Análise do editor
O governo Lula, do PT, socorreu histericamente os bancos e os exportadores, abrindo completamente os cofres do Banco Central para suprir as ações de resolução dos desastres monetário e cambial, decorrentes da crise financeira global. Este vai ser o grande assunto político da semana. Ela mostrou que o rei estava nú há muito tempo, mas ninguém via. A marolinha pintada por Lula foi uma crise financeira de enormes proporções.
. Lula, diante da iminência da demissão do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e da atuação desastrada do seu ministro da Fazenda, Guido Mantega, mandou abrir os cofres. Os bancos pequenos foram socorridos com R$ 40 bilhões de um dia para o outro e o governo do PT mandou "queimar tantas reservas quanto fossem necessárias para conter a alta do dólar".
. Foi rendição total à política ortodoxa do Banco Central. Lula nada ficou a dever a FHC, que viu seu ex-presidente do Banco Central ser preso por ter ajudado os bancos Marka e Cindam em plena crise financeira global, e foi caluniado por ter feito o Proes.
. Na época do auxílio aos bancos, principalmente através do Proer, houve uma crise internacional que ainda pegava o Brasil com maior fragilidade, principalmente nas suas contas fiscais. Foi principalment a partir de 98 que o Brasil passou a melhorar as suas contas fiscais. Isto junto com a estabilida de preços obtida com o real, foi o que passou a dar mais credibilidade e resiliência à economia brasileira. E isto que com toda a dificuldade de saques do sistema bancário na época, o governo só emprestou dinheiro aos banco depois de muita negociação com o Congresso e com o Proer embalado junto com um grande programa de maior responsabilidade fiscal.
. Agora, no atual governo do PT, o que houve foi simplesmente despejar um monte de dinheiro, não só pelo BC, mas também pelo Ministério da Fazenda. E praticamente sem nenhuma conversa com o Congresso.
. Ninguém conhecia as proporções da ajuda aos bancos e o socorro aos exportadores até a reportagem desta sexta-feira no jornal Valor.
. Qual o grande problema hoje entre BC e ministério da Fazenda? O ministério da Fazenda ( que tinha um time muito bom na equipe do Palocci - Joaquim Levy, Marcos Lisboa, entre outros) foi todo transformado, aparelhado e partidarizado desde a chegada do ministro Guido Mantega. Ha pelo menos 12 anos era um minstério preservado do aparelhamento e agora desandou.
. Acontece que muita gente no Banco Central revoltam-se porque enquanto o Banco Central luta a muito custo para tentar preservar a estabilidade e a confiança obtida a muito custo pela economia brasileria, o ministério da Fazenda, como ressaltou corretamente o ex-ministro Mailson da Nóbrega, virou uma usina de más ideias. Pior do que isso: estão destruindo progressivamente a estabilidade fiscal, constituída a duras penas, durante muito tempo. E o pior: aumenta assutadoramente o gasto com pessoal e o custeio da máquina (partidariamente) que fará o País prisioneiro irremediável de uma alta carga tributária. Enquanto isso o pessoal do Banco Central se revolta, porque sabe que se houvesse uma maior responsabilidade fiscal por parte do ministério da Fazenda (não se trata de investimentos necessários, mas do crescimento irresponsável do gasto com pessoal e custeio), a taxa de juros poderia cair mais rapidamente, sem ameça à estabilidade da inflação. Esta tensão está há muito represada.
. A entrevista do diretor Toró (leia mais abaixo, em clipping completo) foi consciente. Foi uma espécie de recado para o ministério da Fazenda. Num momento onde muitos no Banco Central têm medo de que com a saída do Meirelles aquilo lá vá para o mesmo caminho do ministério da Fazenda após a saída do Palocci.
