STF julga últimos embargos, poderá rejeitar os infringentes esta semana. Joaquim Barbosa quer enfiar os mensaleiros na cadeia no Dia da Pátria, 7 de setembro.

O julgamento do século, no caso o julgamento do Mensalão entra nesta semana em sua hora mais tensa edecisiva. Assim que forem julgados os quatro embargos de declaração ainda pendentes, que devem ser rejeitados, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, colocará em pauta a discussão sobre os chamados embargos infringentes – aqueles que dão direito aos réus uma nova oportunidade de defesa, quando contam com, pelo menos, quatro votos. É este o caso, por exemplo, do ex-ministro José Dirceu e dos deputados José Genoino (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP) na condenação por formação de quadrilha.

. Joaquim Barbosa defenderá a tese de que os embargos infringentes não existem mais

. Se os infringentes forem recusados pela maioria do plenário, Joaquim Barbosa poderá executar seu grande ato: a decretação da prisão dos réus antes do 7 de setembro. 

Fábio Campana diz que prisão de Gaievski terá efeito devastador sobre campanha de Gleisi (PT) no Paraná

Nas fotos, em montagem do site www.brasil.com.br, de cima para baixo, sentido horário: Fábio, Beto Richa, Gaievski e Gleisi, atingida mortalmente.



O jornalista paranaense Fábio Campana escreveu neste domingo uma análise que intitulou "A candidatura Gleisi e o efeito Gaievski", prevendo efeitos devastadores para a candidatura da chefe da Casa Civil de Dilma. Leia:

Marqueteiros, publicitários, pesquisadores e curiosos se dedicam a investigar o desgaste que sofre a ministra Gleisi Hoffmann com o caso de seu assessor especial, Eduardo Gaievski, preso sob acusação de estuprar 17 meninas menores de 14 anos e outras cinco de idade entre 14 e 18, quando era prefeito de Realeza e apresentado para o país como “exemplo PT de administrar”. Até aqui, a moçada lua-preta concluiu:

1- O desgaste é inevitável. A população enxerga em Gaievski o exemplo da entourage de Gleisi Hoffmann, ou seja, quem a acompanha quando assume postos de governo e responsabilidade. Isso afeta a credibilidade da candidatura de Gleisi Hoffmann ao governo.
2 – Eduardo Gaievski não era um simples quadro administrativo, mas político da confiança e intimidade de Gleisi Hoffmann, com voz para nomear, decidir, execrar adversários e articular os prefeitos em apoio à candidatura de Gleisi ao governo.
3 – Os mais otimistas apostam na pouca memória dos paranaenses. Como este escândalo acontece um ano e um mês antes das eleições, rezam pelo esquecimento e tentam criar outros fatos que ajudem a apagar este.
4 – Os mais pessimistas lembram que Gaievski será um nome lembrado permanentemente durante a campanha do ano que vem. 

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20 mil médicos cubanos durante 10 anos, não melhoraram os indicadores de saúde na Venezuela

A foto é de um centro médico da Venezuela.



Esta reportagem de Janaína Figueiredo foi postada em Buenos Aires para O Globo, que conta que sob a gestão de Hugo Chávez, há dez anos, a Venezuela importou cerca de 20 mil médicos cubanos para atuar em regiões pobres, como parte das missões bolivarianas (programas sociais chavistas). Analistas locais afirmam que essas missões explicam, em grande medida, as vitórias eleitorais esmagadoras de Chávez em 2004 e 2006. Leia tudo:

No entanto, na visão de especialistas venezuelanos, o êxito político não se traduziu em melhoras estruturais no sistema de Saúde. Pelo contrário. Importantes médicos do país ouvidos pelo GLOBO fizeram um balanço negativo da experiência e destacaram a falta de preparação dos profissionais, graves denúncias de má prática e condições desumanas de trabalho que, em alguns casos, levaram à fuga de cubanos.

. Atualmente, de acordo com o governo venezuelano, o programa conta com mais de seis mil consultórios médicos, três mil odontológicos e 559 centros de diagnóstico integral, os modernos CDIs.

