A RBS volta a mentir e insultar os 100 mil gaúchos que protestaram em Porto Alegre

Segundo a RBS, o editor, sua mulher e as pessoas ao lado de ambos, constituem a alta classe média de Porto Alegre, sendo que o cartaz e as camisetas que usaram no protesto, custaram os olhos da cara para os financiadores internacionais que pagaram tudo (cartaz e camisetas saíram das mesas de trabalho do editor) -

O safado texto a seguir é do site zerohora.com desta tarde. É o principal site de notícias da RBS. Ele contém erros clamorosos de jornalismo,mas revela sobretudo uma condução editorial tortuosa e comprometida com o que existe de pior na sociedade brasileira, razão principal dos protestos de hoje, que é justamente a corrupção moral, ética e política que assola no Brasil. 

Caso a RBS acredite que "aparentemente teve muito dinheiro como suporte", deveria quantificar valores e identificar suas fontes, o que não fez, violando um princípio basilar do jornalismo, que é informar com exatidão. A RBS também parece ignorar que os manifestantes pintaram seus próprios cartazes, pagaram por suas próprias camisetas e se cotizaram para pagar carros de som. Ao falar sobre o predomínio da classe média alta, a RBS infla o número de portoalegrenses desse porte de renda, porque nunca se soube que a Capital possui 100 mil pessoas nel

A RBS faz cada vez mais um jornalismo moral, ética e politicamente covarde e mentiroso. 

Leia:

O protesto contra o governo federal neste domingo, em Porto Alegre, aparentemente teve muito dinheiro como suporte. Foram gravados e reproduzidos jingles contra Dilma Rousseff e o PT, e distribuídos tinta, adesivos, camisas e apitos. Dois carros de som foram usados. Nitidamente, com predomínio da classe média alta. Mas não houve defesa ou manifestação de apoio a nenhum partido ou candidato. 

AO VIVO: protestos antigoverno tomam ruas de capitais brasileiras
VÍDEOS: Veja imagens dos protestos contra o governo em todo o país


A organização estima que cem mil pessoas tenham participado do ato. O grupo se reuniu às 14h e, por volta das 16h, começou a se deslocar. Eles caminharam pela Avenida Goethe e pelas ruas Vasco da Gama e Oswaldo Aranha. Depois, uma parte foi para a Redenção, mas a grande maioria voltou ao Parcão. 

País reage com panelaços às falas dos ministros Cardozo e Miguel Rosseto.

Panelaço nas janelas em vários bairros de Porto Alegre e de outras cidades brasileiras, enquanto falam os ministros Cardozo e Miguel Rosseto.

As TVs também estão sendo desligadas em todo o País.

Em Brasília, o panelaço ocorre nas Águas Claras.

O governo ainda não entendeu que o povo o quer fora do governo.

Rosseto agride manifestantes em entrevista que demonstra a allienação do governo do PT

Os ministros José Eduardo Cardozo, Justiça, e Miguel Rosseto, secretaria Geral, falam neste momento numa coletiva de imprensa em Brasília, tentando avaliar em nome do governo as manifestações que ocorreram hoje em todo o País.

O ministro da Justiça parece ter compreendido melhor a natureza e o volume dos atos públicos deste domingo, mas Rosseto, um duro falcão neotrotskista, mantém a posição alienada que levou o governo ao atual impasse.

José Eduardo Cardozo anunciou que Dilma editará duas MPs esta semana:

Lei Anticorrupção
Lei de Reforma Política, com ênfase para o bloqueio do financiamento empresarial das campanhas políticas.

Ele abriu possibilidade de amplo diálogo com o Congresso, Partidos e lideranças da sociedade civil organizada.

O caso de Miguel Rosseto é caso perdido. Rosseto botou a perder toda a catilinária conciliadora de Cardozo. Ele deixou claro que os milhões de brasileiros que foram às ruas só fizeram isto porque querem um terceiro turno e que eles não representam nada, a não ser os adversários do PT.