Homem de Tarso ensina aos brigadianos como quer a segurança o futuro governo do PT
O ministro Tarso Genro nem ganhou ainda as eleições no RS, mas seus cabos eleitorais já ensinam como Tarso e o PT querem que trabalhe a Secretaria da Segurança Pública do governo tucano do Estado. O noticiário a seguir é release da prefeitura de Canoas. O prefeito é do PT. Na palestra que fez, a convite do comandante regional do Comando de Policiamento Metropolitano, nem uma só autoridade do governo tucano do Estado estava presente e o editor nem sabe se houve o convite. O proselitismo petista correu solto diante dos “161 novos soldados de todas as cidades do Estado que ouviram o chefe do Executivo de Canoas falar”. É possível que o governo tucano do RS ainda mande no Comando de Policiamento Metropolitano de Canoas, mas a nota da prefeitura deixa dúvidas sobre isto. Leia e conheça a conversa:
Canoas - O prefeito Jairo Jorge proferiu palestra durante a aula magna do curso básico para formação de policiais militares, que ocorreu na noite de quinta-feira, 12, no auditório do prédio 1 da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). Os 161 novos soldados de todas as cidades do Estado ouviram o chefe do Executivo de Canoas falar sobre a importância da segurança com cidadania, e a necessidade da união de esforços entre os governos federal, estadual e municipais para combater a violência. O curso, que iniciou em outubro e tem previsão de término para 23 de abril, inclui aulas técnicas, de relações públicas, direitos humanos, psicologia entre outras disciplinas. Com algumas reflexões e ideias a respeito de segurança, Jairo Jorge enfatizou o orgulho do povo gaúcho com a Brigada Militar. Lembrou da polarização equivocada, que antes existia entre segurança e cidadania, e do novo modelo que está sendo construído. "O Brasil avançou no fortalecimento das instituições e melhorou em todos os indicadores sociais´´, salientou. A nova visão de segurança pública com a implantação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), foi outro item da palestra do prefeito. Com o Pronasci, os municípios passaram a integrar o protagonismo da segurança dos cidadãos em uma parceria com a União e os Estados. Exemplos que englobam integração entre as policias, recuperação do espaço público e mobilização da sociedade, são segundo Jairo, essenciais para combater o crime e garantir a segurança da população. Para o comandante regional do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), coronel Jorge Luiz Agostini, a profissionalização dos soldados é fundamental para o bom desempenho do trabalho da corporação. Uma polícia cada vez mais moderna, com inteligência e integração é, conforme o secretário de Segurança Pública e Cidadania, Alberto Kopittke, o desafio de todos.
Canoas - O prefeito Jairo Jorge proferiu palestra durante a aula magna do curso básico para formação de policiais militares, que ocorreu na noite de quinta-feira, 12, no auditório do prédio 1 da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). Os 161 novos soldados de todas as cidades do Estado ouviram o chefe do Executivo de Canoas falar sobre a importância da segurança com cidadania, e a necessidade da união de esforços entre os governos federal, estadual e municipais para combater a violência. O curso, que iniciou em outubro e tem previsão de término para 23 de abril, inclui aulas técnicas, de relações públicas, direitos humanos, psicologia entre outras disciplinas. Com algumas reflexões e ideias a respeito de segurança, Jairo Jorge enfatizou o orgulho do povo gaúcho com a Brigada Militar. Lembrou da polarização equivocada, que antes existia entre segurança e cidadania, e do novo modelo que está sendo construído. "O Brasil avançou no fortalecimento das instituições e melhorou em todos os indicadores sociais´´, salientou. A nova visão de segurança pública com a implantação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), foi outro item da palestra do prefeito. Com o Pronasci, os municípios passaram a integrar o protagonismo da segurança dos cidadãos em uma parceria com a União e os Estados. Exemplos que englobam integração entre as policias, recuperação do espaço público e mobilização da sociedade, são segundo Jairo, essenciais para combater o crime e garantir a segurança da população. Para o comandante regional do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), coronel Jorge Luiz Agostini, a profissionalização dos soldados é fundamental para o bom desempenho do trabalho da corporação. Uma polícia cada vez mais moderna, com inteligência e integração é, conforme o secretário de Segurança Pública e Cidadania, Alberto Kopittke, o desafio de todos.
