Ex-dono da Petroquímica Triunfo (Pólo do RS): "A entrega da Triunfo para a Odebrecht compromete Dilma mais do que Pasadena"

O vídeo do link a seguir traz uma fala devastadora do empresário paulista Caio Gorentzvaig, filho de Boris, o homem que criou a Petroquímica Triunfo e que acabou sendo apunhalado pelas costas por seus dois sócios, a Petroquisa e a Odebrecht.

. O editor conheceu Boris em Triunfo, no Polo Petroquímico, numa das vezes em que ele assumiu o comando, depois de dobrar seus sócios em juízo. Ele não durou ali. 

. No vídeo, Caio denuncia Dilma pela expropriação da sua companhia, numa ação inesperada de privatização decidida em 2009.

. As denúncias são espantosas.

. Personagens como Sérgio Gabrielli e Paulo Costa são tratados com crueza na fala. Ele revela que ambos foram até a casa dele com ameaças.

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Deputado Vargas, PT, renuncia à renúncia e continua fazendo o PT sangrar

Ex-vice-presidente da Câmara, o deputado André Vargas, PT renunciou hoje à renúncia anunciada do seu mandato parlamentar.  

Servidores de Porto Alegre fazem ato público por aumento de 20%. Será nesta quarta, 9h.

O Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) o Ato Público dos Municipários, nesta quarta-feira, dia 16 de abril, a partir das 9 horas, no Paço Municipal.

    
.  Na Assembleia Geral, realizada no dia 3 de abril, os cerca de 2.000 servidores presentes aprovaram, por unanimidade, a reivindicação do percentual de 20% de reajuste, vale alimentação de R$ 23,00 e itens que contemplam a luta da categoria por isonomia salarial, valorização e condições de trabalho.

Agora é a Mitsui quem fala em regaseificar gás importado pela Petrobrás

Desde o governo Rigotto vários grupos estrangeiros e nacionais falam sobre este tipo de terminal, mas nada avançou, até mesmo porque tudo depende da Petrobrás, a quem cabe o monopólio pela importação de gás via navios propaneiros. Nada avançou até hoje. Ninguém garante que este novo anúncio não seja outro fogo fátuo. Um terminal de regaseificação exige investimentos superiores a US$ 1 bilhão, valor que pode ser multiplicado por 2 e até 5 vezes, caso inclua usina térmica e gasoduto para a região e Porto Alegre. A Mitsui só falou em regaseificadora, mas ela nada adiantará se não tiver como levar o gás adiante. 

A implantação de um terminal de regaseificação no Rio Grande do Sul é objeto de um memorando de entendimento assinado nesta terça pelo governador Tarso Genro e representantes das empresas Mitsui e Petrobras. Pelo documento, as empresas, em parceria com o governo do Estado, se comprometem a elaborar um estudo de viabilidade técnica, econômica e financeira para a implantação de um terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL).  Será formado um comitê com representantes das empresas e do Governo, que dará início ao projeto, cuja vigência é de 12 meses, podendo ser prorrogado.

. De acordo com o diretor de Gás e Energia da Petrobras, José Alcides Santoro Martins, o estudo viabilizará uma solução otimizada adequada ao perfil do Estado e apontará potenciais âncoras para a viabilidade do projeto, mercados, capacidade e viabilidade técnica e econômica. 

. A Petrobras, que já participava de um projeto no mesmo segmento, integrará o novo estudo.


Depois de investir R$ 40 milhões, Yara reinaugurará dia 24 sua planta de Porto Alegre

Será reinaugurada a planta industrial da Yara, ex-Adubos Trevo, na divisa de Porto Alegre com Canoas, RS. O evento foi agendado para o dia 24. O grupo investiu R$ 40 milhões na modernização. 

