Greve geral nacional contra terceirização poderá parar transporte em Porto Alegre nesta quarta

Servidores públicos e empregados celitistas de estatais como Trensurb e Carris, querem promover greve geral nesta quarta-feira.

O movimento grevista é nacional.

Os sindicatos alegam lutar contra a aprovação da chamada lei da terceirização.

Diretoria do Banrisul mudará dia 16

Será dia 16 a posse da nova diretoria do Banrisul.

Petrobrás avalia vender 36,1% das ações que tem no Pólo Petroquímico de Triunfo

A Petrobras estuda vender sua participação na petroquímica Braskem, que no RS controla o Pólo Petroquímico de Triunfo. A operação é  parte do plano de desinvestimentos da ordem de 13,7 bilhões de dólares, afirmou uma fonte a par do assunto ao jornal Valor Econômico

A estatal tem 36,1% do capital total da petroquímica. A Odebrecht, controladora da petroquímica, tem preferência na compra da participação da Petrobras, o que pode não acontecer na prática, devido aos desdobramentos da Operação Lava Jato.


Após a notícia, as ações da Petrobras intensificaram ganhos na BMF&Bovespa. Por volta das 15h, as ações ordinárias da estatal (ON, com direito a voto) avançava 5,58%, enquanto as preferenciais (PN, sem direito a voto) tinha alta de 6,34%. O Ibovespa subia 0,76%, aos 54.214 pontos.

Você pode se surpreender, mas caiu a criminalidade no governo Sartori

Resultados principais de crimes no primeiro trimestre do governo Sartori, segundo dados de hoje da secretaria da Segurança:

Quedas
Latrocínio (roubo seguido de assassinato); menos 46,3%
Extoprção mediante sequestro: menos 62,5%
}Estelionato: menos 23,2%
Homicídios: menos 9,.1%

Altas
Roubos de veículos (pela força): 23,1%
Outras formas de roubos (pela força): 24%

A secretaria da Segurança informou que mudou a estratégia de comghate ao crime, já que concentrou ações nas 129 cidades onde 80% dos crimes acontecem, fazendo repressão e prevenção mais decididas.

Morreu Roberto, o filho do general e ex-presidente Garrastazu Médici

Morreu o professor Roberto Médici, um dos dois filhos do ex-presidente Garrastazu Médici, gaúcho de Bagé.

O general foi um dos presidentes militares eleitos pelo arremedo de Congresso que funcionou durante a ditadura.

Além de Roberto, o ex-presidente teve outro filho, Sérgio.

CLIQUE AQUI para examinar depoimento de Roberto sobre os anos de chumbo e o governo do seu pai, do qual foi íntimo colaborador.


Mercado continua prevendo recessão de 1%, mas projeta inflação melhor para este ano (8,13%).

Pela primeira vez após 14 semanas, a pesquisa Focus do Banco Central publicada nesta segunda-feira mostrou que a projeção para o IPCA ao final de 2015 caiu a 8,13%, contra 8,20 por cento no levantamento anterior.

Em relação ao PIB, a projeção para este ano continua sendo de uma contração de 1,01%.


Líder do PSDB defende o impeachment de Dilma.

Líder da oposição na Câmara, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) defende que o partido avance na formalização de um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff:

- Chegamos ao limite de uma insatisfação clara e expressiva que deve ser construída, de forma legítima e dentro das regras constitucionais, em forma de um pedido de impeachment da presidente Dilma.

OP parlamentar afirma estar confiante de que o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, "ouvirá de um conjunto muito expressivo da bancada federal que está na hora e o partido tem de avançar para formalizar um pedido de afastamento da presidente.


Análise - O fim da presidente Dilma Roussef.

CLIQUE AQUI para ver, ouvir e analisar a exposição completa, em video especial.A análise é aterrorizante, mas consistente.

Na carta que mandou hoje aos seus clientes, a consultora Empiricus informa que a crise chegou no mercado de trabalho.

Leia tudo:

Ruiu o último pilar a que se agarrava o governo Dilma.
A taxa de desemprego pulou de 6,8% para 7,4% no trimestre encerrado em fevereiro.
Após contaminar todos os segmentos e indicadores da economia, que voltaram a níveis de 10 a 20 anos atrás, a crise adentra o seu estágio de MAIOR IMPACTO SOCIAL.
Temos apenas uma saída: toda a esperança está depositada no ajuste fiscal.
Mas, na prática, o ajuste simplesmente ainda NÃO EXISTE. (veja aqui o porquê)
A rejeição da presidente atingiu nível visto somente no impeachment de Collor.
Em meio a uma reforma ministerial velada, iniciada com menos de três meses de mandato, Dilma já não é mais quem governa o País. A economia está nas mãos de Joaquim Levy. A política, de Michel Temer.
O que sobra?


