Aécio derrotaria facilmente (43,8%) Lula (19,5%) no RS

Segundo o Instituto Paraná Pesquisas, os eleitores gaúchos dariam ampla vitória ao senador Aécio Neves, caso ele concorresse hoje contra Lula.

Dentre as opções oferecidas na pesquisa, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) seria eleito pelos gaúchos, com 43,8% dos votos, seguido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 19,5%.

Em terceiro lugar estaria Marina Silva (PSB), com 14,7%; em quarto o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), com 3,4%, e, em quinto, o presidente da Câmara Federa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com 2,8%. Não souberam responder, 7,9%. Aqueles que disseram que não votariam em candidato algum também somaram 7,9%.

Em uma segunda simulação da eleição presidencial no Rio Grande do Sul, na qual o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), aparece no lugar do senador Aécio Neves, o chefe do Executivo paulista ficaria na primeira posição, com 29,9% dos votos. Em segundo lugar estaria Lula, com 20,7%, seguido por Marina Silva, com 20,3%.

A quarta colocação seria do peemedebista Eduardo Cunha, com 5,0% dos votos, e a quina de Ronaldo Caiado, com 4,3%. Não souberam responder somaram 9,4%, e 10,4% disseram que não votariam em candidato algum

79,2% dos eleitores são contra o governo Dilma no RS

A administração da presidente Dilma Rousseff (PT) é aprovado por apenas 17,2% dos gaúchos. Ao todo, 79,4% da população do estado desaprova a gestão da presidente. Os entrevistados que não souberam responder somaram 3,4%. 

Os dados são do Instituto Paraná Pesquisas.

Murilo Hidalgo, diretor do instituto, disse há pouco ao editor que a pesquisa foi feita no final de semana e tabulada hoje. 

Para 4,2% dos eleitores, o governo Dilma está melhor do que o esperado; 78,2% acham que está pior; 15,8% veem como igual à expectativa após a reeleição da petista, e não souberam responder, 1,8%.
Entre os eleitores que votaram na presidente no segundo turno da eleição, 53,3% disseram que mudariam seus votos, e 45,0% votariam novamente em Dilma. Não souberam opinar somaram 1,7%.

MPF conseguiu reaver R$ 86 milhões do dinheiro sujo depositado por Pedro Barusco na Suiça

O Ministério Público Federal confirmou esta noite que já estão no Brasil, na Caixa Federal, os R$ 86 milhões de dinheiro sujo que o ex-gerente da Petrobrás, Pedro Barusco, recebeu de propinas das empreiteiras do Petrolão.

O dinheiro voltou da Suiça.

É 1/3 do que Barusco prometeu devolver.

Mesmo diante da montanha de dinheiro sujo, o PT e gente como Tarso Genro, Lula e Dilma, continuam questionando o julgamento do Lava Jato, desqualificando o juiz do caso, Sérgio Moro e aplaudindo Teori, Mendes e Toffoli por libertarem os que ainda não falaram e nem devolveram dinheiro que roubaram da Petrobrás para encorpar os cofres do Partido dos Trabalhadores e dos seus candidatos. 

Petrobras destrói gravações com provas sobre ações de Dilma no Conselho de Administração

Registros continham discussões sobre obras investigadas e a participação de Dilma na compra da Refinaria de Pasadena

A Petrobras destruiu gravações das reuniões de seu Conselho de Administração, incluindo aquelas que trataram de negócios investigados na Operação Lava-Jato. Segundo reportagem do jornal Estado de S.Paulo, a empresa alegou que áudios e vídeos com os diálogos dos conselheiros são "eliminados" após a formalização das atas dos encontros. Entre os registros que teriam sido apagados estavam as reuniões que contaram com a presença da presidente Dilma Rousseff, que chefiou o conselho de 2003 a 2010, no período em que era ministra da Casa Civil do governo de Luís Inácio Lula da Silva.

Os assuntos debatidos nas reuniões são registrados nas atas, mas não integralmente, o que tem levado a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras e o Tribunal de Contas da União (TCU) a cobrar da estatal o paradeiro das gravações, que poderiam detalhar eventuais irregularidades cometidas pelos conselheiros no exercício de suas funções. Entre as atribuições dos conselheiros está a aprovação das principais obras da empresa, incluindo empreendimentos investigados na Lava-Jato.

Os novos rumos 
da Lava-Jato

Diante da protelação da Petrobras para responder à solicitação, a CPI deu prazo até segunda-feira para a entrega dos registros existentes sobre os encontros, e não descarta requerer uma busca da Polícia Federal na sede da empresa, no Rio de Janeiro. O TCU decidiu checar se os conselhos Fiscal e de Administração da Petrobras praticaram "atos de gestão ruinosa ou deixaram de atuar com o necessário dever de cuidado" ao aprovar obras e serviços da companhia. Isso, segundo o jornal, significa que a presidente Dilma pode ser implicada por eventuais falhas detectadas nas auditorias.

Desde o início de fevereiro, o jornal vinha questionando a empresa sobre as gravações, sem sucesso. Os pedidos, então, foram feitos pela Lei de Acesso à Informação. Em resposta, a Petrobras informou que as reuniões do Conselho de Administração são registradas por meio de gravador "colocado na sala" do encontro e também por meio de videoconferência. "Após as respectivas atas serem aprovadas e assinadas por todos os membros das respectivas reuniões, as gravações são eliminadas", alegou a estatal. Isso compreenderia as reuniões de março de 2006, com presença de Dilma, e de 2012, quando foram aprovadas as duas etapas da compra da refinaria de Pasadena.


