Sartori conversará com servidores e deputados da base, hoje, sobre soluções para a crise gaúcha

Sindicatos e entidades de servidores públicos serão recebidos em café da manhã, nesta segunda-feira, pelo governador José Ivo Sartori. 

Ao meio-dia, o governador tem reunião-almoço com deputados da base aliada. 

As agendas acontecem no Galpão Crioulo do Palácio Piratini. 

Ao lado do secretário da Fazenda, Giovani Feltes, e do chefe da Casa Civil, Márcio Biolchi, o governador apresentará medidas de ajuste fiscal que serão enviadas nos próximos dias para a Assembleia Legislativa. 

A orientação de priorizar ao máximo a folha dos servidores será declarada nos dois encontros, mas as dificuldades severas enfrentadas para atingir este objetivo serão detalhadas, assim como ocorreu na Caravana da Transparência. Sartori dirá que os problemas financeiros do Estado são estruturais e exigem mudanças profundas, que serão encaminhadas pelo governador. 

No seu tempo. E após abrir todos os canais de diálogo com a sociedade. 

Dilma passou o domingo com a família em Porto Alegre

A presidente Dilma Rousseff desembarcou na Base Aérea de Canoas, no final da manhã deste domingo. Ela resolveu passar o dia com a família.

Dilma irá nesta segunda a Xanxerê, atingida por tornado.

Sem Tarso no governo, melhoraram muito a coragem e a pontaria dos brigadianos

Sem Tarso no governo estadual e sem Maria do Rosário no ministério dos Direitos Humanos, melhoraram muito a coragem e a pontaria dos brigadianos e policiais civis do RS. -

Um soldado da Brigada Militar matou dois assaltantes dentro de uma padaria, esta noite, em Taquara, RS.  O policial militar, que mora próximo ao estabelecimento,  bairro Cruzeiro, próximo ao Centro, entrou em confronto com os criminosos por volta das 19h de hoje.

Nenhum cliente que estava na padaria no momento do assalto saiu ferido. Os dois assaltantes morreram no local.; O nome do soldado não foi divulgado pela Brigada Militar.

- O editor reafirma sua posição de que todas as vezes que forem confrontados pelas armas, brigadianos e policiais civis merecerão homenagens  da população quando fizeram uso das suas próprias armas. 

Senador Paim obtém alta do Hospital Santa Lúcia

O senador Paulo Paim (PT-RS) teve alta neste domingo do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, onde tratava um cálculo na vesícula biliar. O petista estava desde a tarde de quarta-feira internado

Fachin, o nome do governo Dilma para o STF, assinou polpudos contratos (R$ 340 mil no total) com estatais do governo Dilma, PT

O petista, lulista, dilmista e eventualmente jurista Luiz Edson Fachin, indicado por Dilma Rousseff ao STF, assinou dois contratos de serviços de advocacia com empresas elétricas do governo, informa a coluna Painel, da Folha de S. Paulo. Ambos quando Lula era presidente.

A informação é da Folha e o comentário é do blog O Antagonista, mas tem o aval do editor, que nos 12 anos de governos do PT, jamais assinou com eles um só contrato de publicidade, tudo porque não  foi e não é amigo da escumalha lulista. 


O primeiro contrato de Fachin, no valor de 250 mil reais, foi com a Itaipu Binacional. O segundo, no valor de 90 mil reais, foi com Furnas.

Artigo, Percival Puggina - PT E CNBB, 35 ANOS DE UNIÃO ESTÁVEL

Existem partidos políticos que se especializam em xingamentos. Chutam adversários sem dó nem piedade da canela para cima e da canela para baixo. São indulgentes apenas consigo mesmos. Afagam seus malfeitores e não há culpas que os leve a pedir desculpas. Na maioria, são pequenos partidos radicais, com militantes e dirigentes mal educados, rancorosos, socialmente desajustados. Há, no entanto, um grande partido que corresponde perfeitamente a essa descrição. Com tais métodos, chegou ao poder e governa o país há 12 anos (isso se não contarmos os últimos quatro de FHC durante os quais o PT influenciou fortemente decisões do governo).

