Aécio e Ana Amélia lotam o Gigantinho. Aécio diz que fará a renegociação da dívida do RS.

Aécio fez campanha ao lado da senadora Ana Amélia Lemos (PP), candidata ao governo gaúcho. O vice na chapa dela, Cassiá Carpes (SD), criticou Dilma: “A presidente não tem coragem de fazer o que o Aécio fez aqui. Ela tem vergonha de andar no meio do povo, mas anda junto no meio desses ladrões do povo. É por isso que nós acreditamos em Aécio, em uma expectativa nova de poder e, principalmente, de uma nova oportunidade para o trabalhador brasileiro, que ouviu muitas promessas do PT não cumpridas”.

O candidato a presidência pelo PSDB, Aécio Neves, respondeu o seguinte ao ser questionado sobre sua tática no Rio Grande do Sul, durante visita a Porto Alegre na tarde de sábado, o tucano sorriu, abraçou a aliada e respondeu, apontando para Ana Amélia Lemos:

– Olha a minha estratégia aqui 

. Na coletiva para a imprensa, as 15h, Aécio disse que 'a renegociação da dívida dos Estados é necessária",

. Em relação a dívida dos estados com a União, o presidenciável afirmou não acreditar na aprovação do projeto de renegociação até o final do ano porque "o governo não é confiável".

. Depois da coletiva,  Aécio e Ana Amélia foram de carro até a Avenida Beira-Rio, onde encontraram militantes em caminhada e seguiram para o Ginásio Gigantinho num trio elétrico, onde participam de seu primeiro comício juntos no Rio Grande do Sul.

. A coligação PP-SDD-PSDB conseguiu lotar o Gigantinho, no maior ato público da atual campanha eleitoral do RS. 

