Taline Oppitz revela que Tarso transformou Piratini em comitê eleitoral da sua campanha de 2014

Na edição de hoje do Correio do Povo, a jornalista Taline Oppitz revela  que governador Tarso Genro usa as instalações do Palácio Piratini como comitê eleitoral da sua campanha para 201'4. Eis a nota:

Tarso Genro reuniu um seleto grupo de representantes da executiva estadual do PT, no Palácio Piratini, para dar início às discussões sobre as estratégias visando à sucessão de 2014. Na conversa reservada, a primeira de uma série que se tornará periódica, ainda não foram especificadas as principais bandeiras que devem ser defendidas na busca pela reeleição. Um dos participantes do encontro, no entanto, adiantou que o fim dos contratos com as concessionárias de pedágio, o passe livre estudantil, a recuperação nos salários de categorias do funcionalismo e as políticas de desenvolvimento do Estado estarão entre as conquistas priorizadas na eleição do ano que vem. Ficou acertado ainda que o PT deve assumir um papel estratégico na relação com os aliados na busca de manutenção da base de sustentação do governo. Nas próximas semanas, a cúpula petista irá retomar os contatos, que haviam sido iniciados no primeiro semestre, junto a dirigentes de partidos da base.

Apoiadores de Marina no RS também migraram para o PSB

No RS, apoiadores de Marin a transferiram-se  ao PSB nomes como Montserrat Martins, candidato ao Piratini em 2010, o ex-deputado federal Jorge Uequed, Gisele Uequed e o professor da UFRGS Wilian Kaku. Também há outros representates de cidades como Campo Bom, Farroupilha, Pelotas e Canoas. 
Todos estão sendo filiados neste sábado. Gisele Uequed ressaltou que a Rede irá existir dentro do PSB. O processo de criação do partido terá prosseguimento e, depois da eleição, os eleitos pelo grupo de Marina poderão deixar o PSB para ingressar na Rede. É parte do acordo a palavra do PSB de que não tentará reaver os mandatos na Justiça.

Tasso Jereissati: “Os políticos estão viciados em politicagem”

Depois de três anos de reclusão, o ex-governador e ex-senador cearense Tasso Jereissati, ex-presidente do PSDB e uma das principais lideranças nacionais do partido, decidiu romper o silêncio. Na semana passada, ele recebeu a revista ÉPOCA no seu escritório em Fortaleza, num edifício comercial junto ao Shopping Iguatemi, de sua propriedade. O empresário de 64 anos falou sobre política e as perspectivas eleitorais de Aécio Neves.

Veja abaixo alguns trechos da entrevista:

ÉPOCA – Em 2010, quando perdeu a reeleição para o Senado, o senhor disse que seria sua última disputa. Recentemente, o senador Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à Presidência em 2014, afirmou que gostaria de vê-lo como candidato ao Senado ou ao governo do Estado, para puxar votos no Ceará. Sua hibernação política acabou?
Tasso Jeireissati – Com certeza, um pedido do Aécio vale muito. Tenho muita vontade de ajudá-lo e de ver uma grande mudança acontecer no país. Em política – aliás, na vida de forma geral –, aprendi uma coisa: é muito arriscado dizer que dessa água não beberei. Agora, a probabilidade de isso acontecer é muito pequena. Prefiro que surjam novos nomes. Estou convencido de que boa parte dessa geração de políticos está vencida. A política do jeito como é feita hoje no Brasil está vencida. 

ÉPOCA – De certa forma, não foi isso que Lula fez quando indicou Dilma Rousseff, que nunca participara de uma eleição?
Jereissati – Só que ela não usou isso para melhorar sua administração, uma das mais equivocadas que o país já teve. Num primeiro momento, parecia que Dilma faria uma ruptura, ao menos em relação à política tradicional. No primeiro ano de governo, demitiu um ministro corrupto por mês. Só que ela fez uma espécie de carrossel. Demitiu e foi readmitindo todo mundo de volta. Acabou desempenhando o pior dos papéis, porque não tem a habilidade política do Lula. Fazer política com alguém completamente inábil é um desastre.

ÉPOCA – Em que medida Aécio é diferente desses políticos que o senhor critica?
Jereissati – O Aécio tem algumas características importantes para o futuro. Primeiro, é um homem de posições firmes, apesar de sua visão conciliadora. Nisso, ele lembra muito o Tancredo Neves, seu avô. Outra coisa que Aécio tem é indispensável no Brasil de hoje para quem quer ser presidente da República: é um senso de administração pública que dá a pessoas competentes a responsabilidade pela gestão das políticas públicas, arrasadas pelo aparelhamento e pela politicagem. Isso é fundamental para mudar o Brasil.

