Aliados de Tarso temem influência (má) dos protestos de rua, da CPI da Petrobrás, do Mensalão e da corrupção do PT

A cada dia, Tarso Genro acumula mais fantasmas na sua caminhada de volta ao Piratini. São velhos e atuais companheiros de luta dentro do PT, agora enfiados na cadeia como ladrões de dinheiro público e achacadores de dinheiro privado. 

O material a seguir foi enviado nesta sexta-feira para filiados e militantes do PT no RS. Ele é assinado por Márcio Espíndola, 2o vice-presidente estadual do Partido. A mensagem anexa um texto do jornalista Marco Aurélio Weissheimer, que procura interpretar os desafios do PT, que segundo ele está na defensiva diante dos ataques injustos dos adversários. Marco Aurélio não admite que o deputado André Vargas tenha renunciado à vice-presidência da Câmara e ao PT porque é corrupto, como também não aceita que os bandidos que até hoje dirigem o PT com o governador Tarso Genro estejam presos como ladrões, e nem sequer admite a possibilidade de que o governo da presidente Dilma Roussef tenha se transformado num covil onde se alojam e alojaram trambiqueiros como o ex-diretor da Petrobrás, Paulo Costa, e até canalhas da pior espécie omo Henrique Pizzolato. Os escândalos criminosos não foram inventados pelos adversários, porque foram praticados por dirigentes do PT. Para ele, pouco interessa se as suspeitas, os indícios, os indiciamentos e as condenações ocorreram de verdde ou não, porque tudo se resume a uma luta de classes e a um embate entre dirigentes políticos neoliberais e líderes populares que buscam o paraíso aqui na terra. Leia tudo:

 Segue para leitura contribuição do companheiro Couto de Candiota, texto de Marco Weissheimer - Sul 21, 3 de fevereiro de 2014.
Boa leitura
Márcio Espindola       F:051-9190-0423
2° Vice-Presidente Estadual do PT/RS
  
COMPANHEIRAS(OS) :

A campanha eleitoral de 2014 já começou. Prova disso é a intensa movimentação da oposição na busca, exclusivamente, da desconstituição da imagem do PT, de seus aliados, da Presidente Dilma e do Governador Tarso Genro.

A tentativa desesperada por uma CPI para algum órgão do Governo deixa claro isso. A Petrobrás foi tomada como a bola da vez. Além de desconstituir o Governo Dilma aproveitam para desconstituir a Petrobrás e as demais empresas públicas, tendo como objetivo a privatização e uma possível vitória nas eleições. Assim tentam ganhar no " tapetão " uma vez que são muito incompetentes, não têm projeto para o Brasil, especialmente para o Povo Pobre, e querem voltar ao Poder para retornar  aos tempos em que os ricos, as grandes corporações, as multinacionais e os grandes fazendeiros se beneficiavam do dinheiro público..

O Companheiro Marco Aurélio Weissheimer, jornalista, pensador e militante, brinda-nos com muito interessante texto sobre nossa responsabilidade neste momento, frente a atual conjuntura. Repasso esse texto para leitura e meditação.

A partir dessa leitura fica claro, para nós, que a eleição não está ganha, que a campanha será, e já é, uma verdadeira guerra e isso nos obriga a uma preparação muito sólida ideológica, política e organizativamente.
Abaixo vai o texto.
Um grande abraço, muito bom fim de semana e boa leiitura.

A responsabilidade histórica do PT na atual conjuntura
Marco Weissheimer - Sul 21, 3 de fevereiro de 2014
      O Brasil viverá uma encruzilhada em 2014. Não parece haver exagero em afirmar isso. Afinal de contas, no final do ano, saberemos todos se o país seguirá trilhando o caminho do projeto iniciado com o governo Lula, em 2003, ou se andará para outra direção. Não só o Brasil. O futuro político de toda a América Latina será influenciado pela eleição brasileira. Num certo sentido, o cenário é relativamente tranquilo para a reeleição do atual projeto. A presidenta Dilma Rousseff lidera com folga as pesquisas e recuperou os índices de popularidade de seu governo que sofreram um baque logo após os protestos de rua de junho de 2013. Em outro, porém, está longe de ser tranquilo. No meio do caminho tem um negócio chamado Copa do Mundo e movimentos de rua que pretendem inviabilizar a realização do evento ou, ao menos, criar um ambiente caótico, cujas repercussões políticas são imprevisíveis.

