionais apresentaram-se como candidatos únicos e trocaram de posição em cada uma das duas vendas, invertendo apenas as proporções. As vendas parecem claramente casadas. Veja a notícia fornecida na época pela Alstom:

. Outra curiosidade: apenas 13 dias separam o comunicado da comissão de licitação de Belo Horizonte do anúncio da assinatura de contrato em Porto Alegre, conforme se pode ver abaixo.

Em maio, a CPTM, empresa de trens urbanos do Estado de São Paulo, cancelou uma licitação porque compareceu apenas um consórcio para fornecer trens. Já a estatal federal Trensurb, que responde pelo metrô de Porto Alegre, não teve esse problema. 

Tuma Júnior sabe número da conta e nome do banco onde Dirceu depositou o dinheiro sujo do Mensalão

Num dos trechos mais reveladores da longa entrevista que concedeu para a revista Veja que começou a circular neste sábado, o delegado Romeu Tuma Júnior, que foi secretário nacional da Justiça durante toda a gestão de Tarso Genro no ministério da Justiça (2007 a 2010), concede mais uma prova testemunhal sobre o envolvimento direto do ex-ministro Zé Dirceu no comando da organização criminosa do Mensalão.

. A resposta à pergunta de Veja desconstrói todas as tentativas das viúvas de Zé Dirceu e do PT.

. Leia: 

O senhor diz no livro que descobriu a conta do mensalão no exterior
Eu descobri a conta do mensalão nas Ilhas Cayman, mas o governo e a Polícia Federal não quiseram investigar. Quando entrei no DRCI, encontrei engavetado um pedido de cooperação internacional do governo brasileiro às Ilhas Cayman para apurar a existência de uma conta do José Dirceu no Caribe. Nesse pedido, o governo solicitava informações sobre a conta não para investigar o mensalão, mas para provar que o Dirceu tinha sido vítima de calúnia, porque a VEJA tinha publicado uma lista do Daniel Dantas com contas dos petistas no exterior. O que o governo não esperava é que Cayman respondesse confirmando a possibilidade de existência da conta. Quer dizer: a autoridade de Cayman fala que está disposta a cooperar e aí o governo brasileiro recua? É um absurdo.

. Como se percebe, não apenas Zé Dirceu surge como criminoso, mas estão na mesma condição o então ministro da Justiça e o presidente Lula, porque ambos souberam do crime e o acobertaram. 

PDT vota saída do governo Tarso e candidatura própria com Vieira da Cunha

Neste momento, 11h55min, a convenção estadual gaúcha do PDT aproxima-se do seu final. Está em andamento a votação que decidirá duas posições que o Partido discute há um ano:

- Apoiar a candidatura à reeleição do governador Tarso Genro e com isto prosseguir no governo.
- Ir com a candidatura própria do deputado Vieira da Cunha ou Aldo Pinto e com isto sair do governo.

. Perto de 2 mil delegados estão no Teatro Dante Barone, Assembléia, número bem superior ao esperado.

. Os trabalhistas que dependem de cargos no governo do PT estão mobilizadíssimos, mas até os cartazes e faixas existentes no local da decisão indicam que a maioria dos delegados quer buscar via própria.

. Esta manhã, falou o jornalista Lasier Martins, candidato único ao Senado, que quer Vieira da Cunha como candidato. 

Tuma Júnior diz que sob o comando de Tarso o governo Lula produziu dossiês para desmoralizar adversários

Ao lado, Tuma Júnior na foto à esquerda. Na outra foto, Tarso e Lula ouvem Paulo Li, chefe da Máfia Chinesa no Brasil, cujas ligações com Tuma Júnior decretaram sua queda. Li chegava a usar cartões de visita com a logomarca do ministério da Justiça. Tuma Júnior denuncia que sob o comando do ministro Tarso Genro, o ministério foi uma fábrica de dossiês e "atiradores de elite" contratados para assassinar reputações, sobretudo no RS.


O editor já produziu centenas e centenas de notas e reportagens nesta página e escreveu um livro, "Cabo de Guerra", para denunciar de que modo o então chefe da Políicia Federal, Tarso Genro, atual governador do RS, usou seus delegados para subjugar o governo Yeda Crusius no RS e também quebrar as pernas dos adversários dos outros Partidos, promovendo a mais devastadora campanha de assassinatos de reputação jamais vista no Estado. A Polícia Federal no RS, operada pelo delegado Ildo Gasparetto, homem de confiança de Tarso, mirou diretamente sobre Yeda Cruius, PSDB, e José Otávio Germano, PP (Operação Rodin), Eliseu Padilha, PMDB. Agora, no seu livro "Assassinato de reputações", matéria de capa da revista Veja desta semana, o delegado Tuma Júnior, ex-secretário nacional de Justiça de Tarso Genro no ministério da Justiça, confirma tudo o que o livro do editor conta e denuncia que, sob o comando de Tarso Genro, hoje governador do Rio Grande do Sul, o governo patrocinava a produção de dossiês contra adversários políticos. Ele usou e abusou da Polícia Federal, inclusive no RS, onde usou até mesmo Partidos alinhados ou laranjas.