Rosseto deixou muito mal seu colega de ministério, ofendeu os manifestantes, mentiu sobre a natureza do conteúdo dos protestos, a um ponto em que chegou que uma das demandas do povo foi a extinção do STF, e ignorou a consigna principal de hoje, que foi o "Fora Dilma". O "Fora Dilma" sintetiza o sentimento da população que não acredita em mais nada do que diz e faz o governo do PT.

Não tem mais acerto.

Só Dilma fora é que pacificará o Brasil.

Sou negro, pobre e estou pedindo a saída da Dilma', diz manifestante

Os atos de protesto contra o governo Dilma deste domingo (15) reuniram bem mais que a "elite branca", informa hoje o site UOL. Leia tudo:

Nas diferentes cidades em que as manifestações foram realizadas, celebridades, artistas e socialites caminharam como migrantes, ex-petistas, vendedores ambulantes, militares ou agentes penitenciários.
Nesse caldeirão cultural, as posições políticas e palavras de ordem também variavam, desde os que refutavam a ideia de pedir o impeachment da presidente até os que defendiam a intervenção militar.

"Vamos parar com esse negócio de que só a elite está aqui. Sou negro e pobre e estou pedindo a saída da Dilma", disse Fernando Silva, conhecido como Fernando Holiday, 18, que participou da manifestação na av. Paulista, em São Paulo.

Tucanos de grossa plumagem também fazem passeata em Porto Alegre

Muitos tucanos de grossa plumagem participaram da manifestação de hoje em Porto Alegre. O editor anotou dois deles em marcha unida:

Deputado e secretário de Minas e Energia, Lucas Redecker.
Deputada Zilá Breitenbach.

Os Partidos não ergueram seus estandartes no RS, mas líderes e militantes de vários deles estiveram presentes.

Um militante isolado do PDT por pouco não foi linchado na avenida Osvaldo Aranha quando insistia em provocar 100 mil pessoas.

Curitiba põe multidão nas ruas para expurgar Lula, Dilma e o PT

O leitor é o repórter 

São 16h30min e ão sei como foi a coisa em Porto Alegre, mas aqui em Curitiba, para você que conhece a cidade, pode ter uma ideia: um cordão humano que partiu da Praça Santos Andrade e foi até À Boca Maldita ... ocupando toda a Avenida Marechal Deodoro.
Acompanhei o povão desde a origem até o final, e em seguida fiz caminho inverso pela Rua XV de Novembro.   Chegando novamente à Praça, o povão ainda estava saindo para a Boca ....
Noutras palavras, um montão de gente, como eu nunca vi .....
Bem ... o canal 12, que é da Globo, noticiou "umas cinco mil pessoas" ..... Cinco mil pessoas?
Mídia oficial .... ou oficiosa.
Bem .... se Lulla queria saber o calibre da coisa, lhe asseguro que em Curitiba, Lulla, Dillma, PT .... estão encrencados, porque o povão quer vê-los fora!
São 16h30min e já estou de volta .... sabe como é: manifestante que precisa trabalhar protesta e volta rapidinho porque tem serviço para fazer; diferentemente de uns e outros, que além de não trabalharem, ainda ganham "um por fora" para agitar bandeira .....


Emmanuel Carlos

Até funcionários e doentes do HPS e do Clínicas saem às janelas para aplaudir o Fora Dilma

Os funcionários e também muitos doentes do Pronto-Socorro de Porto Alegre ocuparam janelas e sacadas do hospital para aplaudir a passeata contra o petismo que cantava "mais Saúde, mais Saúde".

O mesmo aconteceu logo em seguida no Hospital das Clínicas.

Os 100 mil manifestantes da capital gaúcha foram festejados das sacadas dos edifícios e também pelos ocupantes de carros que conseguiram ultrapassar as colunas de ativistas.

Até as 18h11min, os organizadores da manifestação e os comandantes policiais não explicaram por que razão não permitiram que a passeata ingressasse no Parque da Redenção, como estava previsto desde o início. 

O governo do PT acabou

Com um milhão de brasileiros nas ruas de São Paulo, fica entendido que o governo do PT acabou.A partir de agora, é só persistir.