Sartori aplica e investe 14% mais recursos públicos na saúde pública estadual. Foram R$ 500 milhões nos primeiros 100 dias.

O secretário João Gabardo (foto ao lado) disse ao editor nesta segunda-feira que cada centavo poupado representa dinheiro de igual valor aplicado e investido na saúde pública. "Só nesses 100 dias, o governo economizou mais de R$ 25 milhões", disse o secretário da Saúde ao editor. 

Apesar da herança maldita que recebeu do governo Tarso Genro, PT, e apesar dos cortes de gastos e investimentos produzidos pelo atual ajuste fiscal do governo, a área da saúde pública estadual não apenas preservou o total de recursos previstos, como conseguiu ultrapassar em até 14% o total contabilizado no ano passado para o mesmo período.

Nos 100 primeiros dias do atual governo, foram R$ 500 milhões. 

Aos municípios e hospitais o Governo Sartori repassou pagamentos contraídos no seu período, totalizando R$ 416 milhões. Comparando com o que o Tarso aplicou no mesmo período, os investimentos atuais são 26% maiores. 

Também foram economizados mais de 24% no custeio da máquina pública.


Competence apresenta Itajaí, o maior PIB de Santa Catarina.

A agência gaúcha Competence acaba de produzir forte campanha publicitária para "vender" o porto catarinense de Itajaí.

Pouca gtente sabe que o município detém o maior PIB do Estado, maior do que os de Joinveille, Florianópolis e Blumenau.

O prefeito Jandir Belini, que ocupa o cargo pela terceira vez, movimenta orçamento de R$ 1,2 bilhão por ano, o dobro de municípios gaúchos tão importantes quanto Gravataí ou São Leopoldo.

O município fica a apenas 45 minutos de Blumenau, uma hora de Joinville e a duas horas de Florianópolis. Ele abriga a foz do rio Itajaí, o mais importante de todo o Vale que leva o messmo nome.

CLIQUE AQUI para examinar o filme preparado pela agência gaúcha e que mostras melhor o potencial econômico de Itajaí.


Veja como "evoluiu" a proteção aos menores infratores no Brasil

CLIQUE na imagem ao lado para ampliar e examinar como é tratado o menor infrator em todo o mundo.

Enquanto no mundo civilizado diminuiu a idade da imputabilidade penal – no
Brasil aumentou. Conheça a legislação desde o Império, até a Constituição de
1988 quando foi ‘blindada’ pela 'cláusula pétrea'.

CP do Império do Brasil de 1831:
“Art. 10. Tambem não se  julgarão criminosos:
§1.º Os menores de quatorze annos.”

Código Penal de 1890:
 “Art. 27. Não são criminosos:
§1.º Os menores de 9 annos completos;
§2.º Os maiores de nove e menores de 14, que obrarem sem discernimento;”

Consolidação das Leis Penais – 1932:
“Art. 27. Não são criminosos:
§1.º - os menores de 14 annos;”

CP de 1940:
 “Menores de 18 anos

Art. 23 – Os menores de 18 anos são penalmente irresponsáveis, ficando
sujeitos às normas estabelecidas na legislação especial.”

CP de 1969:
“Menores
Art. 33 – O menor de dezoito anos é inimputável.
Art. 34 – Os menores de dezoito anos ficam sujeitos às medidas educativas,
curativas ou disciplinares determinadas em leis especiais.”

Constituição “Cidadã” de 1988:
 “Art. 228. São penalmente inimputáveis os menores de dezoito anos, sujeitos
às normas da legislação especial.”
Resumindo:  no Brasil o adolescente comete apenas ato infracional, mesmo
praticando com extrema violência e crueldade, homicídio, latrocínio,
estupro; não importa, também se possui personalidade psicopática e propensão
à reincidência, como proteção à sociedade – temos as 'medidas socieducativas
para ressocialização do adolescente infrator que, em nenhuma hipótese,
excederá a três anos. (“Art. 121. A internação constitui medida privativa da
liberdade, sujeita aos princípios de brevidade, excepcionalidade e respeito
à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. ... § 3º Em nenhuma
hipótese o período máximo de internação excederá a três anos.”)

Confira o "Mapa" da imputabilidade.


Opinião do editor - Compulsão petista.

Os petistas compulsivos não fazem quase mais nada desde que assumiram o governo há 12 anos, além de roubar. É que eles são petistas, mesmo ocultos, em tempo integral.

A blitz da Balada Segura flagrou Maria do Rosário sem os documentos do carro, na madrugada de sábado. A deputada passou no teste do bafômetro, admitiu que o carro deveria ser recolhido, como manda a lei, e voltou para casa de carona.

