Aécio derrotaria facilmente (43,8%) Lula (19,5%) no RS

Segundo o Instituto Paraná Pesquisas, os eleitores gaúchos dariam ampla vitória ao senador Aécio Neves, caso ele concorresse hoje contra Lula.

Dentre as opções oferecidas na pesquisa, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) seria eleito pelos gaúchos, com 43,8% dos votos, seguido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 19,5%.

Em terceiro lugar estaria Marina Silva (PSB), com 14,7%; em quarto o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), com 3,4%, e, em quinto, o presidente da Câmara Federa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com 2,8%. Não souberam responder, 7,9%. Aqueles que disseram que não votariam em candidato algum também somaram 7,9%.

Em uma segunda simulação da eleição presidencial no Rio Grande do Sul, na qual o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), aparece no lugar do senador Aécio Neves, o chefe do Executivo paulista ficaria na primeira posição, com 29,9% dos votos. Em segundo lugar estaria Lula, com 20,7%, seguido por Marina Silva, com 20,3%.

A quarta colocação seria do peemedebista Eduardo Cunha, com 5,0% dos votos, e a quina de Ronaldo Caiado, com 4,3%. Não souberam responder somaram 9,4%, e 10,4% disseram que não votariam em candidato algum

79,2% dos eleitores são contra o governo Dilma no RS

A administração da presidente Dilma Rousseff (PT) é aprovado por apenas 17,2% dos gaúchos. Ao todo, 79,4% da população do estado desaprova a gestão da presidente. Os entrevistados que não souberam responder somaram 3,4%. 

Os dados são do Instituto Paraná Pesquisas.

Murilo Hidalgo, diretor do instituto, disse há pouco ao editor que a pesquisa foi feita no final de semana e tabulada hoje. 

Para 4,2% dos eleitores, o governo Dilma está melhor do que o esperado; 78,2% acham que está pior; 15,8% veem como igual à expectativa após a reeleição da petista, e não souberam responder, 1,8%.
Entre os eleitores que votaram na presidente no segundo turno da eleição, 53,3% disseram que mudariam seus votos, e 45,0% votariam novamente em Dilma. Não souberam opinar somaram 1,7%.

MPF conseguiu reaver R$ 86 milhões do dinheiro sujo depositado por Pedro Barusco na Suiça

O Ministério Público Federal confirmou esta noite que já estão no Brasil, na Caixa Federal, os R$ 86 milhões de dinheiro sujo que o ex-gerente da Petrobrás, Pedro Barusco, recebeu de propinas das empreiteiras do Petrolão.

O dinheiro voltou da Suiça.

É 1/3 do que Barusco prometeu devolver.

Mesmo diante da montanha de dinheiro sujo, o PT e gente como Tarso Genro, Lula e Dilma, continuam questionando o julgamento do Lava Jato, desqualificando o juiz do caso, Sérgio Moro e aplaudindo Teori, Mendes e Toffoli por libertarem os que ainda não falaram e nem devolveram dinheiro que roubaram da Petrobrás para encorpar os cofres do Partido dos Trabalhadores e dos seus candidatos. 

Petrobras destrói gravações com provas sobre ações de Dilma no Conselho de Administração

Registros continham discussões sobre obras investigadas e a participação de Dilma na compra da Refinaria de Pasadena

A Petrobras destruiu gravações das reuniões de seu Conselho de Administração, incluindo aquelas que trataram de negócios investigados na Operação Lava-Jato. Segundo reportagem do jornal Estado de S.Paulo, a empresa alegou que áudios e vídeos com os diálogos dos conselheiros são "eliminados" após a formalização das atas dos encontros. Entre os registros que teriam sido apagados estavam as reuniões que contaram com a presença da presidente Dilma Rousseff, que chefiou o conselho de 2003 a 2010, no período em que era ministra da Casa Civil do governo de Luís Inácio Lula da Silva.

Os assuntos debatidos nas reuniões são registrados nas atas, mas não integralmente, o que tem levado a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras e o Tribunal de Contas da União (TCU) a cobrar da estatal o paradeiro das gravações, que poderiam detalhar eventuais irregularidades cometidas pelos conselheiros no exercício de suas funções. Entre as atribuições dos conselheiros está a aprovação das principais obras da empresa, incluindo empreendimentos investigados na Lava-Jato.

Os novos rumos 
da Lava-Jato

Diante da protelação da Petrobras para responder à solicitação, a CPI deu prazo até segunda-feira para a entrega dos registros existentes sobre os encontros, e não descarta requerer uma busca da Polícia Federal na sede da empresa, no Rio de Janeiro. O TCU decidiu checar se os conselhos Fiscal e de Administração da Petrobras praticaram "atos de gestão ruinosa ou deixaram de atuar com o necessário dever de cuidado" ao aprovar obras e serviços da companhia. Isso, segundo o jornal, significa que a presidente Dilma pode ser implicada por eventuais falhas detectadas nas auditorias.

Desde o início de fevereiro, o jornal vinha questionando a empresa sobre as gravações, sem sucesso. Os pedidos, então, foram feitos pela Lei de Acesso à Informação. Em resposta, a Petrobras informou que as reuniões do Conselho de Administração são registradas por meio de gravador "colocado na sala" do encontro e também por meio de videoconferência. "Após as respectivas atas serem aprovadas e assinadas por todos os membros das respectivas reuniões, as gravações são eliminadas", alegou a estatal. Isso compreenderia as reuniões de março de 2006, com presença de Dilma, e de 2012, quando foram aprovadas as duas etapas da compra da refinaria de Pasadena.


A Petrobras alega que a destruição está prevista no Regimento Interno do Conselho de Administração, embora não tenha apresentado o documento ao TCU. A corte agora quer saber em que condições os arquivos são apagados e desde quando.

Irmã de Luiz Nassif também levou dinheiro da campanha de Dilma.

A briga entre jornalistas chapas brancas e os editores de O Antagonista (Diogo Mainardi e Mário Sabino) avançou vários decibéis nesta quinta-feira, tudo porque o irmão de Kennedy Alencar, UOL, Beckenbauer Rivelino, acusado pelo blog, resolveu processar seus desafetos.

Beckenbauer Rivelino é dono da gráfica que foi apontada como fantasma, mas que recebeu R$ 16 milhões da campanha de Dilma.

O Antagonista voltou á carga no final do dia, disparando nova denúncia, desta vez mexendo com a família de Luis Nassif.

As famílias estão em alta no PT, conforme se percebe pelo caso de Vaccari Neto.

Leia:

Uma jornalista que tem seus artigos reproduzidos pela própria revista Fórum, Maria Inês Nassif, irmã de Luis Nassif, também embolsou. Foram exatamente 136.888 reais para prestar assessoria a Dilma Rousseff, pagos pelo tesoureiro da campanha, Edinho Silva

Eleitores gaúchos aprovam deputados estaduais e desaprovam os federais

A pesquisa que o Instituto Paraná Pesquisas realizou esta semana no RS, não se limitou a avaliar os 100 dias do governo Sartori, porque os eleitores também foram ouvidos sobre os 100 dias do segundo governo Dilma e acabaram cnvidados a atribuir notas aos conjuntos dos deputados estaduais e federais.

Numa escala de 0 a 10, eis a média que conseguiram os deputados:

Deputados estaduais (Assembléia) - 5,01.
Deputados federais do RS - 4,70.


Distribuidoras de energia começam a amargar prejuízos com o crescimento dos calotes

As distribuidoras de energia elétrica do RS começaram a registrar grossa inadimplência nos pagamentos das contas de luz.

Oourocard, Banco do Brasil, cobra juros de 242,53% ao ano

Os juros que o leitor percebe pela leitura do bloqueto aí ao lado é de 242,43% ao ano mesmo. É o que o Banco do Brasil passou a cobrar do editor, tudo relacionado com possíveis atrasos nos pagamentos do Cartão de Crédito.

São juros absurdamente alto e não guardam proporção com nada que exista na face da terra.

Em tempos de recessão e inflação, trabalhar com juros altos como os atuais chega a ser uma indecência.

O boleto ao lado é deste mês de abril.

O Banco do Brasil não é mais o mesmo.

Indústria do dano moral consegue vitória inédita no RS: ninguém mais saberá quem emite cheque sem fundo.

A Boa Vista Serviço Central de Proteção ao Crédito está denunciando para quem quiser ouvir que existe uma indústria de dano moral no Rio Grande do Sul.

O editor que o diga.

Mesmo sem amparo legal e enfrentando derrotas, muitos litigantes insistem em entupir as varas cíveis e criminais com petições despropositadas.

Inconformada com a prática, a Boa Vista SCPC desde o dia 24 de abril passou a não disponibilizar mais qualquer informação relativa ao Cadaastro de Emitentes de Cheques sem Fundos para os CPFs emitidos no Estado.

O RS é agora o único soldadinho do passo certo.

Só aqui o credor ou vendedor fica sem saber quem costuma usar cheque sem fundo pasra comprar. 

Você acha que o governador Richa gostaria de ser apoiado por gente desse tipo ?