Artigo, Luis Milman - Israel e o antissemitismo

O fascínio exercido pelo antissemitismo na mentalidade esquerdista é tamanho que dele decorrem a grotesca subversão fática e a construção de narrativas aterrorizantes sobre Israel e os judeus. Qualquer pessoa com a mente não contaminada pelo marxismo manco ou anarquismo de almanaque – que hoje operam como esteios ideológicos para o antissionismo - é capaz de perceber, na grande imprensa, as formas intencionalmente mentirosas, por meio das quais são oferecidas ao público as notícias sobre as ações políticas e militares israelenses. E para os que não se dão conta da flagrante campanha de deslegitimização do Estado de Israel, que a mídia promove sistematicamente, basta constatar trivialidades que passam despercebidas quando enunciadas por apresentadores, repórteres, comentaristas e colunistas de uma Rede Globo, de uma Folha de São Paulo ou de uma Zero Hora, para ficarmos apenas com alguns casos domésticos.
Somente um estado controlado por trogloditas sanguinários, a cujo serviço estão soldados desprovidos sequer de piedade animal, lançaria sobre a Faixa de Gaza uma operação militar da qual resultaria deliberado massacre de civis, como afirmou a presidente Dilma Roussef. É desta maneira que a ação israelense é apresentada e comentada e dela se infere que Israel não pode ser menos que um estado terrorista. Deste enquadramento também se conclui que os árabes de Gaza e da Cisjordânia são vítimas da brutal e contínua opressão israelense, contra a qual o mundo civilizado deve se insurgir.
A editorialização antissemita do noticiário em geral sobre a operação israelense evidencia, no Ocidente, não apenas uma tendência localizada em setores ideológicos assumidamente esquerdistas e anti-israelenses, mas a gradual e intensa preocupação com a formação de um consenso no que concerne à demonização do Estado Judeu. O bordão segundo o qual Israel age com relação aos palestinos da mesma forma como os nazistas agiram com relação aos judeus, negando-lhes mesmo o direito à subsistência, transitou, desde a década de 80, da esquerda militante para os campi universitários e é apregoada por estrelas pop e operadores da mídia. Ainda que nada sequer remotamente plausível suporte a acusação, Israel tem sido sistematicamente apresentado como um estado militarizado, que promove a segregação de palestinos e que é governado por lideranças cruéis. Exercícios desta retórica degradante são constantes e deixam as comunidades judaicas aparvalhadas,.
É sugestivo constatar, neste ponto, que a campanha para transformar Israel em um estado pária e iníquo é de tal forma condicionada pelo antissemitismo, no caso, de esquerda, que nela são facilmente encontráveis paralelos com modalidades de perversão aplicadas à caracterização dos judeus no medievo e na modernidade. Se não se lança mais mão da aberração acusatória popular da cristandade medieval, segundo a qual judeus matavam crianças cristãs para delas extraírem o sangue para misturar ao pão ázimo consumido na Páscoa judaica, ainda assim é com naturalidade que se atribui ao Estado judeu a brutalidade de avançar seu poderio militar contra crianças. Não é suficiente o esforço de distorcer, ou ocultar, a história do conflito árabe-israelense, desde a criação do Estado Judeu em 1948. São raras as referências às três guerras declaradamente de extermínio (1948, 1967, 1973) que o mundo árabe deflagrou contra Israel. Em 1948, depois de declarada pela ONU a partilha da Palestina sob mandato britânico, o mundo árabe, por meio de suas lideranças, anunciava, como hoje fazem o Hamas e o Irã,s sua intenção de varrer os judeus daquele território, à moda dos hunos. Em 1967, a então maior liderança árabe, Gamal A. Nasser, apregoava que lançaria, numa guerra jihadistica, todos os judeus ao mar. Os árabes têm sido derrotados em suas tentativas e, se não o fossem, o mundo teria observado, talvez lamentado, com sua distância cínicar e fria, mais matanças de judeus.
A esquerda pós-soviética, depois da ruína de sua utopia, aquela que libertaria o mundo de suas aflições e que, ao fim e ao cabo, consumiu-se na autodegradação moral, política e econômica, passou a investir agressivamente contra os israelenses, atribuindo-lhes transgressões e violações constantes de direitos humanos e práticas genocidas, Tudo isto  ocorre hoje, É irrelevante que Israel tenha atacado a Faixa de Gaza para destruir o aparato militar do Hamas, uma entidade islâmico-facínora, que enviava, em 2000, homens e mulheres-bomba para se explodirem em ônibus e restaurantes de Tel Aviv e Haifa e que, no atual confrontou, lançou mais de três mil mísseis contra civis israelenses.
As distorções produzidas pela propaganda antissionista, constituem as bases do noticiário ideológico, apresentado como se fosse meramente descritivo de ações condenáveis de Israel. A cobertura das ações israelenses feita pelas agências de notícia globais e pelos correspondentes internacionais, em sua maioria, é condicionada, não apenas pela militância marxista e odienta de um Clóvis Rossi ou dos pelegos do Foro de São Paulo, mas pela idiotia do pacifismo e da noção difundida em escolas de jornalismo, na qual se exalta um esquerdismo que apresenta como bom o judeu assimilado, desprovido de identidade ou consumido em sofrimento. É deste fundamento doutrinário, que nega aos judeus a condição de autodeterminar-se como povo, condição, aliás, que a nenhum outro povo é subtraída, que parte o trololó aparentemente gentil do pacifismo e do humanitarismo; é a partir dele que são desfraldadas as bandeiras sanguinárias carregadas pelos defensores ocidentais do Hamas e do Hezbollah e é com ele que se formula uma equivalência moral entre o Hamas e Israel.

Não adianta: se Israel não deixar de se defender, se não se deixar riscar como nação, se não concordar com a própria extinção como estado, ou seja, se os judeus não abrirem mão de ser um povo com direito à autodeterminação política, se não forem inteiramente assimilados e, assim destruídos, a propaganda antissionista, anti-israelense e antissemita, sendo todos estes termos intersubstituíveis, fabricada pela esquerda em nome, hoje, da solidariedade vicária com os palestinos, continuará a amplificar deformações cotidianas que vilanizam a condição nacional judaica. Obviamente que, para os judeus e Israel não se aplicam os mesmos padrões que se aplicam aos demais povos do mundo, dos brasileiros aos palestinos, para todos sendo legítimas seus imperativos de autodefesa contra qualquer grupo que pretenda nada menos que a sua destruição.