100 mil pessoas exigem "Fora Dilma" em Porto Alegre

Depois da concentração de 100 mil pessoas no Parcão e seus arredores do bairro Moinhos de Vento, 14h, em Porto Alegre, a multidão seguiu a pé para o Parque da Redenção, numa marcha que durou 2 horas.

O editor acompanhou todas as ações.

Os atos desta tarde contaram com  a maciça presença de jovens.

Ninguém conseguiu entrar no local dos atos públicos previstos para o Monumento Expedicionário, porque a Brigada Militar aconselho os organizadores a voltar para o ponto de onde haviam saído. Não houve explicações, mas como o número de manifestantes ultrapassou muito as melhores expectativas, poderiam ocorrer incidentes.

A Brigada Militar mobilizou dois helicópteros e pelo menos um drone acompanhou toda a passeata.

Os organizadores do evento previam a presença de 60 mil pessoas, porque este foi o número de adesões ao Facebook da convocatória.

A palavra de ordem central dos manifestantes foi "Fora Dilma", mas consignas ligadas ao combate à corrupção e à melhoria dos serviços de saúde, educação e infraestrutura também estiveram em jogo.

Multidão de 100 amigos da diversidade empunharam coxinhas na Redenção para defender a corrupção

Segundo o Centro Integrado de Comando da Capital (Ceic), uma multidão de 5 a 6 pessoas - 45 segundo o editor, que conferiu pessoalmente o ato - compareceram ao galeto que um autointitulado Bloco da Diversidade ofereceu no Parque da Redenção, esta manhã, para apoiar as ações de corrupção praticadas pelo governo Dilma, o PT e seus aliados de Brasília. 

Muito mais gente almoçou de graça, pelo menos até acabar o estoque. 

Desta vez não houve distribuição de sanduíches de mortadela e nem bônus de R$ 25,00. 

De acordo com um dos organizadores, Vinícius Costa, foram servidas coxinhas assadas de galinha para 600 e 700 pessoas. Ele é integrante do Bloco da Diversidade, que faz parte do carnaval de rua de Porto Alegre, e se posiciona como "movimento cultural para lutar contra o conservadorismo da sociedade".

Vinicius Costa disse que apóia Dilma porque ela foi ofendida por panelaço no dia da mulher. Foi por isto que neste domingo muita gente resolveu reagir com espetos, defendendo a corrupção no governo do PT e as mais diversas formas de corrupção, inclusive moral. 

O povo já está nas ruas em grande número. Os dias do governo Dilma estão contados. Povo quer eleições limpas em 90 dias.

Nem começaram as jornadas de protesto desta tarde e as manifestações reúnem multidões nas principais capitais e cidades do Brasil.

A ênfase é para as concentrações do Rio (foto ao lado) e Brasília.

Em São Paulo, como em Porto Alegre, os manifestantes agendaram concentração para as 15h. No Parcão, Porto Alegre, vendedores já comercializam camisetas com a inscrição "Fora Dilma".

Os atos públicos de hoje não contam com o apoio de entidades partidárias, sindicais e ongueiras alimentadas com dinheiro público, o que quer dizer que haitianos e mercenários não serão contemplados com sanduíches de mortadelas e bônus de R$ 25,00, como aconteceu sexta em São Paulo.

Desta vez a palavra de ordem dos manifestantes é un unicamente "Fora Dilma".

O impeachment permitirá que eleições limpas sejam convocadas para dentro de 90 dias.

Torres, RS, esta manhã: "Dilma vai embora e leva o Lula junto com você"

Manifestação em Torres, mais de 120 pessoas
Discursos, musica do Geraldo Vandré, e a letra " parafraseada

"Dilma vai embora
O Brasil nao quer saber
Leva o Lula junto
Pra nunca mais se ver..."

Encerrando com o hino nacional.