Parlamentares de diferentes partidos, como o senador Roberto Requião (PMDB) e os deputados Jean Wyllys (PSOL) e Jandira Feghali (PCdoB), além do ex-presidente Lula, assim como colunistas de diferentes perfis, como Ricardo Noblat e Juca Kfouri, foram unânimes em criticar o governador do Paraná pela agressão da PM contra professores.

A não ser por Ricardo Noblat, todos os outros permanecem omissos em relação aos crimes do Mensalão e do Petrolão, enquanto que gente como Lula é até chefe da organização criminosa que deu origem a duas das mais monstruosas perversões políticas e eleitorais da história brasileira.

Roberto Requião, que no Paraná é conhecido como Maria Louca, defendeu, em entrevista que o tucano não tem mais condições de governar. Seu colega de Congresso, o efeminado líder dos renegados sociais cariocas, Jean Wyllys, pediu "basta". A comunista Jandira observa que seu governo "caminha para um estado autoritário".

A inversão de papéis no Paraná é de arrepiar (leia notas abaixo).

Professores contrataram gangsters mascarados para iniciar ataques aos PMs que por ordem judicial guarneciam a Assembléia Legislativa. Em nota abaixo, o editor mostra as fotos dos bandidos contratados pelos professores, que por sua vez já haviam invadido e ocupado a Assembléia no dia 10 de fevereiro, impedindo o funcionamento do parlamento. 

TSE rejeita contas pagas com dinheiro sujo do Mensalão e manda PT devolver R$ 4,2 milhões

O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou parcialmente a prestação de contas apresentada pelo PT em 2009 por uso irregular do fundo partidário para quitar empréstimo simulado no escândalo do mensalão. Os ministros ainda determinaram, nesta quinta-feira (30), que o partido devolva R$ 4,9 milhões aos cofres públicos.

O TSE também fixou que a legenda, que enfrenta uma crise financeira, ficará sem receber três parcelas mensais do fundo partidário em 2015, cerca de R$ 29 milhões.

O fundo partidário, abastecido com recursos públicos, é usado para manter a infraestrutura das siglas e para vitaminar campanhas eleitorais. Os partidos vão dividir neste ano R$ 867,5 milhões, dos quais R$ 117,39 milhões caberiam ao PT.

A principal irregularidade considerada por 6 dos 7 ministros do tribunal foi o uso de R$ 2,3 milhões fundo em 2009 para pagar um empréstimo com o Banco Rural. Em 2012, no julgamento do mensalão, os ministros do Supremo Tribunal Federal consideraram que os empréstimos do partido com a instituição financeira foram operações simuladas para tentar esconder o esquema de desvio de recursos públicos e pagamento de propina a congressistas no início do governo Lula.

Para o Supremo, o repasse de R$ 3 milhões do Rural para o PT foram empréstimos fictícios e abasteceram o pagamento de propina. Três dirigentes do banco foram condenados por crimes como lavagem dinheiro e gestão fraudulenta.

Relator do caso, o ministro Admar Gonzaga avaliou que não cabia ao TSE analisar o empréstimo do Banco Rural, que já foi alvo de processo penal, uma vez que o PT não figurou entre os réus do processo do Supremo. O ministro considerou grave a simulação, mas defendeu que ao TSE cabe julgar se o balanço está correto.

O relator ficou isolado. O ministro Gilmar Mendes puxou a divergência e considerou que os empréstimos não poderiam ser validados pela Justiça Eleitoral. Ele foi seguido por outros cinco ministros.

"Temos prisão dos banqueiros, decisão do Supremo. Essa irregularidade, por ela foram punidos agentes do partido. Esses agentes usaram verbas que não poderiam ser utilizadas, comprometendo a higidez das contas do partido", disse o ministro João Otávio de Noronha.

O ministro Luiz Fux seguiu o discurso. "O Supremo considerou empréstimo simulado para fins de imputação penal. Isso faz coisa julgada em qualquer outra esfera." Presidente do TSE e ministro do STF, Dias Toffoli reforçou que "o acordo foi considerado uma simulação."

Além da punição por conta do empréstimo, o PT não conseguiu comprovar gastos de R$ 2,3 milhões em despesas, como repasses para diretórios estaduais, gastos com passagens, entre outros. Em 2009, a sigla recebeu R$ 23 milhões do fundo partidário.

Os técnicos do TSE chegaram a sugerir uma punição maior ao partido, defendendo que fossem devolvidos R$ 7 milhões pelas irregularidades. O relator, no entanto, considerou que a legenda conseguiu resolver pendências.

A legenda pode recorrer da decisão. Procurado, o PT ainda não se manifestou sobre o julgamento. 


PT usou apartamento de Dilma, Porto Alegre, para receber santinhos feitos para todo o Brasil

O Antagonista denuncia gráfica usada pela campanha da Dilma que não existe no endereço informado. A gráfica recebeu R$ 16 milhões da campanha de Dilma.  Emseu blog de hoje, o Blog do Coronel, é passada a informação sobre o local exato do que seria o destino dos "santinhos" feitos para todo o Brasil. O endereço de entrega é ainda mais estarrecedor: 

- Trata-se do apartamento de Dilma Roussef em Porto Alegre. 

No prédio que aparece na foto ao lado, em Porto Alegre, num pequeno apartamento, foram entregues dezenas de milhões de "santinhos" de candidatos do PT de todo o Brasil. O mais surpreendente é que no apartamento teriam sido entregues propagandas do candidato ao governo de Minas, Fernando Pimentel.

Leia o Blog do Coronel de hoje:

O nosso blog vai acrescentar, neste post, informações muito relevantes que indicam que coisas muito estranhas cercam esta transação. Os dados deste post foram retirados de documento oficial postado no TSE e fornecidos pelo atual ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, que foi tesoureiro da campanha presidencial de Dilma Rousseff. São materiais de prestação de contas da campanha eleitoral presidencial de Dilma Rousseff.

O que vai publicado neste blog, em imagens, é um exemplo de um dos processos de compra, pagamento, entrega, recebimento e cópia do material impresso que foi produzido pela gráfica VTPB, conforme informações fornecidas ao Tribunal Superior Eleitoral, pela sua campanha. Há dezenas deles que repetem a mesma "comprovação".

Acompanhem com atenção. São documentos oficiais.

Uma das imagens mostra que a VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda - EPP  está devidamente cadastrada, com situação regular junto à Receita Federal.

Os documentos comprovam que o tesoureiro do PT, atual ministro Edinho Silva, efetuou diretamente a transação bancária que pagou pelos serviços da gráfica. Isto pode ser visto ao pé da página da imagem da TED. Fica comprovado, assim, que campanha presidencial Dilma Rousseff pagou, efetivamente, neste caso, neste processo, R$ 667.812,90 para a gráfica VTPB. Relembramos! Esta é apenas uma de dezenas de transações comprovadas da mesma forma. O total ultrapassa os R$ 16 milhões!

Outra imagem importantíssima deve ser observada  nos detalhes. Trata-se da Nota Fiscal da gráfica VTPB, informando o valor de R$ 667.812,50, cobrados por um total de 10 milhões 685 mil impressos, denominados "Santinho Dilma Modelo Card". Observem o endereço de entrega: Avenida Copacabana, 1205, Apto 503, Tristeza, Porto Alegre, RS.  Até aí, tudo bem, não e mesmo? Tudo certinho, regular, fechadinho. A gráfica imprimiu e entregou, lá no Rio Grande do Sul, em endereço existente.

A imagem publicada neste blog comprova que o recebimento do material foi dado em São Paulo, mesmo que a entrega tenha sido feita em Porto Alegre. É apenas um detalhe. Mas é um detalhe. O mais importante está abaixo, nas imagens seguintes.

Lembram que o material impresso foi entregue em Porto Alegre e o recebimento foi dado em São Paulo? A imagem acima mostra o modelo de "santinho" que foi enviado para o Rio Grande do Sul. É "santinho" da campanha de Fernando Pimentel, candidato petista em Minas Gerais. A campanha presidencial de Dilma Rousseff enviou os "santinhos" mineiros para Porto Alegre. Isso que é logística!

Agora voltemos ao endereço de entrega. Olhem bem o endereço. Ele é a prova contundente de que existe algo de muito estranho no ar. Que endereço será este? Um diretório? Um comitê de campanha? Uma central de logística? Que apartamento é este, no quinto andar, que recebeu milhões e milhões de santinhos das campanhas petistas de todos os estados, mas que fica no Rio Grande do Sul? Revelamos abaixo.

O apartamento onde foram entregues dezenas de milhões de "santinhos" para os candidatos do PT de todo o Brasil pertence à candidata Dilma Rousseff, conforme Declaração de Bens que apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral no registro da sua candidatura.

CLIQUE AQUI para ler tudo e examinar os comprovantes de todas as notas e fatos citados nesta nota.