Armínio Fraga diz como está o estado da economia e fala em lei para limitar o gasto público

Alexa Salomão e Ricardo Grinbaum, do jornal "O Estado de S. Paulo", entrevistaram Armínio Fraga. Há poucas semanas, o senador Aécio Neves, candidato dado como certo para disputar a presidência pelo PSDB, oficializou a escolha do economista para o posto de coordenador econômico de sua campanha. Muitos já o consideram ministro da Fazenda, caso o PSDB ganhe a eleição. Ex-presidente do Banco Central, Fraga diz que ainda não se aprofundou no estudo das propostas, mas o esboço tem pilares claros: fortalecer a política fiscal, ajustar a inflação para o centro da meta, desengavetar a reforma tributária, entre outras medidas que podem exigir ajustes nem sempre populares. Mas ele acredita que o importante é antecipar o que deve ser feito, sem "populismo" eleitoral. "O custo de tomar medidas impopulares é muito menor do que o de não tomar", diz na entrevista que segue. Leia tudo:

Como o sr. vê a economia hoje?
Estou vendo um quadro que se quantifica com poucos números. Um crescimento baixo, já entrando pela quarto ano, e a sinalização de que o ano que vem também pode ser difícil por causa dos problemas que estão se acumulando. Ao mesmo tempo, há uma inflação alta, em torno de 6%, já há bastante tempo, mas reprimida. A inflação real anda mais alta. Talvez entre 7% e 8%. Esse não é um quadro bom. Há também o fato de que o déficit em conta corrente do Brasil caminha para 4% do PIB no momento em que os Estados Unidos segue para a normalização da taxa de juros e, eventualmente, a China deve desacelerar. Isso também é uma questão, especialmente porque a taxa de investimento do País não está aumentando. Agora está acontecendo um movimento no mercado - que eu diria ser técnico, com recursos mais de curto prazo, indo para um lado ou para outro, mas isso não deve trazer um grande conforto. O quadro geral ainda não é tranquilo lá fora. Olhando aqui para dentro no Brasil, hoje o governo concede 60% do crédito, que incorpora ainda repasses do BNDES. Há não muitos anos eram 40%. É um modelo testado por nós, testado por vários outros países que tende a não entregar o resultado que se quer - tanto do ponto de vista de produtividade, da qualidade das decisões de crédito e financiamento que são tomadas, quanto do ponto de vista do risco. O exemplo radical são os Estados Unidos com as grandes do mercado de hipotecas, Fannie Mae e Freddie Mac (empresas privadas, mas com propósito público, que eram implicitamente garantidas pelo governo), que tiveram uma participação fundamental na bolha - uma senhora bolha. Mesmo nos países mais maduros, essas lições permanecem válidas. Há outros temas, de caráter mais setorial. Energia está no topo da lista. Estamos correndo um risco muito grande nessa área. Os dados, infelizmente, vêm piorando. É grave a questão. O setor de petróleo é outro bem conhecido. À Petrobrás foi designado o papel de grande locomotiva do setor, mas, ao mesmo tempo, o governo vem asfixiando o fluxo de caixa da empresa. Para não falarmos de outras intervenções, como o mix de política industrial, política setorial também. Enfim, que não vem dando resultado. Talvez fosse até previsível. Em paralelo, estamos vivendo a crise no setor de etanol - o que é uma tristeza. O setor tem tudo para ser um líder global. Esse é um setor menos antipático ao meio ambiente do que o do petróleo, que o dos combustíveis fósseis. Estamos na situação singular de subsidiar o setor de combustíveis fósseis - algo que vai na contra mão da recomendação técnica. A determinação é taxar e não subsidiar, porque esse setor produz um efeito negativo para a sociedade. Esse é o típico caso em que se recomenda fazer o oposto do que estamos fazendo. A infraestrutura também é uma área que apresenta muitos desafios. Nesse caso, a visão é que temos uma moeda com dois lados. Por um lado, a infraestrutura virou um gargalo seriíssimo em praticamente todas as suas dimensões - e, portanto, é uma barreira ao crescimento. Mas ela deveria ser uma fantástica oportunidade. Eu acho que se os futuros governos acertarem a mão nas questões regulatórias e em outras que influenciam esse setor, eu penso que ele pode virar ao nosso favor. Mas, nesse momento, é um problema. O resumo é o seguinte, pensando de uma maneira mais esquemática: a minha leitura é que hoje nós temos uma macroeconomia que está perdendo as âncoras. A área fiscal perde credibilidade, o chamado tripé certamente está bem fragilizado. A microeconomia, que deveria funcionar mais livre, apostando na concorrência, sofre por estar muito amarrada - e amarrada na parte que cabe ao governo. Portanto, temos dificuldades em buscar mais produtividade.