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"Os cubanos brincam dizendo 'Vai à Venezuela fazer o que?', o amigo responde 'Em uma missão?', e ouve: 'Não, vou ver meu médico'."

Sheila, ao lado, mãe solteira grávida, elogia o atendimento médico que recebe, mas se queixa do salário mensal de R$ 35,00 que recebe como técnica de recursos humanos, como também do rancho básico para gestantes que não dá para nada e dos plantões que faz sem receber hora extra. Ela mora na zona central de Havana (prestem atenção à pobreza da roupa da cubana e ao mau estado do edifício ao fundo dela, regra geral em Cuba). A reportagem é da Folha de S. Paulo deste domingo. 



Flávia Marreiro, da Folha deste domingo, ao publicar a reportagem intitulada "Exportação de médicos em massa afeta sistema de saúde cubano", começa contando a história da cubana Sheila González, que ela viu caminhando em Havana sob o sol a pino, rodeada de edifícios em ruínas, escombros quase bonitos de um bombardeio que não ocorreu. Ela também apreciou in loco o sistema de saúde de Cuba e a perversidade com que a ditadura dos Castro trata a exportação de médicos para fazer caixa e com isto pagar suas aventuras, incompetência, desperdício e roubalheira. Leia tudo:

Grávida de Daniel há sete meses, a futura mãe vive em uma zona pobre no centro da capital cubana, Havana. Carregando o almoço do dia, Sheila pode ser considerada o símbolo do sistema de saúde cubano que, ao lado da educação, é hoje a maior bandeira dos guerrilheiros que chegaram ao poder em 1959.
No país que ostenta uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil do continente, é prioridade zero cuidar da gravidez da moça de 27 anos, mãe solteira, técnica em recursos humanos.

. "Minha ginecologista e a médica da família são muito exigentes. Estão atentas a tudo. Ao meu peso, ao peso dele, à minha pressão. Sei que meu filho está em boas mãos, antes e depois de nascido", conta Sheila, que, abaixo do peso ideal no começo da gravidez, entrou num programa estatal que reforça a dieta, com almoço diário.

. "Gosto do meu país. Não falo mal do governo. Falo o que acho que tem que melhorar", diz ela. E começa a citar o salário de US$ 15, a cesta básica para gestantes que é insuficiente e por que duvidou em ter mesmo Daniel.

(...)

Sem falar dos salários baixíssimos e dos plantões não remunerados que fazem.

Para completar, a exportação de médicos em massa, intensificada na última década, também é um fator de pressão no sistema. Sheila se queixa. "Muitos médicos bons se foram. Muitos só pensam de forma gananciosa."

Em outra ponta da cidade, a professora Alina Guerra, 56, diz que médico nunca faltou, mas ela só voltou a se consultar quando Dorália, sua médica, voltou da Venezuela.

Para a pediatra Consuelo (nome fictício), a exportação de médicos ao Brasil terá efeitos concretos. Quando dois de seus companheiros forem ao Mais Médicos nos próximos meses, ela conta que vai dobrar os plantões.

"Os cubanos brincam dizendo 'Vai à Venezuela fazer o que?', o amigo responde 'Em uma missão?', e ouve: 'Não, vou ver meu médico'."

De acordo com a pesquisadora Julie Feinsilver, autora de estudos sobre a saúde na ilha, não é possível dizer se falta médico ou se é apenas uma questão de percepção, por causa da má distribuição.

Para ela, o sistema de saúde é um dos aspectos que dão legitimidade ao governo. Segundo Feinsilver, "a saúde da população cubana" é, para o governo dos irmãos Castro, "uma metáfora da saúde do corpo político" da ilha.

Casada com Dilma, Zero Hora amplifica apenas parte da pesquisa sobre vinda de médicos-cubanos ao RS e esconde o principal.

A manchete de capa do jornal Zero Hora deste sábado foi curta, grossa e direta: "Pesquisa demonstra que gaúchos aprovam contratação de médicos cubanos".