Paraná Pesquisas revela que eleitores consideram que Olívio, Tarso e Rigotto foram os melhores governadores da história recente do RS

O Instituto Paraná Pesquisas submeteu a lista a seguir ao exame de eleitores gaúchos localizados nas sete mesorregiões do Estado, para saber qual foi o melhor dos governos do período posterior à redemocratização. Olívio livrou grande vantagem sobre todos os demais listados, com 20,6%. Em seguida surgiram Tarso, 16,1%, e Rigotto, 15%.

Os dois ponteiros são governadores do PT. Ambos deixaram o governo esgualepado, em gravíssima crise financeira.

Conheça os resultados:

Não sabe
8,2%
Nenhum
6,1%
Olívio Dutra
20,6%
Tarso Genro
16,1%
Germano Rigotto
15,0%
Jair Soares
9,2%
Yeda Crusius
9,2%
Alceu Collares
8,9%
Antonio Britto

6,7%

Saiba o que o governo estuda intramuros para equilibrar as contas públicas do RS

O pacote de maldades que o governo Sartori examina neste momento e que poderá ser objeto de projetos para exame da Assembléia, são muito mais abrangentes do que se imagina.

Ele cortará de modo duríssimo nas despesas.

É por onde o governo enxerga providências de curto, médio e longo prazos para ajustar as contas públicas.

As medidas que o editor coloca a seguir são de fato examinadas, mas não há decisão tomada e é possível que nem sejam incluídas no pacote.

Em relação aos outros Poderes
Vincular o orçamento de cada um ao ingresso efetivo da receita corrente líquida e não a valores do orçamento, geralmente aprovados sem base real.
Em relação ao funcionalismo
Cumprir duramente o teto salarial dos servidores estaduais
Acabar com a licença-prêmio (o governo federal faz isto desde 1997)
Congelar todos os salários por dois anos seguidos
Não nomear mais ninguém, nem sequer concursados
Prorrogar os reajustes salariais concedidos por Tarso, que não respeitou a Lei de Responsabilidade Fiscal
Reforma Administrativa
Extinção de estatais deficitárias e sem chance de recuperação, tipo Cesa
Redução drástica de benefícios fiscais
Aumento da receita

Refis radical para acerto imediato dos R$ 8 bilhões da dívida tributária passíveis de recebimento
Venda de ativos ou parte deles, saudáveis, como a seguradora e a administradora de cartões do Banrisul

Pesquisa mostra que população gaúcha passou a entender a herança maldita deixada por Tarso ao governo Sartori

A pesquisa feita pelo Instituto Paraná Pesquisas sobre os 100 dias do governo Sartori foi realizada nas 7 mesoregiões do RS. Ela obedeceu a proporção de homens (48%) e mulheres (52%) no conjunto da população.

O editor publicou nesta quinta os números principais, mas eles também foram entregues para a revista Época e para o site Brasil247.

Os números:

Aprova - 54,4%
Desaprova - 38,9%
Não opina ou não sabe - 6,7%

A pesquisa não perguntou as razões pelas quais o eleitor aprova ou desaprova o governo Sartori, mas o elevado índice de aprovação, a despeito do baixo desempenho do governo, pode estar ligado ao "período da graça" de meio ano, normalmente concedidos pela população, mídia e políticos, a qualquer governo, como também ao modo convincente com que o governo vem apresentando o cenário dramático herdado de Tarso Genro.

Editorial, Estadão - Ponto final no Mensalão

Com a decisão do governo da Itália de extraditar Henrique Pizzolato para o Brasil, chega-se ao fim do processo do mensalão. Quase dez anos depois de deflagrado, o escândalo que abalou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva colocou vários líderes do PT e de outros partidos na cadeia e marcou uma virada na percepção dos brasileiros de que os poderosos sempre se dão bem. No entanto, faltava pôr atrás das grades o condenado que, se não tem uma biografia comparável à dos “guerreiros do povo brasileiro”, como foram classificados por seus correligionários os potentados petistas encarcerados, é um dos que melhor simbolizam o aparelhamento do Estado com vista a depená-lo, na tentativa de permitir que o PT se perpetuasse no poder.
Pizzolato foi condenado em 2013 a 12 anos e 7 meses de prisão por ter autorizado, na condição de diretor de marketing do Banco do Brasil, um repasse de R$ 73,8 milhões que o banco mantinha no Fundo Visanet para uma das empresas de Marcos Valério de Souza, operador do mensalão, recebendo em troca uma recompensa de R$ 336 mil.
Essa operação é central para entender o esquema que resultou no pagamento de propina a políticos e partidos da base governista. Segundo a reconstituição feita pela Polícia Federal e o Ministério Público – plenamente aceita pelo Supremo Tribunal Federal –, o dinheiro que saiu do Fundo Visanet e entrou no chamado “valerioduto” era público. O Banco do Brasil, como detentor de 32% do fundo, determinou um repasse de R$ 73,8 milhões à agência de propaganda de Valério sem que esta tenha prestado nenhum serviço à marca de cartões do banco.
Pizzolato agiu, portanto, como peça central do esquema. No entanto, à parte seu papel na transferência ilegal de dinheiro público para o mensalão, sua real importância está no fato de que ele só ocupava uma das mais estratégicas diretorias do principal banco estatal brasileiro porque tinha uma missão partidária a cumprir.
Petista, ex-presidente da CUT no Paraná, Pizzolato integrou a leva de diretores e vice-presidentes do Banco do Brasil escolhidos por Lula logo no início de seu primeiro mandato, em 2003, com base em um único critério – fidelidade ao PT. O aparelhamento era essencial, como se veria pouco tempo depois, para que os mecanismos administrativos que poderiam impedir o mensalão fossem substituídos pela “total balbúrdia”, na feliz expressão usada pelo ministro Ricardo Lewandowski, no julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, para qualificar o modo como Pizzolato gerenciava sua área. Antes de ser prova de incompetência, a “balbúrdia” era a essência de uma estratégia, pois facilitava o zigue-zague de dinheiro que elidia os controles institucionais.
Uma vez descoberto o esquema, manda o manual do petista moderno dizer-se vítima de tribunais de exceção e até mesmo fugir para “salvar a vida”, como Pizzolato chegou a alegar quando já estava na Itália, para onde foi graças a um plano urdido desde 2007, quando as primeiras acusações formais contra ele foram feitas. Ele usou a identidade de um irmão morto para falsificar todos os documentos necessários para a operação. Pizzolato agravou, assim, os crimes que já cometera.
Ao tomar a decisão de extraditar Pizzolato para o Brasil, a Itália considerou que o petista não tinha vínculos reais com o país, usando sua dupla cidadania apenas como “escudo” para evitar a Justiça brasileira. Mais que tudo, segundo informou a Advocacia-Geral da União, pesou o fato de que Pizzolato foi condenado por crime de corrupção.

O desfecho do caso, de si suficientemente vergonhoso, representou um constrangimento adicional para o Brasil. Ao decidir extraditar um cidadão italiano condenado em outro país, a Itália deu um exemplo de como a Justiça deve prevalecer sobre a política ou a ideologia. Já no Brasil de Lula, um “ativista” de esquerda como o italiano Cesare Battisti – na verdade, um terrorista – pode dormir tranquilo. Ele foi condenado à prisão perpétua pela Justiça da Itália por assassinato, mas ganhou refúgio no Brasil graças a um “fundado temor de perseguição”, malgrado a Itália ser uma democracia plena. Aqui, amigos poderosos falaram mais alto que a decência.

Gerdau foi a jantar de homenagem a FHC em São Paulo

Jorge Gerdau foi o único gaúcho que compareceu ao jantar oferecido terça-feira a noite por João Dória Júnior ao ex-presidente FHC em São Paulo.

Ao lado de FHC no jantar sentaram-se o empreiteiro Marcelo Odebrecht, Rubens Ometto, da Cosan, e Jorge Gerdau, do grupo Gerdau, além de Doria e o governador Geraldo Alckmin.

Abimaq adverte que 200 empresas estão prestes a quebrar porque não recebem mais encomendas das empreiteiras do Petrolão

A jornalista Mônica Bérgamo informou hoje na sua coluna da Folha que a Abimaq, associação que representa fabricantes de máquinas e equipamentos, está agendando audiência com Aldemir Bendine, presidente da Petrobras, para levar a ele "um dossiê" relatando "o descalabro" no setor. 

De acordo com Carlos Pastoriza, presidente da entidade, 200 empresas estão prestes a quebrar porque não recebem das empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato.

Lewia tudo:

"Máquinas foram vendidas às empreiteiras para obras no setor de óleo e gás. Muitas delas não pagam e sequer conseguimos encontrar alguém para conversar. Ou os donos das empresas estão presos ou os diretores desapareceram, não falam com ninguém", diz Pastoriza.

A Abimaq estudou promover ação para a retomada das máquinas vendidas.

Mas o departamento jurídico da entidade avisou que a iniciativa dificilmente daria resultado.

Metalúrgicos da GM decidirão esta tarde se farão ou não greve por bônus maior

Os trabalhadores da GM de Gravataí decidirão esta tarde, 14h30min, se farão ou não greve, tudo por conta de uma diferença nas discussões sobre pagamentos pelo cumprimento de metas de produção.