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pelo governo brasileiro no caso Israel x Hamas. 

Flávio Dutra já examina propostas de trabalho

O ex-secretário de Comunicação do prefeito José Fortunati, Flavio Dutra, que deixou o cargo na quinta-feira, já examina propostas de trabalho.

. Ele poderá entrar de cabeça na atual campanha eleitoral.

Tuma Júnior prepara "Assasinato de Reputações II"

Autor de "Assassinato de Reputações", o delegado Romeu Tuma Júnior disse esta manhã ao editor que não será mais candidato a deputado em SP.

. Ele estás preparando um novo livro, algo como "Assassinato de Reputações II".

Dilma mantém o Exército nas ruas do Rio até as eleições

O ex-secretário Nacional da Justiça no governo Lula, Romeu Tuma Júnior, disse esta manhã ao editor que eleição presidencial deste ano será decidida no Sudeste, sobretudo no eixo Rio-SP-Minas. "Em Minas e SP o Aécio vai bem, mas no Rio as coisas estão complicadas de novo", avaliou o autor de "Assassinato de Reputações".

. Ele chamou a atenção do editor para o fato de que o governo federal decidiu prorrogar a permanência do Exército no Complexo da Maré, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. As Forças Armadas ocuparam o conjunto de favelas no início de abril e, inicialmente, ficariam na Maré apenas até o dia 31. A decisão foi tomada em reunião dia 29 no Rio de Janeiro, pelos ministros da Defesa, Celso Amorim, e da Justiça, José Eduardo Cardozo.

. O Exército ficará nas ruas até as eleições.

. O Exército ocupou o Complexo da Maré com o objetivo de preparar o terreno para a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no locad. O ministro da Justiça também informou que deve manter a Força Nacional de Segurança na ocupação do Morro Santo Amaro, no centro do Rio, iniciada em 2012.


. Tuma Júnior disse ao editor que as UPPs fazem água e que os bandidos voltaram aos morros com toda a força, o que explica a tentativa dilmista de manter o Exército nas ruas, pelo menos até as eleições, porque o cenário voltou a ser de guerra. 

Saiba como o Sesi usa dinheiro dos industriais para pagar polpudos salários aos amigos de Lula e gente do PT. Eles folgam o dia todo.

Ao lado, Marlene, nora de Lula, recebe R$ 13.500,00 do Sesi para não fazer nada. A loira é Márcia, mulher do mensaleiro preso João Paulo Cunha, o "coiote" que foi ao banco pegar R$ 50 mil de dinheiro sujo para o marido. Ela ganha R$ 22 mil por mês do Sesi de Brasília, mas não sai de Osasco. 



A revista Época desta semana disponibiliza outra reportagem devastadora sobre as maracutaias da parentada de Lula e companheiros do PT, desta vez em pleno gozo do dinheiro que os industriais brasileiros pagam todos os meses ao Sesi. Leia a denúncia, que é mais um capítulo na história do Partido do Mensalão:

Um espectro ronda a casa 787 da Rua José Bonifácio, numa esquina do centro de São Bernardo do Campo, em São
Naquele endereço, na cidade paulista onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mora e fez sua carreira, funciona o “escritório de representação”, em São Paulo, do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria, o Sesi. A casa amarela mal-assombrada fica a 40 metros do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em que Lula se projetou como um dos maiores líderes políticos do Brasil.
Quem a banca são as indústrias do país. Todo ano, elas são obrigadas a financiar as atividades do Sesi, cuja principal finalidade é qualificar os trabalhadores das indústrias. A casa amarela é um dos melhores lugares do Brasil para (não) trabalhar. O escritório é modesto, mas os salários são inimagináveis – e as jornadas de trabalho, imaginárias. Difícil é entrar. É preciso ser amigo de petistas poderosos.
Na manhã da última quarta-feira, ÉPOCA reuniu coragem para bater à porta da casa amarela. Estava em busca de Marlene Araújo Lula da Silva, uma das noras do ex-presidente Lula. No papel e na conta bancária, ela trabalha ali. A reportagem encontrou apenas dois sindicalistas, além da copeira Maria e da secretária Silvana.
Assim que ÉPOCA perguntou pela nora de Lula, a secretária Silvana tratou de alertá-la por telefone. Cerca de 45 minutos depois, Marlene finalmente estacionava seu Hyundai Tucson preto na garagem.
Casada com o quarto filho de Lula, Sandro Luís Lula da Silva, Marlene raramente aparece no serviço, apesar de ter um salário de R$ 13.500 mensais. Diz ser “formada em eventos”. Questionada sobre o que faz no Sesi, onde está empregada desde 2007, Marlene foi vaga. Disse trabalhar em programas do Sesi na capital paulista e na região do ABC. “Trabalho com relações institucionais. Fico muito tempo fora do escritório. Tenho uma jornada flexível. Quem me contratou foi o Jair Meneguelli”, afirmou. Meneguelli é o presidente do Sesi. Sindicalista e amigo de Lula, ocupa o cargo desde que o PT chegou ao Planalto, em 2003. “Mas por que está fazendo essas perguntas? Se você está me procurando, deve ser pela ligação que tenho de sobrenome”, disse.
Marlene é apenas um dos fantasmas vermelhos que, segundo descobriu a Controladoria-Geral da União, a CGU, habitam a casa amarela. No começo do ano, funcionários do Sesi procuraram a CGU para denunciar a existência de fantasmas nos quadros da entidade. Todos indicados por Lula e outros próceres do PT. Os auditores da CGU, como caça-fantasmas, foram a campo. Encontraram apenas ectoplasmas. Estiveram na casa amarela e jamais flagraram a nora de Lula trabalhando. Experimentaram ligar em horários alternados, na tentativa de achá-la na labuta. Nenhum vestígio. Por fim, decidiram perguntar ao Sesi que atividades Marlene exercera nos últimos tempos. A resposta foi evasiva. Agora, a CGU trabalha num relatório sobre a caça aos fantasmas.
A rotina tranquila permitiu que Marlene se lançasse ao mundo corporativo. Em 2009, ela se tornou sócia do marido e de um cunhado, Marcos Luís, numa empresa de tecnologia que se diz especializada na produção de software, a FlexBr. Até hoje a empresa não tem site. Antes escanteada num imóvel da família do advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, em São Bernardo do Campo, a FlexBr mudou-se para um  belo prédio no bairro dos Jardins, em São Paulo. ÉPOCA também esteve lá na semana passada. As atendentes do prédio disseram que a empresa não funciona mais lá há pelo menos um ano.  Nunca viram Marlene ali.
Por que o emprego de Marlene no Sesi nunca veio à tona? Um servidor do Sesi afirmou que se deve à dificuldade de associar o nome de solteira de Marlene ao sobrenome Lula da Silva. Na relação de funcionários do Sesi, o nome dela é Marlene de Araújo. Sobram fantasmas na família Lula. Em 2005, o jornal Folha de S.Paulo revelou que Sandro Luís, o marido de Marlene, tinha sido registrado como funcionário do PT paulista, com salário de R$ 1.500. Sandro nem sequer aparecia no partido.
Na sede do Sesi, em Brasília, os caçafantasmas entrevistaram funcionários (de verdade) e vasculharam os computadores dos fantasmas em busca de vestígios de que trabalhavam. Nada. Uma das que não entravam no próprio computador chama-se Márcia Regina Cunha. Ela é casada com o ex-deputado João Paulo Cunha, do PT de São Paulo, condenado no processo do mensalão. Foi Márcia quem buscou os R$ 50 mil, em dinheiro vivo, que João Paulo recebeu de Marcos Valério – ele dizia que ela fora ao banco pagar a conta de TV a cabo. No Sesi, Márcia está empregada como gerente de marketing desde 2003. Recebe R$ 22 mil por mês.
Na tarde da mesma quarta-feira em que procurou Marlene na casinha amarela, ÉPOCA flagrou Márcia a 1.000 quilômetros da sede do Sesi em Brasília, onde ela deveria estar. Márcia estava em sua casa, na cidade de Osasco, região metropolitana de São Paulo. A casa de Márcia e do ex-deputado João Paulo Cunha está em reforma. Márcia parecia acompanhar as obras. ÉPOCA quis saber por que ela não estava em Brasília. “Sou gerente de marketing. Trabalho lá (Brasília) e aqui em São Paulo. Tem uma unidade do Sesi aqui”, disse – e logo desapareceu.
Os caça-fantasmas tiveram dificuldade para encontrar também o advogado e jornalista Douglas Martins de Souza no Sesi em Brasília. Contratado para ser consultor jurídico, ganha R$ 36 mil. Filiado ao PT desde 2000, foi secretário adjunto da Secretaria de Igualdade Racial no início do governo Lula. Marlene disse que Douglas “fica entre Brasília e São Paulo”.