Ninguém foi mais malhado na internet no fim de semana do que Maria do Rosário. Ela já é alvo dos seus adversários desde que foi flagrada ao encontrar seu ex-cunhado em situação constrangedora, exatamente numa blitz que realizava em Porto Alegre contra a pedofilia. De lá para cá, seus críticos não param de reverberar as crises politicamente histéricas que proporciona fora e dentro do governo e do legislativo.

Ela não é alvo apenas do Bolsonaro, dos homofóbicos, dos que defendem prisão perpétua para adolescentes infratores, mas também dos democratas que não querem saber de proteger os ladrões do seu Partido, o PT, sobre os quais ela nada fala.

Agora, imagine, passar o tempo todo dando uma de Catão e sendo compassiva com os ladrões do Mensalão e do Petrolão, justamente líderes e fundadores do PT. É o fim do mundo.

Nenhum homem do PT leva tanta bordoada, porque certamente não merece.

Os petistas que a defendem, mesmo os que se escondem na obscuridade de jornais sob investigação por malfeitos no Carf, podem ser muito obsessivos. 

Há petistas compulsivos. Não fazem quase mais nada desde que foram com Lula para polpudos cargos públicos. Eles, agora, são poucos, mas são petistas em tempo integral, sobretudo se são assalariados dos cofres públicos ou privados. Você conhece uma dessas figuras que abandonaram tudo e, sem outra alternativa, entregaram-se à dependência do petismo nos seus jornais.

Alguns já tentaram largar ou largaram o vício, inconformados com a roubalheira, a incompetência e o autoritarismo. Eles não sucumbem a recaídas Estão curados para sempre.

O PT tornou-se vulnerável muito antes do mensalão.

Mas o mais fétido lulismo ocupou o lugar do petismo, prosperou entre os pobres desavisados e carentes,  e salvou o PT, apesar de ser o condutor real da gangue do mensalão e de outros desatinos cometidos em nome da governabilidade. Com 12 anos de poder, o PT senta-se ao lado da rafuagem da política e é aplaudido pelos seus fanáticos seguidores.

Para o petismo, como não há alternativa confiável, já que está no DNA do Partido o assalto aos cofres públicos, típico dos lúmpens da esquerda indolente e incompetente, depois de finalmente denunciada como flagelo do diabo, a saída é ser apenas petista, mesmo que disfarçado de jornalista ou assemelhado. O petismo repetitivo é a ladainha mais chata do Brasil. Parentes, colegas, amigos, vizinhos não aguentam mais. Nem os comunistas de verdade eram tão chatos.

A toada petista ainda existente em jornais,  é o sertanejo universitário da política. Se o PT já se extinguiu, como dizem, por que então ser tão bravamente petista? É a síndrome do escorpião. Gente que ainda acha que Dilma não sabia de nada, uma virgem lápida raptada pelo centauro, pelo menos desde que assaltou os cofres do ex-governador Ademar de Barros. É triste reduzir a vida ao petismo neste crepúsculo do lulismo.

Dá saudade dos antigos comunistas.


Recado à oposição: Se deixar o PT respirar, ele não sai mais do poder.

O historiador Marco Antonio Villa e os jornalistas Carlos Graieb, Augusto Nunes, Ricardo Setti e Joice Hasselmann comentaram ontem à noite na TV Veja os protestos pelo Brasil.

Em debate, o papel da oposição diante dos anseios externados nas ruas e o balanço desta nova manifestação, logo depois que o governo Dilma completa 100 dias do novo mandato. 

A constatação do debate é a seguinte:

- Se deixar o PT respirar, ele não sai mais do poder.

CLIQUE AQUI para ver e ouvir.


QGI e Petrobrás negociam retomada das obras das plataformas P-75 e P-77 em Rio Grande

É iminente o reacerto entre Petrobrás e QGI para a retomada das obras de montagem e integração dos módulos das plataformas de petróleo P-75 e P-77 em Rio Grande.

O consório QGI Brasil, que adminsitra o estaleiro da antiga Quip, desistiu dos contratos há dois meses, inconformada com a negativa da estatal em renegociar aditivos. O contrato é de US$ 1,6 bilhão.

Caso o acerto ocorra, serão contratados 4 mil trabalhadores.

- Na região, 7 mil trabalhadores especializados na indústria naval estão ociosos, mas além da QGI, Ecovix e EBR prometem contratar outros 2 mil. 


Movimento Brasil Livre organiza Marcha sobre Brasília, 20 de maio

O Movimento Brasil Livre está organizando uma marcha até Brasília, em 20 de maio. O site é http://www.marchapelaliberdade.com

Conheça, aqui, as fraudes do Estaleiro Rio Grande. Contrato investigado foi assinado por Dilma.