 Pois bem, observe as pautas petistas, suas reivindicações e as postulações dos grupos sociais que o partido comanda no estalar dos dedos e ao megafone. Examine a essência da ideologia da legenda nos textos que produz, no conteúdo de seus sites e nas resoluções de seus congressos. Procure identificar o rumo perseguido pelas proposições legislativas dos parlamentares do partido. Vejam com que tipo de governos e regimes se relacionam. Siga por essas trilhas e perceberá que o PT mantém com a Igreja Católica (que não se confunde com a CNBB) e com sua doutrina religiosa e moral uma relação de irredutível divergência e animosidade. A distância que separa o petismo da Igreja é intransponível.

No entanto... no entanto..., o Partido dos Trabalhadores e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, há 35 anos, vivem em união estável, garantidora não apenas de direitos, mas de afetos, regalias e privilégios. Todas as pastorais ditas sociais da CNBB trabalham ombro a ombro com o partido, de modo militante e diligente. Ao longo dos anos, quando o PT era oposição, os documentos da Conferência que tratavam de questões políticas e sociais atacavam os governos reproduzindo fielmente o discurso petista. O idioma era e prossegue sendo petista. Estridentes sutilezas que muitas vezes denunciei! Nas reuniões de pastoral a que compareci, regional e nacionalmente nos anos 80, falava-se muito mais de Lula e PT do que de Jesus Cristo e Igreja. Quando o PT chegou ao governo, esse mesmo Lula que os amigos leitores conhecem tão bem quanto eu, era apreciado pelos operadores da CNBB como um anjo do Senhor caído em Garanhuns por descuido dos principados celestes.

Passaram-se 12 anos e as coisas estão como se sabe. A última eleição transcorreu como se viu. A presidente enganou o eleitorado tanto quanto se assistiu. O partido e seus associados afundaram lá onde o olfato acusa. E a CNBB, na obscura alvorada do segundo mandato de Dilma, inicia a Campanha da Fraternidade de 2015 falando em Igreja e Sociedade, com destaque para os temas da corrupção e Reforma Política.

Ótimo, mas, corrupção de quem, senhores bispos? Nem um pio. Corrupção com sujeitos ocultos, em instâncias não sabidas, a sotto voce como diria o maestro Ricardo Muti. Corrupção tão impessoal e neutra quanto a voz passiva. A mesma instituição, primeiro atribuía a corrupção à infidelidade partidária e se empenhou nisso como se fosse a salvação da moralidade pública. Em seguida, mobilizou céus e terras por uma lei da ficha limpa (tremendo sucesso, não?). Agora, sem culpados nem fatos a discernir, e sem credenciais que a qualifiquem para propor temas de Direito Constitucional, Teoria do Estado e Sistemas Eleitorais, joga sobre a falta de uma reforma política a causa essencial das venalidades nacionais. Para extingui-la, põe na mesa uma proposta de reforma política e um oneroso plebiscito que são muito parecidos, mas muito mesmo, com o que o PT tirou da manga em 2013. E, por isso, tem total apoio desse partido.

Resumo da mensagem para o mau entendedor: temos corrupção porque a reforma política, apesar dos esforços petistas, não sai do papel. Assim, os corruptos e suas legendas emergem das barras dos tribunais e das delações premiadas e vão comandar o pretendido plebiscito sobre reforma política, numa espécie de Teoria Geral da Corrupção. Certamente eu também quero uma reforma política. Mas ela nunca será como proponham a CNBB, a OAB e o PT, porque, no fundo, politicamente, é tudo a mesma coisa. 
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* Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar

Marco Alba liquida falida estatal criada pelo PT para balizar prestação de serviços de pavimentação para a prefeitura

Dez anos depois de sua criação, em 2005, completamente falida, com um rastro de prejuízos que acumulados ultrapassam os R$ 10 milhões, entre compromissos trabalhistas, maquinários, equipamentos e dívidas a pagar, às 11h40 do último dia 24, no gabinete do prefeito Marco Alba, foi definitivamente extinta a Companhia de Desenvolvimento de Gravataí (CDG). 

Sociedade de economia mista, a CDG havia sido criada pelas administrações do PT para balizar o mercado de prestação de serviços para o município na área de pavimentação asfáltica. 

Revelou-se um fracasso. 

A estatal municipal hegou a ter mais de 500 funcionários e todo o parque de máquinas da Prefeitura. 

Restou apenas a usina de asfalto, que agora foi repassada à Secretaria de Obras Públicas (Smop) para ser recuperada e voltar a funcionar.

