A acusação mais circunstanciada levantada pela Polícia Federal contra Lulinha dá conta de que o Careca do INSS pagava uma propina mensal de R$ 300 mil para o filho de Lula, tudo por conta da teia de corrupção e de tráfico de influência em favor dos ladrões que roubaram dinheiro dos velhinhos do INSS.
A roubalheira envolveu sindicatos e ONGs e por dois meios, ou seja, via descontos de contribuição sindical e pela via de emprétimos consignados, neste caso pegando o Banco Master.
A PF pediu em janeiro a quebra dos sigilos bancários, fiscal, de internet e de telefone de Lulinha, mas o então relator, Dias Toffoli, negou. Deposto do cargo, o novo relator, André Mendonça, autorizou tudo de imediato.
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