Os metalúrgicos querem R$ 14.804,00 de bônus pelo cumprimento de 100% das metas, enquanto a empresa concorda com R$ 13 mil.

Não há discussão sobre reajuste salarial, porque no ano passado as partes acordaram em revisão pelo INPC, num programa de três anos.

A GM de Gravataí responde por 60% da produção nacional da montadora.

Delator de Anastasia não provou nada, fugiu e é procurado pela Polícia Federal

Réu na Operação Lava Jato, o policial federal afastado Jayme Alves de Oliveira Filho, o "Careca", que revelou em delação ter repassado R$ 1 milhão ao ex-governador de Minas Antonio Anastasia (PSDB) segue desaparecido. O juiz Sérgio Moro mandou soltá-lo e agora ele é considerado fugitivo. A  PF estuda colocá-lo na lista da Interpol; a investigação do caso foi prejudicada porque depende do depoimento da testemunha.

O ex-governador de Minas sempre negou qualquer contato com o policial, refutou as denúncias feitas contra ele e quer acareação com seu delator.

Não há prova alguma de que Careca falou a verdade.

Ele fugiu depois que falou em Curitiba. 

A PF também trabalha com a hipótese de que ele tenha sido assassinado.

Análise do editor - Renan, Dilma e o PT ignoram as leis do mercado

O senador Renan Calheiros, presidente do Senado, defende hoje a assinatura de um Pacto Nacional pelo Emprego.

Da mesma forma que seus companheiros do PT e do governo Dilma, o senador alagoano ignora as leis do mercado e acha que empresas que não produzem são capazes de gerar riqueza e portanto garantir mais impostos e mais empregos.


Veja como os professores usaram bandidos mascarados para enfrentar a Polícia Militar do Paraná

Tal como acontece com Dilma Roussef, PT, a crise fiscal que abala o governo do Paraná é uma herança maldita do próprio governador Beto Richa, PSDB.

No caso de Dilma, a oposição, no caso o PSDB, não só não patrocina protestos violentos de rua, como até mesmo os desordeiros estão dentro e não fora do governo.

Não é o que acontece no Paraná.

Como se percebe nas fotos, black blocs uisam de extrema violência, algo recorrente em manifestações contra os governos do PSDB ou de Partidos que não sejam do PT.

A reação das forças da ordem não podia ter sido outra.

A violência dos black blocs foi o estopim do confronto.

O que interessa, agora, é identificar os bandidos mascarados que fizeram parte das ações dos professores, todas elas com ampla cobertura do PT. É o mesmo PT do Paraná que está envolvido até a medula no petrolão, com vários dos seus líderes presos ou investigados, como André Vargas, Gleise Hoffman e Paulo Bernardo.

67% dos leitores acham que amante não pode ter os mesmos direitos da esposa, mas 27% pensam diferente

67% dos leitores desta página acham que esposa e amante não devem ter os mesmos direitos,bem ao contrário do que defende o advogado Luiz Fachin, indicado por Dilma para o STF.

Apesar disto, 15% consideram que em determinadas situações o direito existe de fato. A este número, é possível somar os 12% que querem que esposa e amante sejam tratadas com direitos iguais.

A nova enquete fala sobre o fuzilamento do traficante brasileiro preso na Indonésia. Até este momento (9h46min), 84% dos leitores acham que ele mereceu ser fuzilado.

É o que também pensa o editor.


PT só ganha (votação) quando temos pena’, diz Cunha em jantar do PMDB

Relato de discurso feito para bancada peemedebista foi publicado pelo jornal O Globo. Segundo a reportagem, presidente da Câmara destacou ‘protagonismo’ de seu partido e ironizou petistas

"Impressionante. O PT não ganha uma votação. Só quando a gente fica com pena na última hora”Em jantar que reuniu quase 50 deputados da bancada do PMDB, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), destacou o protagonismo de seu partido no Congresso e ironizou o PT. Segundo o jornal O Globo, Cunha disse aos colegas que “todo mundo” está contra a legenda da presidenta Dilma e que os petistas só vencem as votações na Câmara quando eles, os peemedebistas, têm pena.
“Muito bom ver essa bancada unida. É um bom momento para todos nós. Não ter dependido do PT e da oposição (para ganhar a eleição de presidente da Casa) permitiu ao PMDB esse protagonismo político. E nos deu a liberdade para fazer o que estamos fazendo. É só olhar. É impressionante. Onde o PT vai, está todo mundo contra. No plenário… Impressionante. O PT não ganha uma votação. Só quando a gente fica com pena na última hora”, afirmou o deputado, de acordo com relato do repórter Evandro Éboli.

Do jantar, realizado no apartamento do deputado Newton Cardoso Júnior (PMDB-MG), filho do ex-governador mineiro Newton Cardoso, participaram dois ministros de Dilma: o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves, do Turismo, e o deputado licenciado Eliseu Padilha, titular da Secretaria de Aviação Civil.


Desde sua eleição para o comando da Câmara, em fevereiro, Eduardo Cunha impôs uma série de derrotas ao Planalto, a mais recente delas foi no projeto de regulamentação da terceirização. Toda a bancada petista votou contra a proposta, que passou pela Câmara e agora está em discussão no Senado.

Fechará tudo neste 1o de Maio

Bancos, lojas e até supermercados fecharão neste feriado de 1o de Maio. Tudo vai parar no País inteiro.

Em Porto Alegre, os ônibus circularão sem cobrar passagem.

45 mil pessoas sairão pela rodoviária de Porto Alegre e pelo menos 73 mil carros usarão a freeway para viajar para as praias do Litoral Norte e de Santa Catarina.

Professores iniciam greve em Novo Hamburgo, RS

Os professores municipais de Novo Hamburgo, Grande Porto Alegre, entraram em greve. 54 escolas fecharam. Eles reclamam melhoria salarial. O prefeito Luís Lauermann, PT, quer pagar 5% de rajuste agora e mais 3 % em novembro.

Tarso insiste na defesa do Estado gastador e irresponsável

O ex-governador Tarso Genro voltou a criticar, ontem, em Porto Alegre, os programas de austeridade implementados por Dilma e Sartori.

Ele falou ao programa Esfera Pública, Rádio Gaúcha.

Trata-se do mesmo Tarso que ignorou qualquer medida de austeridade e por isto gastou o que não era seu, inflou as despesas que já eram suas, não conseguiu aumentar a receita e gerou déficits sucessivos, até entregar ao sucessor a herança maldita de um déficit previsto de R$ 5,4 bilhões para este ano, inviabilizando com isto a nova administração, empobrecendo os servidores e asfixiando a economia gaúcha.

O ex-governador não esqueceu nada e também não aprendeu nada.

É uma das razões pelas quais até a presidente Dilma Roussef e a direção nacional do PT não querem vê-lo por perto.

Isto poderá acontecer também no RS

Os discursos mais inflamados ouvidos ontem no Paraná foram de que o governo Richa e a Assembléia não querem o diálogo.

"Nós só queremos dialogar", disse para o repórter do Jornal da Band, ontem a noite, um dos líderes dos professores, pouco antes de ser desarmado e preso pela PM (leia abaixo).

O governo, os deputados e a PM estavam prevenidos contra o tipo de diálogo tentado antes.

É que no dia 10 de fevereiro, os professores usaram black blocs mascarados, derrubaram as cercas, arrombaram as portas, invadiram o plenário e expulsaram todos os deputados, como mostra a foto ao lado.

O que aconteceu ontem no Paraná pode ser um aviso para o que acontecerá em maio no RS caso o governo Sartori materialize sua decisão de enviar projeto adiando o pagamento dos aumentos salariais concedidos pelo governo Tarso Genro para professores e policiais, sem que tivesse previsto fonte de recursos e nem quitado ele mesmo os valores.

Sem fazer isto, Sartori terá que desembolsar R$ 400 milhões adicionais por conta do benefício que o governo petista concedeu com dinheiro que não era do seu governo.

A saída de Sartori poderá ser o Judiciário, porque a decisão de Tarso Genro e do PT ataca a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Neste caso, ele pouparia a Assembléia, a mesma que aprovou o projeto de Tarso.

213 professores e policiais feridos no Paraná. Governo aprova mudanças no Paraná Previdência. Richa economizará R$ 125 milhões por mês. Estado vive dura crise financeira.

A Assembleia manteve o teor do projeto da Parana Previdência, que trará economia mensal de R$ 125 milhões ao governo do estado. Houve apenas quatro alterações ao texto:
1 - Aporte
Se não se concretizar o aporte governamental previsto de R$ 1 bilhão no Fundo Previdenciário com royalties de Itaipu, o caixa do Tesouro do estado cobrirá a diferença.
Contribuição
Para atingir 22% de contribuição patronal, o estado fará aportes de 1% sobre o valor mensal da folha do funcionalismo e de mais 1% a partir de 2031.
Conselheiros
Incluiu associações de classe, além das entidades sindicais, como responsáveis por eleger os representantes dos servidores no Conselho de Administração da Paranaprevidência.
representatividade
Prevê que, dos quatro representantes do funcionalismo no Conselho de Administração, um seja do quadro próprio do Executivo, um das entidades que representam os militares e dois das entidades sindicais.

