Revista Veja defende ação criminal contra Lula

AGORA SIM !!!

LULA É MANCHETE EM TODA A IMPRENSA MUNDIAL.... Menos no Brasil onde a mídia é totalmente manipulada pelo PT.

ESPANHA - El principal imputado del "juicio del siglo" acusa a Lula de ser "el jefe" de la trama de compra de votos – (O principal acusado no “julgamento do século” acusa Lula de ser o chefe da trama de compra de votos).

http://es.noticias.yahoo.com/principal-imputado-juicio-siglo-acusa-lula-ser-jefe-054957125.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter 

CHILE - Reo denuncia que Lula "era el jefe" de red de corrupción juzgada en Brasil - (Réu denuncia que Lula era o chefe da rede de corrupção em julgamento no Brasil).

http://www.biobiochile.cl/2012/09/15/reo-denuncia-que-lula-era-el-jefe-de-red-de-corrupcion-juzgada-en-brasil.shtml 

PANAMÁ - Lula "era el jefe" de red de corrupción juzgada en Brasil (Lula era o chefe da rede de corrupção no Brasil)

http://www.telemetro.com/inter/2012/09/15/114501/lula-era-jefe-red-corrupcion-juzgada-brasil#.UFcwqtATG1s.facebook 

FRANÇA - Au Brésil, l'opérateur du scandale des années Lula prétend que le chef de l'Etat était au courant (No Brasil, o operador do Mensalão (Marcos Valério) diz que Lula sabia da trama.) 

http://america-latina.blog.lemonde.fr/2012/09/15/au-bresil-loperateur-du-scandale-des-annees-lula-pretend-que-le-chef-de-letat-etait-au-courant/ 

ARGENTINA - Acusan a Lula de haber liderado una enorme red de corrupción – (Lula é acusado de liderar grande rede de corrupção)
http://www.lanacion.com.ar/1508847-acusan-a-lula-de-haber-liderado-una-enorme-red-de-corrupcion 

HONDURAS - Acusan a Lula da Silva de ser jefe de red de corrupción – (Lula é acusado de ser chefe de rede de corrupção).

http://www.elheraldo.hn/Secciones-Principales/Mundo/Acusan-a-Lula-da-Silva-de-ser-jefe-de-red-de-corrupcion 

MÉXICO - Empresario acusado por corrupción involucra directamente a Lula en fraude - (Empresário acusado de corrupção envolve Lula diretamente na fraude)

http://www.sinembargo.mx/15-09-2012/368039 

VENEZUELA - Acusan a Lula de ser "el jefe" de la corrupución en el Brasil – (Lula é acusado de ser chefe da corrupção no Brasil).
http://dossier33.com/2012/09/acusan-a-lula-de-ser-el-jefe-de-la-corrupucion-en-el-brasil/Neste fim de semana, a revista Veja não traz novidades em relação ao caso. Mas assume sua postura editorial, ao pedir, na Carta ao Leitor, a abertura de uma investigação criminal contra Lula. "Não adianta dizer que tudo é mentira, como fez Lula na semana passada. A incriminação é direta, clara e grave demais para ser desprezada. Ela requer uma investigação". O texto, assinado por Eurípedes Alcântara, diz que Lula está espremido entre dois escândalos: o mensalão e o caso Rosemary.

. Internamente, a reportagem de Rodrigo Rangel é intitulada "Ele pagava tudo!", em mais uma aspa atribuída a Valério – em setembro, Veja publicou uma "entrevista" sem áudio com o empresário. O texto sugere que a quebra do sigilo bancário de Freud Godoy comprovaria as acusações de Valério, que diz ter repassado R$ 100 mil para despesas pessoais do ex-presidente. "O elo entre Valério e Godoy fora objeto de investigação no inquérito em curso no STF para apurar aquilo que não foi esclarecido no processo do mensalão. O ministro Joaquim Barbosa, relator também desse inquérito, chegou a autorizar a quebra do sigilo bancário da empresa de Freud. O extrato da conta poderia indicar o destino dado ao dinheiro. Mas, num lapso, o número da conta enviado ao banco junto com a ordem de quebra de sigilo estava errado. Resultado: a polícia encerrou o inquérito sem receber extratos da empresa de Freud. A falha foi atribuída a um perito que integrava a equipe encarregada do inquérito".