Artigo - Não existe liberdade de opinião no Brasil
Artigo
Existe liberdade de opinião no Brasil?
Por lei, sim, mas na prática não, como revela o recente episódio do filho do Sarney com o Estadão e os incontáveis processos contra jornalistas. Mas aqui quero dar um exemplo do contrário. Nos EUA pode-se escrever o que está abaixo, sem qualquer preocupação com processo. Sugiro que leiam o trecho:
"George Bush é um criptonazista racista, um sequaz das grandes corporações, que empreende guerras imperialistas contra o Terceiro Mundo para agradar a seus patrões encharcados de petróleo".
Joe Conason, no livro Pode acontecer aqui: o perigo autoritário na era Bush.
Imaginem isto escrito aqui, digamos, com variações, sobre o Lula. Algo do tipo "Lula é um criptocomunista, um sequaz do Foro de São Paulo, que emprende intervenções imperialistas em paises latino-americanos e seu aproxima de facínoras sanguinários encharcados de petrolóleo, como os iranianos e Chávez"
Daria processo, na certa.
Muitos de nossos jornalistas têm medo de dizer o que pensam livremente sobre nossas autoridades. Com razão, porque sus carreiras podem ser destruídas. Vivemos num estado pseudodemocrático de direito e de mentirinha.
Esta é a diferença, aliás, toda a diferença que importa.
Luis Milman, Porto Alegre, RS.
Existe liberdade de opinião no Brasil?
Por lei, sim, mas na prática não, como revela o recente episódio do filho do Sarney com o Estadão e os incontáveis processos contra jornalistas. Mas aqui quero dar um exemplo do contrário. Nos EUA pode-se escrever o que está abaixo, sem qualquer preocupação com processo. Sugiro que leiam o trecho:
"George Bush é um criptonazista racista, um sequaz das grandes corporações, que empreende guerras imperialistas contra o Terceiro Mundo para agradar a seus patrões encharcados de petróleo".
Joe Conason, no livro Pode acontecer aqui: o perigo autoritário na era Bush.
Imaginem isto escrito aqui, digamos, com variações, sobre o Lula. Algo do tipo "Lula é um criptocomunista, um sequaz do Foro de São Paulo, que emprende intervenções imperialistas em paises latino-americanos e seu aproxima de facínoras sanguinários encharcados de petrolóleo, como os iranianos e Chávez"
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Muitos de nossos jornalistas têm medo de dizer o que pensam livremente sobre nossas autoridades. Com razão, porque sus carreiras podem ser destruídas. Vivemos num estado pseudodemocrático de direito e de mentirinha.
Esta é a diferença, aliás, toda a diferença que importa.
Luis Milman, Porto Alegre, RS.
Lenovo, Positivo e Itautec fornecerão nobebooks a R$ 40,00 por mês para 80 mil professores do RS
Exclusivo
Lenovo, Positivo e Itautec venceram o pregão eletrônico desta sexta-feira que poderá resultar na venda de 80 mil notebooks para os professores da rede pública estadual do RS. As tres empresas conseguiram superar as ofertas das outras tres – incluída a Dell. No Uruguai, o chamado Plano Ceibal, do socialista Tabaré Vasquez, entregou 300 mil laptops bastante rústicos para 300 mil professores e alunos, ao custo de US$ 100 milhões, mas o governo federal levou quatro anos para cumprir a meta e subsidiou tudo. O Plano Ceibal é considerado o mais ambicioso da área na América Latina, pelo menos no âmbito de governos federais.
. Se todos os 80 mil professores estaduais aderirem ao programa Professor Digital, o valor total do negócio poderá chegar a R$ 120 milhões. O governo acha que metade dos professores aderirão ao programa, o que quer dizer que o Banrisul terá que financiar alguma coisa como R$ 60 milhões.