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FBI ensina técnicas de interrogatório para a polícia do governo Tarso Genro

Homens do americano FBI treinam policiais do governo Tarso Genro em técnicas de interrogatório. Todos prestam serviço no Degecor e na Susepe até esta quinta-feira.

. A polícia alega que é tudo para consumo interno.

. Há controvérsia.

. De olho na Copa, a polícia gaúcha aparelha-se no que existe de melhor no mundo.

Tarso diz que a economia gaúcha é a que mais cresce, mas a fatia local na economia nacional não para de cair

A participação da economia gaúcha no conjunto da economia brasileira não tem crescido, ao contrário do que faz supor a campanha publicitária lançada pelo governo Tarso Genro, cujo título principal é "O Rio grande do Sul é o Estado que mais cresce no Brasil".

. A nota a seguir comprova que a propaganda preparada pela Escala é mentirosa, porque a participação do PIB local no PIB nacional não para de cair. Estes são dados oficiais do IBGE

Participação do PIB do RS no bolo nacional
2002 - 7,1%
2011, últimos dados checados - 6,4%

Tem sido de queda a fatia gaúcha, pelo menos ao longo das últimas quatro décadas.

. Estados como Minas, por exemplo, cumprem rota inversa:
2002 - 8,5%
2011 - 9,3%

Minas ocupava a quarta posição em 1960, atrás do RS, terceiro, mas depois que atraiu a Fiat, deslanchou. Só 40 anos depois o RS conseguiu a sua montadora, a GM, mas a vesgueira do governo Olívio Dutra, PT, expulsando a Ford, impediu a formação de um cluster da indústria automotiva no Estado, o que teria produzido aqui o efeito que Minas conseguiu com a Fiat há 40 anos, quando as primeiras fábricas de automóveis começaram a ser instaladas no País.


. Aliás, o governo Euclides Triches, um governante queixo duro do gênero Olívio, perdeu a Fiat para Minas. 

Saiba a verdade sobre o (mau) crescimento da economia do RS

As peças publicitárias que a agência Escala preparou por ordem do governo Tarso Genro são bem claras. A chamada principal de todas elas é uma só: "RS, o Estado que mais cresce no Brasil". 

. É propaganda enganosa:
1) O RS não é o Estado que mais cresce no Brasil.
2) O governo Tarso Genro não é o governo do RS no qual o PIB mais cresce.

. Não dá para entender como é que a oposição ainda não denunciou Escala e Piratini ao Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária, Conar. 

. O editor buscou dados sobre o avanço do PIB do ano passado em três Estados vizinhos - SC, PR e SP - e de fato o do RS registrou o melhor número. 5,8%, mas muito próximo do número do Paraná, 5%. De qualquer maneira, os dados de 2013 nem foram fechados por todos os Estados.  O editor imaginou que a propaganda do governo Tarso Genro estivesse fazendo referência a 2013, mas isto nem de longe fica explícito nas peças publicitárias, porque ela é atemporal, passando a idéia ao eleitor de que a economia gaúcha vem crescendo mais do que as demais ao longo dos anos, o que não é verdade, bastando examinar a posição invariavelmente decrescente da participação da economia local dentro do bolo nacional. Isto explica tudo.

. Eis como o PIB cresceu no período de cada um dos últimos três governos. O período tarsista perde de longe para os períodos de Rigotto e Yeda.

RIGOTTO
- 2003: 1,6
- 2004: 3,3
- 2005: -2,8
- 2006: 4,7

YEDA
- 2007: 6,5
- 2008: 2,7
- 2009: -0,8
- 2010: 7,8

TARSO
- 2011 – 5,7
-2012 - -1,80
- 2013 – 6,.37
- 2014 – 1,95 

CLIQUE AQUI para ler reportagem da Folha de S. Paulo sobre as perdas da economia gaúcha. O material é de fevereiro. 
CLIQUE AQUI para examinar as projeções do PIB de 2014.



Graça Foster continua depondo. Veja aqui. Ações da Petrobrás caem forte na Bolsa.;

CLIQUE AQUI para ler artigo de Miriam Leitão no jornal O Globo de hoje: "Em defesa da Petrobrás".

O depoimento da presidente da Petrobrás, Graça Foster, iniciado de manhã, continua neste momento. A oposição interpela formente a CEO.