Nesta reportagem da revista IstoÉ que já circula, intitulada "No rastro do estaleiro", fica claro que 
oposição e TCU querem investigar os desdobramentos do contrato assinado por Dilma. A reportgem de Claudio Dantas Sequeira revela novo documento sobre as fraudes no Estaleiro Rio Grande

O Estaleiro Rio Grande foi instalado e opera no município gaúcho de Rio Grande.

Leia a reportagem:

As investigações sobre a participação do Estaleiro Rio Grande no escândalo do Petrolão ganharam uma nova dimensão na última semana. Depois de ISTOÉ revelar que a presidente Dilma Rousseff assinou como testemunha o contrato para o início das obras que deram início ao estaleiro, tanto a oposição como o Ministério Público e o Tribunal de Contas da União passaram a se empenhar para esmiuçar todos os detalhes que cercam o estaleiro e seus inúmeros contratos. Na semana passada, além do documento assinado por Dilma e pelo ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, hoje preso pela Polícia Federal, a reportagem de ISTOÉ trouxe o depoimento de um ex-funcionário da Petrobras que, sob o compromisso de ter a identidade preservada, contou as falcatruas feitas em todos os negócios envolvendo o estaleiro. Agora, novos documentos obtidos por ISTOÉ revelam como foram feitos de forma irregular aditivos milionários que permitiram um desvio de aproximadamente R$ 500 milhões.

O primeiro aditivo de R$ 150 milhões feito ao contrato assinado por Dilma foi aprovado pelo ex-gerente de Engenharia da Petrobras Pedro Barusco. Réu confesso na Lava Jato, Barusco foi quem afirmou aos procuradores que, dos R$ 100 milhões desviados do contrato do Estaleiro com a Engevix para construção de navios-sonda, R$ 40 milhões foram parar nos cofres do PT. Nos novos documentos aos quais ISTOÉ teve acesso chama a atenção uma análise jurídica da Petrobras a respeito do aditivo. O relatório mostra que a equipe da Petrobras fez ressalvas à ausência “de uma definição precisa quanto aos motivos que justificariam esse acréscimo”. Ainda segundo o relatório, “tal indefinição poderia suscitar questionamentos dos órgãos de controle de que a pretendida alteração estaria tornando os contratos de fornecimento mais vantajosos para a WTorre, em ofensa aos princípios da licitação, com uma espécie de adiantamento de valores que ainda não se sabem serem devidos”. O documento foi assinado pelo gerente jurídico de Serviços Luiz Carlos Delfim, a gerente jurídica de Engenharia Mariana Fernandes da Silva, e pelos advogados Pedro Henrique Sellmann e Daniele Varanda.

Para o procurador junto ao TCU Marinus Marsico, o aditivo aprovado por Barusco é “equivalente a um cheque em branco”. “Precisamos averiguar se essa contratação foi econômica, eficiente e se seguiu os parâmetros legais”, disse à ISTOÉ. Orçada originalmente em R$ 223 milhões e ampliada um ano depois para R$ 440 milhões, a construção de um estaleiro para fabricar plataformas semi-submersíveis (SS) e navios-sonda (FPSO) ultrapassou os R$ 840 milhões. O processo licitatório foi terceirizado pela Petrobras à corretora Rio Bravo DTVM, que depois passou à condição de gestora de um fundo imobiliário criado para captar no mercado os recursos para a construção. Segundo um ex-funcionário, a aprovação dos aditivos foi feita por pressão política de “caciques do PT”

Marsico, do TCU, questiona a terceirização da licitação, cujo resultado foi o contrato assinado por Dilma, e a grande diferença entre o custo original do contrato e o valor pago ao final. “Esse contrato com o Estaleiro Rio Grande não vai escapar ao crivo do Tribunal”, avisa. Na semana passada, em nota encaminhada à reportagem, a Rio Bravo, gestora do fundo imobiliário, afirmou que todas as operações financeiras foram concretizadas e aprovadas pela Petrobras, dona de 99% das cotas do fundo e de 100% dos direitos econômicos.


Na última semana, PSDB e DEM prepararam requerimentos de convocação dos envolvidos e solicitação de toda a documentação da obra. “A CPI tem que abrir uma linha de investigação exclusiva para ver até onde vai a responsabilidade de Dilma”, disse à ISTOÉ o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP). Para o deputado, a assinatura da então ministra da Casa Civil seria “uma sinalização” a integrantes do esquema do Petrolão “de que ali estava um negócio do interesse do partido”. O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado, lembrou que o nome de Dilma já foi citado 11 vezes em depoimentos dos delatores da Lava Jato. Para ele, a assinatura de Dilma no contrato do estaleiro “não faz nenhum sentido republicano”.

PTB continua interessado em incorporar o DEM

O PTB avisou neste final de semana que não desistiu de incorporar o DEM, mas apenas adiou o negócio.