. O leilão eletrônico foi realizado pela Cecom, que é a antiga Celic reestruturada (http://www.cecom.rs.gov.br/
. A partir da aprovação do projeto pela Assembléia do RS, os professores poderão procurar o Banrisul para conseguir o financiamento, que terá seus juros totalmente subsidiados pelo Tesouro, conforme ordem da governadora Yeda Crusius. Isto significa que um computador de R$ 1.650,00 terá prestações de R$ 40,00 por mês, caso o prazo vá a 36 meses, como sugere o programa.
Computador virá com
Windows 7 e Software Livre
A configuração dos computadores inclui Windows 7, com Office, mais software livre da Linux e BR Office, além da plataforma educacional Brailhoney, que é uma plataforma para conteúdos de formação dos professores.
. A Cecom contou com a colaboração da Gestão dos Sistemas de Informação e Telecomunicação do Estado e da SEC para que o notebook saia com todas as ferramentas que permitam ao porofessor entrar na rede da Secretaria da Educação e possa navegar livremente pela Internet.
No Uruguai
Foram 300 mil computadores
O chamado Plano Ceibal (Conectividad Educativa de Informática Básica para el Aprendizaje en Línea) concluirá este ano com a entrega de laptops para 300 mil alunos e professores do curso primário das escolas públicas. Você saberá mais logo a seguir.. O Plano Ceibal chegará ao final do programa com um custo de US$ 100 milhões e já é considerado a mais importante e completa ação deste gênero em toda a América Latina.
CLIQUE AQUI para conhecer tudo sobre o Plano Ceibal, inclusive vídeos (o site é excepcionalmente bem produzido).
CLIQUE AQUI para conhecer o projeto enviado para a Assembléia do RS.
Link patrocinado
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Vendas www.getmax.com.br e 33333059
Sede própria - Dario Pederneiras 498, Porto Alegre
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. Se todos os 80 mil professores estaduais aderirem ao programa Professor Digital, o valor total do negócio poderá chegar a R$ 120 milhões. O governo acha que metade dos professores aderirão ao programa, o que quer dizer que o Banrisul terá que financiar alguma coisa como R$ 60 milhões.
. O leilão eletrônico foi realizado pela Cecom, que é a antiga Celic reestruturada (http://www.cecom.rs.gov.br/
. A partir da aprovação do projeto pela Assembléia do RS, os professores poderão procurar o Banrisul para conseguir o financiamento, que terá seus juros totalmente subsidiados pelo Tesouro, conforme ordem da governadora Yeda Crusius. Isto significa que um computador de R$ 1.650,00 terá prestações de R$ 40,00 por mês, caso o prazo vá a 36 meses, como sugere o programa.
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. A Cecom contou com a colaboração da Gestão dos Sistemas de Informação e Telecomunicação do Estado e da SEC para que o notebook saia com todas as ferramentas que permitam ao porofessor entrar na rede da Secretaria da Educação e possa navegar livremente pela Internet.
No Uruguai
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Atenção - Navio iraniano abordado por Israel tinha armamento brasileiro para o Hezbolah
A mídia internacional e brasileira chegou a divulgar a informação de que as Forças de Segurança de Israel apreenderam o navio iraniano Francop no Golfo de Omã, carregado de armamentos, sob o disfarce de mercadorias comuns enviadas para Teerã pela Síria (o navio ainda passou pelo porto egípcio de Damietta, onde agentes americanos perceberam a carga). Irã, Egito, Síria e o Hezbolah (aos terroristas destinava-se a carga) negaram tudo. O noticiário, com informações escassas, foi publicado nos dias 4 e 9 de novembro.
. O que a mídia não informou: boa parte do armamento é de origem brasileira, como se percebe na foto que você verá a seguir. A foto integra um conjunto de outras fotos e videos da operação de apreensão. A abordagem do navio em águas internacionais não foi registrada em fotos e videos, mas a operação militar teve cobertura logística americana.