A Petrobras alega que a destruição está prevista no Regimento Interno do Conselho de Administração, embora não tenha apresentado o documento ao TCU. A corte agora quer saber em que condições os arquivos são apagados e desde quando.

Irmã de Luiz Nassif também levou dinheiro da campanha de Dilma.

A briga entre jornalistas chapas brancas e os editores de O Antagonista (Diogo Mainardi e Mário Sabino) avançou vários decibéis nesta quinta-feira, tudo porque o irmão de Kennedy Alencar, UOL, Beckenbauer Rivelino, acusado pelo blog, resolveu processar seus desafetos.

Beckenbauer Rivelino é dono da gráfica que foi apontada como fantasma, mas que recebeu R$ 16 milhões da campanha de Dilma.

O Antagonista voltou á carga no final do dia, disparando nova denúncia, desta vez mexendo com a família de Luis Nassif.

As famílias estão em alta no PT, conforme se percebe pelo caso de Vaccari Neto.

Leia:

Uma jornalista que tem seus artigos reproduzidos pela própria revista Fórum, Maria Inês Nassif, irmã de Luis Nassif, também embolsou. Foram exatamente 136.888 reais para prestar assessoria a Dilma Rousseff, pagos pelo tesoureiro da campanha, Edinho Silva

Eleitores gaúchos aprovam deputados estaduais e desaprovam os federais

A pesquisa que o Instituto Paraná Pesquisas realizou esta semana no RS, não se limitou a avaliar os 100 dias do governo Sartori, porque os eleitores também foram ouvidos sobre os 100 dias do segundo governo Dilma e acabaram cnvidados a atribuir notas aos conjuntos dos deputados estaduais e federais.

Numa escala de 0 a 10, eis a média que conseguiram os deputados:

Deputados estaduais (Assembléia) - 5,01.
Deputados federais do RS - 4,70.


Distribuidoras de energia começam a amargar prejuízos com o crescimento dos calotes

As distribuidoras de energia elétrica do RS começaram a registrar grossa inadimplência nos pagamentos das contas de luz.

Oourocard, Banco do Brasil, cobra juros de 242,53% ao ano

Os juros que o leitor percebe pela leitura do bloqueto aí ao lado é de 242,43% ao ano mesmo. É o que o Banco do Brasil passou a cobrar do editor, tudo relacionado com possíveis atrasos nos pagamentos do Cartão de Crédito.

São juros absurdamente alto e não guardam proporção com nada que exista na face da terra.

Em tempos de recessão e inflação, trabalhar com juros altos como os atuais chega a ser uma indecência.

O boleto ao lado é deste mês de abril.

O Banco do Brasil não é mais o mesmo.

Indústria do dano moral consegue vitória inédita no RS: ninguém mais saberá quem emite cheque sem fundo.

A Boa Vista Serviço Central de Proteção ao Crédito está denunciando para quem quiser ouvir que existe uma indústria de dano moral no Rio Grande do Sul.

O editor que o diga.

Mesmo sem amparo legal e enfrentando derrotas, muitos litigantes insistem em entupir as varas cíveis e criminais com petições despropositadas.

Inconformada com a prática, a Boa Vista SCPC desde o dia 24 de abril passou a não disponibilizar mais qualquer informação relativa ao Cadaastro de Emitentes de Cheques sem Fundos para os CPFs emitidos no Estado.

O RS é agora o único soldadinho do passo certo.

Só aqui o credor ou vendedor fica sem saber quem costuma usar cheque sem fundo pasra comprar. 

Você acha que o governador Richa gostaria de ser apoiado por gente desse tipo ?

Parlamentares de diferentes partidos, como o senador Roberto Requião (PMDB) e os deputados Jean Wyllys (PSOL) e Jandira Feghali (PCdoB), além do ex-presidente Lula, assim como colunistas de diferentes perfis, como Ricardo Noblat e Juca Kfouri, foram unânimes em criticar o governador do Paraná pela agressão da PM contra professores.

A não ser por Ricardo Noblat, todos os outros permanecem omissos em relação aos crimes do Mensalão e do Petrolão, enquanto que gente como Lula é até chefe da organização criminosa que deu origem a duas das mais monstruosas perversões políticas e eleitorais da história brasileira.

Roberto Requião, que no Paraná é conhecido como Maria Louca, defendeu, em entrevista que o tucano não tem mais condições de governar. Seu colega de Congresso, o efeminado líder dos renegados sociais cariocas, Jean Wyllys, pediu "basta". A comunista Jandira observa que seu governo "caminha para um estado autoritário".

A inversão de papéis no Paraná é de arrepiar (leia notas abaixo).

Professores contrataram gangsters mascarados para iniciar ataques aos PMs que por ordem judicial guarneciam a Assembléia Legislativa. Em nota abaixo, o editor mostra as fotos dos bandidos contratados pelos professores, que por sua vez já haviam invadido e ocupado a Assembléia no dia 10 de fevereiro, impedindo o funcionamento do parlamento. 

