Dilma toma duas vaias seguidas na abertura da Copa das Confederações. Battler, imaginando ainda estar na Suiça, reage: "Pô, gente: cadê o fairplay".

Dilma, na foto, sem graça, depois de ter tomado duas vaias seguiodas. Atrás dela, também sem grasça, a ministra Gleise Hoffmann quase cerra os olhos, parecendo não acreditar no que ouve. 

A presidente Dilma Rousseff foi muito vaiada momentos antes do início da abertura da Copa das Confederações. Anunciada pelo alto-falante do estádio, ela fez caras de poucos amigos e limitou-se a dizer uma única frase no microfone, enquanto Joseph Blatter, presidente da Fifa, deu uma bronca na torcida pelo comportamento.

. "Por favor, onde está o fair play de vocês", disse o cartola, visivelmente constrangido com a situação. Dilma, por sua vez, foi sucinta e ignorou os protestos. "Declaro oficialmente aberta a Copa das Confederações 2013", disse ela, atropelando as vaias.

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Polícia prende quatro agentes de Dilma e do PT na Abin que espionavam Eduardo Campos em Pernambuco

A Polícia Militar de Pernambuco prendeu, no dia 11 de abril, quatro agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) acusados de espionar o governador Eduardo Campos (PSB). Eles agiam infiltrados no Porto de Suape. A informação está em reportagem da revista Veja desta semana. O empreendimento é considerado como a "menina dos olhos" pela administração socialista na área econômica. Eduardo ensaia um rompimento com o PT para se lançar candidato ao Palácio do Planalto em 2014.

. A notícia de que o governo federal mobilizou a Abin para investigar portuários e sindicatos contrários à Medida Provisória dos Portos - de iniciativa da presidente Dilma Rousseff (PT) - foi publicada pelo jornal Estadão em abril - mesmo mês das prisões -, com base em documento sigiloso do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI). Na época, Eduardo Campos questionou se o trabalho está dentro dos limites da lei que disciplina a Abin. “Se for, tudo bem, mas se esse trabalho está indo além das competências da Abin e invadindo o direito de livre organização sindical, de luta dos trabalhadores, aí isso é preocupante. Não quero crer que vá até aí, seria uma grande decepção para todos nós se tivesse comprovado esse tipo de transgressão por parte da Abin num governo que nós apoiamos", declarou.

Imobilizada com papai no Piratini, Luciana Genro cria ONG que participa da liderança dos protestos terroristas de São Paulo

Na edição desta sexta-feira o editor postou informações recentes que investigou em Porto Alegre e São Paulo, visando conhecer o destino da ex-deputada Luciana Genro, filha do governador Tarso Genro. O editor pesquisava dados para a nota que postou sobre o julgamento da ação movida pelo empresário Humberto Busnello contra ela e seu companheiro, o vereador Pedro Ruas. Nos diretórios do PSOL no RS e em SP, o editor obteve a confirmação de que ela viaja pelo Brasil, faz base atual em SP e promove sua campanha presidencial. No RS, ela não pode ser candidata a nada. É proibição da lei, que proíbe candidaturas de parentes do governador, visando impedir acumpliciamentos.

. As notas estão logo abaixo.

. A surpresa deste sábado é a seguinte nota disponibilizada pelo jornalista Reinaldo Azevedo:

- As coisas vão ficando cada vez mais divertidas. Nos distúrbios de rua, especialmente em São Paulo, a gente nota a presença ostensiva de bandeiras amarelas. Examinem o documento ao lado. Há ali a assinatura de um “movimento”, que tem página na Internet: chama-se “Juntos”. O endereço é juntos.org.br. Mais uma vez, fui fazer a divertida brincadeira de saber quem e o dono do registro. Tchan, tcha, tcham! Sim, trata-se de Luciana Genro, militante do PSOL, filha do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT). Ela anda um tanto afastada da política por razões de saúde, mas o vereador Pedro Ruas, de Porto Alegre, dá toda força à turma e a substitui com sobras. O “Juntos” é uma espécie de movimento social do PSOL. No “Quem somos”, eles se revelam (em vermelho).

