STF aceita delação de Fernando Baiano. Lula e Palocci foram denunciados pelo lobista do PMDB.

O STF (Supremo Tribunal Federal) homologou nesta quinta (8) o acordo de delação premiada feito pelo lobista ligado ao PMDB Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, coma PGR (Procuradoria Geral da República).

A proteção foi dada porque o delator provou o que denunciou.

No seu acordo de delação premiada, Baiano relatou que o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, procurou-o para resolver problemas de dívidas do PT na campanha de 2006. O Banco Schahin fez um empréstimos de R$ 6 milhões ao pecuarista para resolver o débito. Contratos assinados pela diretoria internacional da Petrobras com a Schahin serviram para compensar o empréstimo, segundo relato de investigadores que ouviram os depoimentos de Baiano.

Sem ter experiência com sondas de exploração de petróleo, a Schahin conquistou um contrato na Petrobras de R$ 1,6 bilhão.

Fernando Baiano, que está preso desde novembro de 2014 em Curitiba (PR), será liberado em 18 de novembro e seguirá para sua casa, no Rio de Janeiro, onde cumprirá um ano de pena em regime domiciliar fechado com tornozeleira eletrônica. Em 2016, irá para o regime domiciliar semi-aberto, ainda com tornozeleira, e em 2017 para o semi-aberto com possibilidade de não utilizar o equipamento.

Na colaboração ficou acordado que o lobista perderá o valor de R$ 8,5 milhões que foi bloqueado de sua conta quando foi preso na Operação Lava Jato. Ele será parte da multa que o Baiano se comprometeu a pagar na colaboração premiada. Além disso, o lobista desembolsará mais R$ 5 milhões e uma casa que tem em Trancoso, no litoral baiano.

DELAÇÃO PREMIADA

O lobista  contou que foi ele quem conseguiu os R$ 2 milhões que o ex-ministro Antonio Palloci havia pedido em 2010 para a primeira campanha da presidente Dilma Roussef. Os recursos não foram declarados. A primeira menção ao suposto pedido de Palocci havia sido feita pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, mas ele dizia que o pagamento havia sido feito pelo doleiro Alberto Youssef.


O doleiro dizia que não fora ele quem fizera o repasse, mas afirmou na CPI da Petrobras que um delator esclareceria a questão. Estava falando de Baiano, segundo os investigadores que acompanhavam os depoimentos de operador.

Prefeito de Gravatraí quer parceria com Sartori e prefeitos da Granpal para resolver paralisia das obras da ERS-118

Depois de ler todas as postagens feitas pelo editor sobre a sitruação da ERS-118, que corta seu município a Sapucaia do Sul (leia abaixo), o prefeito de Gravatraí, Marco Alba, que também é presidente da Granpal, que reúne os prefeitos da Grande Porto Alegre, avisou o seguinte:

- Queremos a concessão. Falei com o governador sobre isto na semana passada. Na semana que vem, levarei o assunto para a Granpal, porque queremos encontrar uma rápida e decisiva solução. 

Eis o retrato fotografado do atraso gaúcho: a RS-118, hoje, morrendo e matando no RS

Esta foto foi parar na página 2 do jornal Zero Hora de hoje.

Saiu no Informe Especial, assinado por Túlio Milman.

É da RS-118, que liga Sapucaia do Sul a Gravataí.

Há 20 anos o governo estadual tenta sem êxito duplicar os 30 kms, mas durante todo este tempo só revelou sua incompetência paquidérmica e arruinou até o que já estava ruim.

Falta tudo ali: vontade política, competência, dinheiro e vergonha na cara.

Abaixo, mais notas sobre a rodovia, que já podia ter sido privatizada, pedagiada e concluída.

É a mais importante obra rodoviária estadual em andamento no RS, eixo de uma imponente concentração industrial, nas quais as duas pontas mais luzidias são a GM e a Gerdau.

Toffoli afirma que TSE pode, sim, cassar Dilma

O Estadão publica que Dias Toffoli, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, "'considerou absolutamente equivocado do ponto de vista jurídico'" o parecer do professor Dalmo Dallari segundo o qual a corte não tem competência para decidir sobre a cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff".

De acordo com o jornal, o ministro disse que "essa competência é dada pela Constituição e pelas leis eleitorais brasileiras".


Dias Toffoli está em Washington. 

Ativistas liberam pela violência as catracas do Trensurb

Informação e foto via WhatsApp


Ativistas e sindicalistas da CUT e do Sindicato dos Metroviários, todos ligados ao PT, liberaram pela violência as catracas do chamado metrô de superfície da Grande Porto Alegre, o Trensurb.

A ação ocorreu as 17h.

A foto é da Estação Metrô, Porto Alegre.

Ativistas e sindicalistas protestam contra a presumida proposta do governo do PT, que é a de privatizar o Trensurb.

O governo jamais admitiu este tipo de proposta, mas ela é discutida abertamente.

Não cobrar dos passageiros é a maneira mais fácil de quebrar a empresa e com isto garantir a sua transferência para mãos privadas, onde este tipo de violência não acontece.

As discussões em exame envolvem a privatização simultânea do Trensurb e também do futuro metrô de Porto Alegre, que seriam agrupadosnuma só empresa privada.

Jornalistas do Congresso escolhem os "melhores" e mais atrasados deputados e senadores. A exceção é Ana Amélia, apenas para confirmar a regra.

A relação a seguir inclui os cinco deputados e cinco senadores melhores avaliados pelos jornalistas que cobrem as atividades do Congresso Nacional.

Os nomes foram anunciados hoje pelo site Congresso em Foco.

Com a curiosa exceção da senadora Ana Amélia, provavelmente uma concessão dos repórteres e editores para dourar a pílula, todos os demais parlamentares integram a esquerdalha mais atrasada do Congresso, pior ainda do que os pragmáticos e larápios petistas do Mensalão e do Petrolão, porque estes, pelo menos, sabem o que fazem e fazem porque sabem. 


Deputados Mais Bem Avaliados pelos Jornalistas
1 – Chico Alencar (Psol-RJ)
2 – Jean Wyllys (Psol-RJ)
3 – Alessandro Molon (Rede-RJ)
4 – Luiza Erundina (PSB-SP)
5 – Ivan Valente (Psol-SP)
Senadores Mais Bem Avaliados pelos Jornalistas
1 – Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
2 – Paulo Paim (PT-RS)
3 – Cristovam Buarque (PDT-DF)
4 – Romário (PSB-RJ)

5 – Ana Amélia (PP-RS)

Entrevista, Diogo Chamun, presidente do Sescon - Saiba por que a anistia fiscal de Porto Alegre não é atraente

A prefeitura anunciou que espera recuperar R$ 60 milhões. -

ENTREVISTA
Diogo Chamun - Presidente do SESCON-RS

O programa Refispoa 2015, divulgado pelo Prefeito nessa quinta-feira, não foi recebido com agrado pelas empresas de contabilidade. O que houve ?
DIOGO CHAMUN - Estivemos com o prefeito, José Fortunati, e o secretário da fazenda, Jorge Tonetto, para melhorar as condições do parcelamento, no entanto não houve entendimento. Há prazo exíguo de refinanciamento (24 meses). Se esse prazo fosse de 72 meses, certamente muito mais empresas iriam aderir ao Refispoa.

Como foram as outras anistias fiscais ?
DIOGO CHAMUN - Fazendo um comparativo, em 2005, mesmo sem a questão discutível dos débitos, a Prefeitura realizou um refis com prazo de 120 meses e até 90% de desconto da multa, o que permitiu que muitos empreendimentos pudessem ficar quites com seus débitos.