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Tarso irá ao embaixador da Palestina para apoiar Hamas

O governador Tarso Genro irá ao encontro do embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, para demonstrar apoio aos terroristas do grupo Hamas no caso das mortes na Faixa de Gaza. O Hamas é o único grupo palestino que ataca Israel, já que a Autoridade Palestina, que governa as duas partes do território, não está em guerra com Tel Aviv, embora defenda toda a população do seu País. 

. Será na semana que vem, dia 7.

. Tarso Genro, cuja mãe é judia (Herz) está de acordo com a manifestação do governo brasileiro, que ataca os judeus de Israel por aquilo que  o PT chama de “genocídio”praticado em Gaza.


- Neste domingo, Tarso fará campanha eleitoral no Parque da Redenção, Porto Alegre, 11h. 

Esta tarde tem comício de Ana Amélia e Aécio no Gigantinho

O senador Aécio Neves desembarcará ao meio dia em Porto Alegre para dois compromissos principais:

13h30min – Coletiva com Ana Amélia no Intercity Premium.
14h30min – Caminhada dos militantes da coligação PP-PSDB-SDD em direção ao Gigantinho
14h – Comício

Esta manhã, prefeitos e dirigentes partidários discutirão a campanha em reunião menor.

. Pelo menos 130 ônibus de municípios do interior começaram a chegar para o comício da tarde. São aguardados 10 mil eleitores de todo o Estado.


. O tempo em Porto Algre apresenta-se nublado e chove esparsamente. 

Gravações comprovam: CPI da Petrobras foi uma grande farsa do governo do PT

Não bastou aos governistas pegar leve na CPI da Petrobrás. Foi preciso transformá-la num teatro grotesco. Leia reportagem de capa da revista Veja de hoje:

A CPI da Petrobras foi criada com o objetivo de não pegar os corruptos. Ainda assim, o governo e a liderança do PT no Senado decidiram não correr riscos e montaram uma fraude que consistia em passar antes aos investigadores as perguntas que lhes seriam feitas pelos senadores. A trama foi gravada em vídeo.
     
TEATRO: Parecia uma encenação — e era mesmo. As perguntas que seriam feitas pelos parlamentares ao ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli foram enviadas a ele antes do depoimento por José Eduardo Barrocas, chefe do escritório da estatal em Brasília.