O caso ficou para o segundo semestre.

Caso feche com o DEM, o PTB irá para a oposição.

É o que diz o Partido.

PP gaúcho falha na tentativa de disputar o comando contaminado do Partido

Falhou a tentativa do PP gaúcho de articular chapa de oposição para a convenção de amanhã do PP. Ela reelegerá o atual comando nacional, contaminado até a medula pelo Mensalão e pelo Petrolão.

Cachoeira do Sul encara com pesar o envolvimento de outra personalidade local no Lava Jato

O município gaúcho de Cachoeira do Sul está consternado com o envolvimento de outro dos seus filhos na Operação Lava Jato.

Depois do deputado Zé Otávio, chegou a vez do festejado publicitário Ricardo Hoffmann.

Conheça melhor os negócios da agência BorghiLowe

A BorghiLowe, envolvida na semana passada no escândalo da Lava Jato, já que seu ex-vice-prsidente em Brasilia, Ricardo Hoffmann, rsultou preso na Operação "A Origem",  é uma das maiores agências de publicidade do Brasil. Ela ocupa a quarta colocação em ranking que leva em conta o investimento publicitário dos anunciantes atendidos por cada agência. De acordo com a pesquisa, que foi divulgada pelo Ibope em dezembro, os clientes da BorghiLowe movimentaram R$ 3,2 bilhões em 2014.

Entre as principais contas da empresa, estão Caixa Econômica Federal, Petrobras Distribuidora, BNDES, Unilever, Subway e Fast Shop. Além do faturamento alto, a agência também é premiada: ano passado, três de suas campanhas ficaram em terceiro lugar no Festival de Cannes, o mais conhecido do mundo no setor.


Sediada em São Paulo e com escritórios no Rio de Janeiro e em Brasília, a BorghiLowe tem, hoje, mais de cem funcionários. O presidente do grupo, José Henrique Borghi, entrou no último mês na lista dos 20 publicitários mais influentes da revista “GQ".

Ricardo Hoffmann foi demitido da agência quando os primeiros rumores sobre o caso começaram a circular em Brasília, em dezembro. 

O Globo conta como foram os encontros secretos de Alexandrino, Odebrecht/Braskem, com Youssef

Ao jornal O Globo desta segunda-feira, o diretor da Odebrecht, Alexandrino Alencar, relutou muito ao falar sobre suas relações com o doleiro Youssef e com Lula, conforme narram os repórteres que falaram com ele.

Youssef disse que marcava encontros com Alencar por telefone. O número do diretor da Odebrecht consta da lista de ligações realizadas ou recebidas por um dos aparelhos de Youssef, conforme relatório sigiloso da empresa Blackberry, enviado aos investigadores da Lava-Jato e localizado pelo GLOBO.

Leia a reportagem:

Funcionário do doleiro e também delator, Rafael Angulo disse ao Ministério Público ter se reunido com Alencar na sede da Odebrecht, em São Paulo, para lhe fornecer o número de contas bancárias no exterior que deveriam ser usadas para depósitos. Também aparecia para recolher comprovantes de pagamentos realizados.
Ao depor, Costa confirmou o pagamento de propina pela Braskem, mas negou que tenha discutido a parte que cabia ao PP com a empresa, limitando-se “à parte da propina que cabia ao próprio depoente”.
Por meio da assessoria da Odebrecht, O GLOBO perguntou a Alexandrino Alencar se conhecia o doleiro Alberto Youssef e qual era seu posicionamento sobre as acusações feitas por ele, no âmbito da Operação Lava-Jato. O diretor negou o que chamou de “alegações caluniosas feitas por réu confesso” e preferiu não responder se conhecia Youssef.
Quando O GLOBO informou à assessoria da Odebrecht que o número do diretor constava de relatório da Blackberry em posse dos investigadores da Lava-Jato, Alencar mudou o posicionamento e disse ter conhecido o doleiro “por intermédio de José Janene”, na condição de assessor do deputado, que morreu em 2010.
Perguntado sobre o motivo do contato telefônico que teve com o doleiro, mesmo depois de Janene já ter falecido, Alencar respondeu lacônico: “agendamento de reunião”.
Sobre a viagem de janeiro de 2013, a Odebrecht informou que Alencar teria acompanhado o ex-presidente apenas no trecho que incluiu a República Dominicana e Cuba, onde a empresa construiu o Porto de Mariel. Segundo a assessoria, o dirigente não teria acompanhado o ex-presidente na viagem ao Estados Unidos, apesar do trecho também ter sido pago pela construtora.
O GLOBO perguntou a Alexandrino Alencar sobre a relação dele com o ex-presidente Lula. O dirigente afirmou que “conhece o ex-presidente Lula e sempre teve com ele uma relação de cordialidade e respeito”.
Por meio de nota, a Braskem, que é controlada pela Odebrecht, negou que tivesse pagado propina ao PP e a Paulo Roberto Costa para obter vantagens em compras da estatal. “Todos os contratos e os pagamentos seguiram os preceitos legais e foram aprovados de forma transparente, de acordo com as mais rigorosas regras de governança corporativa”, disse a empresa, que completou, na nota: “Além disso, é importante ressaltar que os preços praticados pela Petrobras na venda de matérias-primas nunca favoreceram a Braskem e sempre estiveram atrelados às referências internacionais mais caras do mundo, com notórios efeitos negativos para a competitividade da Braskem e da petroquímica nacional”.