Esta não é a única queixa de vocês.
DIOGO CHAMUN - Outro importante ajuste reivindicado que poderia ter sido acolhido diz respeito a tributação das sociedades uniprofissionais e a cobrança dos débitos relativos aos últimos cinco anos. Antes, a incidência ocorria sobre o número de profissionais de cada empresa. Agora, embora a Prefeitura tenha aceito a adesão nesse formato, continua cobrando sobre o faturamento, o que dificulta a adesão ao Refispoa.
     
Como ficou o Refispoa?
DIOGO CHAMUN - O projeto original foi a votação e aprovado, prevendo 80% de redução no caso de pagamento à vista, 70% para parcelamento em até 12 parcelas e 60% para parcelamento em até 24 vezes. Condições insuficientes ao nosso entender.
     
Como trabalham as outras capitais ?
DIOGO CHAMUN - Se Porto Alegre se espelhasse no exemplo moderno de gestão proposto por São Paulo e Rio de Janeiro, a questão teria um final feliz para todas as partes. Nas duas principais metrópoles do país foram estabelecidas regras claras sobre a tributação das sociedades uniprofissionais e criado um programa de regularização de débitos com a remissão de parte da dívida. Além disso, ficou estabelecido um prazo pagamento do saldo com reduções das multas e juros, muito mais factível para as empresas.




JUCA DE OLIVEIRA "O momento político originado pelo PT acabou"

CLIQUE AQUI, também, para ver e ouvir Joice Hasselman, Veja, falando sobre a dupla Lula e Dilma. -


Na entrevista a seguir para Gisele Vitória, Istoé, o ator e dramaturgo, diz que Lula é uma comédia, que o País só irá avançar com novas lideranças e faz severas críticas ao socialismo

Leia tudo:

Aos 80 anos, o ator e dramaturgo Juca de Oliveira carrega a convicção de que depois da crise o Brasil terá um recomeço, com novas esperanças e novas lideranças. Para ele, o atual momento político, que teve início com a chegada de o PT ao poder, acabou. Na entrevista que concedeu a ISTOÉ, Juca diz que é na força de suas peças que ele descarrega tudo que o irrita.

Enquanto grava a novela das seis “Além do Tempo”, na Globo, o autor de espetáculos consagrados como “Caixa 2”, “Às Favas com os escrúpulos” e “Meno Male”, escreve a peça “O Ministro”, uma ficção que trará muito da realidade da política atual. O ator, que encerrou o espetáculo “Rei Lear”, de William Shakespeare (1564-1616), dirigida por Elias Andreato numa versão criada por Geraldo Carneiro especialmente para ele, é um apaixonado pela construção dramática da Tragédia e da Comédia.
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"Acho a Dilma triste.... Ela não é plausível nem verossímil...
Até os paralelepípedos acham que ela deveria renunciar"

É nela que se apóia para dar a sua próxima peça a estrutura de uma comédia. É nela também que Juca se apóia para formular suas críticas ao PT, ao ex-presidente Lula e ao governo da presidente Dilma Rousseff. O ator cita Aristóteles e a obra “A poética”, lembrando que o filósofo foi o primeiro pensador a teorizar a tragédia e construção dramática do teatro. Aristóteles acreditava que a comédia imitaria os homens piores e a tragédia os seres humanos melhores. Passeando por essas teorias, o ator conclui que “Lula é uma comédia”. 

ISTOÉ -
  O sr. sempre teve um olhar aguçado para a política. Como avalia o momento brasileiro?
JUCA DE OLIVEIRA -
 Vejo como todo mundo sabe: acabou. Esse momento político originado pelo PT acabou. Nós temos que partir para um outro momento para salvarmos o País. O Brasil  tem necessidade de avançar. É preciso uma nova liderança, um novo movimento político. É isso que deve surgir no epicentro de uma crise. A história nos demonstrou que na crise nascem soluções. E uma solução que vem do que? De novas lideranças insuspeitas.
ISTOÉ -
 Vê algum recomeço possível neste momento 
JUCA DE OLIVEIRA -
 Não tenho ideia. Mas Eu acho que vai nascer... E tudo que nascer agora, nasce na esteira do Judiciário. Na esteira da operação Lava-Jato, na esteira dos juízes, desses promotores, procuradores que estão trabalhando pela integridade e pela honra, pela dignidade e pelo caráter dos brasileiros. Essa é exatamente a necessidade do povo brasileiro.
ISTOÉ -
 O sr. acredita na possibilidade de renuncia da presidente Dilma?
JUCA DE OLIVEIRA -
 Até as pedras e os paralelepípedos acham que Dilma deveria renunciar. Todo mundo acha que ela devia renunciar.
ISTOÉ -
  E o ex-presidente Lula ....
JUCA DE OLIVEIRA -
  Ele é muito fluido nas suas posições.  Ele muda muito. A cada instante o Lula diz uma coisa. É curioso o seguinte: Eu escrevo peças de teatro e minhas peças geralmente são análises críticas sobre a política. Porque eu escrevo muito sobre coisas que me irritam. Ou você escreve sobre coisas pelas quais você se apaixona, ou coisas que te humilham e te indignam. E eu escrevo também sobre as coisas que me indignam. Uma coisa que me indigna muito é exatamente a falta de integridade e de caráter. Essas minhas peças, embora eu não tenha o objetivo de escrever sobre comédia, elas acabam se tornando comédias. Elas têm um caráter político.
ISTOÉ -
 E por que elas se tornam comédias?
JUCA DE OLIVEIRA -
 Isso você aprende em Aristóteles, em A Poética, você aprende técnicas de construção dramática. Como se fosse um how to write a play (como escrever uma peça). E você aprende que a tragédia é a história de um homem tão excepcionalmente cumulado de virtudes que ele prefere a morte a viver sem honra. Essa é a tragédia. E aí você vai descobrir também que a comédia é o oposto. É a história de um homem tão defeituoso e tão cheio de vícios que ele prefere qualquer coisa, exceto a morte. Ele prefere a falcatrua, a grana, a propina, ele prefere qualquer coisa. Então, sempre que você fala sobre um homem defeituoso, é uma comédia.
ISTOÉ -
 Que exemplos você daria?
JUCA DE OLIVEIRA -
 Édipo é muito interessante para exemplificar. Gosto de dar esse exemplo porque ele é sintomático. O Édipo é um chefe de Estado na Grécia, em Atenas, e de repente se surpreende com uma peste que está dizimando o povo de Tebas. Todos estão morrendo. E ele descobre por que está acontecendo isso. Vem um oráculo e lhe diz: um crime foi cometido. Um homem matou o pai e casou com a mãe. Enquanto esse homem não for castigado, não for punido, a peste continuará. Então ele, como chefe de estado, começa a investigar onde está este homem. À medida em que vai investigando, ele vai chegando próximo dele mesmo.
ISTOÉ -
 E ele repassa sua vida...
JUCA DE OLIVEIRA -
 E aí vem à mente toda a vida dele: vem um homem que pegou uma criança deixada num cestinho, etc... Então o que ele poderia fazer: poderia interromper a investigação. Não aconteceu nada disso, é um erro, isso aconteceu em outro lugar, vamos desistir. Mas Édipo avança: Vou fazer a investigação. Por que parar? Não vou parar. Ele vai até o final da investigação e descobre que o homem que cometeu o crime é ele mesmo. Ele arranca os próprios olhos e morre.
ISTOÉ -
 E onde entra Lula nessa comparação?
JUCA DE OLIVEIRA -
 Pense o Lula, chefe de Estado.  De repente, se descobre que no governo dele há um crime. Assessores, ministros dele estão roubando. Estão metendo a mão na grana: primeiro, acontece o Mensalão. O que restava a ele? Vamos supor: se ele seguisse o exemplo do Édipo, que é um homem cumulado de virtudes, que prefere a morte a viver sem honra, ele ia até o fim investigando e pegaria todos eles: José Dirceu e companhia limitada, todos os membros do partido. Teria-os denunciado publicamente. Esses não eram os petistas que ele considerava. Ele pensava que eram homens honrados, mas não eram. No entanto, o que ele faz? Ele diz: não, eles são heróis da pátria. E são perseguidos pela mídia golpista. Pela direita extremada.
ISTOÉ -
 Por esse raciocínio da teoria dramática, como ele deveria agir no palco da tragédia?
JUCA DE OLIVEIRA -
  No que ele exerce essa função, ele passa exatamente para o campo da comédia. Então, hoje quando você fala em Lula, é uma comédia. Não é raciocínio, estou citando teoria da comunicação, teoria da literatura. Teoria da construção dramática. Estou falando de teatro.  Estou falando de tragédia e comédia. Lula, portanto, é uma comédia. Não precisa falar mais nada. Essa teoria não é original. É verdade.
ISTOÉ -
 E a presidente Dilma?
JUCA DE OLIVEIRA -
  A Dilma... o problema dela não é a comédia. Entra na internet e veja as frases dela. Na comédia, ou em qualquer obra de caráter dramático, há uma coisa muito importante que é a plausibilidade e verossimilhança. Tem que ser plausível e verossímel. A Dilma não é nenhuma das duas coisas. Ela é presidente, mas não pode falar essas coisas que ela fala de uma forma absolutamente destituída de conexão cerebral. Então não dá. Talvez fosse um drama. Mas ela entraria numa fase onde você já tivesse um pouco de comiseração. Não é engraçado. Eu não acho a presidente Dilma engraçada. Acho triste. Outro dia ela falou da banana casca. E ela queria dizer skin, banana skin. Ela queria falar inglês, mas não ocorreu a palavra.
ISTOÉ -
 Sua história de vida guarda ligações com o PT?
JUCA DE OLIVEIRA -
 Eu fui atuante contra a ditadura. Fui várias vezes preso, fui exilado. Eu fui comunista. Eu com o PT, não tive uma história. Mesmo na formação do PT não tive uma história. Eu fui stanilista. 
ISTOÉ -
 Stalinista?
JUCA DE OLIVEIRA -
 Quando houve a desistalinização, descobriu-se que o Stalin era um genocida tão grande ou até maior que o próprio Hitler. Ai eu me dei conta: “Pera aí, eu sou stanilista. E agora, o que eu faço? Como fica minha vida?” Aí a desestalinização destrói a União Soviética. E eu pensei que todos os Estados que se esfacelaram optariam pelo socialismo, cada um particularmente. A Iuguslávia, a Romênia.etc, Mas não, todos optaram pela democracia. E eu pensava: meu Deus! eles odiavam o socialismo! E eu percebi que talvez aquela ânsia pelo Stalin era mais ou menos uma ligação religiosa. As pessoas o amavam como se fosse um Deus. Eu era religioso. Eu sou místico, sou do teatro, da mitologia, do teatro da religiosidade, a religiosidade está impregnada em mim, eu não tenho (ou não tinha) um Deus Stalin. Meu Deus era um Deus. Então vou cair fora, não vou atrás do Stalin.  E aí eu descobri o seguinte: se até os 25 anos você não for comunista, você não tem coração, porque você não tem piedade. Se depois dos 25 anos, você continuar comunista, você não tem cérebro.
ISTOÉ -
  Quantos anos o sr. tinha...
JUCA DE OLIVEIRA -