. O programa do braço social do PSOL avisa: “Juntos! é um movimento nacional de juventude. Surgiu no início de 2011 em São Paulo e vem conquistando a simpatia de jovens de todo o Brasil"

. Reinaldo Azevedo revela que "basta que tenha uma causa, qualquer uma, e que se indigne com alguma coisa. Boa parte dos “revolucionários” modernos, estes que promovem a baderna em várias cidades brasileiras, com destaque para São Paulo e Rio, não têm mais, a exemplo de seus congêneres do passado, Karl Marx como referência. O marxismo, já afirmei aqui algumas vezes, é difícil. A leitura da teoria propriamente dita é chata. É diferente do Marx divertido de “O 18 Brumário” ou de “A Ideologia Alemã” — ainda assim, também esses livros são ignorados.

Mercedes Benz confirma que nova fábrica poderá mesmo sair em Santa Catarina

A Folha deste sábado ouviu o alemão Philipp Schiemmer, novo presidente da Mercedes Benz no Brasil. Ele informa na entrevista que a montadora decidiu implantar uma nova fábrica no Brasil, mas que ainda não escolheu o Estado onde fará isto. Estão na lista SP, Minas, Rio e Santa Catarina. O governador de SC esteve no mês passado na Alemanha, já recebeu os dirigentes da MB do Brasil e aos seus conterrâneos disse que a fábrica ficará em Joinville. Ali perto, Araquari, será instalada a fábrica da BMW, Joinville mesmo opera desde o ano passado com a nova fábrica de motores da GM, a região é um potente polo-metal mecânico e forma um eixo com José dos Pinhais, Paraná, duas horas adiante, que se comunica com São Bernardo do Campo, cinco horas além. O RS está fora do jogo, como revela Schiemmer, que já avisa que questões logísticas, agora, são mais importantes do que incentivos. A seguir, trecho pinçado pelo editor. Ao final, link com toda a entrevista.

Que locais estão sendo considerados?
 Estamos falando com vários Estados, entre eles São Paulo e Minas Gerais, onde já temos fábricas, além de Rio de Janeiro e Santa Catarina. Mas isso não quer dizer que um desses quatro será o escolhido.

Os incentivos propostos pelos Estados devem ter uma grande influência na decisão.
 Incentivos são importantes, fazem parte do cálculo, mas não são o critério mais relevante, pois terminam ou mudam. O ponto principal agora é a logística.

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Servidores da PGE seguem em greve. Governo endurece, recorre ao judiciário e corta o ponto de todos.

Em reunião da categoria na tarde sexta, os servidores da Procuradoria Geral do Estado do RS segue em greve. Os trabalhadores querem reajuste salarial.

. O governo ajuizou ação própria para declarar ilegal a paralisação e obteve liminar a seu favor, mas a categoria recorreu. O ponto dos grevistas foi cortado.

. A direção da PGE avisou que só dialoga com a volta de todos ao trabalho, mas os trabalhadores temem represálias. 

Saiba como dirigentes petistas do Trensurb congelaram seus altos salários para sempre

O editor recebeu denúncias de que a direção do Trensurb, a estatal federal que cuida do trem metropolitano no RS, passou a utilizar os termos da Súmula nº 372 - TST - Res. 129/2005 - DJ 20, 22 e 25.04.2005 -Conversão das Orientações Jurisprudenciais nºs 45 e 303 da SDI-1, naquilo que ela trata deste ítem:
Gratificação de Função - Supressão ou Redução - Limites.

. Diz a Súmula que "percebida a gratificação de função por dez ou mais anos pelo empregado, se o empregador, sem justo motivo, revertê-lo a seu cargo efetivo, não poderá retirar-lhe a gratificação tendo em vista o princípio da estabilidade financeira. (ex-OJ nº 45 - Inserida em 25.11.1996". 