TSE rejeita contas pagas com dinheiro sujo do Mensalão e manda PT devolver R$ 4,2 milhões

O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou parcialmente a prestação de contas apresentada pelo PT em 2009 por uso irregular do fundo partidário para quitar empréstimo simulado no escândalo do mensalão. Os ministros ainda determinaram, nesta quinta-feira (30), que o partido devolva R$ 4,9 milhões aos cofres públicos.

O TSE também fixou que a legenda, que enfrenta uma crise financeira, ficará sem receber três parcelas mensais do fundo partidário em 2015, cerca de R$ 29 milhões.

O fundo partidário, abastecido com recursos públicos, é usado para manter a infraestrutura das siglas e para vitaminar campanhas eleitorais. Os partidos vão dividir neste ano R$ 867,5 milhões, dos quais R$ 117,39 milhões caberiam ao PT.

A principal irregularidade considerada por 6 dos 7 ministros do tribunal foi o uso de R$ 2,3 milhões fundo em 2009 para pagar um empréstimo com o Banco Rural. Em 2012, no julgamento do mensalão, os ministros do Supremo Tribunal Federal consideraram que os empréstimos do partido com a instituição financeira foram operações simuladas para tentar esconder o esquema de desvio de recursos públicos e pagamento de propina a congressistas no início do governo Lula.

Para o Supremo, o repasse de R$ 3 milhões do Rural para o PT foram empréstimos fictícios e abasteceram o pagamento de propina. Três dirigentes do banco foram condenados por crimes como lavagem dinheiro e gestão fraudulenta.

Relator do caso, o ministro Admar Gonzaga avaliou que não cabia ao TSE analisar o empréstimo do Banco Rural, que já foi alvo de processo penal, uma vez que o PT não figurou entre os réus do processo do Supremo. O ministro considerou grave a simulação, mas defendeu que ao TSE cabe julgar se o balanço está correto.

O relator ficou isolado. O ministro Gilmar Mendes puxou a divergência e considerou que os empréstimos não poderiam ser validados pela Justiça Eleitoral. Ele foi seguido por outros cinco ministros.

"Temos prisão dos banqueiros, decisão do Supremo. Essa irregularidade, por ela foram punidos agentes do partido. Esses agentes usaram verbas que não poderiam ser utilizadas, comprometendo a higidez das contas do partido", disse o ministro João Otávio de Noronha.

O ministro Luiz Fux seguiu o discurso. "O Supremo considerou empréstimo simulado para fins de imputação penal. Isso faz coisa julgada em qualquer outra esfera." Presidente do TSE e ministro do STF, Dias Toffoli reforçou que "o acordo foi considerado uma simulação."

Além da punição por conta do empréstimo, o PT não conseguiu comprovar gastos de R$ 2,3 milhões em despesas, como repasses para diretórios estaduais, gastos com passagens, entre outros. Em 2009, a sigla recebeu R$ 23 milhões do fundo partidário.

Os técnicos do TSE chegaram a sugerir uma punição maior ao partido, defendendo que fossem devolvidos R$ 7 milhões pelas irregularidades. O relator, no entanto, considerou que a legenda conseguiu resolver pendências.

A legenda pode recorrer da decisão. Procurado, o PT ainda não se manifestou sobre o julgamento. 


PT usou apartamento de Dilma, Porto Alegre, para receber santinhos feitos para todo o Brasil

O Antagonista denuncia gráfica usada pela campanha da Dilma que não existe no endereço informado. A gráfica recebeu R$ 16 milhões da campanha de Dilma.  Emseu blog de hoje, o Blog do Coronel, é passada a informação sobre o local exato do que seria o destino dos "santinhos" feitos para todo o Brasil. O endereço de entrega é ainda mais estarrecedor: 

- Trata-se do apartamento de Dilma Roussef em Porto Alegre. 

No prédio que aparece na foto ao lado, em Porto Alegre, num pequeno apartamento, foram entregues dezenas de milhões de "santinhos" de candidatos do PT de todo o Brasil. O mais surpreendente é que no apartamento teriam sido entregues propagandas do candidato ao governo de Minas, Fernando Pimentel.

Leia o Blog do Coronel de hoje:

O nosso blog vai acrescentar, neste post, informações muito relevantes que indicam que coisas muito estranhas cercam esta transação. Os dados deste post foram retirados de documento oficial postado no TSE e fornecidos pelo atual ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, que foi tesoureiro da campanha presidencial de Dilma Rousseff. São materiais de prestação de contas da campanha eleitoral presidencial de Dilma Rousseff.

O que vai publicado neste blog, em imagens, é um exemplo de um dos processos de compra, pagamento, entrega, recebimento e cópia do material impresso que foi produzido pela gráfica VTPB, conforme informações fornecidas ao Tribunal Superior Eleitoral, pela sua campanha. Há dezenas deles que repetem a mesma "comprovação".

Acompanhem com atenção. São documentos oficiais.

Uma das imagens mostra que a VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda - EPP  está devidamente cadastrada, com situação regular junto à Receita Federal.

Os documentos comprovam que o tesoureiro do PT, atual ministro Edinho Silva, efetuou diretamente a transação bancária que pagou pelos serviços da gráfica. Isto pode ser visto ao pé da página da imagem da TED. Fica comprovado, assim, que campanha presidencial Dilma Rousseff pagou, efetivamente, neste caso, neste processo, R$ 667.812,90 para a gráfica VTPB. Relembramos! Esta é apenas uma de dezenas de transações comprovadas da mesma forma. O total ultrapassa os R$ 16 milhões!