 Eu devia ter uns 32 quando eu larguei essa coisa. Acho que o socialismo foi um enorme equívoco. A minha função é uma função apaixonada, trabalho por paixão. Eu estou sempre procurando alguma coisa, resolvendo um problema: quero escrever, fazer uma peça, fazer um filme, enquanto que a idéia do socialismo é de que você seja absolutamente igual. Eles são contra o PHD, o PHD em Harvard é um perigo para os socialistas. A qualificação pressupõe integridade. E a integridade pressupõe independência. Então o pior perigo para o socialismo é um PHD, porque ele é independente.

Surgem as digitais da Operação Zelotes. Ouça, aqui, áudios que expõem a corrupção no Carf. O material todo é da Rádio Guaíba.

Jorge Victor Rodrigues, ex-conselheiro do Carf, negocia propinas com o advogado Jeferson Salazar, representando o Banco Bozano Safra. -


Os áudios obtidos pela Rádio Guaíba podem ser ouvidos no site da Rádio Guaíba. CLIQUE AQUI para acessar. Entre os grupos investigados, encontram-se também os gaúchos RBS, Gerdau, Marcopolo e Mundial-Eberle.

A grande mídia só fala o necessário sobre as investigações e sobre a CPI. Mesmo a CPI, não se atreve a chamar os presidentes e CEOs dos grupos empresariais sob escrutíneo.

O material, que é inédito e exclusivo, foi apresentado no programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba, esta tarde, que  divulgou  grampos telefônicos da Operação Zelotes. O texto a seguir é do site da emissora. Leia tudo:

Nos áudios, o ex-integrante do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) e procurador da Fazenda Nacional Jorge Victor Rodrigues negocia propina de R$ 28 milhões com o representante do Banco Bozzano Safra, Jefferson Salazar, em troca de redução de uma dívida de suposta sonegação de R$ 280 milhões em impostos devidos à Receita Federal.

Deflagrada no fim de março e com origem em uma carta anônima, a operação busca desvendar um dos maiores esquemas de sonegação fiscal já descobertos no País. De acordo com a Polícia Federal, quadrilhas, formadas por conselheiros, ex-conselheiros e servidores públicos, revertiam ou anulavam, junto ao Carf, multas impostas pelo governo federal.

As empresas pagavam propina de até 10% do valor devido para os grupos manipularem vereditos do Carf em processos de casos que envolvem dívidas tributárias, anulando ou atenuando cobranças da Receita. A expectativa é de que as primeiras seis empresas sejam denunciadas nos próximos dias, uma delas no Rio Grande do Sul. Entre os grupos gaúchos investigados, estão RBS, Gerdau, Marcopolo e Mundial-Eberle.

O Carf soma hoje cerca de R$ 516 bilhões em processos para julgamento. Estão sendo analisados 74 julgamentos do conselho, realizados entre 2005 e 2013, nos quais R$ 19,6 bilhões podem ter deixado de ser recolhidos.

No início, Jefferson estranha a ligação de um número não habitual ao do ex-conselheiro dizendo que não conhecia esse telefone. Jorge sustenta que a precaução é importante. ”Quando eu te falar, você vai entender o motivo da minha precaução. Vai ver se procede ou não a medida”. Jorge explica ter um cliente com um problema para resolver, que não chegou a um acordo de valores com outra pessoa, citada como Leonardo. O ex-conselheiro detalha o pagamento dos honorários explicando que eles (empresas) fazem um contrato onde está acertado o pagamento completo de R$ 28 milhões, correspondentes a 10% do valor do processo no Carf (R$ 280 milhões).


