O chefe da patifaria lulopetista acusa Michel Temer em Fortaleza

Em Fortaleza, agora blindado pelo STF, o chefe da organização criminosa lulopetista, Lula em pessoa, vocifera contra os "golpistas" e acusa o chefe da "conspiração", o vice Michel Temer, a quem foi pedir arreglo há apenas uma semana.

Lula não aprendeu e nem esqueceu nada.

E não se explica pelas vilanias.

Como não tem justificativa para o que ele, sua organização criminosa lulopetista e o governo Dilma fizeram e fazem de malfeitos, parte para o ataque político, imaginando que juridicamente este tipo de esperneio pode salvá-los.

Michel Temer, educado, respondeu civilizadamente ao arruaceiro, lembrando que é professor de Direito Constitucional e por isto sabe o que é e o que não é golpe.

O vice precisa encontrar urgentemente um patife semelhante para falar em seu nome quando tiver que responder aos lulopetistas.

Começou novo vendaval em Porto Alegre

Sábado, 20h44min

Começou forte vendaval em Porto Alegre, com chuvas.

Dilma resolveu passar o final de semana em Porto Alegre

A presidente Dilma Rousseff resolveu passar o final de semana com a família em Porto Alegre. Na manhã deste sábado a petista deixou Brasília.


Pouco antes do meio-dia, Dilma desembarcou na Base Aérea de Canoas. A presidente não tem compromissos oficiais marcados no Rio Grande do Sul. Ela deve retornar para Brasília no domingo.

Jornalista envolvido na Lava Jato chegou a sugerir o assassinato de de Luciana Genro

O jornalista Breno Altmann, editor do site Opera Mundi e articulista do pró-governista Brasil247, foi o primeiro jornalista envolvido diretamente na Lava Jato. Ele foi chamado coercitivamente para depor e os HDs dos seus computadores de casa e do escritório foram confiscados.

Em 2014, o doleiro Alberto Yopussef denunciou-o como membro da quadrilha petista que promoveu suposto esquema de propina para encobrir o assassinato de Celso Daniel.

Defensor de Dilma e do PT, Breno Altman envolveu-se na semana passada em uma polêmica com Luciana Genro, do PSOL. No seu Facebook do dia 27, ele postou uma mensagem que foi tomada como incentivo a algum tipo de atentado de morte contra Luciana:

- O tratamento que deveria ser aplicado a casos como o de Luciana Genro teria sido muito bem definitivo em 1940.

Ele se referia à morte do dissidente León Trótski, assassinado em agosto de 1940, tudo a mando da organização criminosa soviética.

Esta semana, antes de parar na PF, ele pediu desculpas.

O PT deixa seus cadáveres em cova rasa

A seguir uma das muitas confissões feitas à Lava Jato pelo senador Delcídio Amaral, que ninguém se atreve a cassar no Senado.

A confersa era com Lula:

- Presidente, o PT costuma deixar seus cadáveres em cova rasa.

O senador não se referia apenas ao prefeito Celso Daniel.

Até falava em causa própria.

Artigo, Merval Pereira, O Globo - O PT comanda o submundo do crime

Mensalão, petrolão, escândalos de corrupção que deixaram marcas indeléveis na história do Brasil, e do partido que se propunha a mudar a maneira de fazer política no país, são consequências quase que obrigatórias da atuação no submundo do crime que sustentou a chegada do PT ao comando do governo federal.

Não é à toa que figuras como o ex-tesoureiro Delúbio Soares e o ex-secretário-geral do PT Silvinho Pereira, condenados no mensalão, aparecem novamente na fase atual da Lava-Jato, que, batizada de Carbono 14, exuma fatos da pré-história petista rumo ao poder.


À linguagem chula do chefão, soma-se agora uma série de suspeitas de ações criminosas: assassinatos em série, chantagens, ameaças de todo o tipo, incêndio possivelmente criminoso, propina da máfia dos transportes públicos e do recolhimento de lixo em cidades dirigidas pelo PT.

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Alexandrino Alencar, o lobista da Odebrecht, destruiu sua caixa de e-mails antes de ser preso. Nos EUA, ela foi recuperada.

Sempre por perto de Lula, Alexandrino é o cabeça branca  que aparece na foto.