A reportagem a seguir é do jornal Gazeta do Povo, Curitiba, edição de hoje. As fotos ao lado são do jornal. Leia tudo e entenda o tamanho e a natureza dos confrontos de violência ocorridos na rua:

Alheios a tudo que se passava do lado de fora do plenário da Assembleia Legislativa, os deputados governistas pareciam participar de mais um dia normal de sessão. Com exceção do líder do Executivo, Luiz Claudio Romanelli (PMDB), 30 parlamentares aliados permaneciam impassíveis em suas cadeiras, sorrindo e jogando conversa fora. No comando de todos eles, o presidente da Casa, Ademar Traiano (PSDB), afirmou apenas que “lá fora, o problema é da segurança pública, não da Assembleia”.
Amparado em uma decisão judicial que garantia a segurança do prédio e a realização dos trabalhos sem a presença dos servidores, o Legislativo tocou de forma ininterrupta cinco horas de discursos e votações em três sessões seguidas – uma ordinária e duas extraordinárias. No início da noite, os governistas finalmente conseguiram aprovar em definitivo o projeto de reforma da Paranaprevidência, enviando-o para sanção do governador Beto Richa (PSDB).
Iniciada por volta das 14h45, a sessão durou poucos minutos até que os primeiros estouros fossem ouvidos na Praça Nossa Senhora de Salete. De imediato, deputados da oposição deixaram o plenário em direção à rampa principal do prédio e pareciam não acreditar nas cenas de guerra.
De um lado, os manifestantes tentavam avançar em direção à Assembleia para impedir que os parlamentares da base aprovassem o projeto. Do outro, policiais militares divididos em uma série de barreiras respondiam com bombas de efeito moral, spray de pimenta e gás lacrimogênio. Um caminhão da tropa de choque ainda dispersava os servidores com jatos de água.
Temendo pelo pior, um grupo de oposicionistas tentou descer a rampa da Casa, mas foi contido por um cordão da tropa de choque. Ao insistir em passar, Rasca Rodrigues (PV) acabou mordido no braço por um cão da PM. Os parlamentares, porém, voltaram do meio do conflito sem nenhum avanço, e os confrontos continuaram.

Richa culpa black blocs 
e isenta polícia
O governador do Paraná, em entrevista coletiva, afirmou que a violência no Centro Cívico se deveu a vandalismo de arruaceiros, e disse que a polícia apenas reagiu para se proteger.
Do lado de dentro, apelos eram feitos a Traiano para que suspendesse a sessão. Sem desgrudar do telefone por meio do qual recebia informações dos acontecimentos na praça, o tucano manteve a sessão em andamento. E parecia ter o aval dos colegas governistas, que nem mesmo por curiosidade, deixaram o plenário para ver o que se passava lá fora. O único que demonstrava preocupação era Romanelli. Ao ser cobrado por algumas pessoas presentes na Casa, por “ser o representante do governo”, o peemedebista disse que defendia a suspensão da sessão, mas que a decisão não cabia a ele.

Os trabalhos transcorreram normalmente em meio a essa anormalidade sob protestos da oposição. Por volta das 18 horas, a Casa aprovou, por 31 votos contra 20 (veja infográfico), a proposta da previdência em segunda discussão, sepultando qualquer possibilidade de rejeição da matéria. A informação demorou a chegar, por meio de um caminhão de som, aos poucos manifestantes que ainda resistiam ao frio e à chuva que começou a cair no Centro Cívico.

Vem aí o plebiscito para decidir se a prefeitura de Porto Alegre deve ou não cercar o Parque da Redenção

Por 22 votos contra apenas um, os vereadores de Porto Alegre aprovaram projeto que prevê a realização de plebiscito para que a população decida se quer ou não cercar o Parque da Redenção.

Trata-se do maior e mais importante parque da cidade, localizado na zona mais central.

A idéia é recorrente e se deve à insegurança no local.

Em Porto Alegre, como nas demais grandes cidades brasileiras, restou como última solução trancar-se dentro de casa e trancar como puder os locais de convivência pública.

O editor conheceu inúmeros parques e praças nos EUA e Inglaterra, que também são cercados. Em alguns deles, as chaves ficam com moradores do entorno.


8 bilhões dos R$ 35 bilhões de ICMS devidos são cobráveis. Saiba como o governo Sartori pode embolsá-los.

O secretario gaúcho da Fazenda, Giovani Feltes, já tem há algum tempo sobre a mesa todos os dados a respeito da dívida de contribuintes com o fisco.

São R$ 35 bilhões, o equivalente a um ano e meio de arrecadação do ICMS, 5 vezes mais do que o total do déficit previsto para este ano.

A maior parte é dívida imprestável.

Ela se arrasta há anos.

Rigotto, Yeda e Tarso, os últimos governadores, fizeram de tudo e não conseguiram recebê-la.

Os constantes Refis são tentativas frustradas de resolver o imbroglio.

Acontece que do total dos R$ 35 bilhões, R$ 8 bilhões não são créditos podres.  - e 85% deles estão ainda na esfera administrativa.

O secretário da Fazenda e o governo resistem a um novo Refis, exatamente porque o recurso tem oferecido poucos resultados.

E oferece poucos resultados porque as condições não correspondem à capacidade de pagamento dos devedores.

Sem dinheiro nem para pagar a Folha, o secretário Giovani Feltes precisa usar de coragem, velocidade e inteligência para botar imediatamente o dinheiro no bolso, zerando a cobrança de juros e multas, mantendo a correção e parcelando tudo em 20 anos, desde que garanta entrada de pelo menos 20% do valor. Acertadas as contas com os credores, é o caso de negociar o saldo com a banca.

A burocracia resiste a soluções heróicas como esta, mas problemas heróicos exigem soluções heróicas.

E imediatas.

O governo já perdeu 4 meses e só produz soluções previsíveis.

Algo parecido o editor fez em setembro de 1988, quando o então prefeito Alceu Collares enfrentou dramática crise financeira criada por ele mesmo e a ex-secretária da Fazenda, Dilma Roussef. Em menos de 30 dias entrou todo o dinheiro previsto. Em 1988, a inflação foi de 980%. Isto mesmo: 980%.

Doleiro diz que Odebrecht pagou propina no Brasil e no exterior. Juiz autoriza viagem de laranja ao exterior para que ele busque extratos contra Odebrecht.

Esta reportagem de Mário Cesar Carvalho,postada nesta noiteno site Uol, demonstra de que modo a Odebrecht pasgou R$ 23 milhões para o delator e ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Campos, mas como também corrompeu o ex-gerente Pedro Barusco e até o doleiro Albertyo Youssef. Sem citar valores, o doleiro Alberto Youssef disse em depoimento prestado nesta quarta-feira (29) na Justiça federal no Paraná que a Odebrecht pagou propina também no Brasil, onde os valores eram entregues em dinheiro vivo para funcionários da estatal e políticos.Leonardo Meirelles, que era laranja do doleiro, já havia dito que recebera recursos da Odebrecht em contas que ele mantém na China e em Hong Kong e pediu autorização à Justiça para buscar os extratos que comprovariam a transação em que aparecia depósitos da Odebrecht.O juiz autorizou a viagem de Meirelles, que deve ocorrer na segunda quinzena de maio, de acordo com o advogado Haroldo Nater, que o defende nos processos da Operação Lava Jato.

Leia tudo:

Youssef afirmou que dois operadores fizeram os pagamentos em espécie supostamente ordenados pela empreiteira: a doleira Nelma Kodama e Leonardo Meirelles, que emprestava contas no exterior para Youssef fazer remessas ilegais.
Até agora, a empreiteira só havia sido associada por delatores a pagamentos de suborno fora do país. O ex-presidente da Petrobras Paulo Roberto Costa, por exemplo, disse ter recebido US$ 23 milhões da empreiteira em contas na Suíça, conforme a Folha revelou em outubro.
O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco também disse em acordo de delação ter recebido cerca de US$ 1 milhão da Odebrecht na Suíça e entregou o que seria o comprovante da transação, feita por uma empresa do Panamá, a Construcciones del Sur.
O doleiro assinou um acordo de delação premiada segundo o qual terá uma pena de três a cinco anos em regime fechado, dependendo das revelações que ele trouxer no curso dos processos.
Youssef não mencionou quem teria recebido o suborno que ele atribui à Odebrecht, o que pode ser uma estratégia para evitar que eventuais alvos de futuras investigações sejam alertados.
O doleiro prestou depoimentos em cinco ações penais, que envolvem as empreiteiras Camargo Corrêa, OAS, UTC, Mendes Junior e Engevix. O interrogatório durou cerca de cinco horas, dividido em duas sessões.
Youssef disse que movimentou entre US$ 150 milhões e US$ 180 milhões e que seu lucro nesse processo foi de R$ 7 milhões, valor que o juiz federal Sergio Moro encarou com ceticismo, segundo quatro advogados que acompanharam os depoimentos.