Desse valor, a proposta é de que R$ 8 milhões fiquem comprometidos com parte da ação em São Paulo. Jorge esclarece que dentro dos outros “20″ está o valor da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e que o cliente pede um prazo de cinco meses para resolver o problema, já que está preocupado com a troca de governo. ”Está incluído também a procuradoria que tem uma boca grande. Aí, como você faria é contigo. Você tem que palmilhar bem o terreno, ver se dá samba e aí a gente volta a se falar”. O advogado responde dizendo que precisa de mais elementos do caso para começar a trabalhar logo, mas deixa claro que está de acordo com o valor proposto

Artigo, Nelson Motta, O Globo - O aloprado e a trapalhona

Antes de ler o sério artigo Nelson Motta, divirta-se com um bom e bem humorado filme e um bom sambão carioca:
CLIQUE AQUI, também, para ver e ouvir Dilma na nave Enterprise, surpreendendo os tripulantes com sua fala sobre tecnologia para estocar vento. É humor. 
CLIQUE AQUI para ver e ouvir este sambão sobre as roubalheiras dos governos Lula e Dilma. 

Só mesmo um petista histórico como o professor Dalmo Dallari, que já pagou muitos micos jurídicos em defesa do partido, pode dizer que o julgamento das contas de Dilma no TCU foi político e não jurídico, quando todo mundo viu que foi técnico: as provas apresentadas, julgadas e aprovadas por unanimidade, são contábeis, são graves violações da Lei de Responsabilidade Fiscal, que justificam a rejeição das contas.

Mas o professor Dallari assegura que "Dilma não levou qualquer vantagem pessoal com as contas do governo" Ela só fez essas trapalhadas e desatinos fiscais para enganar o eleitorado com um país enganoso e falsamente próspero, gastou muito mais do que podia sem autorização do Congresso em um ano eleitoral, e até durante a campanha, mas a candidata Dilma não teve qualquer vantagem... rsrs.

Talvez, para ele, vantagem pessoal seja "meteu algum no bolso" como os guerreiros da causa que roubaram para o partido e para eles mesmos. Mas disso ninguém a acusa. Ela só é responsável por enganar a população, desrespeitar a LRF, encobrir ilegalidades e esconder malfeitos contábeis em benefício de sua reeleição e em prejuízo de seus concorrentes.

O professor aloprado afirma que "a presidente não pode ser responsabilizada por atos estranhos ao exercício do mandato" Mas se executar o Orçamento não é responsabilidade da presidente, de quem seria?

Para ele, "as pedaladas são atos formais de administração da equipe econômica sem interferência da presidente" como se Dilma não fosse a mãe da "nova matriz econômica", se Arno Augustin, Guido Mantega e Nelson Barbosa não fossem fiéis executores de suas ordens. Ao contrário de Lula, Dilma é metida a economista, sempre teve absoluto controle da área, e por isso estamos como estamos.

Tantas falcatruas provadas, comprovadas e aprovadas não podem ser rejeitadas pelo Congresso tecnicamente, só politicamente, no pior sentido, ou ter a sua votação protelada por Renan como mais uma arma de chantagem contra Dilma Trapalhona.

Mas Dilma viu luz no fim do túnel: é o farol do trem-bala do impeachment vindo em sua direção a 400 quilômetros por hora.


CDL constata que inflação pelo IPCA é maior na Grande Porto Alegre

Em setembro, a Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) apresentou inflação superior à média nacional na comparação com agosto. Enquanto os preços medidos pelo índice oficial de inflação do Brasil (IPCA) apontaram variação de 0,54% no mês, resultando em um aumento de 7,64% no acumulado do ano, na capital gaúcha teve um incremento de 0,56% e 8,39%, respectivamente.
            
Com base em dados do Relatório FOCUS/Banco Central do Brasil e do IBGE, o economista da CDL Porto Alegre, Victor Sant’Ana, assinala que o IPCA acumulado em 12 meses para a RMPA é o maior já observado na série histórica iniciada em janeiro de 2012. “Seguindo esse raciocínio, é bem provável que a inflação de Porto Alegre feche o ano com dois dígitos”, avalia Sant’Ana.

            
A variação registrada no mês foi bastante estimulada pela elevação de preços da passagem aérea (23,13%), embora este item aponte queda de 37,29% no ano. No acumulado em 2015, o índice foi fortemente influenciada pelo aumento dos preços da energia elétrica residencial, que variou 47,74% no período.

Filho de ex-dono da Vasp, Canhedo Filho, foi preso em Brasília

Empresário Wagner Canhedo Filho foi preso nesta manhã investigado pelos crimes de fraude à execução, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e associação criminosa; em maio, o principal gestor do grupo Canhedo, que atua nos setores de hotelaria e de transportes em Brasília, já havia sido preso em flagrante por porte ilegal de armas; em nota, o MPF disse que, com a prisão, pretende garantir "o fim de práticas adotadas com o propósito de impedir a execução de dívidas tributárias" por parte dos gestores do Grupo Canhedo

Governo Sartori só terá preços de mercado quando pagar como o mercado paga (em dia).

O governo gaúcho vem aí com o programa "RS mais eficiente", destinado a montar banco de dados baseados nos dados das notas fiscais eletrônicas e visando comparar preços nos pregões eletrônicos.

Para não ser garfeado.

O programa vai chover no molhado se o governo continuar caloteando.

É que nenhum fornecedor cobra preço sem custo adicional embutido, quando sabe que o comprador não vai pagar em dia.

Marcas do Grêmio valem, juntas, R$ 1,2 bilhão

Este levantamento da consultoria BDO acaba de listar as marcas mais valiosas entre todos os clubes de futebol do Brasil. O valor da grife foi calculado tendo como base dados de 2014. Além disso, 21 variáveis que contemplam índices financeiros, ações de marketing, participação dos torcedores e o mercado no qual os clubes atuam também fizeram parte do cálculo.

Os clubes do Rio Grande do Sul são os únicos presentes no Top Ten com maior valor de marca no ranking que é liderado pelo Flamengo.

Eis os valores das marcas gaúchas

Grêmio, R$ 590,1 milhões
Internacional, R$ 580,7 milhões

No sul, o Atlético Paranaense ultrapassou o rival Coritiba neste ano e é o 13º clube com a marca mais valiosa do Brasil, com R$ 146,8 milhões. A marca do Coxa (14º) é estimada em R$ 141,2 milhões. Os times do Sul voltam a aparecer no ranking com o Figueirense (20ª posição), Criciúma (21ª), Avaí (22ª) e Paraná (28ª).


No Rio Grande do Sul, nos últimos cinco anos, a dupla Grenal aumentou 41% as receitas, mas também gastou 50% a mais com o futebol. Os dois fecharam 2014 com um déficit de R$ 80,6 milhões, o maior valor desde 2010.

Simon convida Paim para entrar na Rede Sustentabilidade

O ex-senador Pedro Simon reafirmou o convite feito por Marina Silva para que o senador Paulo Paim  saia do PT e ingresso na Rede.

A procuração a Simon foi passada pela própria Marina, que viajou ao exterior.

Pedro Simon, até algumas horas atrás, era do PMDB.

A informação foi passada ao editor pelo gabinete de Paim.

Dica de livro - Empresa familiar: Dá para ascender sem cair ?

CLIQUE AQUI para baixar o livro e ler. Vai abrir uma página e nela é só fornecer seu nome e e-mail e clicar no local indicado que imediatamente o livro pode ser baixado no seu computador ou smartphone. É gratuito. - 



O autor do livro "Empresa familiar - Dá para ascender sem cair ?", o gaúcho Harry Fockink, expõe a seguir um dos focos centrais da sua obra:

- Trabalho com empresas familiares e conheci muitas pessoas que eram o que chamamos de ricas. Nem todos tinham uma boa qualidade de vida. Eu estudei porque deram certo e o que diferenciava os que, além disso, tinham uma excelente qualidade de vida. 
Cheguei a conclusão que não era muita coisa. Apenas algumas atitudes. A principal delas, junto com mais algumas coisas do que descobri coloquei em um livro.