Outra imagem importantíssima deve ser observada  nos detalhes. Trata-se da Nota Fiscal da gráfica VTPB, informando o valor de R$ 667.812,50, cobrados por um total de 10 milhões 685 mil impressos, denominados "Santinho Dilma Modelo Card". Observem o endereço de entrega: Avenida Copacabana, 1205, Apto 503, Tristeza, Porto Alegre, RS.  Até aí, tudo bem, não e mesmo? Tudo certinho, regular, fechadinho. A gráfica imprimiu e entregou, lá no Rio Grande do Sul, em endereço existente.

A imagem publicada neste blog comprova que o recebimento do material foi dado em São Paulo, mesmo que a entrega tenha sido feita em Porto Alegre. É apenas um detalhe. Mas é um detalhe. O mais importante está abaixo, nas imagens seguintes.

Lembram que o material impresso foi entregue em Porto Alegre e o recebimento foi dado em São Paulo? A imagem acima mostra o modelo de "santinho" que foi enviado para o Rio Grande do Sul. É "santinho" da campanha de Fernando Pimentel, candidato petista em Minas Gerais. A campanha presidencial de Dilma Rousseff enviou os "santinhos" mineiros para Porto Alegre. Isso que é logística!

Agora voltemos ao endereço de entrega. Olhem bem o endereço. Ele é a prova contundente de que existe algo de muito estranho no ar. Que endereço será este? Um diretório? Um comitê de campanha? Uma central de logística? Que apartamento é este, no quinto andar, que recebeu milhões e milhões de santinhos das campanhas petistas de todos os estados, mas que fica no Rio Grande do Sul? Revelamos abaixo.

O apartamento onde foram entregues dezenas de milhões de "santinhos" para os candidatos do PT de todo o Brasil pertence à candidata Dilma Rousseff, conforme Declaração de Bens que apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral no registro da sua candidatura.

CLIQUE AQUI para ler tudo e examinar os comprovantes de todas as notas e fatos citados nesta nota.


Paraná Pesquisas revela que eleitores consideram que Olívio, Tarso e Rigotto foram os melhores governadores da história recente do RS

O Instituto Paraná Pesquisas submeteu a lista a seguir ao exame de eleitores gaúchos localizados nas sete mesorregiões do Estado, para saber qual foi o melhor dos governos do período posterior à redemocratização. Olívio livrou grande vantagem sobre todos os demais listados, com 20,6%. Em seguida surgiram Tarso, 16,1%, e Rigotto, 15%.

Os dois ponteiros são governadores do PT. Ambos deixaram o governo esgualepado, em gravíssima crise financeira.

Conheça os resultados:

Não sabe
8,2%
Nenhum
6,1%
Olívio Dutra
20,6%
Tarso Genro
16,1%
Germano Rigotto
15,0%
Jair Soares
9,2%
Yeda Crusius
9,2%
Alceu Collares
8,9%
Antonio Britto

6,7%

Saiba o que o governo estuda intramuros para equilibrar as contas públicas do RS

O pacote de maldades que o governo Sartori examina neste momento e que poderá ser objeto de projetos para exame da Assembléia, são muito mais abrangentes do que se imagina.

Ele cortará de modo duríssimo nas despesas.

É por onde o governo enxerga providências de curto, médio e longo prazos para ajustar as contas públicas.

As medidas que o editor coloca a seguir são de fato examinadas, mas não há decisão tomada e é possível que nem sejam incluídas no pacote.

Em relação aos outros Poderes
Vincular o orçamento de cada um ao ingresso efetivo da receita corrente líquida e não a valores do orçamento, geralmente aprovados sem base real.
Em relação ao funcionalismo
Cumprir duramente o teto salarial dos servidores estaduais
Acabar com a licença-prêmio (o governo federal faz isto desde 1997)
Congelar todos os salários por dois anos seguidos
Não nomear mais ninguém, nem sequer concursados
Prorrogar os reajustes salariais concedidos por Tarso, que não respeitou a Lei de Responsabilidade Fiscal
Reforma Administrativa
Extinção de estatais deficitárias e sem chance de recuperação, tipo Cesa
Redução drástica de benefícios fiscais
Aumento da receita

Refis radical para acerto imediato dos R$ 8 bilhões da dívida tributária passíveis de recebimento
Venda de ativos ou parte deles, saudáveis, como a seguradora e a administradora de cartões do Banrisul

Pesquisa mostra que população gaúcha passou a entender a herança maldita deixada por Tarso ao governo Sartori

A pesquisa feita pelo Instituto Paraná Pesquisas sobre os 100 dias do governo Sartori foi realizada nas 7 mesoregiões do RS. Ela obedeceu a proporção de homens (48%) e mulheres (52%) no conjunto da população.

O editor publicou nesta quinta os números principais, mas eles também foram entregues para a revista Época e para o site Brasil247.

Os números:

Aprova - 54,4%
Desaprova - 38,9%
Não opina ou não sabe - 6,7%

A pesquisa não perguntou as razões pelas quais o eleitor aprova ou desaprova o governo Sartori, mas o elevado índice de aprovação, a despeito do baixo desempenho do governo, pode estar ligado ao "período da graça" de meio ano, normalmente concedidos pela população, mídia e políticos, a qualquer governo, como também ao modo convincente com que o governo vem apresentando o cenário dramático herdado de Tarso Genro.