Alexandrino Alencar, diretor da Odebrecht pagou ‘voo sigiloso’ de Lula para Cuba em 2013

Na foto, Alexandrino em viagem de férias.


Nesta reportagem de Thiago Herdy, fica claro que Alexandrino Alencar, que fez parte da comitiva, é citado por delatores da Lava-Jato como operador de propinas. Alencar é velho conhecido dos gaúchos, porque tem respondido pelas relações institucionais da Odebrecht e da própria Braskem junto a governos, políticos, empresários, jornalistas e publicitários do RS. Ele tem sido "bom amigo" de gente da mídia.

Na Operação Lava-Jato, Alencar é o dirigente da Odebrecht acusado por três delatores de ser operador de pagamento de propinas para a empresa no exterior.

Leia tudo:

O atual diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Alexandrino Alencar, levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um périplo por Cuba, República Dominicana e Estados Unidos, em janeiro de 2013. A viagem foi paga pela construtora e, oficialmente, não tinha relação com atividades da empresa nesses países.Lula foi a um evento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre o clima, visitou o presidente da República Dominicana e falou no congresso de trabalhadores da indústria nos EUA. Na Operação Lava-Jato, Alencar é o dirigente da Odebrecht acusado por três delatores de ser operador de pagamento de propinas para a empresa no exterior.
A relação oficial de passageiros do voo, obtida pelo GLOBO, mostra que ele era o único que não fazia parte do círculo de convivência de Lula. Estavam na aeronave funcionários do Instituto Lula, o biógrafo Fernando Morais e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques.
O documento de solicitação do serviço, da Líder Táxi Aéreo, mostra também que o contratante exigiu discrição. No campo “passageiro principal” do formulário, o funcionário da Líder escreveu: “voo completamente sigiloso”. Procurada, a Líder não comentou o motivo do registro.
Para evitar que fosse vinculada ao fretamento, a Odebrecht usou uma de suas parceiras para pagar a despesa: a DAG Construtora, da Bahia. O dono da empresa, Dermeval Gusmão, primeiro negou ter pagado pelo voo. Anteontem à noite, ligou para informar que localizou um pagamento de R$ 435 mil à Líder e disse que um de seus diretores pode ter feito isso a pedido da Odebrecht.
Alencar já havia sido convidado por Lula para acompanhá-lo em comitiva do governo brasileiro à África, em 2011, quando ele já não era mais presidente. Na época, o pedido causou constrangimento ao Itamaraty, porque o diretor não trabalhava no governo nem tinha relação direta com atividades do ex-presidente.
No mesmo ano, a Odebrecht pagou para que Lula viajasse à Venezuela, também na companhia de Alencar, segundo a revista “Época”. Alencar foi um dos principais interlocutores para viabilizar a construção do estádio Itaquerão, antigo sonho de Lula, segundo o livro de memórias do ex-presidente do Corinthians Andrés Sanchez.
O primeiro delator a citar o nome do diretor da Odebrecht na Lava-Jato foi o doleiro Alberto Youssef. Ele disse que a Braskem, do grupo Odebrecht, obteve vantagens na compra de insumos da Petrobras, graças a uma renegociação de preços conduzidas na estatal pelo então diretor Paulo Roberto Costa. Em troca, a Braskem teria aceitado pagar US$ 5 milhões em propinas, a serem divididos entre dirigentes do PP e Costa, com intermediação de Youssef.
O doleiro mencionou o local onde se reunia com o diretor da Petrobras e Alencar: nos hotéis Hyatt e Tivoli, em São Paulo, entre 2006 e 2012. Segundo os depoimentos, a construtora depositava os valores em contas fora do país; os recursos eram internalizados em operações de fachada.


Jardel confirma que se rebelou porque era refém do PSD e de Danrlei

A coletiva do deputado do PSD não esclareceu nada, a não ser que Jardel sentia-se sequestrado politicamente pelo próprio pessoal que nomeou para seu gabinete. Ele não disse quem enfiou-os goela abaixo e nem por que razão ficou calado e sem ação durante tanto tempo. Jardel também não esclareceu o que irá fazer e o que acontecerá com suas relações com o PSD. O episódio todo é muito escabroso. 