O editor e o autor são velhos conhecidos. 



Prêmio Press aproxima-se da semi-final. Editor está na lista do Jornalista de Web do Ano.

Segue apertada a disputa por uma vaga entre os semifinalistas do Prêmio Press 2015. Na 5ª semana de votação, houve cinco alterações entre os nomes classificados até agora para a terceira e última etapa de votação, que será a do Juri de Convidados. A partir deste ano, esta ultima fase será integrada por um júri especial composto por 60 pessoas convidadas pela revista Press, entre autoridades, representantes de entidades da Comunicação, profissionais e especialistas da área e lideres de opinião.

O período de indicações através dos votos Popular e Profissional se estendem até o dia 31 de outubro. No Voto Popular, qualquer pessoa pode entrar no site da revista (www.revistapress.com.br), uma vez por dia, e indicar os seus preferidos nas 17 categorias de premiação. No Voto Profissional, somente jornalistas e radialistas, devidamente identificados, podem participar, uma única vez em todo o período. Os três nomes com mais indicações no Voto Profissional e os dois com mais indicações no Voto Popular formam uma lista quíntupla, que, então, vai ao Juri de Convidados.

O resultado só será conhecido na grande festa do Prêmio Press 2015, marcada para 26 de novembro, no Teatro Dante Barone. 

Eis os mais votados nesta última seleção:


JORNALISTA DE WEB DO ANO
- Débora Fogliatto – www.sul21.com.br
- Giovanni Caprio – www.agenciapasse.com.br
- Jairo Kuba – www.galeradaweb.com
- Polibio Braga – www.polibiobraga.blogspot.com.br
- Ricardo Wortmann - cornetadorw.blogspot.com.br


JORNALISTA DO ANO (Grand Prix) – Troféu SINDUSCON-RS
- Carlos Guimarães – Rádio Guaíba
- Danilo Ucha – Jornal do Comércio
- Diego Casagrande – Rádio Band
- Felipe Vieira – Rádio Guaíba
- Flávio Pereira – O Sul


Maiojama está de olho nos 33 hectares da CEEE em Porto Alegre

O terreno da CEEE fica ao lado deste empreendimento da Rossi. - 


A Maiojama, maior construtora  e incorporadora do RS, que pertence à mesma família que controla a RBS, está interessada na aquisição dos 33 hectares onde se encontra a sede da CEEE em Porto Alegre, avenida Ipiranga.

A RBS tem feito campanha forte para que a CEEE seja privatizada ou se desfaça de alguns dos seus ativos.

A área era considerada imprestável para empreendimentos imobiliários, mas nos últimos anos resultou valorizadíssima em função da chegada da PUC e do desembarque de grandes investimentos, o principal deles da Rossi.

Segundo avaliações já apresentadas publicamente pelo presidente da CEEE, Paulo de Tarso, a área vale pelo menos R$ 250 milhões, mas no mercado as estimativas são de que o valor pode chegar a R$ 1 bilhão. Este é o valor com que também trabalham muitos deputados ligados ao governo anterior e ao atual.


Moody's acende sinal vermelho para Banrisul. Situação do banco assusta investidores e correntistas.

A Moody´s rebaixou a nota do Banrisul e retirou seu  selo de bom pagador, o que coloca em risco sua posição relativamente aos investidores internacionais e alarma seus próprios correntistas, porque isto significa que ele pode estar a caminho da bancarrota.

O Banrisul só não quebrou no governo Britto porque foi salvo por um empréstimo bilionário do Proer.

No governo Tarso Genro a sua situação piorou muito e até agora nada mudou de significativo.

A agência de classificação de risco cortou nesta quinta-feira a nota de longo prazo da dívida em moeda estrangeira do banco estatal gaúcho de Baa3, último degrau antes da perda do grau de investimento, para Ba1, patamar imediatamente abaixo. Com isso, o Banrisul passa para grau especulativo. A perspectiva da avaliação ficou negativa, o que indica chance de novo rebaixamento.
Em setembro, o Banrisul também teve o grau de investimento retirado pela Standard & Poor´s (S&P). 

A perda de mais uma nota em grau de investimento, a segunda nas últimas semanas, pode afetar os investidores externos do banco. Grandes fundos institucionais costumam ter rígidos estatutos que só permitem investir em papéis de países, instituições e empresas que tenham ao menos duas notas em grau de investimento entre as três grandes agências de análise de risco, S&P, Moody's e Fitch.
Em sua justificativa, a Moody´s disse notar uma deterioração gradual dos indicadores de qualidade dos ativos do banco ao longo dos últimos trimestres, o que tem afetado a rentabilidade e os custos de crédito, além de pressões adicionais relacionadas ao ambiente econômico, cada vez mais fraco. "A deterioração da qualidade dos ativos tem impulsionado um aumento de 110% nas despesas com provisões do banco em 12 meses terminados em junho de 2015", diz a Moody´s em seu relatório. Outros riscos citados pela agência são a atuação muito centralizada no Rio Grande do Sul e a grande exposição ao setor do agronegócio.

A Moody´s levou ainda em consideração o agravamento da situação fiscal do governo gaúcho, controlador do Banrisul,


Entre os fatores considerados positivos pela Moody´s estão a boa liquidez e a forte participação de mercado no Banrisul no Estado, o que garante boa fonte de captação de recursos. Também nesta quinta-feira, a Moody´s manteve perspectiva negativa para todo o sistema bancário brasileiro em função de uma longa recessão que o país deve atravessar.

Entenda as respostas mais fortes do governo Sartori no combate aos bandidos do RS

A foto ao lado é de Felipe Daroit, Rádio Gaúcha. A foto está disponibilizada no Google. É cena desta manhã na Loja Claro (leia nota, abaixo). - 


Ainda é muito cedo para que os bandidos entendam e a população perceba, mas a reação que o governo Sartori iniciou há duas semanas na área de segurança pública já permite entender que existem razões para maior otimismo.

Acompanhe:

Desde o início da tomada na Vila Cruzeiro, no fim de setembro, mais de 100 criminosos foram presos somente nas operações especiais das polícias gaúchas. Há reforço policial em Novo Hamburgo, Força Tática da BM itinerante em Porto Alegre, BOE na Cruzeiro e operações subsequentes do Denarc. Em 11 dias de ação na Cruzeiro já são 28 presos. Nas operações do Denarc foram 60 (46 + 14). Força Tática da BM mantém média de 10 presos por dia desde a retomada dos trabalhos no dia 05/10.

BM NA VILA CRUZEIRO
São 300 homens do 1º BOE, ocupando o complexo conhecido como “Grande Cruzeiro”. Foco no restabelecimento da normalidade na comunidade. Presença e visibilidade. Efetivo não desfalca os batalhões de Porto Alegre.

FORÇA TÁTICA
Ação ocorre todos os dias da semana, por 20h. Itinerante, migra conforme o dia. Foca na visibilidade, sensação de segurança, abordagem a veículos, coletivos, barreiras de fiscalização. Zonas de grande concentração de pessoas e forte atividade comercial mapeada. CDL POA e demais entidades do comércio apresentaram lista de locais críticos ao secretário, que repassou para a BM.