Carlos Lupi adere ao coro e também grita: "Ooô, o PT roubou, o PT roubou". O PDT vai abandonar o barco.de Dilma Roussef

CLIQUE AQUI para ver e ouvir a massa cantar: "Ooô, o PT roubou, o PT roubou" - 


Nesta entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo" deste domingo, Carlos Lupi, presidente do PDT, diz que  'o PT roubou demais e se esgotou'
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Carlos Lupi, anuncia que o partido deixará, em breve, a base governista:

-  A gente não quer ser um rato, que foge do porão do navio quando entra a primeira água, mas também não queremos ser o comandante do Titanic, que ficou no barco até ele afundar.

Carlos Lupi foi ministro do Trabalho do primeiro governo de Dilma, que o demitiu depois de denúncias de corrupção.

Seu lugar foi para Manoel Dias.

CLIQUE AQUI para ler a entrevista. 

Dilma reúne ministros durante dez horas para definir concessões, privatizações e parcerias com grupos privados do exterior e do Brasil

Na reportagem intitulada "Dilma cobra mais aeroportos em programa de concessões", os repórteres Natuza Nery, Júlia Borba e Sofia Fernandes, contam hoje, domingo, o que apuraram a respeito da reunião de ontem entre Dilma e 1/3 dos seus ministros, cuja agenda foi a definição de um pacote de projetos de obras para a área da infraestrutura. 

O governo sabe que não tem dinheiro e por isto discute como passar aeroportos, portos, rodovias e ferrovias para empreendedores privados e estrangeiros.

Leia tudo:

A presidente Dilma Rousseff reuniu neste sábado (25) um terço de sua equipe ministerial para tentar tirar o governo da marcha lenta e implantar, apesar da atividade econômica fraca e das limitações orçamentárias, um programa de investimentos.
Sem recursos próprios, o centro do plano é a ampliação do programa de concessões públicas, atualmente em fase de revisão de modelos para algumas áreas, como ferrovias, rodovias e portos.
Segundo a Folha apurou com ministros que participaram da reunião, Dilma cobrou a ampliação do número de aeroportos que serão licitados. Já estavam na lista os terminais de Florianópolis, Salvador e Porto Alegre.
Com a ordem, devem entrar outros, sendo um do Nordeste –Recife ou Fortaleza–, um do Sudeste e um terceiro no Centro-Oeste. Os aeroportos de Goiânia e Vitória foram citados no encontro, mas não há nenhuma definição sobre a inclusão nos futuros leilões.
Em praticamente todas as áreas consideradas estratégicas, como agricultura, energia e transportes, a discussão sobre a dificuldade de financiamento dos projetos deu a tônica da reunião, que durou mais de dez horas.
Além da falta de dinheiro em caixa para patrocinar os projetos de infraestrutura, o governo enfrenta outro problema. Os bancos públicos -que lideraram por anos as iniciativas do Executivo para deslanchar as obras quando o setor privado resistia em entrar nos projetos- estão estrangulados, e as taxas de empréstimos, mais caras.
formato
De acordo com assessores da presidente, o encontro deste sábado não foi conclusivo e haverá outras reuniões nas próximas semanas. Ontem, não foi possível discutir o plano com os ministérios das Cidade, Comunicações e a pasta de Portos.
Dilma quer anunciar todos os projetos em bloco, para criar "impacto" e, assim, poder faturar com o que o Planalto chama de "agenda positiva".
Para evitar uma plenária ampla, na qual os ministros e secretários teriam pouco espaço para encaminhar seus problemas, o Palácio do Planalto criou um outro formato. A presidente preferiu reunir seus auxiliares por grupos de assunto, espécies de "painéis" setoriais.
A Folha apurou que, em alguns desses painéis, houve uma certa divergência com o Ministério da Fazenda.
No caso do de energia, por exemplo, o titular da pasta, Joaquim Levy, propôs que as futuras concessões de distribuidoras (mais de 40 devem vencer este ano) sigam o modelo de outorga onerosa, em que a empresa que pagar mais à União pelo empreendimento garante o negócio.
Isso faria com que o dinheiro dos lances servisse para ajudar no ajuste fiscal do governo.
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e o Ministério de Minas e Energia resistem sob o argumento de que muitas distribuidoras brasileiras estão em dificuldade financeira e que a consequência do modelo é o repasse dos valores para a conta de luz dos consumidores


Greve dos caminhoneiros perdeu força em todo o País. RS e MT ainda resistem.