. Não é verdade que a pesquisa tenha sido encomendada pelo governo de Dilma Roussef.

. Nem precisaria.

. Mas é verdade que a manchete é incompleta e induz a erros grosseiros.

. A manchete foi incompleta porque o correto seria esclarecer tudo desta forma:

- Pesquisa demonstra que gaúchos aprovam a contratação de médicos cubanos, desde que sejam aprovados no Revalida.

. É claro que outras perguntas ainda mais inquietantes poderiam ser colocadas no questionário, como as seguintes questões:

- Você concorda que médicos cubanos substituam médicos brasileiros, substituindo mão de obra paga por mão de obra escrava ?
- É correto importar milhares de médicos e não investir de verdade na saúde pública, gerindo melhor o SUS, dotando hospitais e postos de saúde de macas, equipamentos, camas, enfermeiros, laboratórios, remédios, ambulâncias?
- Vale a pena importar médicos cubanos treinados em Havana, Venezuela, Bolívia, e dispostos a cumprir missão ideológica em favor dos governos do PT e da candidatura de Dilma ?

. Ao avaliar o programa,15,7% dos gaúchos disseram que ele é ótimo, 43,6% disseram que ele é bom, sendo que apenas 14,5% cravaram nas respostas ruim e péssimo.

. 69% aprovam a decisão do governo de levar os médicos para as periferias e ao interior.

. A pesquisa feita pelo Instituto Methodus demonstrou, também, que 68,1% dos gaúchos consideram que se sentiriam confortável em receber tratamento de médicos estrangeiros.

. Até aí as respostas foram todas de acordo com o que esperava o governo e a RBS: aplausos gerais.

. Mas eis que uma das respostas, e a mais relevante, bota por terra os objetivos perseguidos pela pesquisa, porque ela corresponde ao sentimento e a percepção do que a maior parte da mídia, a oposição e os próprios médicos brasileiros colocam como restrição ao programa de importar milhares de médicos-escravos de Cuba. Eis a questão colocada pelo Instituto Methodus:

- Um ponto polêmico do programa Mais Médicos é a possibilidade de participação de estrangeiros que não estejam com seus diplomas revalidados no Brasil. Para você, esse ponto causaria insegurança na hora de ser atendido por um médico estrangeiro?”.

. A resposta vai de acordo com o discurso das entidades médicas, da maior parte da mídia e dos brasileiros mais lúcidos:

- Sim, causaria insegurança, responderam 58,3% dos entrevistados. Não, não causaria, disseram 29,5%.

Casa Civil está sob novas acusações de irregularidades

A Casa Civil está novamente no centro das atenções por denúncia de irregularidades praticadas pelos servidores. A ministra Gleisi Hoffmann foi convidada pela Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara para dar explicações sobre o ex-assessor da pasta, Eduardo André Gaievski, preso ontem depois de passar nove dias foragido, acusado de pedofilia e aliciamento de menores durante o período em que foi prefeito de Realeza (PR).

. Além disso, o subchefe de Articulamento e Monitoramento da pasta, Luis Antonio Tauffer Padilha, teve a carteira de habilitação cassada após furar um bloqueio policial em Brasília.

. E o subchefe de assuntos jurídicos, Ivo Corrêa, é pressionado pela oposição a dar explicações na Comissão de Ética da Presidência por já ter sido diretor de relações governamentais do Google.

. Pela Casa Civil dos governos Lula e Dilma já passaram: José Dirceu ( “Chefe da quadrilha do Mensalão”), Palocci - exonerado por corrupção e Erenice Guerra – denunciada por cobranças de propina.

FHC apoia palanque conjunto do PSDB com Eduardo Campos

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou ser favorável à formação de palanques duplos com o PSDB e o PSB nas próximas eleições. Indagado sobre esse ponto do pacto pré-eleitoral selado pelo presidente do PSDB, Aécio Neves, e pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), FHC disse: “Se for feito um acordo nesse sentido, sou favorável”.