. A reportagem deixa claro que a caçada a Lula, homenageado ontem nas redes sociais com o movimento "Mexeu com Lula, mexeu comigo", prosseguirá e ganhará intensidade nas próximas semanas. O objetivo é uma ação criminal que o coloque numa espécie de impedimento político.

* Copydesk em cima de nota do site Brasil247

Edson Brum é o novo presidente do PMDB do RS

O deputado estadual Edson Brum é o novo presidente estadual do PMDB. Ele foi eleito ainda há pouco, depois de uma eletrizante disputa com o deputado federal Alceu Moreira. A apuração foi até quase ao final em regime de empate, mas o nó desatou nos últimos dois votos.

Edson Brum obteve 37 votos contra 34 de Alceu Moreira.

. A convenção tentou até o meio da tarde uma solução de consenso, mas o deputado Alceu Moreira mostrou-se inflexível e quis a disputa. Brum tinha o apoio dos oito deputados estaduais do Partido, tendo entrado para uma composição liderada pelo deputado Marco Alba desde a última eleição (Alba coordenou a campanha da chapa vitoriosa). Os demais postos da Executiva resultarão de acordo entre as duas chapas, por iniciativa do novo presidente, que quer unir o Partido.

Saiba por que o governador Tarso Genro mente quando culpa "FHC" pelo apagão provocado por seu incompetente governo

Depois de passar 15 dias fora do Piratini, primeiro em uma caravana eleitoreira pelo interior gaúcho e posteriormente numa viagem a Paris para fazer número na comitiva da presidente Dilma Rousseff, o governador Tarso Genro procurou explicações para o apagão que infernizou a vida de milhões de gaúchos durante quatro dias, reduzindo tudo a uma declaração escandalosamente mentirosa e provocadora:
- A culpa é da privatização selvagem (governo Britto) e da falta de investimentos nos dois governos que me antecederam (governos Rigotto e Yeda).

. A declaração é uma repetição enfadonha da mentirosa consigna petista "A culpa é do governo FHC".

. Da mesma forma que o presidente da CEEE, o governador não sabe o que diz. Se permanecesse mais tempo governando o governo (falando e viajando menos), compreenderia melhor a natureza da sua desastrosa gestão.

. Claro que Tarso Genro passou por cima do melancólico governo Olívio Dutra, PT, que poderia ter revogado a “privatização selvagem” da CEEE, mas não fez nada disto, embora pudesse ter engrossado o caldo do mesmo modo como fez com a Ford, que mandou embora para a Bahia.

. E agora?

- Agora – disse o governador, escandindo cada palavra – agora, nós temos dinheiro para investir e usaremos R$ 1,4 bilhões em 2013 e 2014.

. Podia ter investido antes, porque este dinheiro está com Tarso Genro desde o ano passado. Aliás, o dinheiro (quase R$ 4 bilhões) poderia ter sido liberado em 2009 e 2010 pelo governo Lula, porque ele decorre de vitória judicial concluída (transitada em julgado) no governo Yeda Crusius, numa demanda que tinha começado no governo Collares por malfeitorias feitas no setor pela União. Acontece que Lula trancou o pagamento de propósito, visando prejudicar o governo tucano, mas Dilma liberou tudo logo no início do governo Tarso Genro.

. O que falta é gestão pública no governo Tarso Genro, como faltou no governo Olívio Dutra e nos governos do PT, que não possuem quadros com competência, conhecimento administrativo e disposição de trabalhar duro, preferindo culpar FHC por tudo que não consegue tocar adiante.

- Anotem aí: 1) Novos apagões virão a partir do dia 21, início do verão. 2) A coisa será de racionamento puro e simples no verão, na Metade Sul, porque lá o problema é de falta de tensão do sistema interligado, o que só se resolve com mais geração local. 

Uso da máquina pública pode invalidar eleições em Esteio

Empresa vencedora de licitação para construção de unidades básicas de saúde recebeu ordem para colocar caminhões na rua e “fazer movimento” em dois bairros uma semana antes das eleições. Depois disso, licitação foi anulada e foi sugerido a um representante da empresa que “deixasse como estava, pois seria ressarcido de outra forma”. Além disso, foi deixado implícito à empresa de que esta teria convites facilitados em outros contratos.