A revista Época de hoje revela que a caixa de e-mails de Alexandrino Alencar, velho amigo de empresários, políticos, jornalistas e publicitários gaúchos, ex-diretor da Federasul e da Fiergs,  havia sido apagada antes de ser preso pela Lava Jato, mas foi recuperada graças a uma investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, motivada pela Lava Jato.

Os dados foram enviados à PF no início de março.

Isto é o que diz o relatório da polícia enviado ao juiz Sergio Moro e obtido por ÉPOCA.

Muitos e-mails revelam o caráter carnal das relações do lobista com Lula.

Este é um novo elemento na investigação sobre a suspeita de que Lula fez tráfico de influência para a Odebrecht – não só após deixar o cargo, mas desde que era presidente da República.

PF acha prova de que Lula, presidente, atendeu pedido de lobista da Odebrecht

PF acha prova de que Lula, presidente, atendeu a pedido de lobista da Odebrecht. Alexandrino Alencar, preso na Lava Jato e depois solto, era o homem da empresa designado para as relações com LILS – hoje a sigla que denomina uma conhecida empresa de palestras; na ocasião, era a sigla para Luiz Inácio Lula da Silva, então presidente da República. O e-mail recuperado pela Lava Jato é novo indício de tráfico de influência do ex-presidente

Em um ato rotineiro, em dezembro de 2009 Cleantho de Paiva Leite Filho, diretor comercial da Braskem no México, enviou um e-mail pedindo ajuda a Roberto Prisco Ramos, seu colega de trabalho na empresa petroquímica controlada pela empreiteira Odebrecht. Naquele fim de ano, ao saber do teor da conversa, Ramos rapidamente encaminhou o pedido a outro colega, mais bem posicionado para resolver a questão, chamado Alexandrino Alencar. Diretor de relações institucionais da Odebrecht, Alexandrino tinha os contatos certos. “Preciso de sua ajuda em relação a este tema. Dar uma força para que LILS aceite um convite especial do Calderon e vá ao México no início de fevereiro”, dizia o texto de Ramos. 

Em miúdos, a Odebrecht queria muito que LILS – para ela; presidente Lula, para os brasileiros – estivesse no México com o então presidente do país, Felipe Calderón, em uma reunião para assinatura de um contrato da Braskem com a mexicana Idesa. O acerto previa a construção de um complexo petroquímico de US$ 5,2 bilhões em Coatzacoalcos, no Estado de Veracruz. A presença de Lula daria um peso especial ao negócio, de grande interesse da empresa brasileira. Dois meses depois, nos dias 21 e 22 de fevereiro de 2010, Lula esteve no México para a 2a Cúpula da América Latina e do Caribe sobre Integração e Desenvolvimento. No dia 23, Lula teve uma reunião com Calderón, na qual o principal resultado foi a comemoração da assinatura do contrato entre a Braskem e a Idesa.

Preço do petróleo desabou 4% na jornada de ontem. Barril só vale US$ 38,80

Londres, via WhatsApp

Este é novamente um sábado primaveril e de temperatura muito amena, 16 graus neste momento, 11h05min no Brasil.
A notícia do dia foi a nova queda dos preços do petróleo. O tipo Brent, Mar do Norte, despencou 4% na jornada de ontem.O barril vale agora US$ 38,80.
O problema é que a demanda diminuiu e os produtores prosseguem ofertando em demasia. A Arábia Saudita, o maior produtor, já avisou que só reduzirá a produção se todos fizerem o mesmo.
Aqui em Londres, a BBC acaba de repercutir a informação que saiu ontem nesta página, segundo a qual a Petrobrás demitirá 12 mil trabalhadores no seu PDV.
O mercado considera a Petrobrás ferida quase de morte com o escândalo do Petrolão. Somado o baixo preço do petróleo, seus planos de investimento foram reduzidos a pó.
O RS perderá muito com isto, porque o Pólo Naval de Rio Grande sofrerá cada vez mais.

Enxarcada de rivotril e olanzapina, Dilma ataca Moro: "Quem esse menino pensa que é ?"

Num de seus acessos recentes, Dilma reclamou dos que classificou de “traidores” e prometeu “vingança”. 