. As tratativas mais avançadas se referem aos Estados de São Paulo e do Paraná, mas há também negociações em andamento em relação a Minas Gerais, Paraíba e Piauí. FHC disse ainda não estar informado sobre o pacto e que a candidatura de Campos seria positiva. “Não sei se o Eduardo Campos será candidato. Gostaria que fosse, porque precisamos ter vários pontos de vista no Brasil. Ele foi um bom governador e gosto dele”, afirmou.

Por palanques, PSB enfrentará aliados no RS e mais 4 estados

Na busca por palanques que deem suporte a uma candidatura ao Palácio do Planalto, o presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, pretende lançar no ano que vem candidaturas próprias em 12 estados e, em pelo menos cinco, deverá enfrentar diretamente o PT, de quem é aliado no governo federal.

. O PSB terá candidaturas na Bahia, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Roraima e Pernambuco, estados em que o PT também deve ter nomes próprios.  Em Goiás, onde o PSB lançará candidatura, o PT ainda está dividido entre um candidato próprio e o apoio ao PMDB, articulação feita pelo ex-presidente Lula.

Nas eleições de 2010, PT e PSB só se enfrentaram diretamente em São Paulo, onde, ainda assim, estabeleceram um pacto de não agressão entre os então candidatos Aloizio Mercadante e Paulo Skaf.  A meta do comando nacional do PSB é manter, no ano que vem, o controle dos seis  estados que administra e conquistar, pelo menos, mais três governos, de preferência fora do Nordeste, onde a legenda tem mais força eleitoral.  

— Nós temos de respeitar a decisão de cada partido.

TSE ignora falta de notas fiscais do PT em prestação de contas de 2003

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ignorou a omissão pelo PT de parte dos pagamentos a Freud Godoy na prestação de contas do partido de 2003. Repasses que somam R$ 39,3 mil ao ex-segurança de Lula constam da movimentação bancária apresentada à Justiça Eleitoral. Mas a falta de apresentação das notas dos serviços prestados não foi questionada no processo pelo setor técnico do tribunal.

. Os pagamentos a Freud ignorados pelo partido ocorreram em 2003, ano em que começou a funcionar o esquema montado por Marcos Valério, condenado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão, para irrigar as contas da legenda.

. Há duas semanas, o TSE decidiu manter decisão que aprovou com ressalvas as contas do PT referentes a 2003, determinando o pagamento de multa de R$ 179 mil em razão da má utilização de recursos do Fundo Partidário, e não de outras fontes de renda do partido, como o empréstimo do BMG ao PT, que também serviu para pagar Freud.  O uso de outra fonte de recurso para pagar o ex-segurança beneficia o partido em relação a investigações frituras.

PT omitiu repasses de Marcos Valério a ex-segurança de Lula

Freud (de óculos escuros) era faz-tudo de Lula, mas também lavava dinheiro sujo e pagava contas com dinheiro sujo, tudo para o ex-presidente. O Globo reconta, hoje, toda a sórdida história sobre as roubalheiras do Mensalão, mas o chefão continua impune, enquanto seus laranjas são julgados, condenados e estão prestes a ir para a cadeia - mudos, quietos como gado na hora do abate. 


Na prestação de contas de 2003 apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral, o PT omitiu repasses de dinheiro à empresa Copes, de Freud Godoy. ex-segurança do ex-presidente Lula. Marcos Valério, operador do mensalão, disse ao MP que a verba pagava contas pessoais de Lula.