. Ela não se sai bem, admitiu que a compra da refinaria Pasadena foi um mau negócio e concordou que o Conselho de Administração agiu com imprudência ao autorizar o negócio sem as informações completas.

. As ações da Petrobras operavam em forte queda nesta terça-feira (15). Por volta das 13h25, as ordinárias (PETR3) tinham desvalorização de 5,27%, a R$ 14,55. As preferenciais da petroleira (PETR4) recuavam 4,96%, a R$ 15,14. As 13:15, o Índice Bovespa chegou a cair mais de 3%, e dólar sobe, perto de R$ 2,24.

CLIQUE AQUI para ver o depoimento, que continua. O site é do UOL, que ao lado do video vai replicando em texto tudo o que acontece ao vivo, inclusive com comentários. Vale a pena acompanhar.


Simpósio SAE Brasil da Indústria Naval Óleo e Gás do RS será dia 24 na Fiergs

Com o objetivo de evidenciar as potencialidades e perspectivas do Polo Naval, de Óleo e Gás do Rio Grande do Sul e do Brasil, será realizado em Porto Alegre o Simpósio SAE BRASIL da Indústria Naval, Óleo e Gás 2014. O encontro acontece no dia 24 de abril na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs - avenida Assis Brasil, n° 8.787). Realizado pela Seção Porto Alegre da SAE BRASIL, o simpósio mostrará os requerimentos tecnológicos de produto e processo para estes segmentos e discutirá qual a metodologia para o desenvolvimento de fornecedores da cadeia.

. O Polo Naval gaúcho está inserido num grande programa do governo federal que é a exploração do pré-sal e levará ao Estado investimento de mais de R$ 15 bilhões.

. O Rio Grande do Sul possui três polos navais: do Jacuí, Rio Grande e Guaíba, que juntos geram 18,9 mil empregos e quase R$ 8 bilhões em encomendas. “Dentro desse cenário é muito importante discutirmos o quanto essas instalações serão sustentáveis no Estado”, aponta Stange.

CLIQUE AQUI para examinar a programação.

Governo propõe reajuste de 7,71% para novo mínimo, que irá para R$ 779,79

Com estimativa de crescimento da economia de 3% e inflação em 5% para o próximo ano, o governo encaminhou nesta terça-feira 15 ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO-2015). Pelo projeto, o salário mínimo será reajustado em 7,71% e vai ficar em R$ 779,79 no ano que vem

Acompanhe, aqui, a fala de Graça Foster no Senado

A presidente da Petrobrás, Graça Foster, fala neste momento no Senado. A decisão do governo para que Graça comparecesse foi surpreendente, porque ela foi convidada de fato, mas inicialmente negou-se a falar.

. Acontece que o noticiário do final de semana, inclusive a ida de delegados da PF até seu gabinete, forçou a presidente a prestar mais esclarecimentos.

. A oposição prometeu tornar intragável a conversa de Graça Foster. "Ela veio aqui para esvaziar a CPI, mas não vai conseguir", denunciou o senador Álvaro Dias.

CLIQUE AQUI para acompanhar o depoimento ao vivo.

Entenda como ficou a economia brasileira ao final do primeiro trimestre

No artigo a seguir, publicado no Estadão, José Roberto Mendonça de Barros diz que quando a melhor defesa da política econômica é expressa em frases do tipo "Não estamos à beira do abismo", "A inflação não vai sair do controle" ou "Tem gente crescendo menos", é que as coisas não vão bem. Leia toda a análise:

É o que parece estar acontecendo agora. Ao final do primeiro trimestre do ano, a conjuntura esta marcada pelos seguintes fatores:


1 - A inflação está em alta, puxada por alimentos e serviços. A seca do início do ano reduziu a produção de muitos itens, com efeitos evidentes nos índices de custo de vida. Café, cana, hortigranjeiros, carnes e frutas foram afetados. O leite sobe em plena safra e assim deverá continuar a ocorrer até o segundo semestre. Neste período, as quebras na produção irão também afetar o feijão e o etanol (a redução na produção de cana é hoje estimada em mais de 40 milhões de toneladas, resultando numa perda de 1 bilhão de litros de álcool e 2 milhões de toneladas de açúcar). A firmeza dos preços internacionais reforça o quadro: os estoques de soja nos EUA estão muito baixos, a demanda chinesa continua surpreendendo a muitos pela sua firmeza e o preço da carne suína explodiu, como resultado de um vírus que está afetando bastante a produção.