Uma ação de investigação judicial eleitoral pode causar uma reviravolta no resultado das eleições em Esteio. Na semana passada, a coligação Esteio Merece Mais, formada por nove partidos – PSB, PDT, PPS, PP, PRB, PPL, PSL, DEM e PSDB –, apresentou denúncia contra Gilmar Rinaldi e Fladimir Costella, candidatos a prefeito e vice, respectivamente, pela coligação Frente por Esteio, composta por 11 partidos: PT, PMDB, PTB, PCdoB, PV, PSC, PHS, PR, PSD, PSDC e PRTB. A ação foi protocolada no final da tarde desta sexta-feira, dia 14, na Justiça Eleitoral de Esteio. A ação foi gerada a partir de denúncia da empresa Lisboa & Cunha Ltda, vencedora da concorrência pública nº 10/2012, da Prefeitura Municipal de Esteio, cujo objeto da licitação foi a construção de unidades básicas de saúde nos bairros Tamandaré e Cruzeiro, naquele município. Conforme um representante da empresa, que lavrou termo de declarações perante o Ministério Público no dia 27 de novembro, após o empenho das obras, cerca de sete dias antes das eleições municipais ele recebeu ordem verbal para iniciar os trabalhos, colocar os caminhões na rua e fazer “movimento” nos referidos bairros.Dias depois, em 24 de outubro, a empresa recebeu notificação de anulação dos procedimentos licitatórios, sob o argumento de que o Município não havia publicado o edital no Diário Oficial da União, já que a verba era federal.  Em reunião na Prefeitura, com os secretários da Fazenda, do Planejamento e da Saúde, o representante da empresa, que já havia investido mais de R$ 50 mil, ouviu a sugestão de que “deixasse como estava, pois seria ressarcido de outra forma”. Inclusive um dos secretários, com a concordância dos demais, teria sido explícito ao sugerir aditivos ou convites facilitados em outros contratos.

Vantagem eleitoral
. Segundo o representante da empresa denunciante, foram os próprios prefeito e vice que determinaram, pessoalmente, o início aos trabalhos antes mesmo da ordem formal. “Eles disseram que as obras poderiam iniciar, pois tinham que ganhar as eleições”, afirma. Para a coligação Esteio Merece Mais, o depoimento deixa nítida a intenção de Rinaldi e Costella de obterem vantagem eleitoral valendo-se do poder de suas autoridades. Mesmo sem a observância das formalidades legais, como ordem de início escrita ou homologação e ratificação pela Caixa Econômica Federal, por exemplo, determinaram o início das obras a fim de causar impacto visual e responder ao eleitor, ao qual haviam prometido as obras, porém até aquela data sem efetivo cumprimento da promessa de campanha.

Os autores da ação alegam que a conduta do prefeito e do vice foi uso indevido, desvio ou abuso do poder político e de autoridade. “Eles utilizaram seus cargos para obtenção de vantagem eleitoral em benefício de suas candidaturas; é o chamado, popularmente, uso da máquina”, afirmam.

Saiba mais:
- A ação busca apurar fatos que incorrem em inelegibilidade e cassação do diploma, conforme prevê o artigo 22 da Lei de Inelegibilidade, quando se refere a “...pedir abertura de investigação judicial para apurar uso indevido, desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade, ou utilização indevida de veículos ou meios de comunicação social, em benefício de candidato ou de partido político...” A denúncia poderá incorrer na inelegibilidade dos candidatos eleitos pelos oito anos subsequentes. Além disso, eles poderão ter cassados seus registros ou diplomas em função da interferência do poder econômico, desvio ou abuso do poder de autoridade. Os autos ainda poderão ser remetidos ao Ministério Público Eleitoral, para instauração de processo disciplinar e ação penal.

PMDB do RS não consegue acordo. Alceu Moreira e Edson Brum irão para a disputa a qualquer momento.

Neste momento continua a eleição do diretório e a convenção do PMDB do RS, que resultou na formação de uma chapa única, tendo de um lado 29 representantes de cada uma das duas correntes (Edson Brum e Alceu Moreira) e do outro 12 notáveis e ex-presidentes.

. Há tentativa de encontrar um presidente de consenso, que poderia ser Germano Rigotto, ou manter Ibsen Pinheiro, mas como o deputado Moreira permanece irredutível, a corrente de Edson Brum resolveu enfrentar a disputa.