. O cheque de R$ 98,5 mil não foi o único repasse feito com a ajuda de Marcos Valério a Freud, em 2003. Pelo menos outros R$ 39,3 mil, que tiveram como origem o empréstimo do banco BMG ao PT, foram depositados na conta da Copes Serviços de Vigilância, empresa de Freud Godoy, numa agência do banco Santander em São Bernardo do Campo (SP). O repasse consta de laudo da Polícia Federal e foi omitido pelo PT na prestação de contas de 2003 apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


. Na prestação de contas entregue à Justiça, constam 19 pagamentos que somam R$ 238.709,50 a outras duas empresas de Freud, a Caso Comércio Ltda e a Caso Sistemas de Segurança Ltda. No entanto, os repasses feitos à Copes, terceira empresa do ex-segurança de Lula, não foram declarados pelo partido. Segundo reportagem do jornal O Globo, em depoimento à Procuradoria Geral da República, em setembro do ano passado, Marcos Valério, operador do esquema do mensalão, atribuiu a Freud o papel de intermediar o recebimento de valores que tinham como objetivo pagar contas pessoais de Lula. O ex-presidente e o ex-segurança negam esta versão.

Médica baiana cumpre neste domingo sua última jornada na prefeitura de Murici. "Você será substituída por um cubano", foi o aviso que recebeu.

Todos os quatro, da esquerda para a direita (Dilma, Lula, Collor e Sarney) são atendidos por médicos brasileiros no privadíssimo Hospital Sírio-Libanês, SP. A conta, é claro, é paga pelos contribuintes brasileiros. Para o povão do SUS, eles mandam os médicos-escravos de Cuba. 



Este domingo, em Murici, povoado de Sapeaçu (município a 150 km de Salvador), será o último dia de trabalho da médica mineira Junice Moreira, 47, no posto de saúde da família.

. "Eu estava de plantão na quarta-feira da semana passada quando me ligaram. Disseram que eu tinha que dar lugar a um cubano", afirma.

. O aviso da demissão partiu da Coofsaúde --cooperativa que faz o pagamento dos médicos que trabalham no município, por meio de contrato com a prefeitura.

. A Coofsaúde confirma a saída de Junice e também que, em seu lugar, entrará um profissional do programa federal Mais Médicos.

. A Prefeitura de Murici nega que o substituto de Junice será um médico cubano.

. Ao ser informada pela cooperativa, a brasileira diz ter se surpreendido."Respondi que não tinha entendido, que não tinha feito nada errado", afirma a médica.


. "Mas deixaram claro: Está vindo aí um médico de Cuba e a senhora vai precisar ceder a vaga a ele'", completa Junice, que mora no interior da Bahia há sete anos, na vizinha Cruz das Almas.

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Serra anunciará até quinta sua entrada no PPS

Essa é a expectativa do presidente nacional da legenda, Roberto Freire, que pretende fazer o anúncio numa reunião do partido em Vitória (ES)

Fernando Henrique adverte: "O barco está afundando !"

No artigo que assina neste domingo no Estadão, "Falando francamente", o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso escreve que não é preciso muita imaginação, nem entrar em pormenores, para nos darmos conta de que atravessamos uma fase difícil no Brasil. Ele começa a análise pelo plano internacional. Leia tudo:

Os acontecimentos abrem cada vez maiores espaços para a afirmação de influências regionais significativas. O próprio "imbróglio" no Oriente Médio, do qual os Estados Unidos saem com cada vez menos influência na região, aumenta a capacidade de atuação das monarquias do Golfo, que têm dinheiro e querem preservar seu autoritarismo, assim como a do Irã, que lhes faz contraponto. A luta entre wahabitas, xii-tas e sunitas está por trás de quase tudo. E a Turquia, por sua vez, encontra brechas para disputar hegemonias.

Enquanto isso, nós só fazemos perder espaços de influência na América do Sul. Nossa diplomacia, paralisada pela inegável simpatia do lulopetismo pelo "bolivarianismo", ziguezagueia e tropeça.

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Bom Humor - Animação demonstra conversação entre matuto e médico-escravo cubano

O desenho animado que você verá no link a seguir, mostra um matuto brasileiro sendo atendido por um médico-escravo de Cuba. Na parede, a logomarca do governo Dilma Roussef.

. As cenas mostram a dificuldade para que paciente e médico compreendam o que fala um para o outro.

. É tudo bom humor de domingo, mas significa uma crítica feroz e verdadeira ao programa despótico e desumano apliocado pelo governo do PT.