O balanço da PRF divulgado no início da tarde deste sábado apontou que três bloqueios aconteceram no norte do estado do Rio Grande do Sul: em trecho da BR-158, nas imediações do município de Panambi; na BR-285, altura de Ijuí; e na BR-386, na cidade de Sarandi. Outras seis interdições foram registradas no Mato Grosso. A BR-163 teve bloqueios em quatro trechos, nas cidades de Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Sorriso e Guarantã do Norte; e a BR-364, nas cidades de Diamantino e Alto Garças.

A BR-116, principal rodovia do país, que vai do Ceará ao Rio Grande do Sul, ficou completamente bloqueada no município de Tabuleiro do Norte (CE) durante a manhã, mas foi liberada depois. No Paraná, um trecho da BR-376, na cidade de Apucarana, também só foi desbloqueado no fim da manhã.

Em nota, o Ministério da Justiça destacou que a PRF, a Força Nacional de Segurança Pública e as polícias estaduais continuam de prontidão para “garantir o adequado fluxo de veículos nas rodovias e o restabelecimento total da população”.

PREÇO DO FRETE
Os caminhoneiros decidiram retomar os protestos na última quinta-feira depois de não chegarem a um acordo com o Planalto. O governo propôs uma tabela referencial sobre o valor do preço do frete no país, mas a categoria reivindica um preço mínimo. Segundo o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, a tabela mínima não tem respaldo legal.
Esta foi uma das principais reivindicações do movimento que se espalhou pelas estradas do país em fevereiro, causando, inclusive, desabastecimento em algumas regiões. Na ocasião, o governo assinou acordo que previa perdão a multas por excesso de peso aplicadas nos últimos dois anos, a sanção integral da nova Lei do Caminhoneiro e a isenção de pagamento de pedágio para o eixo suspenso de caminhões vazios.

Saiba quais são as 10 grandes obras da copa que continuam paradas em Porto Alegre

Grandes obras municipais  totalmente ou parcialmente paralisadas em Porto Alegre, todas incluídas no rol de 14 obras prometidas para a Copa do Mundo, R$ 520 milhões.

5 obras com promessa de entrega ainda este ano:
- Passagens subterrãneas na Cristóvão Colombo e Anita Garibaldi
- Pavimentação dos BRTs das avenidas Protásio Alves, João Pessoa e Bento Gonçalves

5 obras com promessa de entrega no ano que vem:
- Duplicação da avenidaTronco
- Trincheiras das avenidas Plinio Brasil Milano e Ceará
- Dois trechos do corredor da avenida Voluntários
- Prolongamento da Severo Dullius.


Porto Alegre virou cemitério de obras paradas

Quase uma dezena de grandes obras paralisadas como esta ao lado, atravancam e asfixiam Porto Alegre há dois anos.

A jornalista Cintia Marchi denuncia em reportagem de página inteira do Correio do Povo deste domingo, que o  legado da Copa do Mundo  ainda cheira a poeira, tem cor de concreto e caminhos cheios de sinalizadores de obstáculos em Porto Alegre, porque das obras anunciadas pelo prefeito José Fortunati, a maior parte ainda está em andamento, passados nove meses do fim da competição. Apesar de um cronograma da Secretaria Municipal da Gestão prever a conclusão dos trabalhos entre 2015 e 2016, o prefeito José Fortunati prefere nem se atreve a confirmar o fim de todas as obras dentro do seu mandato.

Leia a reportagem "9 meses pós Copa, obras ainda inacabadas":

Segundo a Gestão, juntas, as obras somam mais de R$ 520 milhões, excluindo as já executadas (complexo da rodoviária e corredores das avenidas Padre Cacique e Edvaldo Pereira Paiva). A mais recente estrutura liberada parcialmente para o trânsito foi o viaduto São Jorge (Terceira Perimetral), no cruzamento com a avenida Bento Gonçalves. Ele tem seis faixas de tráfego e custou R$ 79,4 milhões. Ainda para este semestre é aguardada a abertura das alças laterais e da estação de ônibus nesse local.