O deputado estadual Mário Jardel (PSD) admitiu neste sábado ao jornal Correio do Povo, Porto Alegre, que dissolveu seu gabinete na Assembleia Legislativa porque não tinha controle do mandato. Jardel deu uma entrevista coletiva  para, segundo ele, “apresentar uma justificativa para a sociedade gaúcha”. Ele ausentou-se do trabalho no início da semana passada, com atestado médico de depressão, demitiu 17 de seus 21 assessores, e ficou incomunicável desde então.

Leia a reportagem de hoje do jornal:

Acompanhado pelo presidente municipal da sigla, Nelcir Tessaro, o ex-jogador de futebol também disse que herdou os ex-assessores da campanha eleitoral que foi gerenciada pelo PSD e pelo deputado Danrlei de Deus. Jardel afirmou que foi refém político do grupo e não concordava com a forma como trabalhavam os assessores, mas evitou dar detalhes sobre quais eram os objetos de sua discordância. 

O que ele disse:

- Eu não mandava no meu gabinete. As pessoas que estavam na minha campanha, do próprio partido, vieram para o gabinete. Eu estava na política e eu vi que não era do jeito que deveria ser, por isso tomei essa decisão. Não quero entrar em detalhes. Foi tudo muito constrangedor. 

Antes do encontro com veículos de imprensa, que ocorreu à tarde, Jardel teve reunião com o presidente estadual, vice-governador do estado José Cairoli.

Sobre a confusão envolvendo demissões, contratação de gente para gerenciar crise, novas dispensas e recontratação de alguns dos assessores, Jardel limitou-se a dizer que precisava mudar e não confiava nos que foram demitidos. “Como patrão, tenho esse direito. Os quatro que ficaram são meus fieis escudeiros. O Roger, o Demétrio, o Walmir, o Edu... Não é Edu, é Ricardo”, se confundiu.

Acerca do rompimento de relação, anunciado publicamente pelo deputado federal e ex-companheiro de profissão, Danrley Hinterholz (PSD), Jardel garantiu que não há reciprocidade de sua parte sobre a ruptura política e pessoal. “Somos amigos. Meu gabinete está de portas abertas para ele”, declarou. O deputado também assegurou que apresentará projetos nos próximos dias e que se prepara para fazer o primeiro discurso de seu mandato na tribuna da Assembleia.


Já Tessaro preferiu minimizar a má atuação dos ex-assessores alegada pelo deputado do PSD, também evitando entrar em detalhes sobre os motivos do desagrado de Jardel. O dirigente municipal do PSD e secretário de Defesa Civil da Prefeitura de Porto Alegre qualificou os objetos do desacerto, entre o parlamentar e 17 membros do partido, como "questões administrativas". "Não tem crise. São pessoas do partido e vão ficar no partido”, comentou.

Datafolha conta quem foi e o que queriam os manifestantes que ocuparam ontem as ruas de São Paulo

O Instituto Datafolha saiu às ruas de São Paulo, ontem, para contar o número de manifestantes e traçar um perfil dos que protestaram.

De novo houve flagrante diferença entre os números encontratos pelo instituto (100 ml), a Polícia Militar (275 mil) e os organizadores (800 mil), mas as imagens mostradas pela TV, que tomou cenas de helicóptero, permitem supor que pelo menos meio milhão de pessoas foram para as ruas em São Paulo.

Datafolha revelou na pesquisa que 70% dos manifestantes foram para as ruas protestar contra a corrupção e que sabem que ela tem como epicentro os governos do PT, Lula e Dilma. Segundo a pesquisa, o "Fora Dilma" não foi a razão principal que motivou os protestos.

Ao lado, ilustração e tabelas com os resultados da pesquisa feita ontem a tarde em São Paulo, permite identificar com bastante clareza as motivações e os perfis dos manifestantes.

É possível supor que perfis parecidos tenham sido a regra comum nos atos públicos levados a efeito em 24 Estados.


Começa hoje, Porto Alegre, o 28o Fórum da Liberdade

O Fórum da Liberdade debaterá neste ano os caminhos da liberdade, tema da 28ª edição, que começa nesta segunda-feira no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Estado (PUCRS). Promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), o encontro reúne 23 painelistas.