- Mande fotos e textos sobre manifestações na sua cidade para polibio.braga@uol.com.br


Campo Bom, RS, reúne manifestantes nesta manhã de domingo

Ao lado, pessoas começam a concentrar-se no município gaúcho de Campo Bom. O editor recebe novas fotos pelo e-mail polibio.braga@uol.com.br


A Globonews está apresentando imagens de milhares de pessoas já em concentração nas principais capitais do Sudeste, Centro Oeste e Nordeste, como Rio, Brasília, Recife, Fortaleza e Recife.

Na Globonews, ao vivo (canal 40 na Sky), até Cristina Lôbo admite que o Nordeste não é mais a zona da mata do PT, de Lula e do PT, porque nas principais capitais já há concentração consistente de manifestantes.

A palavra de ordem geral não é difusa como foram as palavras de ordem das jornadas de 2013, porque se resumem a refrões do tipo "Fora Dilma !" e "Fora PT".

É a saída para a crise de credibilidade, perdida pelo governo e pelo PT depois que roubaram, mentiram e agiram com arrogância extrema durante 12 anos, colocando de joelhos o País.

Em 90 dias depois da queda, o vice Michel Temer terá que convocar novas eleições. É o que diz a Constituição.

Novas eleições, limpas, permitirão que o povo escolha o presidente que quis escolher em outubro do ano passado e não conseguiu devido a impostura do PT, de Lula, de Dilma e dos seus destrambelhados aliados.

Até Marcos Rolim diz que o governo está podre e que o povo na rua preenche o vácuo político do Brasil

Mesmo para os leitores que nunca concordaram e até detestaram todos os artigos e posições anteriores do jornalista e ex-deputado Marcos Rolim, vale a pena ler esta inteligente análise que ele publicou no jornal Zero Hora deste sábado, intitulada "Cebolas e Algemas". As cebolas de que fala Rolim devem ser descascadas por camadas. Estas camadas, agem de forma autônoma e não se comunicam, cada uma funcionando como um ente separada, desconectada da realidade das demais camadas. É a analogia que o autor faz com o que acontece com entes como o governo Dilma, o PT e seus aliados. Isto é típico de agentges do totalitarismo. Rolim diz que os protestos de rua preenchem o vazio da política e a ausência de rumos de um governo confuso, decadente, cínico, incompetente e corrupto. 

Leia:

Em um regime democrático, as pessoas exercitam o direito de pressionar os agentes públicos em favor de mudanças. A ordem democrática, por isso, nada tem a ver com a unanimidade ou com o silêncio. Trata-se de uma ordem especial, capaz de equilibrar-se no dissenso e cuja trilha sonora é, necessariamente, uma algaravia. Não se sabe o que será o domingo, dia de manifestações de protesto contra o governo. Imagino que elas serão expressivas – menos do que as jornadas de junho de 2013, mas, ainda assim, impactantes. O sentido político delas será, provavelmente, a reivindicação pelo impeachment. Diante desta tendência, PT e governo agem para minimizar os protestos, tidos como “golpistas”. O discurso me lembra passagem de Hannah Arendt quando ela usa a imagem da cebola para descrever as interações nos partidos em regimes totalitários. Os militantes que se dedicavam integralmente às atividades partidárias, sem vida pessoal ou profissional autônomas, só se relacionavam com outros militantes situados nas “camadas” adjacentes _ acima e abaixo. Um tipo de relação que distorce a percepção, isolando os sujeitos da realidade vivida pelos demais, que estão fora da “cebola”. Entendo que os protestos são sintomas muito mais significativos do uso que deles fará a oposição (falar “direita” seria equivocado, porque parte importante dela está no Poder). Eles ultrapassam as camadas médias e sinalizam exaustão com o cinismo, a incompetência, a corrupção e a arrogância. Os protestos de rua preenchem, de forma confusa, o vazio da política e a ausência de rumos que caracteriza um governo ainda mais confuso.
Penso que a maioria dos parlamentares brasileiros também vive em uma cebola. Quem tiver dúvidas, acompanhe a CPI da Petrobras. Vários dos seus integrantes tiveram campanhas financiadas por empreiteiras investigadas na Lava-Jato. Então decidiram não convocar os donos das empreiteiras. Faz sentido. Esta semana, com algumas exceções, os deputados aplaudiram o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, outro dos que serão investigados pela Polícia Federal. Do PT ao PSDB, Cunha foi saudado como verdadeiro condottiere ou, em metáfora que ele próprio gostaria, um Moisés no deserto. Seria cômico, não fosse outro atestado de que nosso sistema político consagra o vício e pune a virtude. É provável que, desta vez, tenhamos uma ampla reforma política e penso que ela surgirá fora do Parlamento. A novidade é que a reforma virá com algemas. É preciso estar fora da cebola para entender a importância disso.