. O editor recebeu a informação neste final de semana,manteve contatos com São Paulo, Brasília e Tel Aviv em busca de confirmação. Antes de publicar esta nota, o editor também vasculhou a clipagem de outras publicações do dia e percebeu que nenhuma das notícias referiu-se à existência de armamento brasileiro na carga do Francop.
. Este incidente internacional é muito mais grave do que parece. Afinal de contas, neste mês de novembro, o Brasil recebe dois inimigos localizados justamente na área: Israel e Irã. São os dois protagonistas principais desse ainda não explicado caso de armamentos brasileiros destinados pelo Irã aos terroristas do Hezbolah.
. O governo brasileiro deve explicações e precisa pedir explicações ao Irã. Aliás, neste final do mês, o presidente iraniano Ahmanidajad visitará Lula. Esta será uma boa oportunidade.
CLIQUE a seguir para ler a reportagem completa:
http://www.owurman.com/blog/
Examine o video:video:
http://www.youtube.com/watch?v=VPyI2lvA5eA&NR=1
. O que a mídia não informou: boa parte do armamento é de origem brasileira, como se percebe na foto que você verá a seguir. A foto integra um conjunto de outras fotos e videos da operação de apreensão. A abordagem do navio em águas internacionais não foi registrada em fotos e videos, mas a operação militar teve cobertura logística americana.
. O editor recebeu a informação neste final de semana,manteve contatos com São Paulo, Brasília e Tel Aviv em busca de confirmação. Antes de publicar esta nota, o editor também vasculhou a clipagem de outras publicações do dia e percebeu que nenhuma das notícias referiu-se à existência de armamento brasileiro na carga do Francop.
. Este incidente internacional é muito mais grave do que parece. Afinal de contas, neste mês de novembro, o Brasil recebe dois inimigos localizados justamente na área: Israel e Irã. São os dois protagonistas principais desse ainda não explicado caso de armamentos brasileiros destinados pelo Irã aos terroristas do Hezbolah.
. O governo brasileiro deve explicações e precisa pedir explicações ao Irã. Aliás, neste final do mês, o presidente iraniano Ahmanidajad visitará Lula. Esta será uma boa oportunidade.
CLIQUE a seguir para ler a reportagem completa:
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Examine o video:video:
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Banco Central conta que crise não foi "marolinha" e na época o desespero tomou conta do governo Lula
O diretor de Política Monetária do Banco Central, Mário Torós, está com a cabeça a prêmio desde sexta-feira e é possível que esta semana ele e toda a diretoria caiam, incluindo o presidente, Henrique Meirelles. Numa entrevista bombástica aojornal Valor de sexta,que você lerá de novo a seguir (o editor postou o material na sexta mesmo), ele conta:
- Na crise financeira global, jogamos dinheiro de helicóptero para ajudar os bancos.
. Enquanto Lula fazia bravatas, dizendo que a crise era uma marolinha para o Brasil, o Banco Central e o ministério da Fazenda (na entrevista, Mantega é apresentado como um falastrão de hora errada) desesperava-se para conter hemorragias que levaram Meirelles a procurar Lula para pedir demissão (Meirelles entregou a carta) caso ele não o autorizasse a agir. Lula cedeu e o Banco Central 1) queimou reservas até conter a alta do dólar, que foi a R$, inclusive em função de ataques especulativos de grandes proporções. 2) botou dinheiro a rodo para impedir uma quebradeira generalizada de pequenos bancos. Por alto, o governo enfiou R$ 48 bilhões para ajudar os bancos. Tanto no caso do apagão como neste caso da crise financeira global, Lula não tem por que contar vantagem sobre seu antecessor, FHC.
Conheça (finalmente) os bastidores
da crise financeira global no Brasil.