Também devem ficar prontas, em 2015, as passagens subterrâneas da Cristóvão Colombo e da Anita Garibaldi (Terceira Perimetral), apesar de essas duas obras estarem ainda enfrentando, respectivamente, ação na Justiça e impasses com a empresa contratada para o serviço. Para maio, está prometida a conclusão da pavimentação dos BRTs Protásio Alves e Bento Gonçalves e, para dezembro, do BRT João Pessoa.

Para o prefeito Fortunati, em entrevista na Federasul em março, os entraves que prejudicam o andamento das construções são normais para uma “cidade real”. Ele enfatizou que a maior parte das obras não tinha ligação direta com a Copa do Mundo, mas que o momento foi usado para obter os empréstimos. “Porto Alegre foi a cidade que melhor aproveitou a Copa para buscar recursos. Temos 14 grandes obras, todas em função da Copa. Só que realizar obras desse porte, numa cidade viva, é sempre muito difícil”, disse.

Questões judiciais envolvendo desapropriações, impasses com as empresas contratadas, imprevistos não contemplados pelos projetos técnicos são as justificativas mais recorrentes para explicar os atrasos.


O secretário da Gestão, Urbano Schmitt, explica que é um “processo natural” as pendências serem resolvidas com as obras em andamento. “Se a gente tentasse resolver todos os problemas antes, os trabalhos não começariam nunca. À medida que a obra ocorre, vai se ampliando o espaço. A duplicação da avenida Tronco, por exemplo, é uma obra mais social do que propriamente de engenharia, porque envolve a realocação de centenas de famílias”, afirma o secretário.

Até o final do ano que vem, são prometidas a duplicação da avenida Tronco, as trincheiras das avenidas Plinio Brasil Milano e Ceará, os dois gtrechos do corredor da Voluntários e o prolongamento da avenida Severo Dullius. 

Paraná Pesquisas poderá divulgar números sobre os 100 dias de Sartori na quarta-feira

O Instituto Paraná Pesquisas conclui neste domingo a pesquisa que faz desde o meio da semana para avaliar os 100 dias do governo Sartori.

A publicação dos resultados foi agendada inicialmente para quarta-feira.

O governo Dilma também está sendo avaliado pelos gaúchos.

Azaléia ameaça demitir em massa na sua última fábrica da Bahia, Itapetinga

A Vulcabrás/Azaléia ameaça demitir em massa na sua fábrica de Itapetinga, Bahia, porque não conseguiu chegar a um acordo sobre o reajuste salarial dos seus trabalhadores.
Essa é a última das fábricas que o grupo gaúcho instalou na Bahia, depois que foi embora do RS.

Segundo empregados da fábrica e sindicalistas, cartazes ameaçadores foram afixados no interior da fábrica, alertando que a empresa não pode pagar os salários propostos pelo sindicato, e que quem ficar a favor do movimento sindical é contra a fábrica, podendo ser demitido sumariamente.

A ameaça de fechar a unidade em Itapetinga também é permanente no ambiente da indústria, cuja venda está sendo negociada com a Adidas e um grupo de investidores internacionais, que já teriam deixado claro que o fechamento da Planta da Bahia é inevitável, o que deve ser consumado até meados de 2016.


O sindicato da categoria e os funcionários da Vulcabras/Azaleia continuam em campanha salarial.

Daniel Randon falará quarta na Federasul

Daniel Randon, presidente da caxiense Randon, falará quarta-feira ao meio dia no Tá na Mesa da Federasul.

Será interessante ouvi-lo sobre a travessia que fará seu grupo empresarial durante o recessivo governo Dilma Roussef.

Ponte de Laguna não será mais inaugurada em maio

Não será mais em maio a abertura da ponte de Laguna. que estarias com 98% das obras concluídas. O governo está sem dinheiro para garantir as obras dos 2% que faltam.

Governo Sartori desmilinguiu a AGDI

Passados quatro meses de governo, a AGDI, Agência Gaúcha de Desenvolvimento Industrial, continua sem um único diretor nomeado.

Na prática, a AGDI virou repartição da secretaria do Desenvolvimento

É como ficará.

Sem que a Fiergs tenha emitido um só mugido.