OPERAÇÕES DO DENARC
Duas grandes:
- A “Operação Gênesis” desarticulou o tráfico nos condomínios do Minha Casa Minha Vida. Nove meses de investigação. 46 presos. 652 policiais mobilizados maior operação em números de policiais envolvidos da história da PC.
- A “Operação Laranja Mecânica” desmantelou a quadrilha do traficante Xandi, morto em janeiro no litoral. Focou no espólio do criminoso, sequestrando um patrimônio de R$ 5,5 milhões. 14 presos. 370 policiais mobilizados. Maior ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico já feita pela PC.

OPERAÇÃO EM NOVO HAMBURGO
A Brigada Militar de Novo Hamburgo vem realizando operações como barreiras em locais aleatórios, visando coibir a ação criminosa e promover a sensação de segurança. São abordadas e identificadas pessoas em diferentes áreas da cidade.
Entre segunda (5) e terça-feira (6/1O), foram verificados 257 carros, 89 motocicletas e confeccionados nove autos de infração. Ainda, foram identificadas 517 pessoas e realizada uma prisão por tráfico de drogas, no bairro Santo Afonso. O indivíduo portava 31O pedras de crack escondidas em um brinquedo, sendo conduzido à delegacia.
Reforço do efetivo vem de pelotões de operações especiais de outros municípios da região metropolitana. Não desfalca os batalhões para o policiamento rotineiro.

NÚMEROS IMPORTANTES:
Apreensão de drogas: 7,8 toneladas em 2015
Traficantes presos: ultrapassamos 500 só em ações do Denarc (recorde é 565, de 2009)
Prisões: mais de 70 mil em 2015

Opinião do editor - Só falta de vontade política impede retomada e finalização das obras da ERS-118

CLIQUE AQUI para examinar reportagem da RBS TV sobre a rodovia da vergonha. - 

Não existe uma só obra rodoviária mais importante do que esta em construção na Grande Porto Alegre. O que acontece ali é vergonhoso. A região é de fortíssimo eixo industrial, abrigando até a sede da GM. O editor visitou as "obras" várias vezes. A solução apresentada no artigo a seguir pelo presidente da ACI de Sapucaia, foi sugerida pelo editor ao prefeito de Gravataí, Marco Alba, que é presidente da Granpal. O problema do governo estadual tem sido não apenas falta de dinheiro, mas também de falta de competência e falta de vontade política. 

Só falta de vontade política impede a retomada e finalização das obras da ERS-118, porque uma PPP ou concessão pura e simples para empreendedores privados impede que este drama que se arrasta por 20 anos possa ser resolvido. 

Como as obras da ERS-118 entre Sapucaia do Sul e Gravataí estão paradas desde outubro e sem prazo para serem retomadas, o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) já descartou a previsão do governo anterior de terminar o serviço — iniciado em 2006 — ainda neste ano.

Até agora, foram implantados 10,9 quilômetros de pista nova de concreto — média de pouco mais de um quilômetro por ano —, mas a pista antiga não começou a ser restaurada. 

Em razão da escassez financeira, no momento não há nem prazo exato para a retomada ou o fim dos trabalhos. 

O valor já gasto na duplicação, que foi projetada pela primeira vez em 1996, chega a R$ 65,9 milhões. Os valores originais previstos nos contratos de cada um dos três trechos licitados separadamente — o que também complica a uniformidade da duplicação — somam R$ 127,6 milhões. Como eles foram assinados entre 2006 e 2012 com previsão de reajustes, o valor final já supera os R$ 200 milhões.


O trecho mais adiantado é o de Gravataí, e o mais atrasado, o de Sapucaia do Sul. Em todos eles, falta ainda concluir seis viadutos ou passagens, deslocamentos de postes de energia e o recuo do cemitério de Sapucaia.

A SITUAÇÃO POR TRECHO

1) Km 0 ao km 5
Construtora: Conterra
Andamento da obra: 7%
Valor inicial previsto: R$ 36,8 milhões

2) Km 5 ao km 11
Construtora: Sultepa
Andamento da obra: 50%
Valor inicial previsto: R$ 57 milhões

3) Do km 11 ao km 22
Construtora: Triunfo
Andamento da obra: 71%
Valor inicial previsto: R$ 33,8 milhões

A solução para a ERS-118 é privatizar tudo

O título original do artigo, publicado no Jornal do Comércio, é "ERS-118, curtir ou resolver?!. O autor é Ademir Sauthier, prfesidente da Associação Comercial e Industrial de Sapucaia do Sul.

Leia:

"Problema existe para ser resolvido e não para ser curtido." Criou-se uma cultura, especialmente na esfera pública, de remediar os problemas. Ao invés de buscarmos a solução, remetemos o problema para o próximo semestre, ou próximo ano, ou ainda para o próximo governo, sem nos darmos conta de que o problema não é do governo, o problema é da sociedade. Esta situação não é diferente em relação à ERS-118.
Há duas décadas cobramos dos governos a duplicação da ERS-118. Durante vários governos, foram iniciadas e retomadas as obras, sem, todavia, dar continuidade ao trabalho, o que acabou deixando a ERS-118 cheia de remendos, desvios, buracos etc., sem segurança alguma.
Depois de três reuniões com representantes do governo, dos municípios e entidades empresariais, perdemos a esperança de que o Estado, com seus recursos, pudesse concluir a duplicação da rodovia. Nem retomar as obras o governo está conseguindo, e pela situação financeira do nosso Estado, levaria mais 20 anos para finalizar a duplicação.
Diante disto, as entidades empresariais da região, lideradas pela Acis e CDL de Sapucaia do Sul, elaboraram um documento que foi entregue ao secretário estadual de Transporte e Mobilidade, Pedro Westphalen, onde solicitam que o governo faça a concessão à iniciativa privada, para viabilizar a conclusão das obras, cientes que isto implicará na cobrança de pedágio para utilização da rodovia. Solicitaram também que seja formado um grupo de trabalho para tratar de adequações do projeto às necessidades atuais das comunidades locais. É importante que se registre que esta iniciativa somente ocorreu porque chegamos à conclusão de que o Estado não tem recursos para fazer nenhuma obra e por isto, certamente, nada de importante faria na ERS-118. Vamos continuar curtindo ou vamos resolver?

Presidente da Acis de Sapucaia do Sul

Nova safra de grãos pode ultrapassar 213 milhões de toneladas

O primeiro levantamento da safra brasileira de grãos 2015/16 estima uma produção que pode variar de 210,3 a 213,5 milhões de toneladas. Há um aumento de 0,2 a 1,7% sobre a safra 2014/15 que chegou a 209,8 milhões de toneladas. Os números estão no boletim de Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, divulgado nesta sexta-feira (9) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
    
O maior destaque neste início de pesquisa é da soja que, pela primeira vez, ultrapassa os 100 milhões de toneladas produzidas pelo país, podendo chegar a 101,9 milhões. Já a produção de milho primeira safra, estimada entre 28 e 29 milhões de t, registrou uma redução entre 5,8 e 8,9% em comparação à safra 2014/15, de 30,7 milhões de toneladas. Também o trigo deve sofrer uma redução, 5,9% inferior ao último levantamento. Mas a  previsão de 6,7 milhões de toneladas é 11,4% superior à da safra passada que sofreu os efeitos do excesso de chuvas, especialmente no Rio Grande do Sul.
    
Área – A área total está prevista para ficar entre 58,1 e 59 milhões de hectares, com um aumento de até 1,5% sobre a da safra anterior que fechou em 58,1 milhões de ha. Este aumento se deve à soja que apresenta um acréscimo entre 1,7% (550,8 mil ha) e 3,6% (1,15 milhão de ha). Já para a área do milho primeira, a expectativa é de redução em favor da soja, podendo ficar entre 5,8 e 6 milhões de hectares e redução de 4,2 a 6,7% frente à última safra.