Todas as sextas-feiras o jornal Valor edita seu único caderno especial semanal, intitulado “Eu”. Nesta sexta, a reportagem especial do caderno conta os bastidores da crise financeira global. O material centra-se em confidências de Mário Torós, diretor de política monetária do Banco Central, que revela os piores momentos da crise no Brasil e revela em detalhes como foi a corrida bancária. Pouca gente sabe, mas os saques foram estimados em r$ 40 bilhões em apenas uma semana. . A reportagem é assinada pelos repórteres Cristiano Romero e Alex Ribeiro, ambos da sucursal do Valor em Brasília.
CLIQUE AQUI para acompanhar o inteiro teor do clipping.
- Na crise financeira global, jogamos dinheiro de helicóptero para ajudar os bancos.
. Enquanto Lula fazia bravatas, dizendo que a crise era uma marolinha para o Brasil, o Banco Central e o ministério da Fazenda (na entrevista, Mantega é apresentado como um falastrão de hora errada) desesperava-se para conter hemorragias que levaram Meirelles a procurar Lula para pedir demissão (Meirelles entregou a carta) caso ele não o autorizasse a agir. Lula cedeu e o Banco Central 1) queimou reservas até conter a alta do dólar, que foi a R$, inclusive em função de ataques especulativos de grandes proporções. 2) botou dinheiro a rodo para impedir uma quebradeira generalizada de pequenos bancos. Por alto, o governo enfiou R$ 48 bilhões para ajudar os bancos. Tanto no caso do apagão como neste caso da crise financeira global, Lula não tem por que contar vantagem sobre seu antecessor, FHC.
Conheça (finalmente) os bastidores
da crise financeira global no Brasil.
Todas as sextas-feiras o jornal Valor edita seu único caderno especial semanal, intitulado “Eu”. Nesta sexta, a reportagem especial do caderno conta os bastidores da crise financeira global. O material centra-se em confidências de Mário Torós, diretor de política monetária do Banco Central, que revela os piores momentos da crise no Brasil e revela em detalhes como foi a corrida bancária. Pouca gente sabe, mas os saques foram estimados em r$ 40 bilhões em apenas uma semana. . A reportagem é assinada pelos repórteres Cristiano Romero e Alex Ribeiro, ambos da sucursal do Valor em Brasília.
CLIQUE AQUI para acompanhar o inteiro teor do clipping.
Clipping de Veja - Artigo: O MST é um caso de polícia
Clipping
Veja, este fim de semana
Maílson da Nóbrega
O MST é, sim, um caso de polícia
"Hoje, ao estado democrático cabe o monopólio da violência,inclusive para garantir o direito de propriedade. Os frutos do esforço individual pertencem aos que o empreendem"
O ministro da Justiça, Tarso Genro, rotulou de tentativa de demonização as críticas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pela invasão e derrubada de laranjais em uma propriedade no estado de São Paulo. Ele condenou "aqueles que entendem que os movimentos sociais são caso de polícia".
Nas democracias, cabe à polícia preservar a paz social e a obediência à lei, se preciso mediante o uso da força. Sir Richard Mayne (1796-1868), o primeiro chefe da polícia de Londres (1829), dizia que "o objetivo primeiro da uma polícia eficiente é a prevenção do crime; o segundo é a detenção e a punição dos criminosos".
Para sir Richard, a missão da polícia estaria cumprida quando esta assegurasse "a proteção da vida e da propriedade, a tranquilidade pública e a contenção do crime". Por essa visão, ainda atualíssima, a ação do MST é, sim, um caso de polícia.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, entrou na discussão de forma precisa. "Não acredito que haja preocupação com a criminalização dos movimentos sociais. Agora, ato criminoso, praticado por qualquer pessoa, deve ser tratado como crime." A invasão de propriedades - que o MST continuou a praticar - é crime inequívoco.
O direito de propriedade foi um dos maiores avanços da civilização. Sua criação, iniciada na Europa medieval, teve seu grande marco na Revolução Gloriosa inglesa de 1688, que aboliu o poder do rei para demitir juízes e confiscar bens. O Parlamento deu independência ao Judiciário e aprovou leis definindo direitos de propriedade.
