Por Adão Paiani, advogado em Brasília junto aos Tribunais Superiores.
Há uma pergunta que, a meu ver, não pode ser proibida em uma
democracia:
podemos confiar plenamente no sistema pelo qual escolhemos
nossos representantes?
Não estou afirmando que houve fraude nas eleições de 2026.
Não tenho elementos para afirmar isso e, como advogado, não considero correto
transformar uma suspeita em fato sem provas.
Mas também não aceito a ideia de que o sistema eleitoral
esteja acima de qualquer questionamento.
O eleitor tem o direito de saber como o resultado de uma eleição é produzido e quais são os mecanismos capazes de detectar eventuais falhas.
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