. Está tudo no livro. Tuma Júnior avisou que tem provas de tudo. Ele é um policial experimentado. E também é filho do ex-senador Romeu Tuma, chefe da Polícia Federal de SP durante a ditadura militar e carcereiro de Lula. Em relação a Lula, Tuma Júnior faz uma acusação mais grave. Afirma que ele foi "informante da ditadura". "Eu e o Lula vivemos juntos esse momento. Ninguém me contou. Eu vi o Lula dormir na sala do meu pai. Presenciei tudo", diz o delegado.

. Tuma Júnior não só foi secretário de Tarso Genro no ministério, como foi nomeado por ele presidente da Comissão Nacional de Pirataria. No dia 6 de setembro de 2010, quando Tarso era candidato ao governo do RS, ele foi escalado para ajudar seu antigo chefe na campanha, programado para participar do evento sobre o Plano de Governo do PT no Estado, a Quinta Plenária.

.O delegado Tuma Júnior revela na reportagem de Veja que um dos alvos das campanhas de desmoralização (espionagem e formação de dossiês falsos) foi Marconi Perillo, governador de Goiás. "Só porque ele avisou o Lula da existência do mensalão", diz Tuma. Outro alvo, segundo o delegado, teria sido o ex-senador cearense Tasso Jereissati, também adversário do ex-presidente. Tuma Júnior afirma que o pedido partiu do hoje ministro Aloizio Mercadante.

. José Dirceu também é alvo de chumbo grosso. Tuma afirma que caiu do governo não em razão dos supostos vínculos com a máfia chinesa, mas por ter descoberto a "conta do mensalão" no exterior. Ela teria sido criada nas Ilhas Cayman e seria operada pelo ex-ministro da Casa Civil, hoje preso na Papuda. "Mandei cópia para o ministro Tarso Genro apurar isso, e espero resposta até hoje... Será que fui defenestrado por ter chegado à conta caribenha do mensalão?"

. Tuma Júnior afirma ainda que Celso Daniel foi alvo de um assassinato político e que recursos desviados na prefeitura de Santo André alimentavam campanhas do PT. Diz que isso foi dito a ele pelo ministro Gilberto Carvalho.

CLIQUE AQUI para ler o que diz Veja sobre a reportagem.

O livro "Assassinato de reputações", de Tuma Júnior, revela os crimes políticos do governo Lula

Na reportagem com chamada de capa, a revista Veja desta semana publica revelações estarrecedoras sobre o os crimes de Estado cometidos pelos governos do PT. Vai tudo narrado pelo delegado Romeu tuma Júnior, ex-secretário nacional de Justiça, órgão do ministério da Justiça,  presidindo, à época, o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, sempre no governo Lula, e filho do ex-senador e também delegado Romeu Tuma. Tuma Júnior conta tudo no livro que lançará dentro de duas semanas. Ele narra um episódio em que foi chamado ao Congresso para reunir-se com um deputado e um senador do PT — este, hoje, é ministro de Dilma — para, supostamente, tratar de projetos de interesse do governo Lula. Na verdade, o encontro se destinava a entregar ao delegado um pendrive que conteria um dossiê (mais um) contra um eminente senador da oposição. “A exigência era que eu plantasse uma investigação em cima dele”. Embora a matéria de capa seja a morte de Mandela, a reportagem-bomba de Veja desta semana que chega às bancas neste sábado, trata das revelações bombásticas do livro do delegado Romeu Tuma Jr, sobre o que viu durante o governo Lula. Ele conta coisas que “nunca antes ocorreram neste país”. Eis aí, portanto, o fio de uma meada que pode ser puxado para que a Nação conheça aquilo que se encontra no âmago do novelo. As informações estão no livro "Assassinato de reputações: um crime de Estado", um depoimento do ex-delegado de classe especial da Polícia Civil de São Paulo Romeu Tuma Jr. ao jornalista Claudio Júlio Tognolli

. A revista não abriu a reportagem até as 9h26min deste sábado, mas ela reproduz muitas revelações feitas no site Consultor Jurídico, que  publicou uma matéria a respeito. Ainda que não vá a fundo, revela que os fatos narrados por Tuma Jr., são mesmo de arrepiar e confirmam que, sob o governo do PT, a Nação já vive sob o tacão de um Estado Policial. Gilmar Mendes não foi o único ministro do Supremo Tribunal Federal que teve escutas instaladas em seus telefones e no seu computador. Quando o episódio veio a público, em 2007, as apurações da Polícia Federal não conseguiram constatar que todos os ministros do STF estavam com seus telefones grampeados ou com escutas ambientais instaladas em seus computadores. E isso tudo feito por delegados da Polícia Federal. Leia mais trechos da matéria do Consultor Jurídico:

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