. Pois bem, com base nesta súmula,  a direção da Trensurb incentiva os atuais detentores de cargos com função gratificada a deixarem  seus cargos, substituindo-os por outros empregados. O interessante é que o empregado está saindo do cargo por livre e espontânea vontade e não, como diz a lei, sem justo motivo. Por paradoxal que possa parecer,  um dos principais objetivos da direção é reduzir a folha de pagamento e para tanto é necessário cobrir este “rombo”, já que o empregado deixa o cargo sem perder os direitos aparentemente conquistados. Só existem duas formas de resolver este problema: reduzir o quadro de empregados e arrochar o salário dos não aquinhoados com essas benesses. Aparentemente é tudo absolutamente legal, mas não caracteriza uma atitude ética ou moral defensável, pois quando sindicalistas, os atuais dirigentes petistas do Trensurb eram absolutamente contra esta prática.

- Em janeiro deste ano, os principais dirigentes petistas do Trensurb completaram dez anos de gestão, portanto aptos a levar junto tudo o que percebem atualmente, sejam transferidos para onde forem.

Época tenta identificar o que e quem está por trás da violência urbana dos rebeldes sem causa de SP

A revista Época que circula, tenta identificar os grupos políticos e sociais que integram a pequena multidão de ativistas que tentam parar as cidades pela violência física. O editor selecionou os melhores trechos, mas no link ao final é possível ler toda a reportagem, que ainda não está completa, porque não identifica com precisão o papel de grupelhos extremistas situados dentro dos aparelhos dos governos e do PT. Leia:

Criado em 2005, por jovens num acampamento do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o MPL se diz independente de partidos políticos – mas se escora em alguns. Organiza-se por meio de redes sociais na internet, e alguns de seus membros defendem princípios anarquistas. Dizem lutar por transporte público gratuito e de qualidade para a população. Uma das principais bandeiras é a migração do sistema de transporte “privado” para um sistema gerido diretamente pelo Estado, com a garantia de acesso universal a qualquer cidadão, por meio do “passe livre” – o fim de cobrança de tarifa.

O apelo das autoridades para que suas reivindicações sejam apresentadas de modo pacífico, pelos canais democráticos tradicionais, não surtiu efeito até agora. O ativismo do MPL envolve ação direta, na rua. “A única maneira é parar o trânsito”, diz a estudante de letras da Universidade de São Paulo (USP) Raquel Alves, de 20 anos, militante do MPL. “Infelizmente, o vandalismo e a violência são necessários, para que apareça na mídia. Se saíssemos em avenidas gritando musiquinha, ninguém prestaria atenção.”
O MPL se inspira nos movimentos de jovens que nos últimos anos tomaram espaços públicos no Oriente Médio, na Europa e nos Estados Unidos. A ampla maioria dos militantes já nasceu num regime democrático, portanto não precisa lutar pela democracia, como os militantes da Primavera Árabe. Assemelham-se mais aos americanos do Occupy Wall Street ou aos envolvidos nos tumultos que marcaram capitais europeias, como Londres ou Madri em 2011. Todos protestam em meio ao que chamam de “crise do capitalismo”.

O antropólogo anarquista David Graeber, um ex-professor da Universidade Yale que se transformou em guru dessa juventude, afirma que o Occupy Wall Street se caracterizava pela recusa de lideranças tradicionais.
(...)
Desde o aumento da tarifa de 2011, a inflação foi de 15,5%, o que justificaria um aumento maior que os 6,7% de São Paulo. Desde 2003, a inflação acumula alta de 81,7% – ante 88,2% de aumento da tarifa em São Paulo e 182,5% no salário mínimo.

Os números não sensibilizaram o MPL, cuja cartilha de protestos mistura técnicas das recentes ocupações no exterior a preceitos clássicos de guerrilha urbana. Entre os manifestantes presos pela PM na última semana, alguns portavam coquetéis molotovs e até facas. “Fechar as ruas com fogueiras e barricadas não fomos nós que inventamos”, disse a ÉPOCA o manifestante Marcelo (nome fictício). “Somos de um grupo de anarquistas e punks e pegamos carona para protestar contra tudo o que está aí”, afirmou mais tarde, logo após depredar um ônibus.
(...)
 Na última manifestação, havia dezenas de representantes de partidos políticos, como PCO, PSTU ou PSOL.

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