CLIQUE AQUI para ler toda a análise. 

Aliado virtual do PMDB do RS, Beto Albuquerque desiste da disputa ao Senado em favor de Simon

Também o deputado Beto Albuquerque resolveu sair de cena ao saber que Pedro Simon confirmou sua candidatura ao Senado. Na aliança que anunciará em maio com o PMDB, o PSB gaúcho queria a vaga.


. Como isto ficou impossível, os socialistas ficarão com a vice de José Sartori. 

Vendas no varejo brasileiro crescem mais de 7% no bimestre

As vendas no varejo brasileiro caíram 0,1 por cento em março ante fevereiro, e registraram elevação de 4,5 por cento em relação a igual mês de 2012, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A comparação foi feita com os dois primeiros meses do ano passado.

. Os dados do IBGE, indicam, porém, que na série ajustada sazonalmente o crescimento de janeiro para fevereiro deste ano foi apenas 0,2%

Entenda melhor os Programas de Ajuste Fiscal (dívidas dos Estados com a União)

Este artigo de Ricardo Bergamini ajuda a compreender melhor os programas de ajuste Fiscal firmados pelos 25 Estados que refinanciaram suas dívidas, a partir de 1997, no âmbito da Lei n. 9.496. Somente não refinanciaram dívidas os estados do Amapá e Tocantins. O tema está em evidência em função da proposta que tramita no Senado, basicamente destinada a mudar o indexador da dívida dos municípios e Estados com a União. Leia e entenda. Os trechos alinhados a seguir foram editados, mas no link final o leitor pode examinar o texto completo:

Os programas são revisados, pelo menos, a cada dois anos e apresentam metas anuais para um triênio. Consideram a evolução das finanças estaduais, os indicadores macro-econômicos para o novo período e a política fiscal adotada pelos governos estaduais.

A cada ano é avaliado o cumprimento das metas e compromissos do exercício anterior. Também anualmente poderá ser realizada a atualização de metas para o novo triênio.

(...)

Ao longo da existência dos Programas de Ajuste Fiscal, por conta da adoção de uma postura consistente com a manutenção do equilíbrio fiscal e com a estabilidade macroeconômica, os resultados alcançados pelos Estados foram significativos, com destaque na redução do endividamento estadual.

(...) 

A partir do exercício de 2007, tendo em vista o esgotamento dos recursos previstos de operações de crédito, associado à melhoria do cenário macro-econômico e o desempenho fiscal dos Estados, os Programas passaram a incorporar novos financiamentos, preservando-se como parâmetro para a trajetória de redução do endividamento a relação D/RLR igual a um, conforme previsto na legislação.

(...) 

Os indicadores dos programas apresentam conceitos diferentes daqueles posteriormente adotados pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Em relação ao endividamento, a principal diferença é o uso do conceito da dívida bruta (Dívida Financeira), enquanto a Lei de Responsabilidade Fiscal utiliza o conceito de dívida líquida (Dívida Consolidada Líquida). O parâmetro da receita (Receita Líquida Real) possui uma base menor, em temos de abrangência, se comparado com o conceito da Lei de Responsabilidade Fiscal (Receita Corrente Líquida).

Considerações:
 1) Somente o estado de São Paulo e seus municípios concentram 37,04% da Dívida dos Estados e Municípios com a União.
 2) Apenas 4 estados e seus respectivos municípios (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul) concentram 78,75% da Dívida dos Estados e Municípios com a União.
 3) Apenas 11 estados e seus respectivos municípios concentram 93,78% da Dívida dos Estados e Municípios com a União. Sendo que os 16 estados restantes concentram apenas 6,22%.

CLIQUE AQUI para ler o texto completo. 


Morreu esta manhã o jornalista gaúcho Adão Oliveira

Morreu esta manhã o jornalista gaúcho Adão Oliveira, 65 anos. Ele estava internado há dez dias na UTI do Hospital Moinhos de Vento. Adão Oliveira era colunista do Jornal do Comércio. 