É o que conta a revista Época de hoje, em reportagem de capa. Leia mais:

Numa conversa com um assessor, na semana passada, a presidente investiu pesado contra o juiz Sérgio Moro, da Lava Jato. “Quem esse menino pensa que é? Um dia ele ainda vai pagar pelo quem vem fazendo”, disse. Há duas semanas, ao receber a informação da chamada “delação definitiva” em negociação por executivos da Odebrecht, Dilma teria, segundo o testemunho de um integrante do primeiro escalão do governo, avariado um móvel de seu gabinete, depois de emitir uma série de xingamentos. Para tentar aplacar as crises, cada vez mais recorrentes, a presidente tem sido medicada com dois remédios ministrados a ela desde a eclosão do seu processo de afastamento: rivotril e olanzapina, este último usado para esquizofrenia, mas com efeito calmante.

Zé Otávio nunca foi secretário do governo Yeda

Há um erro flagrante nas informações de hoje que a mídia gaúcha usa para noticiar as condenações e absolvições no processo por improbidade administrativa no âmbito da Operação Rodin.

A mídia informou que Zé Otávio Germano e Zachia foram secretários de Yeda Crusius, quando Zé Otávio nunca integrou o secretariado da tucana, já que foi titular da pasta da Segurança Pública durante o governo Rigotto.

Os dois ex-deputados, um do PP e outro do PMDB, foram condenados em Santa Maria (leia nota abaixo) junto com o ex-deputado e ex-presidente do TCE, João Luiz Vargas, PDT. Na mesma ação, resultaram absolvidos Delson Martini, PSDB, ex-secretário de Yeda, e o deputado Frederico Antunes, PP.

Dilma perde a paciência com Maria do Rosário:"Cala a boca. Só fala besteira".

A revista Istoé desta semana, de quem é a ilustração ao lado, conta que em 2011, ao debater com Maria do Rosário o andamento dos trabalhos da Comissão da Verdade, àquela altura prestes a ser criada pelo Congresso para esclarecer casos de violação de direitos humanos durante a ditadura militar, Dilma perdeu as estribeiras: 

- Cale sua boca. Você não entende disso. Só fala besteira.

Maria do Rosário deixou pouco depois o ministério e Dilma nunca mais convidou-a para nada, mas a deputada continua fiel à presidente, embora mais moderada na defesa dela.

Já Ideli Salvati, que também foi ministra e hoje goza de polpudas verbas numa sinecura em Washington, conheceu o despautério da presidente logo no dia seguinte à sua nomeação para as Relações Institucionais. Quando ainda devorava jornais, Dilma leu uma reportagem em que a titular da pasta fazia considerações sobre os desafios do novo trabalho. Não gostou e deixou clara sua insatisfação: “Ideli, se na primeira coletiva você já disse bobagens, imagine nas próximas”.

Ibsen diz que impeachment é legal. Ele também avisa que o processo solda a democracia.

Nesta entrevista para a revista Época, o deputado Ibsen Pinheiro volta a falar sobre o processo de impeachment.

Ele fala sobre a legalidade do processo e diz que a democracia sairá ainda mais forte depois do desfecho da crise.

Leia:

Época - O senhor considera o Brasil um país com democracia sólida?
Ibsen Pinheiro - Sem dúvida. O que estamos assistindo é ao fim absoluto daquela expressão “período democrático”. Chega de período democrático. O que estamos vivendo agora não é mais período. É constante. Mostra que as instituições vieram para ficar, e o teste para isso é justamente quando a política arbitra a crise política. É o que vemos hoje, é o que aconteceu com o governo Collor, mas não era o que acontecia antes. O histórico do Brasil era de uso da força para vencer crises.

Época - O senhor é a favor do impeachment da presidente Dilma?

Pinheiro - A minha opinião sobre essa questão não é importante para ajudar a sociedade. Eu não decido nada. Não tenho mandato na Casa. O que eu acho sobre esse tema não tem qualquer importância prática. O que eu posso dizer é que, seja o resultado que for, o dia seguinte será melhor. Ou será o primeiro dia de um novo governo Dilma que terá de repensar seriamente seus caminhos, ou será o início de uma nova gestão, com Temer no comando e uma possibilidade de reconstrução política do país. Acontecer o processo de impeachment é bom para o país. Porque se trata da arbitragem política da crise. Se o pedido não fosse apreciado, as instituições estariam abdicando da arbitragem, o que seria ruim para a democracia.