    
- O levantamento dos dados foi realizado entre 20 e 26 de setembro, com informações colhidas em campo para área plantada, produção e produtividade média estimadas, pacote tecnológico utilizado pelos produtores e outras variáveis.

Artigo, Igor Morais - É ela, a inflação, de novo.

O título original do artigo de Igor Morais, que está no seu blog, é "Ela de novo?". Leia tudo:


O Brasil tem uma relação de amor e ódio com a inflação. Durante muitos anos os reajustes de preços perturbaram nossa economia, inviabilizando o planejamento de empresas, a precificação correta de ativos, a definição do valor dos salários e da nossa produtividade. Uma luta inglória que não foi só nossa. Outros países, atualmente desenvolvidos, também tiveram esse embate no passado, mas o venceu logo no pós II Guerra mundial. Já em terras tupiniquins estamos revivendo um filme da década de 1940. Sim, isso mesmo, uma passada rápida em artigos de jornais de quase 80 anos atrás irá revelar que, já naquele momento, o país travava uma luta contra as ideias desenvolvimentistas e suas consequências inflacionárias. Parece longínquo que a maior conquista econômica no Brasil tenha sido a estabilidade de preços com o Plano Real. Mas não foi tanto assim, ela é recente, e está na cabeça de quem tem mais de 30 anos. Porém, para quase metade da população é difícil descrever a vida em um cenário de inflação alta. São os jovens de hoje, com menos de 30 anos, que não tinham ideia de como era difícil sobreviver nesse cenário. Por isso que ela se tornou o ponto mais fraco da popularidade dos políticos que habitam Brasília. Mesmo que alguns ainda acreditam que “um pouco de inflação não faz mal”, a verdade é que não dá para minimizar os efeitos negativos da inflação sobre a sociedade. Ela é um imposto disfarçado e atua sobre a renda real dos trabalhadores e no retorno de investidores. Ao final desse ano, completaremos uma inflação acumulada de 47% em um espaço curto de seis anos. Isso dá uma inflação média de 6,7% ao ano. É muito sim, para quem pretende entrar no grupo dos países que vendem estabilidade de preços e também para um Banco Central que diz que adota o sistema de metas de inflação. Onde falhamos? Primeiro é a paixão que o brasileiro nutre com o tema desenvolvimento, mas de forma distorcida. A palavra soa como música para todos. É bonito imaginar o Estado planejando tudo, inclusive como irá gastar o teu dinheiro. Uma foto ou filmagem de vários burocratas de terno reunidos ao redor de uma mesa debruçados sobre vários mapas e folhas, passando a impressão que estão resolvendo gargalos produtivos. Quem sabe construímos uma ponte aqui, uma estrada ali, um subsídio para um setor acolá e a criação de uma empresa estatal para suprir a necessidade do mercado de determinado produto. É mais fácil criar empresas estatais no Brasil do que privatizar. O Brasileiro suporta dizimar capital da Petrobrás, mas nem ousa inserir concorrência nesse setor, quando menos imaginar privatizar a empresa. O velho discurso de que o petróleo é nosso. Sim, é verdade, o petróleo é nosso, mas a Petrobrás não. E isso vale para muitas outras empresas estatais em vários setores da economia. A ideia de promover o desenvolvimento via Estado gastando tudo o que pode e não pode nos trouxe a essa situação. Foi a nossa terceira onda desenvolvimentista da história. A primeira na década de 1930. A segunda no final da década de 1960. E a terceira após a crise de 2008. Nas duas primeiras conhecemos bem o resultado, e a atual também não será diferente. O nível de endividamento do Setor Público é recorde. Iremos pagar, nesse ano, nada menos que R$ 500 bilhões em juros de dívida. As empresas estatais, em sua maioria, estão falidas, ou sem capacidade de investimento. E a conta vai sobrar para seu sócio majoritário, o Governo que, por sua vez, irá repassar para nós. As contas públicas estão no vermelho e nunca na histórica desse país, durante o Plano Real, tivemos um resultado tão ruim e sem perspectiva de melhora. Os juros reais estão dentre os maiores do mundo, e a inflação segue pressionada.  inflacao Muitos me perguntam por que a inflação não cede se o Brasil está na pior recessão dos últimos 80 anos e os juros estão demasiadamente elevados. Dá para entender a dúvida de algumas pessoas ao ver que os preços livres, aqueles que deveriam ser coordenados pela força de mercado, ainda acumulam 7,7% em 12 meses terminados em agosto. E o mais grave. Veja no gráfico que há uma tendência de elevação que vem desde 2009. Ou seja, com tamanha queda do consumo e investimento, não deveríamos ter inflação de demanda. E realmente não temos. O que há é o reflexo de erros de política econômica desenvolvimentista, carinhosamente denominada de “nova matriz econômica”. Um dos motivos é a falta de credibilidade na política monetária do Banco Central, essa derivada da escolha de política econômica. Não existe plano desenvolvimentista em um mundo com Banco Central independente. O segundo motivo é a nossa baixa competição no mercado interno. Essa existe há muitos anos. Temos reserva de mercado para muitos produtos e setores. O Estado apoia a formação de oligopólios e monopólios em pontos determinantes para a formação de preços como aço, cimento, automóveis e etc. Os aumentos do IPI de importação e a ausência de acordos comerciais são bons exemplos de como o brasileiro gosta de se ver fora da ordem mundial. Para completar, a recente desvalorização do câmbio atinge na veia nossa corrente de comércio ao tornar impeditiva qualquer importação. Por fim, sem querer esgotar os fatores de impulso inflacionário recente, está a indexação de preços. O brasileiro adora indexar tudo, de contratos a salários, passando por orçamentos e até custos de produção. Quase 30% da inflação é indexada à inflação passada. Sendo assim, se terminarmos esse ano em 10%, o ano de 2016 já começa em 3% mais ou menos. Para piorar ainda também indexaram o salário mínimo que impacta direto a previdência social. Qual foi a última vez que você ouviu falar na palavra produtividade? Muitos economistas começaram a se dar conta do tamanho da conta que sobrou para pagar da festa de outrora. Nossa dívida pública, somente considerando o Governo Central, deve atingir facilmente os 70% do PIB e está descontrolada. Se nada for feito de forma mais séria em relação ao ajuste fiscal e uma ação coordenada para aprovação de reformas estruturais, o caminho natural da economia será uma surpresa inflacionária. Sim, ela está de volta!

Dissidências na diretoria opõem presidente a diretores na CEEE

Foi tensa e tumultuada a reunião de ontem da diretoria da CEEE, tudo protagonizado pelo atual presidente, Paulo de Tarso, que vem criando situações de desconforto na estatal. Na reunião de ontem, o diretor de Planejamento chegou a ser desconvocado pelo presidente, o que não lhe é permitido por lei.

Ele já negociou a ida do velho sindicalista Antonio Barbedo para que o aliado de ambos, Moacir Gripa, assuma a poderosa presidência da Fundação CEEE, a Eletrocee.

Foi com Barbedo e Gripa que Paulo de Tarso negociou aumento salarial de apenas 4% para os empregados da CEEE.

Dilma já está na Colômbia para ampliar comércio com Bogotá

Com uma semana de atraso, a presidente Dilma Rousseff chegou nesta sexta-feira em Bogotá, capital da Colômbia. Ela vai assinar uma série de acordos comerciais, entre eles, um no setor automotivo com o objetivo de zerar tarifas. A Colômbia tem se consolidado como a terceira maior economia da América do Sul. Contudo, nos últimos anos, o Brasil negligenciou seu relacionamento político e comercial com esse país.