J. R. Guzzo, Veja de hoje: ‘Nós’ somos só isso

"Eles", a imensa maioria, não querem mais "nós" -


Há vários anos o Brasil se acostumou a ouvir do governo, das suas principais lideranças e dos chefes do seu partido que o país se divide em dois — “nós” e “eles”. Esse “nós” quer dizer, em resumo, o ex-presidente Lula, seus admiradores e os que mandam hoje na máquina do governo; segundo a visão oficial, representam todas as virtudes possíveis de encontrar na vida pública, e por isso são os únicos que têm o direito de governar. “Eles” são todos os demais, e principalmente quem não concorda com as atitudes e os atos do ex-presidente, do PT e do governo nestes últimos doze anos.
É uma maneira doente, em qualquer tipo de situação, de fazer política — não é assim que funciona uma democracia. Na situação de hoje, então, falar em “nós” e “eles” é um perigo. “Nós” quem, por gentileza? Faz parte desse “nós”, sem nenhuma possibilidade de dúvida, o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, que vinha ocupando seu cargo com o apoio total de Lula e do sacro colégio do partido — e o homem, santo Deus, acaba de ir para a cadeia. Nunca antes na história deste país foi tão melhor ser “eles”.
A prisão de Vaccari é um desastre a mais numa série que parece não ter fim. O tempo passa, o mundo gira e viemos todos, a folhas tantas, dar com a situação que se formou nas últimas semanas: quando Lula, o PT e o seu sistema de propaganda, forçados pela presença da população nas ruas, tiveram de olhar em  volta de si mesmos, acabaram vendo que “eles”, como dizem, são muito mais numerosos do que “nós”. É como se descobrissem, de repente, que sua conta está errada: “Mas será que ‘nós’ somos só isso?”. Sim, são só isso — mais Vaccari.
Na hora de colocarem gente na rua, constataram que as massas populares que imaginam comandar não existem no mundo dos fatos. Contam apenas com os subordinados a quem podem dar ordens, tirados como sempre do quadro de servidores da CUT, MST, UNE e outros grupos que só vão para a praça pública se os chefes mandarem. Vão em ônibus fretados e pagos com dinheiro público, não trabalham, precisam receber lanche e mesada em dinheiro, jogam pedra na polícia, metem o pé no vidro de carros, derrubam latas de lixo; não sabem fazer outra coisa.
Já o que chamam de “eles” fizeram em menos de um mês as maiores manifestações populares que o Brasil já viu desde a campanha pelas eleições diretas, trinta anos atrás. Vão para a rua por sua livre decisão e por sua própria conta; na segunda delas estiveram presentes em 500 cidades. Quem, então, é a maioria e quem é a minoria neste país? A conta para valer, na verdade, sempre foi esta. Francamente: dá para acreditar que invasores de imóveis, bandos de mascarados que destroem mudas de eucalipto e outros grupos marginais representam a maioria da população brasileira? É claro que não dá.
Já a maioria verdadeira, que agora aparece em peso em todos os cantos do país, mostrou mais uma vez que águas quietas podem ser muito fundas. Praticamente ninguém, há pouco mais de um mês, seria capaz de prever que um chamado feito por voluntários anônimos pudesse levar multidões à rua; imaginar que 200.000 pessoas, por exemplo, sairiam de casa para protestar contra o governo parecia um completo disparate.
Parecia, mas não foi — o que, entre tantas outras coisas, serve para recomendar um pouco mais de humildade a todos os que imaginam que a vida se resume às suas próprias certezas, a começar pelo governo. Suas Excelências se acostumaram a dizer que são os primeiros e únicos, em toda a história, a representar o povo brasileiro. Estão vendo agora que nem o governo Collor, descrito pelo PT como o pior de todos os tempos, conseguiu reunir tanta gente contra si.
Lula e o seu universo estão com um problema e tanto. O que a população está exigindo nas ruas é mais complicado que o “fora Dilma” — quer um país que funcione, e isso nem Lula, nem Dilma, nem Vaccari são capazes de entregar. Será que vão perceber que a sua corrente de transmissão continua a girar, mas não está transmitindo nada? A ver. Ao seu redor, por enquanto, fala-se em “vitória”, porque houve menos gente na segunda manifestação do que na primeira.
Imaginam, talvez, que quem foi no dia 15 março e não foi no 12 de abril se arrependeu e passou a apoiar o governo nesse meio-tempo. Dá o que pensar — com mais duas ou três vitórias dessas o PT não precisará se preocupar com nenhuma outra derrota. É a vida. Como diz José Saramago, a cegueira é um assunto particular entre as pessoas e os olhos com que nasceram. Não há nada que se possa fazer a esse respeito.