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Saiba como o ministro Marco Aurélio Mello quer usurpar os poderes da Câmara dos Deputados

Nesta análise que faz no seu blog deste sábado no site de Veja, o jornalista Reinaldo Azevedo conta como o documento vazado por engano revela que ministro Marco Aurélio Mello quer usurpar de novo poderes da Câmara e forçar a tramitação de uma denúncia contra o vice-presidente. Escreve o jornalista de Veja: "Há, no entanto, quem o ache explicável e aponte a guinada, vamos dizer, pró-Planalto de Marco Aurélio depois que a filha, de apenas 37 anos, foi nomeada pela presidente Dilma desembargadora do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que abrange o Rio de Janeiro e o Espírito Santo".

Leia:

Marco Aurélio vai conceder uma liminar que tenta obrigar a recepção, pela Presidência da Câmara, de uma denúncia visando a um processo de impeachment contra Michel Temer, vice-presidente da República. Trata-se de uma farsa jurídica, de uma fraude intelectual e de uma mentira factual. E é o que vou demonstrar aqui.

Perdi a paciência com Marco Aurélio. Que diferença isso faz pra ele? Que seja nenhuma! Para mim, faz toda. E isso me basta. Mas vou contar por quê. Há categorias nas quais não admito zonas cinzentas. A honestidade intelectual é uma delas. Ou se é honesto intelectualmente ou não se é.
Este senhor saltou o muro cá na minha classificação. É raro alguém me enganar nessa área, mas impossível não é. Já cheguei a elogiar o que me parecia a coragem do doutor de andar na contramão, mesmo quando discordei dele. O arquivo esta aí. Agora vejo o que coragem não era, mas desejo de aparecer — isso na hipótese virtuosa.

Há um tipo de oportunismo que cresce à sombra da generosidade alheia. Cedo ou tarde, a fraude se revela. Já me livrei, no terreno intelectual, precocemente de algumas farsas. Outras duraram mais tempo. É o caso. E aí a admiração cede ao fastio. As características que antes pareciam interessantes se revelam só a reiteração da fraude. É chato! Prefiro admirar as pessoas a desprezá-las.
Marco Aurélio surpreendeu o direito, a lógica e o bom senso, há dois dias, ao convidar Dilma a recorrer ao Supremo contra a eventual aprovação da denúncia do impeachment pela Câmara, antecipando desavergonhadamente seu voto.

Deixou claro não ver crime de responsabilidade e ainda convidou a todos a um convescote. O ministro que, não raro, faz questão de ser do contra, convidou Executivo e Legislativo a se sentar à volta da mesa para resolver suas diferenças. Com mais ousadia, incluiria também o Judiciário, entregando o país ao comando do “PUN”: o Partido Único.

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Onyx reavalia candidatura à sucessão de Fortunati

O deputado Onyx Lorenzoni, DEM, começou a reavaliar sua candidatura a prefeito de Porto Alegre.

DEM convoca ministro da Justiça para explicar denúncias do comandante da FNS

Brasília, WhatsApp

O DEMK quer convocar o ministro da Justiça, Eugénio Aragão, e o coronel Adilson Moreira, para que esclareçam os motivos da saída do comandante da Força Nacional de Segurança.

O comandante saiu atirando. Na nota que tirou, o coronel Moreira denunciou:

- Dilma e seu governo agem sem escrúpulos.

O DEM quer saber que história é esta.

O requerimento de convocação é do deputado Alberto Fraga, como o editor revelou aqui em primeira mão.

Veja conta como o assassinato de Celso Daniel demonstra de que modo o PT opera como Máfia

A revista Veja que circula desde ontem (veja nota logo abaixo) traz como reportagem de capa a história de um cadáver acabou incluído na Operação Lava Jato. Com dinheiro sujo, como se sabe, o PT comprou o silêncio de um empresário, Ronan Maria Pinto, ameaçava dar informações sobre o suposto envolvimento de Lula, José Dirceu e Gilberto Carvalho no assassinato de Celso Daniel. A Polícia Federal prendeu esse empresário, que levou propina para ficar quieto - dinheiro saído da Petrobrás. 