Inorme-se mais:
O que: 28º Fórum da Liberdade
Quando: segunda e terça-feira
Onde: Centro de Eventos da PUCRS, na Av. Ipiranga, 6.681, prédio 41, em Porto Alegre
Ingressos: R$ 60 para estudantes, R$ 120 para profissionais e R$ 450 para executivos
Inscrições: a possibilidade de fazer inscrições online foi encerrada. Agora, só podem ser feitas no local do evento
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Ataques a Eduardo Cunha são orquestrados

Somente quem não entende nada de política e considera que a emergência dos black blocs não se deu nos porões do Palácio do Planalto, pode acreditar que as manifestações de hostilidade ao presidente da Câmara são acontecimentos do mais puro acaso.,

Ele foi apupado e até impedido de falar em São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, João Pessoa e Natal, nos trabalhos da Câmara Itinerante.

Não foram apenas grupos de dissidentes sociais renegados e arruaceiros

É coisa organizada, mudando apenas os personagens.

A Polícia não investiga, não prende e não identifica ninguém.

Saiba por que não dá para esperar por 2018

Neste artigo "Não dá para esperar por 2018", o jornalista Carlos Chagas analisa a última etapa da Operação Lava Jato, a de sexta-feira, intitulada "A Origem", na qual foram presos três ex-deputados da base aliada, com ênfase para o ex-dirigente petista André Vargas.

Acompanhe o raciocínio do jornalista:

Confirma-se, por mais uma etapa da Operação Lava Jato, a extensão da roubalheira que assola o governo. Agora são a Caixa Econômica e o ministério da Saúde acusados de manipular contratos de falsa prestação de serviços em benefício de deputados e empresas afins. Dentro de pouco tempo não sobrará mais nenhuma instituição pública que não tenha sido atingida pela corrupção. Do mensalão ao petrolão, às hidrelétricas, ferrovias, rodovias, refinarias e demais atividades do poder público, a sujeira é uma só. Sem esquecer a Receita Federal. Dilma não sabia de nada. Nem o Lula, antes.
Vamos confiar em que não sabiam mesmo. De que planeta, então, governavam o país? Com que auxiliares trabalhavam, não se podendo omitir a participação de muitos deles na lambança?
Não dá para imaginar que continuaremos assim por mais quatro anos, com a Polícia Federal diariamente elucidando malfeitos e prendendo malfeitores de alta e de baixa estirpe. Incrustados no governo, é grande o número de políticos e de empresários que já estão e mais irão parar na cadeia. Louve-se a ação de policiais, procuradores e juízes encarregados de investigar e punir, mas as indagações vão mais fundo: como tudo pode acontecer nessas proporções olímpicas? A quem debitar a responsabilidade maior? Fazer o quê?
Esperar as eleições gerais de 2018, positivamente, não é solução. Antecipá-las será inconstitucional, além de perigoso. Acreditar que da noite para o dia bandidos se transformem em anjos, também não. Quem quiser que opine, mas por muito menos Fernando Collor foi defenestrado.

Entenda como o governo engana e empobrece o povo ao maquiar as contas públicas

O texto a seguir é do economista gaúcho Alfredo Peringer. E vai na íntegra. O autor revela que auditoria feita pelo Ministério Público no âmbito do TCU, aponta para a postergação de bilhões em gastos governamentais, a fim de maquiar o ajuste fiscal e passar por cima da lei orçamentária.

Leia tudo:

É como se as donas de casa fizessem um fausto rancho no início do ano, mas tivessem o poder de transferir as despesas para o ano seguinte. 

Além desse odioso artifício, o governo vem usando um dos meios fraudulentos mais deletérios do mundo: o uso da emissão de dinheiro inflacionário (dinheiro falso!) em valores também bilionários. 

Trata-se da mais perversa artimanha governamental, devido ao seu efeito deletério no sistema de preços.  Em março de 2015, o meio usado por essa forma de taxação alcançou 7,9% de todo o dinheiro em circulação, valor equivalente, em 12 meses, a R$ 19 bilhões que, pelo efeito multiplicativo da moeda, pode alcançar mais de R$ 450 bilhões, uma vez que a moeda gira em torno de 24 vezes em termos de PIB. Mas o seu maior efeito deletério é causado no sistema de preços da economia. Ele é a causa de muito incêndio de ônibus pelo Brasil afora, praticados pela população leiga que pensa que a alta das passagens é causada pelo donos dos veículos, quando ela se encontra dentro do banco central brasileiro, comandado pelos seus dois grandes burocratas-mor,  Joaquim Levy e Alexandre Tombini. 

De fato, a população não tem culpa de desconhecer a origem inflacionária. Mas a mídia tem.

Os jornalistas deveriam ser proibidos de exercer a profissão sem conhecer profundamente o funcionamento dos meandros monetários. Se conhecessem, estariam prestando um gigantesco trabalho econômico e social,  principalmente para a camada mais pobre da população a que, relativamente, mais sofre com os erros governamentais. 

CLIQUE AQUI para saber mais sobre as pedaladas fiscais. A reportagem é do jornal O Globo.