Governo censura entrevista da Ministra das Mulheres. Aqui, você pode ler toda a entrevista de novo.

Acaba de ser censurada a página da Universidade Federal de Santa Catarina que exibia a entrevista concedida pela atual Ministra das Mulheres, Eleonora Menicucchi, na qual ela se confessa aborteira (a ministra diz que tem honra desta condição) e narra como é que viajou para a Colômbia, onde aprendeu a fazer aborto por sucção. A censura foi pedida pelo governo Dilma Rousseff, do PT. Trata-se de clara censura à imprensa. O governo quer esconder o verdadeiro caráter e as posições criminosas da Ministra. Até o início desta noite nenhum protesto contra a censura imposta pelo governo federal à UFSC saiu da boca dos Presidentes da ABI, ANJ, ARI, Sindicato dos Jornalistas, OAB, CNBB ou qualquer jornal, rádio e TV do Brasil.

. O jornalista Reynaldo Azevedo, de Veja, registrou esta noite os seguintes pontos da entrevista da Ministra (a entrevista foi censurada na UFSC, mas continua posta no google.docs, conforme link a seguir).:
1- Eleonora confessou que atravessou a fronteira da Colômbia para se dedicar a uma prática criminosa naquele país: o aborto;
2- Eleonora confessou que seu segundo aborto foi decidido junto com o partido de esquerda a que pertencia;
3- Eleonora revelou intimidades de sua vida privada (sua primeira relação homossexual) e de sua filha (lésbica que fez inseminação artificial);
4- Eleonora se disse avó dessa criança, mas também “avó do aborto”, porque já fizera dois;
5- Eleonora confessou que sua ONG promovia exame de colo de útero por leigos, já que ela própria disse ter se dedicado à prática, segundo se entende, como examinadora…;
6- Eleonora confessou que o treinamento da Colômbia era parte de uma proposta de se promoverem abortos realizados por não-médicos.


Para lembrar o trecho mais eloquente:
Eleonora -  Dois anos Aí, em São Paulo, eu integrei um grupo do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. (...). E, nesse período, estive também pelo Coletivo fazendo um treinamento de aborto na Colômbia.
Joana - Certo.
Eleonora - O Coletivo nós críamos em 95.
Joana - Como é que era esse curso de aborto?
Eleonora - Era nas Clínicas de Aborto. A gente aprendia a fazer aborto.
Joana - Aprendia a fazer aborto?
Eleonora - Com aspiração AMIU.
Joana - Com aquele…
Eleonora - Com a sucção.
Joana - Com a sucção. Imagino.
Eleonora - Que eu chamo de AMIU. Porque a nossa perspectiva no Coletivo, a nossa base…
Joana -  é que as pessoas se auto auto-fizessem!
Eleonora - Autocapacitassem! E que pessoas não médicas podiam…
Joana - Claro!
Eleonora - Lidar com o aborto.
Joana - Claro!

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10 comentários:

Anônimo disse...

Esse papo do aborto é para desviar a atenção. Veja como a petralhada se ouriçou com um fato simples como o Cais do Porto. É no detalhe que a oposição deve bater e não em assuntos amplos e que não chegam a lugar nenhum. Na miudeza é que se desmascara os malfeitores da grana alheia, em qualquer nível federal.

Anônimo disse...

Agora, o bacana da entrevista é quando ela fala que fazia "reflexões" com a Dilma quando estavam presas. Dá para imaginar que tipo de reflexões praticavam. Quanto a defenderem o aborto, serem atéias, comunistas, isso é problema delas, o que não pode é enganar a população posando de uma coisa que não são.

Anônimo disse...

É por isso que a patuléia petralha quer o tal de controle social da mídia.

Liane Sanchez disse...

A petralhada está agindo pelas beiradas....Estamos feitos os sapos sendo cozidos devagarinho ou como no poema de Niemöller. Quando nos dermos conta,coletivamente, e tentarmos reagir será tarde. Exatamene como Niemöller :
„Als die Nazis die Kommunisten holten, habe ich geschwiegen; ich war ja kein Kommunist.
Als sie die Sozialdemokraten einsperrten, habe ich geschwiegen; ich war ja kein Sozialdemokrat.
Als sie die Gewerkschafter holten, habe ich geschwiegen; ich war ja kein Gewerkschafter.
Als sie mich holten, gab es keinen mehr, der protestieren konnte.“

Luiz Vargas disse...

Alguém em sã consciência acredita que este governo não seria capaz de praticar algo chamado de censura?
Talvez só os PeTralhas e a sua ba$e aliada alugada.
Um governo que teve um $ini$tro que se negou a dar asilo a atletas cubanos, os enfiou em um jatinho enviado por Hugo Chavez e os mandou de volta para a ilha da ditadura do Coma Andante Fidel é capaz de qualquer coisa.
Um governo que cria dossiês e quando pego com a boca na botija diz que são somente simples "banco de dados" é um governo que se acha acima do bem e do mal.
Um governo que tem como mandatária uma pessoa que se diz detentora de mestrado e doutorado e quando pega na mentira dá a esfarrapada desculpa de que foi um erro na inserção de dados na plataforma Lattes, é um governo capaz de praticar qualquer ato pois tem inserido indelévelmente em seu DNA a imoralidade e a amoralidade.
No desgoverno dos PeTralhas até elefante voando é coisa normal.

Anônimo disse...

Essa entrevista é tão asquerosa, que sinceramente, mesmo com mais de 40 anos não tive coragem de lê-la até o final. É a banalização de um ato de total intimidade de um ser humano que é interromper uma gravidez.
Esse é o jeito petista de governar: esticar a corda até onde pode! Sempre buscando o conflito. Por isso que a sociedade esclarecida sente uma sensação de paz e alívio cada vez que termina um governo desses caras. Me lembro quando acabou o governo Olívio, que felicidade! Quando mudar esse governo federal vocês verâo o sentimento de felicidade que passará pelo Brasil.

Anônimo disse...

É!

A implantação de um regime totalitário está andando a pleno vapor neste país!

Anônimo disse...

Nesse governo da dilma carabina AK-47, só tem tribufu, como tem gente feia. Essa distinta Srª assim como a chefe della, ambas comunistas de carteirinha(qtos mortos clamam por teu nome: dilma e a coisa feia..?), enchem a boca dizendo que lutavam por democracia(né chico buarque e LFVeríssimo...?).

Anônimo disse...

Com qual parte eles ficaram preocupados?
Com a que ela fala de aborto por sucção, ou a parte que ela fala de suas relações homossexuais,quando diz que transava com todos,e transava com vários homens porque ( palavras dela): “esta questão do desejo e do prazer sempre foi uma coisa muito libertária para mim”?
Talvez não tenham gostado da parte em que ela fala das “reflexões”que teve com Dilma na prisão.
É difícil salvar a reputação desta senhora, mas não custa tentar.

Anônimo disse...

Só um indigente cultural, intelectual, moral e espiritual, entre outros, defenderia ou justificaria a descriminação ou liberação do ABORTO, o mais vil, o mais covarde, o amis asqueroso e o mais ABOMINÁVEL dos crimes cometidos contra um ser humano completamente indefeso...

ABORTO, aborte essa idéia!

Almirante Kirk

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