Nater disse que Youssef deve ter se confundido ao citar o nome de Meirelles como operador de suborno no Brasil. Segundo ele, seu cliente fez operações para a Odebrecht no exterior.
Em dezembro, Nelma Kodama foi condenada a 18 anos de prisão por lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha, entre outros crimes. Ela foi presa em março do ano passado, quando tentava embarcar para a Itália com 200 mil euros escondidos na calcinha. Desde janeiro ela negocia um acordo de delação premiada para tentar reduzir a pena a que foi condenada.
A Folha não conseguiu localizar o advogado de Nelma.

OUTRO LADO
A Odebrecht afirma em nota que "refuta, mais uma vez, as afirmações caluniosas, contra a empresa e seus integrantes, feitas por doleiro réu confesso em dezenas de processos da Justiça Federal do Paraná". Segundo a empresa, "é lamentável assistir a uma mentira ser reconstruída e emendada tantas vezes ao longo de vários depoimentos e 'delações', sem que isso traga qualquer consequência para um réu confesso em desespero para obter o perdão para seus crimes".
A Odebrecht reafirma que "não fez nenhum pagamento ou depósito para qualquer ex-executivo da Petrobras ou a seus supostos intermediários". A empresa nega também ter participou de cartel, como aponta o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, "outro réu confesso nos mes


Juros básicos sobem para 13,25%, os maiores do mundo.

Os juros básicos da economia foram para 13,25% ao ano, os maiores em 6 anos e os maiores do mundo.

Polícia do Paraná reage com grossa pancadaria ao ser atacada por professores armados com paus e pedras. Já são mais de 100 feridos.

Na manifestação anterior os professores usaram de violência para invadir a Assembléia, expulsaram os deputados do plenário, depredaram salas e muitos equipamentos desapareceram. 


Um protesto de professores terminou em confronto com a Polícia Militar nesta quarta-feira em Curitiba, no Paraná, segundo informou
agora a noite a Agência Brasil, órgão do governo Dilma. Mais de 100 pessoas ficaram feridas, segundo a Guarda Civil da cidade. O conflito teve início por volta das 15 horas, em frente à Assembleia Legislativa, quando deputados estaduais começaram a sessão para votar um projeto de lei que altera a previdência estadual.

Ao menos 35 pessoas que precisavam de atendimento médico foram encaminhadas a hospitais - a maioria, ao Hospital Cajuru. 

Os servidores da prefeitura de Curitiba foram liberados em razão do tumulto.O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, informou pelo Twitter que a prefeitura foi evacuada para atender os feridos, que também recebem os primeiros socorros também no Tribunal de Justiça. Seis escolas que ficam na região suspenderam as aulas. "Parece uma praça de guerra!", escreveu Fruet no Twitter.

Os professores, que estão acampados desde a última segunda-feira no local, teriam tentado romper perímetro de segurança que a PM traçou em torno do prédio. Os policiais reagiram com bombas de gás, balas de borracha e jatos de água. Os manifestantes recuaram, e os PMs passaram a jogar bombas de efeito moral.

O sindicato transmitia o protesto na internet ao alto de um caminhão de som quando o veículo foi rebocado pela polícia. A partir daí, as informações dos representantes dos professores passaram a ser transmitidas apenas pelo Facebook. 

A sessão foi interrompida por cerca de dez minutos e retomada mesmo com o barulho de bombas e gritos do lado de fora.


Sobre o projeto - O projeto de lei em votação na Assembleia Legislativa foi encaminhado pelo Executivo para alterar a previdência estadual. O governo paranaense quer tirar 33.000 aposentados com mais de 73 anos do Fundo Financeiro, sustentado pelo Tesouro estadual e que está deficitário, e transferi-los para o Fundo de Previdência estadual, pago pelos servidores e pelo governo, que está superavitário.

Ponte de Laguna não será mais entregue em maio

O ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues (PR), confirmou na manhã desta quarta-feira o atraso nos pagamentos na obra da Ponte de Laguna, e a inauguração deve ficar para o início de julho.

Ele falou no Senado.

A ponte estava prometida para maio, mas realmente as obras estão no final. 

O senador disse aos senadores que não sabe quanto terá para investir este ano, mas avisou que muitas obras vão parar. 

Presidente nomeado por Tarso deixará calote de R$ 44 milhões aplicado no Badesul pela Iesa

Junto com o cargo, o presidente do Badesul, Marcelo Lopes, entregará para Suzana Kakuta, amanhã, um pacote indigestíssimo, que é o calote aplicado pela Iesa, cujo valor é de R$ 46 milhões.

No afã de viabilizar de qualquer modo o finado Pólo Naval do Jacuí, Tarso levou o Badesul a aprovar um empréstimo milionário sem garantias reais, a não ser das imprestáveis instalações e equipamentos da unidade fabril de Charqueadas.

A dívida foi enfiada no processo de recuperação judicial que a Inepar, a controladora, ajuizou em SP.

Os R$ 44 milhões ajudaram o Badesul a derrubar em 23% o lucro líquido do último balanço do Badesul.

Instituto Paraná Pesquisa constata que Ana Amélia é a senadora mais bem avaliada do RS

Segundo o Instituto Paraná Pesquisas,  as notas dados pelos gaúchos aos três senadores que representam o Estado. Ana Amélia (PP) é a que alcançou o melhor resultado, mas os números são muito parecidos entre os três representantes:

Ana Amélia, 5,76
Lasier Martins, 5,69
Paulo Paim, 5,65

A pesquisa foi feita no final da semana passada. Os números foram tabulados na terça-feira.


54,4% dos gaúchos aprovam o governo Sartori, diz o Instituto Paraná Pesquisas

A aprovação do governo de José Ivo Sartori (PMDB) é de 54,4%, conforme levantamento divulgado há pouco pelo Instituto Paraná Pesquisas. Os dados apontam que 38,9% da população gaúcha desaprovam a gestão do governador peemedebista. Os entrevistados que não opinaram somam 6,7%.

A pesquisa foi feita no final da semana e tabulada há 24 horas.

O instituto deslocou outra equipe de pesquisadores para examinar o quadro sucessório em Porto Alegre, mas ela ainda está mantendo entrevistas na Capital.

No caso do governo estadual, para 22,1% do eleitorado, o governo Sartori está melhor do que o esperado. Já 29,1% acham a gestão pior do que a expectativa pós-eleição. Segundo 45,3% dos entrevistados, a gestão está igual do que o esperado. Não souberam responder somam 3,5%.

Entre as pessoas que votaram em Sartori, 70,8% afirmaram que votariam no peemedebista novamente; 23,9% disseram que não, e não souberam opinar, 5,3%. 

Entre os que não votaram no governador, 74,0% informaram que não votariam; 19,7% disseram que sim; e não souberam responder, 6.4%.
Senadores


- Foram entrevistados 1.340 eleitores maiores de 16 anos em 80 municípios gaúchos. A pesquisa, feita ente os dias 24 e 27 de abril, apresenta um grau de confiança de 95,0%, e a margem de erro é 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Deputados da base aliada ficam alarmados com falta de informação e procuram interlocução via Alexandre Postal

Incomodados com a falta de informações sobre projetos que o governo trabalha intramuros, os deputados da base aliada querem que Sartori concentre a interlocução via líder do governo, deputado Alexandre Postal.

Os deputados sabem muito pouco.

Dentro do próprio governo existe dura lei do silêncio.

Aparentemente, sabem alguma coisa apenas o secretário Geral e o governador.

Receitas do governo superam despesas em R$ 1,4 bilhão em março

Em março, o Governo Central – que reúne as contas Tesouro Nacional, da Previdência Social e do Banco Central – registrou superávit primário de R$ 1,463 bilhão. Em fevereiro, houve déficit de R$ 7,4 bilhões. O superávit primário é a economia pública para pagamento dos juros da dívida.
Apesar de positivo, o resultado é 54,3% inferior ao superávit de março de 2014, que ficou em R$ 3,2 bilhões. No acumulado de janeiro a março, há superávit de R$ 4,485 bilhões, resultado 65,8% inferior ao saldo positivo de R$ 13,1 bilhões registrado para igual período de 2014.

Tráfego doméstico cresce 3,01% em março

A demanda doméstica por passagens aéreas cresceu 3,01% em março deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira, pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que reúne os dados das principais companhias aéreas brasileiras (TAM, Gol, Azul e Avianca). Com isso, no acumulado nos três primeiros meses do ano, a demanda acumula alta de 5,65%.

A oferta também apresentou expansão no mês passado de 3,27% em relação ao mesmo período de 2014, mas num ritmo maior do que o aumento da demanda, o que levou a taxa de ocupação a um leve recuo, de 0,19 ponto porcentual, para 77,46%. "Essa é uma variação não relevante, é uma taxa boa, considerando o período de baixa do setor", disse o consultor da entidade, Maurício Emboaba, indicando para a estabilidade do indicador.

Renan Calheiros anuncia criação da CPI da Operação Zelotes

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou nesta quarta a criação da CPI do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Ele cobrou dos líderes partidários que indiquem logo os nomes dos integrantes que vão participar da comissão que tem por objetivo investigar um suposto esquema de fraudes no órgão ligado ao Ministério da Fazenda responsável por julgar recursos de autuações fiscais. A órgão foi alvo da Operação Zelotes, da Polícia Federal.