. O jornalista viveu muitos anos em Brasília, mas em 2004, a convite do governador Germano Rigotto, retornou à Porto Alegre para assumir a Direção Geral da TVE, onde permaneceu até março de 2006. Neste ano, ele completava 29 anos como colunista político do Jornal do Comércio. Mantinha, atualmente, sua coluna diária, Conexão Política, no JC.

Comércio varejista fecha o primeiro trimestre com vendas 2% menores em Porto Alegre

ENTREVISTA
Guistavo Schiffino, presidente da CDL de Porto Alegre

Fechado o primeiro trimestre do ano, como é que ficaram as vendas do comércio varejista de Porto Alegre ?
Algo como 3% mais.
Nominal ou real ?
Nominal.
Então tivemos queda.
Sim, com certeza. Algo como 2%.
Como foi março, o último mês tabulado pelo Termômetro de Vendas ?
Menos 4% nominal ou 10% reais.
Como é que se explica isto, se o PIB do ano passado no RS bombou ?
São os números frios. Não gostaríamos que fosse assim. No período tivemos manifestações de rua muito violentas, greve prolongada dos ônibus, calor invulgar e carnaval em março, além de que a base de comparação, 2013, foi bastante alta, depois de um ano, 2012, muito ruim.
E a perspectiva, a Copa ?
A Copa ? Lembre-se que as atividades econômicas sofrerão paradas por ocasião dos jogos do Brasil. Nos demais jogos, muita coisa andará amarrada. Sei que se fala em muito dinheiro novo, R$ 100 milhões no caso de Porto Alegre, mas esse dinheiro talvez só entre no segundo semestre.
No interior e em Estados como SP o cenário é um pouco diferente.

Com efeito. Na média, é verdade. 

Artigo, Miriam Leitão - De quem é o IBGE ?

Neste artigo, Miriam Leitão, O Globo, fala sobre o enquadramento que sofre o IBGE por parte do governo federal. O obscurantismo parece ter tomado conta do Planalto, pelo menos desde que os números do IBGE começam a não bater com os discursos demagógicos e populistas de Dilma e do PT. Leia tudo e compreenda melhor o que está em jogo:

As crises do IBGE e Ipea são diferentes, mas assustam igualmente. O IBGE tem feito, com independência, pesquisas que trazem números incômodos para o governo. O Ipea, desde Lula, tem sofrido desvio de função. O adiamento do cronograma da Pnad Contínua, que levou à demissão de Marcia Quintslr, foi estranho pelo momento e pela maneira como foi feito. O instituto se rebelou.A Pnad Contínua vem sendo preparada há anos. Houve um esforço de explicação, treinamento, prévias, porque a transição é muito complexa. Esse trabalho começou há três anos e todo o cronograma foi decidido com antecedência e vinha sendo cumprido. Afinal, o objetivo é ter uma grande base de dados pesquisados em 211 mil domicílios de 3.500 municípios.

. No desemprego, nas primeiras divulgações, ela trouxe uma informação valiosa para as políticas públicas e das empresas: o de que olhando-se o Brasil além das seis regiões metropolitanas, o desemprego é dois pontos percentuais maior. Não são índices comparáveis. Não se pode dizer que o desemprego subiu de 5% para 7%. Mas se pode dizer que, com um novo e mais amplo termômetro, o quadro do mercado de trabalho é diferente do que se imaginava.

. Os economistas vêm dizendo que a baixa taxa de desemprego reduziu o crescimento potencial do Brasil. O que o novo número indica é que talvez haja mais espaço para crescer — e empregar — do que se imagina e que no interior há mais mão de obra desocupada.

CLIQUE AQUI para ler mais. 

Daily Mail publica 39 fotos extraordinárias sobre a "pacificação" das miseráveis favelas do Rio

Não é Siria e nem Afganistão. A foto é de uma favela em processo de pacificação por parte das tropas federais de ocupação. 



Enquanto a imprensa brasileira promove cobertura edulcorada sobre a suposta ocupação das favelas cariocas pelas 'Forças do Estado' e carnavalizam as operações, a jornalista inglesa Emily Kent Smith publica uma extraordinária matéria no jornal britânico Daily Mail. 

