Artigo, Folha de S. Paulo - O verdadeiro gargalo de engenheiros

* Clipping Folha deste domingo. Artigo de Fernando Paixão, professor do Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp,  e Marcelo Knobel, professor do Instituto de Física Gleb Wataghin e pró-reitor de graduação da Unicamp.

Abrir mais vagas não adianta, nossos alunos têm limitações. A maioria não tem habilidades mínimas em matemática. O resultado é a evasão dos cursos

Entre as questões em debate em educação, destaca-se hoje a quantidade de profissionais em áreas de ciência e tecnologia.

Muitos propõem formar mais engenheiros e mais professores de química e física criando vagas no ensino superior para essas carreiras.

Essas propostas são importantes, mas não levam em consideração limitações dos alunos.

O que de fato limita a qualidade e o número de formandos nas áreas de ciências exatas e tecnológicas? Dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) apontam que a maior restrição está no número de jovens com habilidades mínimas em matemática.

Os resultados de avaliações internacionais tendem a repercutir entre nós apenas pela constatação de que estamos nas últimas colocações. Mas o Pisa vai muito além: fornece dados valiosos sobre o desempenho dos jovens de 15 anos.

O exame de 2009 foi feito por aproximadamente 470 mil alunos de 15 anos pelo mundo.

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Marco Alba, 36,6%, ultrapassa Daniel Bordignon, 29%, liderando a disputa em Gravataí

Saiu neste final de semana a mais nova pesquisa de intenções de votos em Gravataí, Grande Porto Alegre, sede da GM, e onde ocorre a disputa mais relevante entre PT e PMDB no RS. A pesquisa foi feita pelo Instituto Index, está registrada no TRE e foi publicada pelo Jornal de Gravataí. A grande novidade é a queda abrupta de Daniel Bordignon, ex-prefeito e atual deputado estadual, líder do PT na Assembléia, considerado o "Mito do Vale do Gravataí". Esta é a primeira vez que Marco Alba passa á frente de Bordignon, livrando ampla vantagem e com viés de alta. Gravataí não terá dois turnos.  Leia os resultados:

Pesquisa induzida (com a apresentação dos nomes aos eleitores)

Marco Alba, PMDB - 36,6%
Daniel Bordignon, PT - 29%
Anabel Lorenzi, PSB - 16,8%

O maior índice de rejeição é de Bordignon, 37%, seguido por Marco Alba, 20%, e Anabel, 10,8%

Socialista, em Curitiba, e Serra, em SP, começam a usar o julgamento do mensalão contra o PT

- O candidato a prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, PSB, é candidato á reeleição. Ele disputa a reeleição. Apesar de um Partido aliado do governo Lula e Dilma, não teve dúvida em tirar proveito do julgamento do mensalão, porque está atrás de Gustavo Fruet, candidato do PDT que tem total apoio do PT. Em SP, Serra também começou a apresentar o caso do mensalão. Isto ainda não surgiu na campanha eleitoral de Porto Alegre. Nem mesmo o tucano Wambert De Lorenzo quis mexer no abelheiro. É até compreensível de Fortunati, PDT, e Manuela, PCdoB, não usem o escândalo, porque estão bem á frente de Villa, do PT, mas este não é o caso de De Lorenzo, que está atrás até mesmo de Roberto Robaiana PSOL. O julgamento é um escândalo político sem precedentes. Jamais, antes, uma organização criminosa dessa monta foi implementada por um Partido, o PT, e um governo, o governo Lula, para corromper eleitores e parlamentares, usando dinheiro público furtado, visando vencer eleições e se manter indefinidamente no poder.

A nota a seguir é de Ricardo Noblat:
O Mensalão começa a invadir a propaganda eleitoral
Luciano Ducci, prefeito de Curitiba, é candidato à reeleição com o apoio do governador Beto Richa (PSDB). O partido de Ducci - o PSB do governador Eduardo Campos, de Pernambuco - é da base de apoio do governo Dilma. Assim como foi antes da base de apoio dos dois governos Lula.
O programa de tv de José Serra, ontem, limitou-se a mencionar o julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal. O de Ducci, também de ontem, abriu com o mensalão. Confira.


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Reportagem, Época - Polícia Federal acusa Petrobras de poluir o oceano

* Clipping revista Época, domingo.

Investigação descobre que a empresa despeja no mar, sem tratamento, resíduos tóxicos – dejetos da exploração do petróleo
DIEGO ESCOSTEGUY COM MARCELO ROCHA, MURILO RAMOS E LEANDRO LOYOLA

Na tarde de 30 de agosto de 2011, três botes da Polícia Federal (PF) deixaram a Marina da Glória, no Rio de Janeiro, rumo à Refinaria de Duque de Caxias, a Reduc, a quarta maior daPetrobras. Os botes singravam as águas do Rio Iguaçu quando, súbito, depararam com boias laranja impedindo a passagem. A água escurecida reluzia óleo. O rio estava tomado por uma língua negra de poluição, que se espalhava pela Baía de Guanabara – perto dali, ela tinha profundidade de 2 palmos. “Parece uma privada!”, disse um agente da PF. Os policiais retiraram as boias, esperaram a maré subir e chegaram às margens da Reduc, onde funcionários aguardavam-nos. A PF, comandada pelo delegado Fábio Scliar, chefe da Divisão de Crimes Ambientais no Rio de Janeiro, investigava por que a Petrobras descartava poluentes diretamente nas águas do Iguaçu e na vegetação da área. Era o início de um processo criminal que culminou, há dois meses, no indiciamento de dois gerentes da Petrobras por crime de poluição – e na descoberta, segundo a PF e o Ministério Público Federal, da negligência da Petrobras ao descartar o principal subproduto poluente da extração do petróleo, a “água negra”.

A blitz na Petrobras começara às 7 horas daquele dia, quando peritos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão subordinado ao governo do Rio, sobrevoaram de helicóptero a Reduc e constataram a mancha de óleo. Três horas depois, os peritos visitaram a refinaria. Percorreram, acompanhados de funcionários da Petrobras, as margens do rio.

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PSDB vai ao TSE contra anúncios eleitoreiros de Dilma na TV

* Clipping Jailton de Carvalho, O Globo, domingo.

BRASÍLIA - O presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), acusa a presidente Dilma Rousseff de usar a máquina pública para atacar adversários e de fazer propaganda eleitoral no pronunciamento em cadeia de rádio e tevê de quinta-feira à noite. Em nota divulgada neste sábado, o deputado disse que o partido adotará medidas legais contra a iniciativa da presidente. No discurso, transmitido em caráter obrigatório por emissoras de rádio e televisão em horário nobre, Dilma anunciou a redução média de 16,2% nas tarifas de energia elétrica residenciais e criticou o programa de privatização comandado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na sexta-feira, o candidato tucano à prefeitura de São Paulo,José Serra, também criticou o uso eleitoral do pronunciamento da presidente.

"O PSDB vem a público mais uma vez para anunciar que usará dos meios legais e compatíveis para defender a democracia brasileira e denunciar o uso indevido e eleitoral do último pronunciamento da presidente Dilma em cadeia nacional de rádio e TV", disse na nota.

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