Dilma estava acompanhada do ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Armando Monteiro Neto. Ele contou que será firmado um acordo de comércio no setor automotivo.

"Há um potencial extraordinário, pois existe complementaridade nas economias. Essa visita da presidente vai marcar um novo momento", disse. "Vamos celebrar um acordo na área automotiva e seguimos com uma agenda para trabalhar na área de serviços", completou o ministro.

Segundo a programação divulgada até agora, logo cedo Dilma reúne-se com o grupo de empresários brasileiros no hotel ficará hospedada. Esses empresários participam de um fórum na Colômbia. Em seguida, Dilma vai se encontrar com a chanceler colombiana María Ángela Holguín. Depois será recebida no Palácio Nariño pelo presidente Juan Manuel Santos para a assinatura de atos de acordos bilaterais. À tarde, Dilma vai ao Congresso colombiano para uma reunião privada com os presidentes da Câmara e do Senado daquele país. Depois, ela visita a Corte Suprema. No fim do dia, ela encerra um fórum empresarial.

Assalto, reféns e duelo à bala com brigadianos, agora, 9h, em plena Rua da Praia

Porto Alegre, via WhatsApp

9h, hoje, agora há pouco

Bandidos fortemente armados invadiram a loja da tele Claro, Rua das Andradas, a mais central da Capital, roubaram o que puderam, produziram reféns e abriram cerco policial à bala. Um dos três b bandidos foi preso.

Não existe mais um só local seguro em Porto Alegre.

Apesar da nova demonstração de força dos bandidos, a segurança melhorou desde este final de semana, com mais homens na rua dando combate ao crime.

Eliseu Padilha calou

O ministro Eliseu Padilha calou.

Justiça Federal devolve a Janot inquérito "imprestável" contra Augusto Nardes. Folha de S.Paulo mentiu sobre o caso.

O juiz da 10ª Vara Federal de Brasília, Ricardo Augusto Soares Leite, devolveu ao Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal o relatório que aponta indícios de que o ministro do Tribunal de Contas (TCU) Augusto Nardes estaria envolvido em um esquema de fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

A Folha de S. Paulo e outros jornais haviam divulgado que a Justiça Federal remetera os autos ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque Nardes tem foro privilegiado.

A informação era mentirosa. 

Segundo o juiz Leite, o MPF não apresentou indícios suficientes para o envio dos documentos ao STF. 

O ministro poderá acionar o Conselho Nacional do Ministério Público contra a campanha de Janot contra ele, desencadeada às vésperas do julgamento no TCU.

Senadora teme que a esmagadora minoria que apóia Dilma produza cizânia no Brasil

A senadora tem lado há bastante tempo. -



Em entrevista ao programa Agora, Rádio Guaíba, a senadora Rose de Freitas, PMDB, manifestou o receio de que a rejeição das contas do governo Dilma pelo Congresso poderá levar a uma cizânia:

- Brasileiros contra brasileiros.

Ela é presidente da Comissão Mista de Orçamento, que analisará a decisão do TCU.

É o voto antecipado de Rose.

Como pode haver cizânia se a esmagadora maioria quer o fim do desgoverno, conforme mostram todas as pesquisas de opinião pública ?

Assembléia cozinhará em fogo brando propostas de reajustes salariais de 8,13% para Judiciário, MPE, TCE e Defensoria Púyblica

Não há proposta de aumento dos índices de participação do Poder Judiciário e dos demais órgãos no bolo orçamentário. - 

A maioria dos deputados estaduais já decidiu na Assembléia que não facilitará a aprovação dos projetos do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e do Tribunal de Contas do Estado, que propõem quebrar o congelamento salarial proposto por Sartori na LDO para todos os Poderes.  

Eles querem 8,13% de reajuste. 

O impacto da aprovação dos projetos será de R$ 432,3 milhões até 2017. 

O congelamento dos salários do funcionalismo gaúcho valeria apenas para o Poder Executivo. 


Nesta quinta-feira, começaram a tramitar as quatro propostas.

Eduardo Cunha começará na terça a agonia final de Dilma Roussef

O deputado Darcisio Perondi, PMDB do RS, reafirmou a declaração que concedeu ontem a tarde ao editor e que a mídia não consegue reproduzir:

- O presidente Eduardo Cunha poderá dar andamento ao processo de impeachment de Dilma, terça-feira, de ofício.

Não existe só a hipótese de rejeição do pedido feito por Hélio Bicudo e Reali Júnior, tudo visando pronunciamento do plenário.

O imediato início do processo de impedimento ajudaria Eduardo Cunha, que sofre forte pressão política e denúncias diárias por parte dos aliados de Dilma.

Direção está turbulenta na CEEE

O ar está irrespirável na alta cúpula da CEEE.

'Hoje sei o que viveu o ministro Joaquim Barbosa', diz Nardes em Minas Gerais

O ministro Augusto Nardes, relator do processo que analisou as contas do governo federal em 2014, reprovadas nessa quarta-feira pelo Tribunal de Contas da União, voltou a dizer, nesta quinta-feira, que sofreu ameaças durante todo o período de relatório das contas da presidente Dilma. Ele está em Belo Horizonte e participa do Congresso Internacional de Controle de Política Públicas na tarde desta quinta-feira. 

O ministro do TCU, que é gaúcho, chegou escoltado pela Polícia Militar e ao comentar as ameaças disse que foi um momento tenso: 

- Recebi muitas ameaças, e-mails, telefonemas, dizendo que queriam acabar comigo.Hoje sei o que viveu o ministro Joaquim Barbosa.

Durante a palestra que fez no Congresso, Augusto Nardes se emocionou, dizendo que tentaram colocar sob suspeição o ministro e todo o corpo técnico do TCU para evitar a rejição das contas.

O ministro disse aos jornalistas de Belo Horizonte que foram R$ 106 bilhões gastos sem o Congresso tomar conhecimento, passando por cima do Congresso. Sem que as cidades que precisam de segurança, saúde e transporte digno tomassem conhecimento. 


Ainda sobre o julgamento das contas, Nardes disse que chegou a temer que fosse estabelecida uma mordaça no TCU, mas reforçou que graças à decisão do Supremo Tribunal Federal, por meio do ministro Luiz Fux, foi possível retomar a sessão. Indagado se há investigação em curso em relação às contas de 2015, ele disse que o Ministério Público está avaliando: "O procurador Júlio Marcelo está trabalhando nessa questão. 

Intelly vai checar opiniões dos leitores sobre esta página

Os leitores desta página receberão  na terça-feira um único e-mail marketing enviado pela empresa Intelly, contratada pelo editor para aplicar uma pesquisa de cinco questões para avaliar e melhorar os conteúdos.

O objetivo é também identificar melhorias na interatividade com os leitores, embora isto já ocorra nos formatos de Opinião do Leitor e uso intensivo do e-mail polibioadolfobraga@gmaiol.com Os leitores também já usam bastante o WhatsApp 8434.4403 (051) e o Facebook.

Feriadão será de chuvas fortes e temperatura baixa no feriadão

O dia amanheceu novamente sob fortes chuvas, nuvens fechadas e temperatura baixa no RS. Nesta sexta-feira, a instabilidade será permanente. 

As temperaturas mínimas rondarão os 10°C em Bagé e os 11°C em Santana do Livramento. As máximas, por sua vez, podem chegar a 22°C em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 14°C e 19°C.


O tempo só firmará no Estado na terça, porque continuará chovendo durante todo o feriadão.