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Época denuncia o lobby de Lula para os lobistas da Petrobrás na África

Na reportagem a seguir, Diego Escosteguy, Flávio Tavaresm, Marcelo Rocha e Leandro Loyola contam como foi o safári de lobistas partidários, um amigo de Lula e outros exploradores. O objetivo: capturar bons negócios para a estatal (e para eles) na África

Em 19 de abril de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Acra, capital de Gana, para uma das 28 visitas diplomáticas que fez à África em seus oito anos no Planalto. Naquela manhã de sábado, Lula foi recebido no aeroporto pelo presidente ganense, John Agyekum Kufuor, que lhe entregou flores amarelas, brancas e rosa. Deu tchauzinhos, passou em revista as tropas, ouviu os hinos dos dois países e assistiu a um show de danças típicas. Depois da solenidade, seguiu para o Castle Route, palácio do governo local, para começar a tratar de negócios.
A diplomacia de negócios na África era central à política externa do governo Lula. Havia um componente ideológico de esquerda na aproximação com a África. Ele se revelava no desejo de Lula e do PT em ajudar esses países a superar problemas sociais crônicos. Mas o Brasil também ganhava muito – e ninguém começou a ganhar mais que as empreiteiras brasileiras. Elas passaram a ter negócios em 70% dos países africanos. Mesmo que isso significasse, para os brasileiros, ver Lula apertar a mão de ditadores como Obiang Nguema, da Guiné Equatorial, que se mantém violentamente no poder há 35 anos, ou do líbio Muammar Khadafi, apeado do poder durante a Primavera Árabe. Em 90% das conversas, os chefes de Estado africanos pediam a presença de uma empresa brasileira em seus países: a Petrobras.
Os pedidos faziam sentido. Países como Gana detêm muita matéria-prima, sobretudo na área de energia, como campos de petróleo e gás, mas pouca experiência ou recursos para transformar riquezas naturais em dinheiro para seus povos – ou líderes políticos corruptos. Percebendo isso, o governo Lula determinou que a Petrobras buscasse oportunidades de parceria nesses países. Determinou também que o BNDES financiasse os projetos em que empreiteiras brasileiras tivessem participação.
Na numerosa comitiva que acompanhava Lula em Acra havia dois convidados especiais. Um deles era o empresário José Carlos Bumlai, um dos melhores amigos de Lula e então conselheiro da empreiteira Constran. Ao lado de Bumlai estava Fábio Pavan, lobista da Constran em Brasília – e, naquele momento, encarregado de conseguir contratos em Gana na área de energia e biocombustíveis. Pavan ocupava, em Brasília, o cargo que, duas décadas antes, nos governos de José Sarney e de Fernando Collor de Mello, pertencera a Bumlai: prestar – e cobrar – favores a políticos que tenham relação com a Constran. Esse tipo de relação promíscua alimenta há décadas a corrupção no mundo da política, e não apenas no Brasil. Não é fortuito que, no curso da operação Lava Jato, a Polícia Federal (PF) tenha descoberto evidências de que a Constran também participara do esquema de corrupção na Petrobras liderado por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, e Alberto Youssef, um dos principais doleiros do país. E que contribuíra para campanhas políticas em 2010. A Constran nega as acusações.


Bumlai é desconhecido fora da política, mas dentro dela é uma estrela. Tinha livre acesso ao Palácio do Planalto e oferecia churrascos ao amigo Lula.