Editorial, O Estado de S. Paulo - Lula deve, sim, explicações

* Clipping Estadão

Pelo mais elementar bom senso, a vítima de acusações caluniosas é sempre a principal interessada na imediata e rigorosa apuração das maquinações que a atingem, para que a verdade cristalina venha à tona, eliminando qualquer resquício de dúvida sobre uma reputação ilibada. Por que, então, diante da torrente de denúncias que têm colocado a reverenciada figura de Luiz Inácio Lula da Silva na berlinda, ele próprio e o PT têm preferido atacar a se defender, esforçando-se para desqualificar liminarmente os acusadores e as acusações? Por que a presidente Dilma Rousseff, que vinha primando por manter prudente distância do mar de sujeira que ameaça o lulopetismo, decidiu agora mobilizar o governo na tentativa de blindar seu padrinho? Por que não exigem, todos, que se abra rapidamente uma investigação oficial do Ministério Público que coloque em pratos limpos toda essa infamante campanha articulada pelas forças do mal para destruir Lula e o PT? Afinal, quem não deve não teme.

Mas a verdade, e é por isso que o lulopetismo anda batendo cabeça em evidente sintoma de pânico, é que Lula deve, sim. Deve, pelo menos, muitas explicações à Nação.

Muitos preferem não ver, outros não conseguem, mas o desapreço do Grande Chefe por aquilo que os petistas ideológicos chamam de "moral burguesa" é marca registrada de seu comportamento.

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Artigo, Jayme Eduardo Machado - O rei está nu

* Clipping jornal Zero Hora. Artigo de Jayme Eduardo Machado

Era uma vez, no palácio de um reino distante, um monarca muito vaidoso, mas muito amado pelo seu povo. Suas grandes virtudes: a generosidade e a persuasão. Pela generosidade, queria que todos os pobres ficassem ricos como ele. Pela persuasão, a todos convencia. E todos o ouviam, e todos acreditavam no que ele dizia. Era tido por sábio, principalmente quando dizia que não sabia.

Mas, desde que foi coroado, se angustiava com o pesadelo de um dia não ser mais rei. Afinal, à coroa tudo devia, pois com ela tudo podia. Adorava viajar. Tudo com o dinheiro arrecadado dos súditos que pagavam rigorosamente os impostos ao tesouro do rei, temerosos de que, caso os sonegassem, ele mandasse soltar os leões famintos que mantinha, para esse fim, numa jaula junto à estrebaria do palácio.

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Artigo, Guilherme Fiuza - Chegará o dia em que Dilma demitirá solenemente a si mesma, e chegará aos 100% de aprovação popular.

* Clipping revista Época

O Brasil que aprova Dilma Rousseff quis esquecer Erenice Guerra. Quis esquecer a pessoa que Dilma preparou para comandar o seu governo – e que caiu antes da hora, ao transformar o Ministério da Casa Civil em bazar de interesses particulares. O Brasil quis esquecer que Erenice era braço direito de Dilma, ou mais que isso, era o estilo Dilma de administração pública. Mas de nada adiantou o esquecimento, porque o espírito está em Dilma – e se não é Erenice, é Rosemary.

Chega a ser patético o sobressalto dos brasileiros com o escândalo na representação da Presidência da República em São Paulo. O gigante adormecido, decididamente, não presta atenção no filme. Rosemary Noronha, chefe de gabinete de Dilma na capital paulista, protegida da presidente, de Lula e de Dirceu, é apanhada com a boca na botija. O que fazia Rosemary? Exatamente o mesmo que Erenice, e também que Dirceu e mensaleiros associados: tráfico de influência. Uso do palácio para a montagem de negócios privados.

Mas a ficha ainda não caiu. O público continua meio confuso, já querendo aplaudir a presidente pela demissão da delinquente. Chegará o dia em que Dilma demitirá solenemente a si mesma, e chegará aos 100% de aprovação popular.

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Advogado Geral da União entra na linha de fogo da Operação Porto Seguro

- O material a seguir é o fac simile da página impressa pela revista Época deste sábado. O material torna insustentável a permanência do Advogado Geral da União no cargo. Luiz Adams não terá outra alternativa: terá que pedir as contas e ir embora. Veja e leia:

PALESTRAS O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e seu ex-adjunto, José Weber Holanda. Adams não vê conflito de interesses em dar conferências em escritórios de advocacia (Foto: Andre Dusek/Estadão Conteúdo e Paulo de Araújo/CB/D.A Press )
PALESTRAS
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e seu ex-adjunto, José Weber Holanda. Adams não vê conflito de interesses em dar conferências em escritórios de advocacia (Foto: Andre Dusek/Estadão Conteúdo e Paulo de Araújo/CB/D.A Press ).

