O conjunto levanta uma pergunta incômoda: o público está recebendo uma representação equilibrada do debate político brasileiro ou sendo exposto a uma vitrine editorial que privilegia determinadas narrativas?
A insatisfação com a cobertura política dos grandes veículos
não é exclusividade de um lado do espectro ideológico. Se setores da esquerda
criticam a Meta e suas plataformas, eleitores e apoiadores da direita também
questionam a linha editorial e a seleção de notícias de empresas como
Microsoft, UOL, Poder360 e Metrópoles.