. São incríveis 39 fotos da vida nas favelas do Rio de Janeiro e de como os moradores encararam o que, no Brasil, foi amplamente noticiado como "perigosa invasão para livrar as comunidades do narcotráfico e da violência".

. As fotos, mais do que os textos, mostram como vivem os brasileiros de carne e osso, entregues à própria sorte em territórios onde mandam os mais fortes - os bandidos. Estão todos fora dos programas dos PAC1, PAC2 e PAC3.

CLIQUE AQUI para examinar todas as 39 extraordinárias fotos e ler a reportagem completa.

Ex-presidente da Câmara força a mão, mas CPI da Saúde é enterrada por ordem de Fortunati e Tarso

Ex-presidente da Câmara de Porto Alegre, dr. Thiago Duarte, PDT, o mesmo Partido do prefeito José Fortunati, entregou dossiê completo ao Ministério Público, denunciando o que chama de malfeitos na área da saúde pública.

. O vereador é adversário feroz do atual secretário da Saúde, Carlos Casartelli, PTB.

. O requerimento que pedia a instalação da CPI da Saúde foi enterrado por ordem de Fortunati e colaboração do governador Tarso Genro, PT, que não quer criar problemas para seu principal aliado atual, o PTB. 

- Caso os 5 vereadores do PT assinem o pedido de CPI, serão alcançados os 12 votos necessários. 

Datafolha demonstra que despencou o Índice de Confiança no Brasil

Para calcular a evolução do humor geral da população, o instituto criou agora um novo indicador, o Índice Datafolha de Confiança (IDC), produto das avaliações de uma cesta selecionada de temas investigados com frequência em suas pesquisas. A nota a seguir é do ex-prefeito Cesar Maia, Rio, no seu blog de hoje:

O IDC varia de zero a 200. Quanto mais alto for o IDC, portanto, maior é o grau de confiança e otimismo. Quanto mais baixo, pior a situação. Acima de 100, o sentimento é positivo. Abaixo desse patamar, negativo.
        
. Em março de 2013, quando a presidente Dilma Rousseff batia seu recorde de popularidade (65% de aprovação), o IDC brasileiro era 148. Positivo, com larga margem. Com base nos dados da última pesquisa, realizada nos dias 2 e 3 de abril, o Datafolha apurou que o IDC dos brasileiros caiu para 109. Continua positivo, mas agora com uma margem estreita. O recuo de 39 pontos no intervalo de pouco mais de um ano equivale a uma queda de quase 20% no sentimento geral de confiança dos brasileiros no país.
        

. Dos sete temas que compõem o índice, em quatro categorias, o IDC ficou abaixo de 100, o patamar médio. A pior delas é a expectativa de inflação, com índice 17.

Nem o PT quis Olívio governador de novo, mas o PT quer Olívio senador no lugar de Emília

A candidatura da ex-senadora e ex-deputada comunista  Emília Fernandes ao Senado começa a ser alvejada por áreas importantes do PT que preferem ver em seu lugar o ex-governador Olívio Dutra.

. Na linguagem oblíqua de boa parte dos políticos gaúchos, o ex-governador não diz o que quer quando quer.

. O caso mais recente é o do senador Pedro Simon, que só quer quando é “obrigado” a querer.

. O PCdoB tem queixo duro e ameaça romper a aliança com Tarso, mas poderá ceder se receber em troca a garantia de que o PT apoiará nova candidatura de Manuela D’Ávila para a prefeitura de Porto Alegre.

. Além da história que tem no PT, Olívio Dutra é considerado por boa parte dos jornalistas como um um homem comum que anda de ônibus.

. O jornalista Caue Fonseca, Zero Hora de segunda, elogiou o ex-governador pela sua vida espartana. Ela lembrou:

- O ex-governador se tornou um símbolo da simplicidade e de conduta (sic) ilibada.

. O RS tem uma boa safra de homens públicos de reputação ilibada.

CLIQUE AQUI para conhecer detalhes das relações permissivas do governo Olívio Dutra e a jogatina. No link, diálogo perverso e completo ocorrido na época entre o agente de Olívio, Diógenes Oliveira, e o delegado Tubino, então chefe de Polícia, no qual este recebeu ordem para “aliviar”, já que dinheiro entrava no caixa do PT. O caso gerou a CPI da Segurança, que inviabilizou a reeleição de Olívio.