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Artigo, Walcyr Carrasco - Navio negreiro

Prefeituras como as de Florianópolis e Blumenau, SC, implementaram leis que proibem o exercício da medicina por parte de médicos que não fazem as provas do Revalidam. É uma maneira correta de amenizar (para os pacientes brasileiros) o exercício da medicina por parte dos médicos-escravos de Cuba. Ao lado, ilustração dos porões de um navio-negreiro.



Walcyr Carrasco, da Globo, na sua novela Amor à Vida,centra boa parte da sua trama em cenas de um hospital. No artigo a seguir, publicado na revista Época deste final de semana, ele descreve a vinda de 4 mil médicos cubanos como algo parecido com percursos percorridos antigamente pelos navios negreiros. Leia o trecho a seguir. Depois, no link, examine tudo.

Os médicos cubanos estão vindo sob outra lei. O salário deles será pago ao governo de Cuba. E o governo repassará uma percentagem aos profissionais. Estrategicamente, chamou-se de “bolsa”. Bolsa é algo que se oferece a estudantes que vão estudar, fazer especialização, se aprimorar enfim. Os médicos vêm para trabalhar ou não? É óbvio, isso não é bolsa coisa nenhuma. É um truque semântico. Se vêm para trabalhar, não deviam estar submetidos às leis brasileiras? O argumento é que Cuba já fez esse acordo com outros países. E daí? O que eu, cidadão, que pago meus impostos, tenho a ver com isso? Nosso governo resolveu ajudar financeiramente Cuba por meio dessa estratégia? Nosso dinheiro está sobrando? Como, se sentimos falta de tudo: segurança, hospitais, escolas? Pior que isso, se Cuba se acha no direito de vender seus cidadãos, nós, brasileiros, devemos concordar? Os médicos que se danem?

Esses médicos não formarão laços com o país, como meus avós fizeram. Estarão aqui de passagem, pois suas famílias ficarão em território cubano (reféns?).

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CLIQUE AQUI para ler "Navio Negreiro", Castro Alves.

Caso Gaievski - Ministra-chefe da Casa Civil diz que não sabia de nada

O editor recebeu e publica a nota a seguir, mas ainda aguarda algum pronunciamento da ministra Maria do Rosário, sempre disposta a investir de lança em punho contra pedófilos e estupradores, mas até agora calada neste caso com seu companheiro de Partido e ex-auxiliar direto da sua colega de ministério. Na foto, a principal auxiliar da presidente Dilma Roussef, em companhia do mais novo prisioneiro do Paraná, capturado quando se preparava para fugir para o Paraguai. 

NOTA
A Casa Civil da Presidência da República, assim que foi informada da prisão preventiva e das acusações contra o ex-prefeito Eduardo Gaievski, no dia 23/08, afastou-o imediatamente de suas funções.
O ex-prefeito de Realeza (PR) foi contratado para trabalhar na Casa Civil no dia 23/01/2013 para acompanhar e monitorar alguns programas do governo federal executados em parceria com municípios. A contratação considerou a avaliação dele à frente da prefeitura de Realeza. Foi reeleito por 87% da população e teve aprovação elevada na política de saúde.
Para a contratação, foram realizadas todas as pesquisas que se faz para ocupação de cargo de confiança na administração pública federal. Em nenhum momento, durante o processo de contratação, foi encontrada qualquer indicação sobre as acusações que hoje surgem contra Eduardo  Gaievski e que levaram à sua prisão na manhã deste sábado.
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, lamenta profundamente a situação. “Tenho uma história de vida, não só política, em defesa da mulher e seus direitos, mas também de crianças e adolescentes. As acusações imputadas a Eduardo Gaievski são da mais alta gravidade e têm que ser apuradas levando-se às últimas consequências. Jamais compactuei ou compactuarei com crimes, ignorando-os ou acobertando-os”.
Brasília, 31 de agosto de 2013

Casa Civil da Presidência da República