Os bandidos políticos travestidos em indígenas e seus aliados, em vez de protestarem contra o autor do decreto, no caso o governo do PT, resolveram investir contra empresa privada, no caso o Terminal Portuário de Santarém, no Pará, além de ataques ao escritório da Cargill, em São Paulo (SP).
A bandidagem política invadiu e depredou tudo.
Na verdade, o alvo dos manifestantes é a inclusão de trechos dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins no Programa Nacional de Desestatização, que abre caminho para concessões ligadas ao plano de hidrovias na Amazônia. O modal aquaviário é considerado importante pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um corredor logístico para escoar produtos do agronegócio.
A Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), por meio de nota, se manifestou, solicitando "às autoridades a adoção imediata das medidas necessárias para garantir o cumprimento da lei.
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