O requerimento de criação da CPI, apresentado pelo senador tucano Ataídes Oliveira (TO), obteve ao todo 42 assinaturas, número acima do mínimo necessário de 27 apoios. "Já foi lido o requerimento. Estamos aguardando que os líderes indiquem os nomes que comporão a comissão. No prazo do regimento, na forma do que o Supremo Tribunal Federal decidiu, se os líderes não indicarem, nós vamos indicar rapidamente para que essa CPI comece a trabalhar. Já pedi ontem a indicação, são cinco dias (de prazo)", disse Renan, na chegada ao Senado.

PSB aprova incorporação do PPS

A Executiva do PSB aprovou esta manhã a proposta de fusão com o PPS, na verdade uma incorporação.

Senado aprova criação da CPI da Operação Zelotes — que investiga o Carf

Órgão vinculado ao Ministério da Fazenda é investigado pela Polícia Federal por ter eximido empresas de pagamentos de multas tributárias de até 19 bilhões de reais.

O pedido contou com 42 assinaturas, muito mais do que o total de 27 necessárias.

No RS, a Operação Zelotes investiga grupos empresariais conhecidos, como Gerdau, RBS, Marcopolo e Mundial-Eberle. 

Homero Paim, irmão do senador Paim, ex-presidente da Corag no governo Tarso, terá de ressarcir R$ 478 mil aos cofres públicos

Na foto com companheiros petistas e assemelhados. Ao seu lado, Vera, sua sucessora, também multada. -

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) acaba de impor pena de R$ 48,2 mil ao ex-presidente da Corag no governo Tarso Genro, PT, Homero Paim, irmão do senador Paulo Paim, como forma de ressarcimento aos cofres públicos por gastos relacionados com serviços prestados pelo Conselho Regional de Contabilidade. 

O caso ocorreu em 2012. Depois disto, Paim entrou em conflito com seu próprio governo e foi embora. 

O TCE considerou regulares, com ressalvas, as contas dos ex-administradores da Companhia Riograndense de Artes Gráficas (CORAG), no exercício de 2012, Homero Alves Paim e Vera Lúcia da Silva Oliveira. A Corte também impôs débito a Homero Alves Paim, na quantia de R$ 478.167,37. A decisão não é definitiva, cabendo recurso ao Pleno do Tribunal em 30 dias a contar da publicação no Diário Eletrônico do TCE-RS. 

O valor que deverá ser ressarcido aos cofres públicos se refere a problemas na prestação de serviços da Companhia ao Tribunal de Justiça do Estado, e à ineficiência na avaliação dos custos relacionados ao trabalho desenvolvido para o Conselho Regional de Contabilidade. Além disso, seguindo o voto do relator do processo, conselheiro Pedro Figueiredo, o Tribunal impôs multa de R$ 1,5 mil a cada um dos gestores, valor máximo previsto em lei estadual, por inobservância das normas da administração financeira e orçamentária.

O TCE-RS também recomendou à atual administração da Corag que evite a reincidência das falhas apontadas no relatório, que serão objeto de futura auditoria.
Acesse aqui o voto e o relatório.
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Saiba mais:
O que é regularidade com ressalvas?


É o tipo de decisão proferida em Processo de Contas de Gestão que pressupõe a existência de falhas formais no exercício examinado. Uma vez reconhecida, deve ser oficiado à autoridade administrativa competente para que proceda ao cancelamento da responsabilidade respectiva, na forma do disposto nos artigos 45, § 2º, da Lei Orgânica e 101 do Regimento Interno, ambos do TCE-RS.

Tenha atitude militante para impedir a aprovação do nome de Fachin pelo Senado

Comece por participar do hashtag #‎ForaFachin?.

Ações sugeridas para dizer NÃO à nomeação de Fachin para o STF:

1. Ligue para o Alô Senado: 0800-612211 FREE
2. Envie e-mail para os senadores, com o seguinte texto:
"Solicito a V. Exa. que REJEITE a nomeação do Dr. Luiz Edson Fachin para o cargo de Ministro do STF.
Devido às suas explícitas e profundas ligações com o PT, MST e movimentos sociais congêneres, o supra citado não terá a necessária ISENÇÃO para julgar causas que envolvam interesses dessas agremiações."
A lista completa de senadores está aqui: http://www.senado.leg.br/senadores/
3. Escreva nas páginas dos senadores no Facebook e no Twitter com a hashtag #ForaFachin
4. Envie cartas aos jornais
5. Dissemine essa postagem em seus grupos e páginas pessoais com a hashtag #ForaFachin.

6. Assine petições públicas contrárias à nomeação que lhe surgirem.

Veja, aqui, aquilo que o tucano Álvaro Dias não viu: o defensor de Dilma e do PT em pleno discurso de campanha contra Serra.

Álvaro Dias e seus colegas senadores, fornecerão a corda com que Fachin ajudará a enforcá-los. -

O senador tucano Álvaro Dias resolveu bancar o relator da indicação do nome do advogado paranaense Luis Fachin para o STF, obra da presidente Dilma Roussef, tudo para facilitar a vida do conterrâneo.

Eis a conversa mole do senador no seu relatório:

“Jamais – e este vocábulo deve ser lido e ouvido em sua expressão genuína – jamais eu tive conhecimento, direto ou por terceiros, de que o professor Fachin exercesse qualquer atividade político-partidária, ou disseminasse ideias perante a comunidade universitária que não fossem as ideias próprias de um Estado Democrático de direito."

Álvaro Dias não viu e nem ouviu o discurso de Fachin na defesa da candidatura do PT e a espinafrada que passou no próprio PSDB. CLIQUE AQUI para ver e ouvir. Depois envie o link para o tucano de bico grande e mentiroso. 

Caso o senador do PSDB não se convença, o editor recomenda que ele veja e ouça o comentário de Rachel Sheherazade sobre a indicação. CLIQUE AQUI para ver.

- O jornalista Reinaldo Azevedo, Veja, diz hoje o afilhado de Lula, indicado por Dilma ao STF, tem feito campanha aberta pela dissolução da família, o que fica claro por sua defesa oblíqua da poligamia. O advogado também é acusado de defender o Paraguai contra o Brasil no caso Itaipu. Foi advogado do MST e fez campanha para o PT em 2010.

Pesquisa sobre os 100 dias do governo Sartori apresentará surpresas

As 16h o editor publicará aqui o resultado da pesquisa feita no final da semana pelo Instituto Paraná Pesquisas, na qual a população gaúcha avalia o desempenho do governo Sartori nos seus primeiros 100 dias.

Quem espera por péssimos resultados, terá uma grande surpresa.

Suzana Kakuta assumirá amanhã a presidência do Badesul

Será amanhã, quinta-feira, 18h, a posse da nova presidente do Badesul, Suzana Kakuta. Com ela assumirá toda a nova diretoria.

Será na própria sede do banco.

Cunha tenta votar PEC para Congresso indicar ministros do STF

Por determinação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a Casa vai acelerar a discussão de uma proposta de emenda à Constituição que define mandato de onze anos para ministros do Supremo Tribunal Federal, além de retirar do presidente da República a exclusividade na indicação dos ministros da Corte. Nesta quarta-feira, ocorre uma reunião para debater a proposta. A PEC voltou ao debate na Câmara um dia após a indicação do advogado Luiz Edson Fachin para a vaga deixada pelo ex-presidente do Supremo Joaquim Barbosa, conforme noticiou o site de VEJA.

Sem alarde, Cunha instalou no início de abril uma comissão especial para retomar a discussão do tema parado há catorze anos na Casa e determinou celeridade na conclusão dos trabalhos. A Constituição de 1988 definiu que os ministros podem ingressar na Corte com 35 anos e ficar até os 70 anos, ou seja, por mais de três décadas. Além disso, concedeu ao presidente da República a atribuição exclusiva de indicar os magistrados do tribunal, seguindo o modelo dos Estados Unidos. A Câmara vai discutir modificações nesses dois pontos. Deputados consideram que 35 anos é muito tempo para um ministro ficar no cargo e a indicação de até quatro nomes para o Supremo deve ser feita pela Câmara e pelo Senado, dois para cada. A proposta precisa passar pelo plenário da Câmara e Senado.

O presidente da comissão especial instalada por Eduardo Cunha, deputado Arthur Maia (SD-BA), afirmou que recebeu do peemedebista a recomendação para agilizar a discussão sobre uma proposta única sobre o tema - sete estão em discussão - e sua votação.

"O Eduardo Cunha me pediu, como presidente, para que nós não utilizássemos as quarenta sessões que temos como prazo regimental para discutir e votar a proposta. Ele gostaria muito que isso fosse feito num prazo menor. Eu vou buscar atendê-lo trabalhando o mais rapidamente possível", afirmou Arthur Maia. E complementou: "Ele acha que é um tema que precisa ter uma definição rápida", disse o deputado.