. Era tudo farsa. Mas começou parecendo que, dessa vez, seria mesmo para valer. Em março deste ano, os parlamentares tiveram um surto de grandeza institucional. Acostumados a uma posição de subserviência em relação ao Palácio do Planalto, eles aprovaram convites e convocações para que dez ministros prestassem esclarecimentos sobre programas oficiais e denúncias de irregularidades. Além disso, começaram a colher as assinaturas necessárias para a instalação de uma CPI destinada a investigar os contratos da Petrobras. Ventos tardios, mas benfazejos, finalmente sopravam na Praça dos Três Poderes, com deputados e senadores dispostos a exercer uma de suas prerrogativas mais nobres: fiscalizar o governo.

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Lula e Dilma, em Minas, saem pela porta dos fundos para evitar multidão que gritava "Fora Dilma"

Ibope, Minas
Aécio, 41%
Dilma, 31%



O jornal O Tempo, um dos diários mais festejados de Belo Horizonte, informou que a viagem de campanha da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à cidade de Montes Claros, no norte de Minas Gerais, teve momentos de tensão na noite desta sexta-feira quando militantes petistas e universitários se colocaram uns contra os outros em frente ao hotel da comitiva petista.

. Não houve violência física, mas muito bate-boca, causando preocupação para a segurança presidencial e assessores do governo.

. Enquanto os estudantes gritavam "fora Dilma", os petistas bradavam "fora burguesia". 

. Um grupo de choque da Polícia Militar de Minas Gerais foi chamado para evitar um confronto. Durante a confusão, os petistas chamaram os estudantes de "filhos do Prouni", reconhecendo que nem todos que ali protestavam contra a presidente eram de famílias ricas.


. Lula e Dilma, que sempre costumam sair dos hotéis pela porta da frente, para cumprimentar simpatizantes, desta vez saíram pela garagem, em veículos com vidros fechados e com apoio dos policiais de choque.

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Governo continua sonegando dados sobre ocorrências policiais durante a Copa

O governo Tarso Genro continua sonegando os dados do balanço das ocorrências policiais registradas em Porto Alegre e no RS durante os jogos da Copa.

. A percepção que a população teve sobre maior segurança e menos atos de banditismo, poderá ser confirmada pelos números.

. O governo do PT quer evitar que fique comprovada a evidência de que mais brigadianos nas ruas e melhor logística policial reduz a criminalidade, tese que a esquerda mundial jamais admitiu, preferindo atribuir tudo a fatores ligados aos desequilíbrios sociais.

Até o governo Tarso Genro admite aumento exponencial da violência no RS

Sem alternativa diante dos números do primeiro semestre, o governo estadual admitiu que a violência teve aumento geométrico no Estado.

. Novo Hamburgo (leia nota abaixo) virou cidade aberta para os bandidos.

. Como Novo Hamburgo, cidades como Porto Alegre, Lajeado e Alvorada passam por cenário parecido com o de caos na área da segurança pública.

. O governo está imobilizado diante da falta de efetivos policiais, falta de equipamentos e um sistema prisional completamente falido, como é o caso do Presídio Central de Porto Alegre, objeto de reclamações até mesmo da OEA. Aliás, o próprio governo admitiu ontem que boa parte dos crimes ocorridos em Porto Alegre e na região metropolitana acontece tendo o presídio como eixo de irradiação. Mais uma vez ele prometeu solução, que não chega nunca.

. Entenda como evoluíram os principais crimes, segundo dados da própria secretaria da Segurança, relativos ao primeiro semestre:

Homício doloso (com a intenção de matar)
2013 - 960
2014 - 1.169
Mais 21,77%
Furto (sem uso de violência)
2013 0- 82.362
2014 - 82.567
Mais 0,24%
Roubos (com uso de violência)
2013- 25.874
2014 - 29.161
Mais 12,7%
Latrocínio (assassinato seguido de roubo)
2013 - 58
2014 - 57
Mais 1,72%
Extorsão
2013 - 225
2014 - 185
Mais 17,77%
Extorsão mediante sequestro
2013 -  9
2014 - 19
Mais 111,11%
Estelionato
2013 - 8.328
2014 - 7.103
Mais 14,7%