A reportagem é de Rodrigo Rangel e Robson Bonin

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José Dirceu conversava animadamente em um restaurante de Brasília, no ápice da campanha presidencial, em 2002, quando foi interrompido por um homem bem vestido, de terno. Carregando uma valise, ele chegou apressado e fez sinal com as mãos de que precisava falar reservadamente. O então coordenador da campanha de Lula se levantou e apresentou o interlocutor: "Este aqui é o Delúbio, nosso tesoureiro". Os dois seguiram para um canto vazio e cochicharam por alguns minutos. Delúbio Soares passou rapidamente pela mesa, acenou e foi embora. Dirceu voltou ao seu lugar. Parecia transtornado. "Os tucanos estão preparando uma armadilha para nos destruir." "Que armadilha?", alguém perguntou. "Fizeram um dossiê para nos envolver no assassinato do Celso Daniel. Dizem que tem gravações telefônicas, depoimentos, gente do PT...". Antes de se despedir, Dirceu dimensionou o que estaria por vir: "Isso é muito grave. Precisamos reagir rápido, abortar o plano de qualquer maneira". Na conversa, que VEJA testemunhou, petistas e simpatizantes que estavam à mesa combinaram uma estratégia de defesa. Era preciso que se antecipassem, denunciando a farsa antes que viesse a público. Era preciso esclarecer que o caso constituía uma tentativa de golpe sujo e desesperado do governo tucano para atrapalhar a eleição de Lula.

O assassinato do prefeito Celso Daniel, de Santo André, ocorrido em janeiro de 2002, nunca deixou de assombrar o PT, fosse na forma de chantagens eleitorais ou de investigações policiais que, até hoje, não esclareceram a morte do prefeito. Assim, a dúvida sobre o envolvimento de petistas no caso paira no ar como uma nuvem de enxofre capaz de contaminar ainda mais o pântano em que se meteu o partido. 

Na semana passada, a mais recente fase da Lava-Jato voltou a agitar o fantasma de Celso Daniel. A operação foi chamada de Carbono 14, numa referência ao elemento usado pela ciência para desenterrar o passado. Mas o que um homicídio de catorze anos atrás tem a ver com a roubalheira na Petrobras? As conexões são um pouco intrincadas, mas, seguindo-se o calendário das investigações, tudo fica mais claro.

O começo se dá em 2012. VEJA revelou que Marcos Valério ainda guardava consigo segredos devastadores. Em depoimento à Procuradoria-Geral da República, o famoso operador do mensalão resolveu detalhar alguns dele.

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Sartori manda pagar mais R$ 250,00 para os servidores do Executivo

A quitação da segunda parcela dos salários, elevou para 35% das 347 mil matrículas do Estado os pagamentos integrais. Para os demais, o calendário deve seguir até 20 de abril.

R$ 1.250,00 foram pagos para todos no final do mês. 

Só servidores do Executivo não recebem em dia.

Rodin resulta em condenação de Zé Otávio, Vargas e Zachia. Martini e Frederico Antunes foram absolvidos.

O deputado José Otávio Germano e os ex-deputados Fernando Zacchia e João Luiz Vargas, foram condenados em processo por improbidade administrativa no âmbito da Operação Rodin, conforme sentença emitida pelo juiz federal Loraci Flores, Santa Maria.

No mesmo processo, o juiz absolveu o deputado Frederico Antunes e o ex-secretário e ex-presidente da CEEE, Delson Martini.

Nuvens, tempo abafado e chance de fortes temporais neste sábado

Este sábado será de nuvens e tempo abafado no Rio Grande do Sul, mas segundo a Defesa Civil há possibilidade de fortes temporais com acumulados de chuva e rajadas

Segundo a MetSul Meteorologia, a nebulosidade irá aumentar nas regiões Oeste, Centro e Sul por conta da instabilidade que avança pelo Estado e está associada a uma frente semi-estacionária.
A previsão é de que chova nestas áreas no decorrer do dia, com riscos de temporais isolados. Já no Norte e no Nordeste a nebulosidade aumenta, mas o sol aparece e esquenta o dia com forte abafamento.