Artigo, Igor Gielow, Folha - Alívio, por ora

Ao lado o rico Dia do Fico, pago pelo próprio governo, SP, sexta -

A coisa anda tão feia para o governo que a anemia das manifestações a seu favor da sexta-feira (13) foi motivo de alívio para o Planalto. Talvez tenha sido um bode na sala, mas o governo ventilava temer que os atos pudessem sair do controle chapa-branca e virar protestos duros contra o ajuste fiscal.Como se viu, manifestantes a soldo cumpriram o ritual previsível de apoio acanhado ao governo, à tal reforma política e, enfim, ao que chamam de defesa da Petrobras. O último item embute um dado fascinante de negação da realidade, visto que foram justamente a gestão e a corrupção ocorridas na era Lula/Dilma na megaestatal que a levaram para o buraco. Cereja do bolo, quando uma figura do naipe de João Pedro Stédile "abraça" um prédio qualquer, fica-se com a piada pronta. Uma nota positiva foi a ausência de confrontos com os radicais de Facebook, grupelhos inexpressivos no real –aqui não se fala de black blocs, mas de boitatás que defendem a volta da ditadura e afins. Mais um respiro para o governo: não se viu gente de vermelho em batalhas campais.
Agora é ver o que ocorre neste domingo, quando a agenda das ruas não conta com organização militarizada do condomínio CUT/MST/MTST, mas aparenta ter a seu lado o enorme descontentamento popular com o governo e o WhatsApp. A expectativa palaciana, ressaltando aqui o caráter de "hedge", é de algo concentrado em São Paulo. Se confirmada, já é um problema para Dilma: o motor do país reafirma o "espírito de 1932", de rejeição ao governo central, e deixa aberta uma agenda de novos protestos. O panelaço do domingo passado, imprevisto apesar das teorias conspiratórias, sugere que algo de maior ressonância pode estar a caminho. Neste caso, a questão para o governo não é nem o grito por impeachment, extremo que poucos de fato desejam, mas sim o ainda maior enfraquecimento do Planalto.

Povo começa manifestações no Rio e em Brasília

Em Brasilia e no Rio já começaram as manifestações deste domingo pró-impeachment de Dilma Roussef.

A programação é de ato público as 15h, mais passeata.

As imagens e reportagens começaram a surgir ao vivo no Canal 40, Globonews, pela Sky.

Aparece prova da propina usada para campanha de Dilma em 2010

Ao lado, Júlio Faerman, o lobista que deu dinheiro sujo para a campanha de Dilma. Ele ainda não foi preso e pouco aparece -

Um documento entregue a investigadores holandeses fortalece o depoimento do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, de que a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 recebeu US$ 300 mil da empresa SBM Offshore, acusada de pagar propina para obter contratos no Brasil. No dia 7 de setembro de 2010, a menos de um mês do primeiro turno eleitoral, a SBM, com sede na Holanda, assinou um “adendo” de duas páginas ao contrato que mantinha desde 1999 com o brasileiro Júlio Faerman, então representante da firma no país. Ele é apontado como distribuidor de propinas em troca de vantagem na Petrobras.”