Editorial, Estadão - Ponto final no Mensalão

Com a decisão do governo da Itália de extraditar Henrique Pizzolato para o Brasil, chega-se ao fim do processo do mensalão. Quase dez anos depois de deflagrado, o escândalo que abalou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva colocou vários líderes do PT e de outros partidos na cadeia e marcou uma virada na percepção dos brasileiros de que os poderosos sempre se dão bem. No entanto, faltava pôr atrás das grades o condenado que, se não tem uma biografia comparável à dos “guerreiros do povo brasileiro”, como foram classificados por seus correligionários os potentados petistas encarcerados, é um dos que melhor simbolizam o aparelhamento do Estado com vista a depená-lo, na tentativa de permitir que o PT se perpetuasse no poder.
Pizzolato foi condenado em 2013 a 12 anos e 7 meses de prisão por ter autorizado, na condição de diretor de marketing do Banco do Brasil, um repasse de R$ 73,8 milhões que o banco mantinha no Fundo Visanet para uma das empresas de Marcos Valério de Souza, operador do mensalão, recebendo em troca uma recompensa de R$ 336 mil.
Essa operação é central para entender o esquema que resultou no pagamento de propina a políticos e partidos da base governista. Segundo a reconstituição feita pela Polícia Federal e o Ministério Público – plenamente aceita pelo Supremo Tribunal Federal –, o dinheiro que saiu do Fundo Visanet e entrou no chamado “valerioduto” era público. O Banco do Brasil, como detentor de 32% do fundo, determinou um repasse de R$ 73,8 milhões à agência de propaganda de Valério sem que esta tenha prestado nenhum serviço à marca de cartões do banco.
Pizzolato agiu, portanto, como peça central do esquema. No entanto, à parte seu papel na transferência ilegal de dinheiro público para o mensalão, sua real importância está no fato de que ele só ocupava uma das mais estratégicas diretorias do principal banco estatal brasileiro porque tinha uma missão partidária a cumprir.
Petista, ex-presidente da CUT no Paraná, Pizzolato integrou a leva de diretores e vice-presidentes do Banco do Brasil escolhidos por Lula logo no início de seu primeiro mandato, em 2003, com base em um único critério – fidelidade ao PT. O aparelhamento era essencial, como se veria pouco tempo depois, para que os mecanismos administrativos que poderiam impedir o mensalão fossem substituídos pela “total balbúrdia”, na feliz expressão usada pelo ministro Ricardo Lewandowski, no julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, para qualificar o modo como Pizzolato gerenciava sua área. Antes de ser prova de incompetência, a “balbúrdia” era a essência de uma estratégia, pois facilitava o zigue-zague de dinheiro que elidia os controles institucionais.
Uma vez descoberto o esquema, manda o manual do petista moderno dizer-se vítima de tribunais de exceção e até mesmo fugir para “salvar a vida”, como Pizzolato chegou a alegar quando já estava na Itália, para onde foi graças a um plano urdido desde 2007, quando as primeiras acusações formais contra ele foram feitas. Ele usou a identidade de um irmão morto para falsificar todos os documentos necessários para a operação. Pizzolato agravou, assim, os crimes que já cometera.
Ao tomar a decisão de extraditar Pizzolato para o Brasil, a Itália considerou que o petista não tinha vínculos reais com o país, usando sua dupla cidadania apenas como “escudo” para evitar a Justiça brasileira. Mais que tudo, segundo informou a Advocacia-Geral da União, pesou o fato de que Pizzolato foi condenado por crime de corrupção.

O desfecho do caso, de si suficientemente vergonhoso, representou um constrangimento adicional para o Brasil. Ao decidir extraditar um cidadão italiano condenado em outro país, a Itália deu um exemplo de como a Justiça deve prevalecer sobre a política ou a ideologia. Já no Brasil de Lula, um “ativista” de esquerda como o italiano Cesare Battisti – na verdade, um terrorista – pode dormir tranquilo. Ele foi condenado à prisão perpétua pela Justiça da Itália por assassinato, mas ganhou refúgio no Brasil graças a um “fundado temor de perseguição”, malgrado a Itália ser uma democracia plena. Aqui, amigos poderosos falaram mais alto que a decência.

Gerdau foi a jantar de homenagem a FHC em São Paulo

Jorge Gerdau foi o único gaúcho que compareceu ao jantar oferecido terça-feira a noite por João Dória Júnior ao ex-presidente FHC em São Paulo.

Ao lado de FHC no jantar sentaram-se o empreiteiro Marcelo Odebrecht, Rubens Ometto, da Cosan, e Jorge Gerdau, do grupo Gerdau, além de Doria e o governador Geraldo Alckmin.

Abimaq adverte que 200 empresas estão prestes a quebrar porque não recebem mais encomendas das empreiteiras do Petrolão

A jornalista Mônica Bérgamo informou hoje na sua coluna da Folha que a Abimaq, associação que representa fabricantes de máquinas e equipamentos, está agendando audiência com Aldemir Bendine, presidente da Petrobras, para levar a ele "um dossiê" relatando "o descalabro" no setor. 

De acordo com Carlos Pastoriza, presidente da entidade, 200 empresas estão prestes a quebrar porque não recebem das empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato.

