O Tribunal de Ética da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) inaugurou uma discussão necessária, aparentemente tardia, ao definir o que é eticamente vedado a advogados na relação com magistrados.
O índex recomenda evitar "conceder, custear ou viabilizar benefícios e vantagens materiais a agentes públicos, como magistrados, membros do Ministério Público e parlamentares, incluindo viagens, eventos, transporte privado e outras facilidades".
Pelos parâmetros fixados, o Conselho Federal da OAB não poderia ter bancado convescote em novembro passado, em Roma, reunindo ministros de tribunais superiores e autoridades dos três Poderes.
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