Por essa época, as obsoletas instituições do feudalismo cederam lugar ao estado contemporâneo. A crescente complexidade da economia exigia a segurança que os barões feudais não podiam oferecer. As cidades, o novo centro econômico, precisavam de ordem. O uso da força requeria um poder central constituído.
Hoje, ao estado democrático cabe o monopólio da violência, inclusive para garantir o direito de propriedade. Os frutos do esforço individual pertencem aos que o empreendem, sem risco de confisco por reis absolutistas ou regimes autoritários. A polícia, uma organização do estado, zela pelo cumprimento da lei.
O estado se transformou, assim, no baluarte do direito de propriedade. A força é usada para defendê-lo, não para usurpá-lo. Essa nova realidade constituiu um dos elementos centrais da Revolução Industrial, com a qual a Inglaterra ascendeu à condição de maior potência econômica no século XIX.
O marxismo entendeu tudo isso ao contrário. A propriedade seria a fonte de todos os males. Seu respectivo direito não era defensável, pois significava "roubo". Era preciso abolir a propriedade privada. O comunismo, fundado nesse equívoco conceitual, provocou o maior desastre social do século XX.
Alguns intelectuais emitiram manifesto em defesa do MST e com críticas à imprensa, talvez ainda influenciados pela utopia socialista. "A mídia foi taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja (foram 7 000!) como ato de vandalismo. Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça."
A Comissão Pastoral da Terra não deixou por menos. "Enquanto milhares de famílias sem terra continuam acampadas Brasil afora, grandes empresas praticam a grilagem e ainda conseguem cobertura do poder público." Mais: "Por que a imprensa não dá destaque à grilagem da Cutrale?". Nessa onda de absurdos, houve quem atribuísse aos movimentos sociais o direito de desobedecer à lei.
Manifestações de apoio à prática de atos criminosos do MST afrontam o estado de direito. Mesmo que as terras invadidas fossem griladas, a decisão de retomá-las teria de ser do Judiciário, não do MST. A violência, como dito, é monopólio do estado, não de uma organização que nem sequer existe formalmente.
O direito de propriedade é garantido pela Constituição (art. 5º, inciso XXII). A lei atribui ao Ministério da Justiça a "defesa da ordem jurídica, dos direitos políticos e das garantias constitucionais". Assim, a ofensa àquele direito, especialmente por meio violento, é um caso de polícia, ainda que o titular da Pasta o negue.
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Veja, este fim de semana
Maílson da Nóbrega
O MST é, sim, um caso de polícia
"Hoje, ao estado democrático cabe o monopólio da violência,inclusive para garantir o direito de propriedade. Os frutos do esforço individual pertencem aos que o empreendem"
O ministro da Justiça, Tarso Genro, rotulou de tentativa de demonização as críticas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pela invasão e derrubada de laranjais em uma propriedade no estado de São Paulo. Ele condenou "aqueles que entendem que os movimentos sociais são caso de polícia".
Nas democracias, cabe à polícia preservar a paz social e a obediência à lei, se preciso mediante o uso da força. Sir Richard Mayne (1796-1868), o primeiro chefe da polícia de Londres (1829), dizia que "o objetivo primeiro da uma polícia eficiente é a prevenção do crime; o segundo é a detenção e a punição dos criminosos".
Para sir Richard, a missão da polícia estaria cumprida quando esta assegurasse "a proteção da vida e da propriedade, a tranquilidade pública e a contenção do crime". Por essa visão, ainda atualíssima, a ação do MST é, sim, um caso de polícia.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, entrou na discussão de forma precisa. "Não acredito que haja preocupação com a criminalização dos movimentos sociais. Agora, ato criminoso, praticado por qualquer pessoa, deve ser tratado como crime." A invasão de propriedades - que o MST continuou a praticar - é crime inequívoco.