Lewia tudo:

"Máquinas foram vendidas às empreiteiras para obras no setor de óleo e gás. Muitas delas não pagam e sequer conseguimos encontrar alguém para conversar. Ou os donos das empresas estão presos ou os diretores desapareceram, não falam com ninguém", diz Pastoriza.

A Abimaq estudou promover ação para a retomada das máquinas vendidas.

Mas o departamento jurídico da entidade avisou que a iniciativa dificilmente daria resultado.

Metalúrgicos da GM decidirão esta tarde se farão ou não greve por bônus maior

Os trabalhadores da GM de Gravataí decidirão esta tarde, 14h30min, se farão ou não greve, tudo por conta de uma diferença nas discussões sobre pagamentos pelo cumprimento de metas de produção.

Os metalúrgicos querem R$ 14.804,00 de bônus pelo cumprimento de 100% das metas, enquanto a empresa concorda com R$ 13 mil.

Não há discussão sobre reajuste salarial, porque no ano passado as partes acordaram em revisão pelo INPC, num programa de três anos.

A GM de Gravataí responde por 60% da produção nacional da montadora.

Delator de Anastasia não provou nada, fugiu e é procurado pela Polícia Federal

Réu na Operação Lava Jato, o policial federal afastado Jayme Alves de Oliveira Filho, o "Careca", que revelou em delação ter repassado R$ 1 milhão ao ex-governador de Minas Antonio Anastasia (PSDB) segue desaparecido. O juiz Sérgio Moro mandou soltá-lo e agora ele é considerado fugitivo. A  PF estuda colocá-lo na lista da Interpol; a investigação do caso foi prejudicada porque depende do depoimento da testemunha.

O ex-governador de Minas sempre negou qualquer contato com o policial, refutou as denúncias feitas contra ele e quer acareação com seu delator.

Não há prova alguma de que Careca falou a verdade.

Ele fugiu depois que falou em Curitiba. 

A PF também trabalha com a hipótese de que ele tenha sido assassinado.

Análise do editor - Renan, Dilma e o PT ignoram as leis do mercado

O senador Renan Calheiros, presidente do Senado, defende hoje a assinatura de um Pacto Nacional pelo Emprego.

Da mesma forma que seus companheiros do PT e do governo Dilma, o senador alagoano ignora as leis do mercado e acha que empresas que não produzem são capazes de gerar riqueza e portanto garantir mais impostos e mais empregos.


Veja como os professores usaram bandidos mascarados para enfrentar a Polícia Militar do Paraná

Tal como acontece com Dilma Roussef, PT, a crise fiscal que abala o governo do Paraná é uma herança maldita do próprio governador Beto Richa, PSDB.

No caso de Dilma, a oposição, no caso o PSDB, não só não patrocina protestos violentos de rua, como até mesmo os desordeiros estão dentro e não fora do governo.

Não é o que acontece no Paraná.

Como se percebe nas fotos, black blocs uisam de extrema violência, algo recorrente em manifestações contra os governos do PSDB ou de Partidos que não sejam do PT.

A reação das forças da ordem não podia ter sido outra.

A violência dos black blocs foi o estopim do confronto.

O que interessa, agora, é identificar os bandidos mascarados que fizeram parte das ações dos professores, todas elas com ampla cobertura do PT. É o mesmo PT do Paraná que está envolvido até a medula no petrolão, com vários dos seus líderes presos ou investigados, como André Vargas, Gleise Hoffman e Paulo Bernardo.

67% dos leitores acham que amante não pode ter os mesmos direitos da esposa, mas 27% pensam diferente

67% dos leitores desta página acham que esposa e amante não devem ter os mesmos direitos,bem ao contrário do que defende o advogado Luiz Fachin, indicado por Dilma para o STF.

Apesar disto, 15% consideram que em determinadas situações o direito existe de fato. A este número, é possível somar os 12% que querem que esposa e amante sejam tratadas com direitos iguais.

A nova enquete fala sobre o fuzilamento do traficante brasileiro preso na Indonésia. Até este momento (9h46min), 84% dos leitores acham que ele mereceu ser fuzilado.

É o que também pensa o editor.


PT só ganha (votação) quando temos pena’, diz Cunha em jantar do PMDB

Relato de discurso feito para bancada peemedebista foi publicado pelo jornal O Globo. Segundo a reportagem, presidente da Câmara destacou ‘protagonismo’ de seu partido e ironizou petistas

"Impressionante. O PT não ganha uma votação. Só quando a gente fica com pena na última hora”Em jantar que reuniu quase 50 deputados da bancada do PMDB, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), destacou o protagonismo de seu partido no Congresso e ironizou o PT. Segundo o jornal O Globo, Cunha disse aos colegas que “todo mundo” está contra a legenda da presidenta Dilma e que os petistas só vencem as votações na Câmara quando eles, os peemedebistas, têm pena.
“Muito bom ver essa bancada unida. É um bom momento para todos nós. Não ter dependido do PT e da oposição (para ganhar a eleição de presidente da Casa) permitiu ao PMDB esse protagonismo político. E nos deu a liberdade para fazer o que estamos fazendo. É só olhar. É impressionante. Onde o PT vai, está todo mundo contra. No plenário… Impressionante. O PT não ganha uma votação. Só quando a gente fica com pena na última hora”, afirmou o deputado, de acordo com relato do repórter Evandro Éboli.

