Jornal Nacional denuncia relações escabrosas de Lula + Dilma x Odebrecht

O Jornal Nacional acaba de replicar as denúncias contra Lula e Dilma, todas sob investigação do MPF do Distrito Federal, que  levantou elementos de prova de forte lobby do governo em favor dos interesses da Odebrecht na América Latina e África.

Houve mancebia explícita entre os interesses da poderosa empreiteira e o governo do PT.

Leia as duas notas a seguir, que esclarecem melhor o assunto.

6 comentários:

Anônimo disse...

e agora, o que vai, ou deve, acontecer?

Anônimo disse...

A questão só faz aumentar o reconhecimento de grandeza do antecessor, estritamente limitado a levar mendicância de empréstimos e voltar com dívidas, legando a quem o sucedesse a tarefa desonrosa de pagá-las.
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Alceu de Araújo Filh

Anônimo disse...

Gilmar e Mello, que querem todo poder a Moro, o chamavam de “absolutista”

Por Fernando Brito · 29/09/2015

Da coluna Painel, hoje, na Folha:

“Recordar é… Os ministros do STF Gilmar Mendes e Celso de Mello, que votaram pela permanência das investigações da Lava Jato em Curitiba, meses atrás criticavam o juiz Sergio Moro, a quem atribuíam atos que usurpariam atribuições da corte.

… viver Ao julgar recursos do caso Banestado, definiram o magistrado como “juiz absolutista, acima da própria Justiça”, e condenaram os “repetidos decretos de prisão”. A transcrição dos debates circulou na época em escritórios de advocacia. Moro não comenta o assunto.

Acusação inócua Um ano atrás, em plena Lava Jato, Gilmar Mendes pediu ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, que avaliasse se Moro havia cometido infração disciplinar. Um doleiro preso alegara parcialidade do juiz.

Deu em nada Celso de Mello queria invalidar o processo julgado por Moro. Teori Zavascki justificou a ordem de prisão. O caso foi arquivado pelo corregedor do TRF-4, desembargador Celso Kipper.”

Só para lembrar, o Caso Banestado envolvia políticos do DEM (então, PFL) e do PSDB, então no governo do Paraná, com recursos para a campanha de reeleição de Jaime Lerner, governador e controlador do banco.



Quer dizer que, então, Moro se achava “acima da própria Justiça” e agora, não mais?



O “absolutista” tornou-se “democrático”?



É vergonhoso que juízes da mais alta corte brasileira tenham conceitos jurídicos que variam de acordo com suas simpatias políticas, que deveriam ser guardadas para si. Porque seus conceitos nem mesmo variam de acordo com o freguês- porque é o mesmo Moro e o mesmo delator, Alberto Youssef – mas do que esperam, por política, resultem os processos, esquecendo que há reputações e liberdades em causa.

O “garimpo” do Painel, certamente, vai ser colhido pelos advogados que sabem que a única chance de defesa – não necessariamente de absolvição – de seus clientes é saírem de uma vara onde não se dá a menor importância a julgar, mas apenas em prender, condenar e, sobretudo, coagir para delações, que se acumulam às dezenas.

Xi, ainda bem que os jornais refrescam a memória das pessoas, nem me lembrava mais disso.....


Anônimo disse...

Ao tentar blindar Cunha, jornalismo da Globo coleciona vexames:

29 de Setembro de 2015

Helena Sthephanowitz, para a RBA - Em depoimento na sexta-feira (25) aos investigadores da Operação Lava Jato, João Augusto Henriques, preso como operador do PMDB, afirmou ter aberto uma conta na Suíça para pagar propina ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Segundo Henriques, o pagamento teria sido ordenado por Felipe Diniz, filho do falecido deputado federal Fernando Diniz (PMDB-MG). A propina seria ligada à negociação de um campo de petróleo em Benin, na África, pela diretoria internacional da Petrobras, onde Cunha teria influência na época.

A notícia foi publicada primeiro no jornal O Estado de S. Paulo. Diante da grande repercussão, no sábado (26) o Jornal Nacional foi obrigado a reproduzir trechos do jornal impresso, sem fazer qualquer apuração própria. Os fatos até foram narrados de acordo com a notícia original, mas a chamada e principalmente a conclusão da matéria foram mais um vexame jornalístico da TV Globo.

O telejornal soltou esta pérola ao vivo e em cores para encerrar a matéria: "O Jornal Nacional não conseguiu falar com Eduardo Cunha sobre a nova denúncia, mas quando foi citado pelo delator Júlio Camargo como destinatário de US$ 5 milhões, Cunha disse que desmentia com veemência o que chamou de 'mentiras do delator'".

Traduzindo: Eduardo Cunha e sua assessoria fugiram de dar explicações sobre a nova denúncia, então o JN "vestiu a camisa do deputado" e publicou uma resposta antiga de uma denúncia anterior.

Isso não é jornalismo. O JN agiu como a própria assessoria de imprensa do deputado. Não é a primeira vez, como já mostramos em nota anterior aqui na Rede Brasil Atual.

Diante disso fica a pergunta: que acordo tem a TV Globo com Eduardo Cunha para dar tanto vexame jornalístico?

Quase toda a imprensa tradicional blindou Cunha quando ele se lançou candidato à presidência da Câmara dos Deputados, ignorando episódios polêmicos de sua biografia. Mas, a partir de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, persistiu em investigá-lo, a cada dia surgem fatos novos que complicam a situação do parlamentar. Fica cada vez mais difícil, pra não dizer impossível, esconder a investigação no noticiário.

Ontem (28), a Folha de S.Paulo desengavetou outra "novidade" antiga. Publicou que Cunha é investigado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por ter recebido dinheiro desviado do Prece – fundo de pensão da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) do Rio de Janeiro – entre 2003 e 2006.

A "novidade" é antiga porque a processo na CVM foi aberto em 2012. Será que se a Folha tivesse publicado antes da eleição para presidente da Câmara, em fevereiro deste ano, Cunha teria chegado a presidente da Casa?

Na noite de ontem, novamente o Jornal Nacional reproduziu a notícia da Folha, também sem fazer apuração própria. Parecia até estar se justificando ao "amigo" Cunha: "Foi a Folha que soltou, então não teve como abafar".

É assim que vemos a imprensa tradicional se comportando como os ratos que abandonam o navio quando começa o naufrágio. Enquanto Cunha estava em ascensão, o bajulava, blindava e mantinha seu passado engavetado. Só quando despontou a real ameaça de cair em desgraça começaram a desengavetar os malfeitos sabidos há tempos.

Notícias desses desvios no Prece existem desde 2006, quando este fundo de pensão foi investigado na CPI dos Correios. O que seria novidade de fato é porque ainda "não veio ao caso" até hoje uma investigação séria feita pela Procuradoria-Geral da República, mesmo havendo um processo administrativo aberto há três anos na CVM.

Xi, tem mais jornalista poraí omitindo noticias sobre Eduardo da Cunha, do PMDB do Sartori, Simon, Brossard, Sarney, Renan, Temer, Terra, Perondi, etc.






Anônimo disse...

http://muco.com.br/index.php?option=com_content&id=454:o-caso-do-contrabando-de-pedras-preciosas-&Itemid=53

Anônimo disse...

Ah, ah, o xixi é o Tarso genro disfarçado...Nada de estranho.