Beto Albuquerque avisa: "Eles vão ter que nos engolir"

O líder do PSB na Câmara,m o gaúcho Beto Albuquerque, que acompanhou toda a movimentação final de Eduardo Campos e Marina neste sábado em Brasília, disse ontem que o ingresso de Marina Silva no PSB deve ter caído como uma bomba sobre o marqueteiro do PT, João Santana, que chamou os adversários de Dilma de "anões".

- Agora, ele vai ter que engolir tudo o que falou. Este desrespeito, esta soberba, não tem mais espaço. O João Santana pode entender muito de marketing, mas não sabe de xadrez.

. No RS, ao fazer o PSB deixar o governador Tarso Genro pendurado num pincel, Tarso também embretou o PT, tal como fiazeram Marina e Campos neste sábado.

Chapa Campos-Marina é o pior pesadelo de Lula, diz Kennedy Alencar

Realizou-se o pior pesadelo eleitoral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), chegar ao segundo turno, terá chance de reunir toda a oposição e parte das atuais forças governistas contra a presidente Dilma Rousseff (PT). Isto é o que escreve no seu blog, neste domingo, o jornalista Kennnedy Alencar. Leia todo o texto, a seguir:

Para Lula, Campos sempre foi o candidato mais perigoso para Dilma. Por isso, o ex-presidente ter insistido tanto para evitar a saída do PSB do governo federal. Contra sua vontade, Dilma e o PT estimularam o rompimento. Uma vez derramado o leite, Lula recomendou deixar as portas abertas para um recuo de Campos em relação à candidatura ou para um eventual apoio no segundo turno.

Agora, Campos atravessou o Rubicão.

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FHC cobra duramente que o STF cumpra seu dever e enfie na cadeia os mensaleiros do PT

FHC e o povo não entendem por que razão o STF não conclui o julgamento e enfia os bandidos do PT na cadeia.
Ou entendem bem demais.



No artigo que assina neste domingo em vários jornais, o presidente FHC finalmente cobra duramente a imediata cadeia para a organização criminosa montada pelo PT para corromper eleitores e parlamentares, usando dinheiro público e troca de favores com banqueiros e empresários, visando manter-se indefinidamente no Poder. Ele desfere críticas e suspeitas sobre o andamento do julgamento. O ex-presidente diz que não compreende a demora, mas num tom de quem sabe por que existe esta demora. Leia tudo:

Agora, quando boa parte das águas já rolou, dá para comentar de modo menos emotivo o que aconteceu na fase quase final do julgamento e seus possíveis desdobramentos. Não cabem dúvidas de que a sensação de impunidade que a maioria das pessoas sente decorre menos das decisões do que da demora no término do processo. Há várias explicações para tal demora: a complexidade do julgamento com pessoas de tão alta responsabilidade política; o STF não estar habituado e talvez nem preparado para atuar como instância penal originária; os Códigos de Processo que abrem espaço a um sem-número de recursos, etc. Para o povo, nada disso é compreensível ou justificável. Por que demorar tanto?

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Noblat acusa Marina de conservadora, preconceituosa e centralizadora

O jornalista Ricardo Noblat, depois de um mês hospitalizado no Sírio, SP, e convalescendo, voltou ferino ao seu blog em O Globo. Leia esta nota:

A candidata disposta a se eleger presidente da República para mudar o país foi incapaz de montar um partido no prazo determinado pela lei. Dá para acreditar?

. Marina ainda é um segredo de Estado. Poucos conhecem algo além de sua imagem pública. Os que a  conhecem bem não contam como Marina é - conservadora, preconceituosa, centralizadora.

Novos Partidos encontram dificuldade para ampliar presença no RS

É enorme a dificuldade que encontram no RS os novos Partidos, PSD, Solidariedade e Pros, porque os demais grandes Partidos possuem raízes bem estratificadas no Estado e no RS não existe a cultura de migração constante.

. Em Porto Alegre, no fim do prazo, as mais importantes migrações foram do deputado Cassiá Carpes para o Solidariedade e os vereadores Claudio Janta e Bernardino Vendrúsculo, o primeiro também para o Solidariedade e o segundo para o Pros. Em São Gabriel-RS, conforme informação recebida neste domingo pelo editor, está formada a bancada do "Partido Solidariedade" na Câmara de Vereadores. A vereadora Karen Lannes deixou o PSB e migrou para o Solidariedade na quinta-feira, dia 03 de outubro de 2013.O PSB tinhas duas cadeiras no Legislativo Gabrielense. Restou apenas uma