PT fez ato de desagravo a Zé Dirceu as 9h30min na igreja Pompéia, Porto Alegre

CLIQUE AQUI para examinar reportagem da Band TV deste sábado.
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O subchefe da quadrilha do Mensalão, agora envolvido também no chamado Rosegate, José Dirceu, esteve esta manhã em Porto Alegre,na igreja Pompéia, onde participou de ato do PT em seu desagravo e em agravo do STF. O ato foi do grupo Unidade na Luta. O líder da fração petista, o deputado Paulo Ferreira, disse que o ato foi aberto e todos apoiaram Zé Dirceu.

. O governador Tarso Genro, velho adversário do subchefe do Mensalão, arranjou um jeito de não ir ao encontro, já que teria agendado viagem para o Litoral, apenas 24h depois de ter chegado de prolongadas viagens ao interior e a Paris. O ex-governador Olívio Dutra e toda a bancada federal, simplesmente não compareceram, porque ambos querem ser vistos na companhia de qualquer pessoa, menos de Dirceu. Adão Villaverde, apoiado elo ex-ministro em Porto Alegre, assinou o ponto, da mesma forma que o presidente do PT, Raul Pont.

. O evento foi marcado para as 9h30min.

- Foi compungente a  falta de solidariedade de Tarso Genro ao seu ex-presidente do PT e  velho "companheiro de armas" (Tarso e Zé Dirceu jamais pegaram em armas, embora Zé tenha feito isto em Cuba, algumas vezes, no exílio, e Tarso tenha feito o mesmo, mas no CPOR, em Porto Alegre, em plena ditadura militar). Tarso parece mais leal ao terrorista Cesare Battisti do que a Zé Dirceu. 

CLIQUE na ilustração acima para ver melhor. O material circula livremente nas redes sociais.  A montagem mostra os quatro cavaleiros do apocalipse reunidos para defesa própria. São os líderes e aliados dos dirigentes e aliados gaúchos de Zé Dirceu, desagravado neste sábado em Porto Alegre. 

O PT de Rosemary - Gravações revelam conexão entre os novos bandidos e os velhos bandidos do Mensalão

- A quadrilha denunciada nesta sexta ao Judiciário pelo MPF, além de encaminhar demandas através de José Dirceu, preocupava-se com a prisão do amigo e companheiro, a ponto de usar sua influência para pressionar os ministros do STF.

* Clipping revista Época deste sábado, com reportagem de Diego Escosteguy, Macelo Rocha, Murilo Ramos, Flávia Tavares e Leandro Loyola.


Às 9h47min do dia 12 de novembro deste ano, a chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, ou Rose, ligou para Paulo Vieira, diretor da Agência Nacional de Águas, espécie de operador jurídico da quadrilha descoberta pela Polícia Federal na Operação Porto Seguro. No telefonema de 11 minutos, interceptado pela PF e a que ÉPOCA teve acesso, os dois não discutem como vender facilidades a empresários interessados em canetadas do governo – nem a distribuição do butim da quadrilha, conforme já se revelou. Ambos discutem o julgamento do mensalão. Naquele dia, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como já se esperava, viriam a definir as penas dos principais integrantes do núcleo político do mensalão: os petistas José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares. Na conversa, Paulo Vieira pede a Rose que consiga o apoio de Dirceu para as articulações secretas que ele, Paulo, fazia em Brasília. Elas tinham um objetivo claro: tumultuar o julgamento. Ou, ao menos, impedir que os mensaleiros cumprissem suas penas.

“Eu vou protocolar amanhã ou quarta aquela outra questão que eu queria que você mostrasse para o JD (José Dirceu). Você lembra qual é, né?”, diz Paulo Vieira no diálogo. Embora ele não tenha especificado a que “questão” se referia, naquele momento integrantes da quadrilha dos pareceres – Paulo Vieira, o deputado Valdemar Costa Neto, condenado pelo mensalão, e o empresário e ex-senador Gilberto Miranda – movimentavam-se nos bastidores para pressionar os ministros do Supremo a mudar votos, aliviar nas penas ou acatar futuros recursos dos advogados dos réus. Queriam até nomear um amigo para o STF, na vaga aberta pela aposentadoria do ministro Carlos Ayres Britto. Contavam com a proximidade de Rose com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com Dirceu, como demonstram as provas reunidas pela PF. Os delegados miravam na quadrilha dos pareceres. Acabaram acertando numa operação para melar o julgamento do mensalão.

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