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Simon escolhe Zero Hora para comunicar que não disputará mais o Senado

Apesar de ter apanhado muito do jornal Zero Hora nos últimos meses, o que não aconteceria se fosse aliado do governo (Paim é poupado sistematicamente pela editoria de Política), o senador Pedro Simon escolheu a RBS para anunciar oficialmente que não será mais candidato à reeleição.

. Simon chamou a editora Rosane Oliveira até a casa do filho, Tiago Simon, na zona Sul, e posou com ele pasra o fotografo Ronaldo Bernardi. Tiago será candidato a deputado estadual e tem enormes chances de se eleger.

. O senador vacilou muito antes da decisão final, mas depois de um anúncio atrapalhado de que concorreria, voltou atrás por causa da reação irada de raposas importantes do PMDB do RS, inclusive Germano Rigotto, que agora volta à lista de candidatos.

. Não é pacífico o entendimento de que a vaga de senador seja oferecida a Beto Albuquerque, PSB, porque setores enormes do PMDB do RS consideram que a vaga é uma conquista histórica do Partido.

. Aos 85 anos, Pedro Simon não tem do que se queixar da vida, porque é boa a hora de pendurar as chuteiras na área das disputas eleitorais, terá uma aposentadorias bem remunerada e também o conforto da família, dos correligionários e amigos, prosseguindo como a grande voz e o grande oráculo do PMDB do RS.

Lajeado é a cidade mais violenta do RS. Conheça a lista das 10 mais.

Estas são as 10 cidades mais violentas do RS, segundo dados da secretaria estadual da Segurança Pública (entre parênteses, os Partidos que governam cada uma):

Lajeado (PT)
Alvorada (PT)
São Leopoldo (PSDB)
Gravataí (PMDB)
Porto Alegre (PDT)
Taquara (PTB)
Cachoeirinha (PSB)
Canoas (PT)
Sapiranga (PP)
Novo Hamburgo (PT)


Atingido no peito, o ex-ministro Padilha foi rifado em SP. Ao PT, só resta Lula.

O jornalista Jorge Bastos Moreno, O Globo, bastante chegado a Dilma e ao PT, escreveu esta nota na sua coluna deste sáado:

Taffarel
A candidatura de Padilha ao governo de São Paulo recebeu um tiro no peito.
Se vai sobreviver ou não, os dias dirão.
De todo jeito, é um grave problema para o PT resolver se a candidatura naufragar.

Cabe um "Vai, Lula"?

. O jornalista considera morta e sepultada a candidatura do ex-ministro da Saúde, que hoje reagiu aos ataques:

- Estão destilando ódio contra mim e o PT.

. O PT de SP está sem Marta e Mercadante, que não podem mais desincompatibilizar-se do ministério, restando Suplicy, que Lula não quer. Neste caso, só resta o próprio Lula. 

Folha relembra execução de coronel, ex-chefe de centro de repressão, em Porto Alegre

O assassinato do coronel Manhães, torturador assumido durante o período da ditadura militar, levou a Folha de S. Paulo a relembrar que em novembro de 2012, o coronel reformado do Exército Júlio Miguel Molinas Dias, 78 (foto ao lado), que também atuou no aparato de repressão da ditadura, foi assassinado a tiros em uma tentativa de assalto em Porto Alegre. Leia tudo:

Chefe do DOI-Codi (centro de repressão do Exército) do Rio de Janeiro durante o atentado a bomba no Riocentro, em 1981, o militar foi vítima de um crime comum, concluiu a Justiça, que já julgou e mandou para a prisão os envolvidos, todos policiais militares do Rio Grande do Sul.

. Colecionador de armas, como Paulo Malhães, Molinas Dias, já viúvo, morava sozinho em uma casa na capital gaúcha. Ele foi abordado pelos bandidos, ainda no carro, quando chegava na sua residência, após ter ido visitar uma das filhas.Conforme a investigação da polícia, o coronel reformado reagiu à abordagem dos criminosos e morreu baleado. Os PMs teriam recebido de uma faxineira a informação de que havia muitas armas na casa do militar.