Do jantar, realizado no apartamento do deputado Newton Cardoso Júnior (PMDB-MG), filho do ex-governador mineiro Newton Cardoso, participaram dois ministros de Dilma: o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves, do Turismo, e o deputado licenciado Eliseu Padilha, titular da Secretaria de Aviação Civil.


Desde sua eleição para o comando da Câmara, em fevereiro, Eduardo Cunha impôs uma série de derrotas ao Planalto, a mais recente delas foi no projeto de regulamentação da terceirização. Toda a bancada petista votou contra a proposta, que passou pela Câmara e agora está em discussão no Senado.

Fechará tudo neste 1o de Maio

Bancos, lojas e até supermercados fecharão neste feriado de 1o de Maio. Tudo vai parar no País inteiro.

Em Porto Alegre, os ônibus circularão sem cobrar passagem.

45 mil pessoas sairão pela rodoviária de Porto Alegre e pelo menos 73 mil carros usarão a freeway para viajar para as praias do Litoral Norte e de Santa Catarina.

Professores iniciam greve em Novo Hamburgo, RS

Os professores municipais de Novo Hamburgo, Grande Porto Alegre, entraram em greve. 54 escolas fecharam. Eles reclamam melhoria salarial. O prefeito Luís Lauermann, PT, quer pagar 5% de rajuste agora e mais 3 % em novembro.

Tarso insiste na defesa do Estado gastador e irresponsável

O ex-governador Tarso Genro voltou a criticar, ontem, em Porto Alegre, os programas de austeridade implementados por Dilma e Sartori.

Ele falou ao programa Esfera Pública, Rádio Gaúcha.

Trata-se do mesmo Tarso que ignorou qualquer medida de austeridade e por isto gastou o que não era seu, inflou as despesas que já eram suas, não conseguiu aumentar a receita e gerou déficits sucessivos, até entregar ao sucessor a herança maldita de um déficit previsto de R$ 5,4 bilhões para este ano, inviabilizando com isto a nova administração, empobrecendo os servidores e asfixiando a economia gaúcha.

O ex-governador não esqueceu nada e também não aprendeu nada.

É uma das razões pelas quais até a presidente Dilma Roussef e a direção nacional do PT não querem vê-lo por perto.

Isto poderá acontecer também no RS

Os discursos mais inflamados ouvidos ontem no Paraná foram de que o governo Richa e a Assembléia não querem o diálogo.

"Nós só queremos dialogar", disse para o repórter do Jornal da Band, ontem a noite, um dos líderes dos professores, pouco antes de ser desarmado e preso pela PM (leia abaixo).

O governo, os deputados e a PM estavam prevenidos contra o tipo de diálogo tentado antes.

É que no dia 10 de fevereiro, os professores usaram black blocs mascarados, derrubaram as cercas, arrombaram as portas, invadiram o plenário e expulsaram todos os deputados, como mostra a foto ao lado.

O que aconteceu ontem no Paraná pode ser um aviso para o que acontecerá em maio no RS caso o governo Sartori materialize sua decisão de enviar projeto adiando o pagamento dos aumentos salariais concedidos pelo governo Tarso Genro para professores e policiais, sem que tivesse previsto fonte de recursos e nem quitado ele mesmo os valores.

Sem fazer isto, Sartori terá que desembolsar R$ 400 milhões adicionais por conta do benefício que o governo petista concedeu com dinheiro que não era do seu governo.

A saída de Sartori poderá ser o Judiciário, porque a decisão de Tarso Genro e do PT ataca a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Neste caso, ele pouparia a Assembléia, a mesma que aprovou o projeto de Tarso.

213 professores e policiais feridos no Paraná. Governo aprova mudanças no Paraná Previdência. Richa economizará R$ 125 milhões por mês. Estado vive dura crise financeira.

A Assembleia manteve o teor do projeto da Parana Previdência, que trará economia mensal de R$ 125 milhões ao governo do estado. Houve apenas quatro alterações ao texto:
1 - Aporte
Se não se concretizar o aporte governamental previsto de R$ 1 bilhão no Fundo Previdenciário com royalties de Itaipu, o caixa do Tesouro do estado cobrirá a diferença.
Contribuição
Para atingir 22% de contribuição patronal, o estado fará aportes de 1% sobre o valor mensal da folha do funcionalismo e de mais 1% a partir de 2031.
Conselheiros
Incluiu associações de classe, além das entidades sindicais, como responsáveis por eleger os representantes dos servidores no Conselho de Administração da Paranaprevidência.
representatividade
Prevê que, dos quatro representantes do funcionalismo no Conselho de Administração, um seja do quadro próprio do Executivo, um das entidades que representam os militares e dois das entidades sindicais.

A reportagem a seguir é do jornal Gazeta do Povo, Curitiba, edição de hoje. As fotos ao lado são do jornal. Leia tudo e entenda o tamanho e a natureza dos confrontos de violência ocorridos na rua:

Alheios a tudo que se passava do lado de fora do plenário da Assembleia Legislativa, os deputados governistas pareciam participar de mais um dia normal de sessão. Com exceção do líder do Executivo, Luiz Claudio Romanelli (PMDB), 30 parlamentares aliados permaneciam impassíveis em suas cadeiras, sorrindo e jogando conversa fora. No comando de todos eles, o presidente da Casa, Ademar Traiano (PSDB), afirmou apenas que “lá fora, o problema é da segurança pública, não da Assembleia”.
Amparado em uma decisão judicial que garantia a segurança do prédio e a realização dos trabalhos sem a presença dos servidores, o Legislativo tocou de forma ininterrupta cinco horas de discursos e votações em três sessões seguidas – uma ordinária e duas extraordinárias. No início da noite, os governistas finalmente conseguiram aprovar em definitivo o projeto de reforma da Paranaprevidência, enviando-o para sanção do governador Beto Richa (PSDB).
Iniciada por volta das 14h45, a sessão durou poucos minutos até que os primeiros estouros fossem ouvidos na Praça Nossa Senhora de Salete. De imediato, deputados da oposição deixaram o plenário em direção à rampa principal do prédio e pareciam não acreditar nas cenas de guerra.
De um lado, os manifestantes tentavam avançar em direção à Assembleia para impedir que os parlamentares da base aprovassem o projeto. Do outro, policiais militares divididos em uma série de barreiras respondiam com bombas de efeito moral, spray de pimenta e gás lacrimogênio. Um caminhão da tropa de choque ainda dispersava os servidores com jatos de água.
Temendo pelo pior, um grupo de oposicionistas tentou descer a rampa da Casa, mas foi contido por um cordão da tropa de choque. Ao insistir em passar, Rasca Rodrigues (PV) acabou mordido no braço por um cão da PM. Os parlamentares, porém, voltaram do meio do conflito sem nenhum avanço, e os confrontos continuaram.

Richa culpa black blocs 
e isenta polícia
O governador do Paraná, em entrevista coletiva, afirmou que a violência no Centro Cívico se deveu a vandalismo de arruaceiros, e disse que a polícia apenas reagiu para se proteger.
Do lado de dentro, apelos eram feitos a Traiano para que suspendesse a sessão. Sem desgrudar do telefone por meio do qual recebia informações dos acontecimentos na praça, o tucano manteve a sessão em andamento. E parecia ter o aval dos colegas governistas, que nem mesmo por curiosidade, deixaram o plenário para ver o que se passava lá fora. O único que demonstrava preocupação era Romanelli. Ao ser cobrado por algumas pessoas presentes na Casa, por “ser o representante do governo”, o peemedebista disse que defendia a suspensão da sessão, mas que a decisão não cabia a ele.

Os trabalhos transcorreram normalmente em meio a essa anormalidade sob protestos da oposição. Por volta das 18 horas, a Casa aprovou, por 31 votos contra 20 (veja infográfico), a proposta da previdência em segunda discussão, sepultando qualquer possibilidade de rejeição da matéria. A informação demorou a chegar, por meio de um caminhão de som, aos poucos manifestantes que ainda resistiam ao frio e à chuva que começou a cair no Centro Cívico.

Vem aí o plebiscito para decidir se a prefeitura de Porto Alegre deve ou não cercar o Parque da Redenção

Por 22 votos contra apenas um, os vereadores de Porto Alegre aprovaram projeto que prevê a realização de plebiscito para que a população decida se quer ou não cercar o Parque da Redenção.

Trata-se do maior e mais importante parque da cidade, localizado na zona mais central.

A idéia é recorrente e se deve à insegurança no local.

Em Porto Alegre, como nas demais grandes cidades brasileiras, restou como última solução trancar-se dentro de casa e trancar como puder os locais de convivência pública.

O editor conheceu inúmeros parques e praças nos EUA e Inglaterra, que também são cercados. Em alguns deles, as chaves ficam com moradores do entorno.


8 bilhões dos R$ 35 bilhões de ICMS devidos são cobráveis. Saiba como o governo Sartori pode embolsá-los.

O secretario gaúcho da Fazenda, Giovani Feltes, já tem há algum tempo sobre a mesa todos os dados a respeito da dívida de contribuintes com o fisco.

São R$ 35 bilhões, o equivalente a um ano e meio de arrecadação do ICMS, 5 vezes mais do que o total do déficit previsto para este ano.

A maior parte é dívida imprestável.

Ela se arrasta há anos.

Rigotto, Yeda e Tarso, os últimos governadores, fizeram de tudo e não conseguiram recebê-la.

Os constantes Refis são tentativas frustradas de resolver o imbroglio.

Acontece que do total dos R$ 35 bilhões, R$ 8 bilhões não são créditos podres.  - e 85% deles estão ainda na esfera administrativa.

O secretário da Fazenda e o governo resistem a um novo Refis, exatamente porque o recurso tem oferecido poucos resultados.

E oferece poucos resultados porque as condições não correspondem à capacidade de pagamento dos devedores.

Sem dinheiro nem para pagar a Folha, o secretário Giovani Feltes precisa usar de coragem, velocidade e inteligência para botar imediatamente o dinheiro no bolso, zerando a cobrança de juros e multas, mantendo a correção e parcelando tudo em 20 anos, desde que garanta entrada de pelo menos 20% do valor. Acertadas as contas com os credores, é o caso de negociar o saldo com a banca.

A burocracia resiste a soluções heróicas como esta, mas problemas heróicos exigem soluções heróicas.

E imediatas.

O governo já perdeu 4 meses e só produz soluções previsíveis.

Algo parecido o editor fez em setembro de 1988, quando o então prefeito Alceu Collares enfrentou dramática crise financeira criada por ele mesmo e a ex-secretária da Fazenda, Dilma Roussef. Em menos de 30 dias entrou todo o dinheiro previsto. Em 1988, a inflação foi de 980%. Isto mesmo: 980%.