Arthur Maia agendou reunião nesta quarta-feira, antevéspera do feriado do Dia do Trabalho, quando o Congresso costuma estar esvaziado. "Antecipei a reunião para montarmos o nosso plano de trabalho que espero que não seja muito longo para a gente poder concluir isso com mais rapidez possível."
O presidente da Câmara disse que pautou a discussão porque "vários deputados pediram", mas que "não tem ainda opinião" a respeito do assunto. O deputado instalou a comissão especial no mesmo dia em que a "proposta mãe" foi desarquivada.

Segundo interlocutores, ele teria criado a comissão especial para cumprir acordo que garantiu a votação da chamada PEC da Bengala no plenário da Câmara. A proposta aumenta de 70 para 75 anos a idade para a aposentadoria compulsória dos ministros do Supremo.

O texto já foi aprovado em primeiro turno na Câmara dos Deputados. Se a proposta for aprovada pelo Congresso, a presidente Dilma Rousseff não terá a oportunidade de indicar cinco ministros para o Supremo até o fim de seu mandato.

A PEC da Bengala foi incluída na pauta como uma cortina de fumaça para que a discussão sobre o mandato dos ministros e a indicação de parte deles pelos deputados e senadores possam avançar sem chamar a atenção. Conforme o deputado Arthur Maia, as mudanças, se aprovadas, não atingirão os atuais ministros, mas os próximos indicados à Corte.

O atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, já se manifestou, quando deputado, favorável à constitucionalidade das propostas que definem mandato para os ministros e garantem ao Congresso parte das indicações. "Não há vício de inconstitucionalidade formal ou material na proposta", escreveu Cardozo.


Diogo Mainardi e Mário Sabino contam como Gilmar Mendes colocou-se a serviço de Lula e de Dilma

O texto a seguir é dos dois editores do blog O Antagonista, cuja leitura o editor recomenda como tarefa diária.

Leia:

Dilma Rousseff demorava a indicar um nome para a vaga de Joaquim Barbosa. A Segunda Turma do STF, que julga o petrolão, estava incompleta. Os ministros começaram a manifestar publicamente o seu desconforto. Entra em cena Gilmar Mendes, com a ideia de transferir um ministro da Primeira Turma para a Segunda Turma. Dias Toffoli, surpresa, surpresa, corre a dizer que o faria. Depois corre a reunir-se com Dilma Rousseff. Parte da imprensa suspeita das intenções de Dias Toffoli. Amigos de Gilmar Mendes defendem Dias Toffoli.

Por que amigos de Gilmar Mendes defenderiam Dias Toffoli? Porque a ida de Dias Toffoli para a Segunda Turma já estava combinada com Gilmar Mendes, quando ele propôs que um ministro da Primeira Turma se transferisse para a Segunda Turma. Por que Gilmar Mendes queria Dias Toffoli no julgamento do petrolão? Para diluir as críticas à sua disposição a soltar os presos na Operação Lava Jato. Por que Gilmar Mendes quer soltar os presos na Lava Jato e, assim, melar as delações premiadas? Porque faz o jogo do PSDB encrencado com a empreita. Gilmar Mendes precisa de um petista como Dias Toffoli para livrar os bicos dos tucanos que estão nas mãos das empreiteiras. Especialmente a Odebrecht.


Querem a meia verdade? Procurem em outros blogs.

Noblat diz que os chefes ocultos da roubalheira na Petrobrás podem respirar aliviados

O jornalista Ricardo Noblat informa hoje no seu blog que o juiz Sérgio Moro nada disse ontem à noite sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de pôr em prisão domiciliar oito executivos de empreiteiras envolvidos com a roubalheira na Petrobras. Dois deles estavam na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba. E o resto em um presídio de lá.

Leia tudo:

É provável que nada diga mesmo depois de notificado sobre a decisão. Mas a se levar em conta a reação de pessoas que trabalham diretamente com ele, Moro considerou a decisão do STF um retrocesso, um baque para a Operação Lava-Jato. Dois dos oito executivos negociavam com Moro a delação premiada.
O mais provável, agora, é que eles desistam da delação. A prisão domiciliar, mesmo com as restrições impostas pelo STF, está longe de assegurar que os executivos não possam interferir para tornar mais difícil a produção de novos provas contra eles. É isso o que Moro e seus auxiliares mais temem. Inclusive o Procurador Geral da República.

Entre os advogados de defesa dos executivos, celebra-se a aparente tendência do STF de não pesar a mão no julgamento dos que vierem a ser denunciados no caso do escândalo da Petrobras. Nem por isso acreditam que tudo terminará em pizza. Apenas os supostos chefes graúdos da corrupção poderão respirar aliviados. Escaparão mais uma vez.

PSB e PPS podem aprovar fusão nesta quarta-feira

O PSB reúne-se as 10h em Brasília para decidir se faz fusão com o PPS.

Artigo, Merval Pereira, O Globo - O STF atrasa a Lava Jato

A charge ao lado é de Iotti, publicada no jornal Zero Hora de hoje. Ela reflete bem a que tipo de interesse serviram Teori, Toffoli e Mendes no STF.

Por uma infeliz coincidência, a decisão de ontem da 2 Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a prisão preventiva de dois empreiteiros que se preparavam para fazer uma delação premiada, cada qual com histórias que ligam a presidente Dilma e o ex-presidente Lula aos desmandos ocorridos na Petrobras.

Ricardo Pessoa, da UTC, apontado por vários empreiteiros como o líder do Clube que organizava o cartel na estatal, havia feito anotações em que sugeria que dinheiro desviado da Petrobras havia financiado a campanha presidencial do PT, inclusive no ano passado. “Edinho Silva está preocupadíssimo. Todas as empreiteiras acusadas de esquema criminoso da Operação Lava-Jato doaram para a campanha de Dilma. Será que falarão sobre vinculação campanha x obras da Petrobras?”, escreveu em um bloco.

Aldemário Pinheiro Filho, o Leo Pinheiro, presidente da OAS, preparava-se para contar seu relacionamento com o ex-presidente Lula, inclusive a reforma de uma propriedade em Atibaia que todos conhecem como “a casa do Lula”, mas que está em nome de terceiros, por coincidência sócios de seu filho Lulinha, que também mora em um apartamento em São Paulo de R$ 6 milhões, que está registrado em nome de um desses sócios.

Há uma idéia disseminada de que a prisão preventiva dos empreiteiros persistia por tempo demasiado e já não havia base legal para mantê-la. O Juiz Sérgio Moro era acusado de forçar as delações premiadas com a manutenção da prisão por tempo indeterminado, numa espécie de tortura psicológica dos prisioneiros.

Mas o parecer do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot e os votos dos ministros Carmem Lucia e Celso de Mello mostram que havia sim condições jurídicas de manter a prisão preventiva, que já havia sido aprovada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão de mandar para prisão domiciliar os acusados, com tornozeleira eletrônica e horário rígido de recolhimento, demonstra que os empreiteiros continuam oferecendo perigo à sociedade.

O Procurador-Geral ressaltou que “o paciente foi o principal responsável por desenvolver o mecanismo e a forma de atuar da empresa ao longo dos anos, baseando-se na formação de cartel e na corrupção de funcionários públicos. Não há como assegurar que seu afastamento irá realmente impedir que continuem as mesmas práticas delitivas, arraigadas na ‘cultura’ e como elemento próprio da forma de atuar da empresa”.

O decano do Supremo, ministro Celso de Mello, foi taxativo: “Torna-se inviável a conversão da prisão preventiva em medidas cautelares alternativas quando a privação cautelar da liberdade individual tem fundamento, como sucede na espécie, na periculosidade do réu em face da probabilidade real e efetiva de continuidade da prática de delitos gravíssimos, como os de organização criminosa, de corrupção ativa e de lavagem de valores e de capitais”, referindo-se ao presidente da UTC Ricardo Pessoa.

A ministra Cármen Lúcia votou contra a concessão de Habeas Corpus avaliando que o interrogatório do empreiteiro, marcado para segunda-feira, pode levar à necessidade de novas diligências, e testemunhas podem ser novamente inquiridas. “Não existe instrução quase acabada”, afirmou. Em casa, afirmou a ministra, Pessôa poderia seguir em contato com os negócios da empresa. 

No seu entendimento, o decreto da prisão preventiva foi baseado em provas da prática de crimes de alta gravidade contra a administração pública e de lavagem de dinheiro.

Para o ministro Teori Zavascki, a concessão da liberdade não pode ser usada como condição para o fechamento de acordos de delação premiada. "Subterfúgio dessa natureza, além de atentatório aos mais fundamentais direitos consagrados na Constituição, constituiria medida medievalesca que cobriria de vergonha qualquer sociedade civilizada", afirmou o ministro relator em seu voto.


Para ele, a prisão preventiva só deve ser mantida quando consiste no único modo de afastar riscos contra a garantia da ordem pública e econômica, a conveniência da instrução criminal e a segurança da aplicação da lei. Os ministros que votaram a favor da permanência dos réus na prisão consideraram que as medidas cautelares sugeridas pelo relator não significam barreiras às suas atividades ilegais.