. Após a morte do coronel, as filhas dele repassaram à polícia os documentos da ditadura que estavam com o militar, como a guia de apreensão de objetos pessoais do ex-deputado Rubens Paiva no DOI-Codi (cuja morte teve a participação de Paulo Malhães), o relato manuscrito do próprio militar sobre o caso Riocentro e outras duas guias de entrada e saída de material explosivo do Exército na época do atentado.

.  Esses papéis, depois encaminhados à Justiça, ao Ministério Público Federal e à Comissão Nacional da Verdade, ajudaram a elucidar alguns dos aspectos ainda desconhecidos da prisão e morte de Rubens Paiva.

Aécio é aplaudido dentro e fora de restaurante em São Paulo

Na seu blog deste sábado no site www.veja.com.br, o jornalista Augusto Nunes conta que o senador Aécio Neveschegou ao restaurante em São Paulo aplaudido pelo PIB e saiu saudado pela rua depois de duas horas festejado pelo povo Leia tudo:

Às 13:15 desta sexta-feira, o senador Aécio Neves apareceu sem aviso prévio no Vecchio Torino, restaurante paulistano que concentra no começo da tarde ─ como ocorria no extinto Massimo ─ um bom pedaço do Produto Interno Bruto brasileiro. Foi recebido com aplausos pela poderosa clientela que ocupava todas as mesas e saudado como “Presidente”  por vários participantes da espontânea manifestação de apoio. Antes e depois das garfadas na posta de bacalhau, Aécio atendeu aos pedidos formulados por funcionários que se aproximavam em grupos e empunhando celulares: queriam uma foto em companhia do candidato do PSDB ao Planalto. Em menos de duas horas, Aécio posou ao lado do time inteiro de garçons ─ um mosaico étnico formado por brasileiros do Ceará, do Piauí, da Paraíba, de Minas, até de São Paulo.

. No fim do almoço, dispensou a sobremesa para atender ao apelo transmitido pelo dono do Vecchio Torino: o pessoal da cozinha também reivindicava uma sessão de fotografias. Às 15:15, ao deixar o restaurante, ouviu palavras de estímulo da plateia composta por motoristas particulares, porteiros e gente estacionada na calçada.

. Resumo da ópera: Aécio Neves chegou aplaudido pelo PIB e saiu saudado pela rua depois de duas horas festejado pelo povo.

PT, governo e direção nacional pressionam PROS por apoio a Tarso

As pressões dos governos estadual e federal mais do PT, deixam desconfortável a direção do PROS, Partido Republicano da Ordem Social, que ontem a noite manteve encontro com a senadora Ana Amélia, junto com DEM e Solidariedade.

. O editor tentou conversar com o vereador Bernardino Vendrúsculo, presidente estadual do PROS, mas ele não retornou as ligações feitas.

. O PROS nacional apoia a reeleição de Dilma e quer porque quer que no RS o apoio seja ampliado para a candidatura do governador Tarso Genro, que exerce pressão política enorme sobre o Partido, mobilizando até mesmo a direção nacional, que já tem enviado delegados ao Estado para dobrar a espinha da direção regional.

. As negociações envolvem o PCdoB no Estado.

. Uma das vantagens oferecidas ao PROS do RS é o apoio material e eleitoral que a coligação pode oferecer ao PROS, como é o caráter alavancador da candidatura de Manuela D’Ávila a deputada estadual. 

Vieira não exigirá dos aliados qualquer tipo de fidelidade a um só candidato a presidente

O deputado Vieira da Cunha, PDT, disse ontem na Federação Israelita que quer manter o apoio do DEM, mesmo que o Partido tenha optado pela candidatura presidencial de Aécio Neves. “Conto com o apoio do DEM e espero a confirmação do apoio do PSC e PV, como continuo conversando com PSDB e Solidariedade”, disse Vieira da Cunha.

. O candidato trabalhista afirmou que respeitará a opção que cada Partido fizer no caso da eleição presidencial e receberá cada candidato em Porto Alegre.