Esse caso da SBM tem uma trajetória curiosa. A VEJA publicou  reportagem em fevereiro do ano passado informando que auditoria interna da empresa havia encontrado indícios de pagamento de propina a funcionários da Petrobras. E lá já se podia ler:

“O esquema de corrupção no Brasil, de acordo com a investigação interna, era comandado pelo empresário Julio Faerman, um dos mais influentes lobistas do setor e dono das empresas Faercom e Oildrive. Ele assinava contratos de consultoria com a SBM que serviam para repassar o dinheiro de propina para diretores da Petrobras. Essas consultorias previam o pagamento de uma “comissão” de 3% do valor dos contratos celebrados entre a SBM e a Petrobras – 1% era destinado a Faerman e 2% a diretores da petrolífera brasileira.”

Em março do ano passado, um mês depois da reportagem, a então presidente da Petrobras, Graça Foster, anunciou que uma auditoria interna não encontrara nada de errado. Nesse mês, foi deflagrada a Operação Lava Jato. No começo de novembro, o Ministério Público da Holanda anunciou que a SBM havia sido multada naquele país em US$ 240 milhões em razão de propinas pagas mundo afora, 

Só no dia 17 de novembro Graça Foster veio a público para admitir que, de fato, havia indícios de corrupção. Segundo ela, estava com essa informação desde meados do ano.

CLIQUE AQUI para examinar o documento, publicado hoje pela Folha de S. Paulo. 

Partidos de oposição aderem em massa aos protestos de hoje

PPS, PSDB, Solidariedade e DEM, aderiram em massa às manifestações de hoje em todo o Brasil. No RS, também as principais lideranças do PP resolveram somar-se aos protestos.

A oposição repele publicamente a consigna do impeachment, até porque não quer ser acusada de desestabilizar o governo a um ponto tal que chegue à total ingovernabilidade, mas sabe que será a beneficiária do impedimento de Dilma.

Segundo a Constituição, caso a presidente caia antes de cumpridos dois anos de mandato, assumirá o vice, mas ele terá que convocar eleições, o que ocorrerá em 90 dias.


Página na Internet defende Temer Presidente

Uma página na internet, sem identificação de autores, defende que o vice-presidente da República Michel Temer (PMDB) assuma o comando do país no lugar da presidente Dilma Rousseff.

O  site apresenta 15 motivos para que o vice seja colocado no lugar da petista; "tem legitimidade, faria a transição democrática, sabe trabalhar pela governabilidade, representa o fim da impunidade e tem o partido unido" são alguns dos pontos. 

A página defende o "Fora Dilma", convida as pessoas para participarem dos protestos deste domingo (15) e afirma que Temer é o mais preparado para manter as conquistas dos governos FHC e Lula; nas redes sociais, a adesão ao movimento é quase nula

Estas são as 200 cidades com programação de protestos. Porto Alegre e Novo Hamburgo são as mais mobilizadas do RS.

Mais de 200 cidades em todo o Brasil farão manifestações pelo impeachment de Dilma Roussef no decorrer deste domingo.

. No RS, as cidades de maior mobilização são Porto Alegre e Novo Hamburgo.

Na capital gaúcha, a concentração está agendada para as 15h, de onde os manifestantes sairão para o Parque da Redenção. A Brigada protegerá a passeata. Até ontem a noite, 60 mil gaúchas tinham registrado adesão à convocatória disponibilizada no Facebook. Grupos de pelegos pró-governo e pró-PT estarão no Farroupilha esta manhã, promovendo atos de provocação. 

O dia amanheceu fortemente nublado em Porto Alegre. 
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Também haverá manifestações contra Dilma no exterior, em frente a embaixadas brasileiras e em pontos turísticos na América do Sul, Europa e Estados Unidos.Em Miami, 500 brasileiros farão manifestaçao no centro da cidade. 


A organização dos protestos se divide sobretudo entre três grupos: Vem Pra Rua, Movimento Brasil Livre e Revoltados Online. Os organizadores convocam os manifestantes pela internet e pelo aplicativo de celular Whatsapp. O MBL e o Revoltados Online defendem o impeachment imediato da presidente - o segundo, apoia ainda a intervenção militar. Integrantes de partidos da oposição, como DEM, Solidariedade, PPS e PSDB também prometem aderir ao protesto.

CLIQUE AQUI para saber locais e horários de concentrações nas 200 cidades com programação.