O direito de propriedade foi um dos maiores avanços da civilização. Sua criação, iniciada na Europa medieval, teve seu grande marco na Revolução Gloriosa inglesa de 1688, que aboliu o poder do rei para demitir juízes e confiscar bens. O Parlamento deu independência ao Judiciário e aprovou leis definindo direitos de propriedade.
Por essa época, as obsoletas instituições do feudalismo cederam lugar ao estado contemporâneo. A crescente complexidade da economia exigia a segurança que os barões feudais não podiam oferecer. As cidades, o novo centro econômico, precisavam de ordem. O uso da força requeria um poder central constituído.
Hoje, ao estado democrático cabe o monopólio da violência, inclusive para garantir o direito de propriedade. Os frutos do esforço individual pertencem aos que o empreendem, sem risco de confisco por reis absolutistas ou regimes autoritários. A polícia, uma organização do estado, zela pelo cumprimento da lei.
O estado se transformou, assim, no baluarte do direito de propriedade. A força é usada para defendê-lo, não para usurpá-lo. Essa nova realidade constituiu um dos elementos centrais da Revolução Industrial, com a qual a Inglaterra ascendeu à condição de maior potência econômica no século XIX.
O marxismo entendeu tudo isso ao contrário. A propriedade seria a fonte de todos os males. Seu respectivo direito não era defensável, pois significava "roubo". Era preciso abolir a propriedade privada. O comunismo, fundado nesse equívoco conceitual, provocou o maior desastre social do século XX.
Alguns intelectuais emitiram manifesto em defesa do MST e com críticas à imprensa, talvez ainda influenciados pela utopia socialista. "A mídia foi taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja (foram 7 000!) como ato de vandalismo. Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça."
A Comissão Pastoral da Terra não deixou por menos. "Enquanto milhares de famílias sem terra continuam acampadas Brasil afora, grandes empresas praticam a grilagem e ainda conseguem cobertura do poder público." Mais: "Por que a imprensa não dá destaque à grilagem da Cutrale?". Nessa onda de absurdos, houve quem atribuísse aos movimentos sociais o direito de desobedecer à lei.
Manifestações de apoio à prática de atos criminosos do MST afrontam o estado de direito. Mesmo que as terras invadidas fossem griladas, a decisão de retomá-las teria de ser do Judiciário, não do MST. A violência, como dito, é monopólio do estado, não de uma organização que nem sequer existe formalmente.
O direito de propriedade é garantido pela Constituição (art. 5º, inciso XXII). A lei atribui ao Ministério da Justiça a "defesa da ordem jurídica, dos direitos políticos e das garantias constitucionais". Assim, a ofensa àquele direito, especialmente por meio violento, é um caso de polícia, ainda que o titular da Pasta o negue.
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PV gaúcho briga e já tem briga interna para a disputa pelo Piratini
O editor ficou bem contrariado com o PV do RS esta semana, porque o Partido queixou-se diretamente ao bispo por não entender algumas filigranas da nota editada sobre a sucessão no RS.
. O PV gaúcho, que é um Partido pequeno, mas muito pequeno, está dividido entre apoiar e derrubar o presidente Edison Pereira, mas além disto está dividido em relação ao candidato que deve lançar para o Palácio Piratini, o próprio Edison ou Montserrat Martins.
. No dia 28, o PV do Brasil estará reunido em Florianópolis. Marina Silva estará presente. Os opositores de Pereira querem que a direção nacional mande-o de volta para casa.
. O PV gaúcho, que é um Partido pequeno, mas muito pequeno, está dividido entre apoiar e derrubar o presidente Edison Pereira, mas além disto está dividido em relação ao candidato que deve lançar para o Palácio Piratini, o próprio Edison ou Montserrat Martins.
. No dia 28, o PV do Brasil estará reunido em Florianópolis. Marina Silva estará presente. Os opositores de Pereira querem que a direção nacional mande-o de volta para casa.
Terremoto de 6,1 graus sacode a Argentina
Um terremoto de 6,1 graus de magnitude abalou neste sábado o noroeste argentino, na região da fronteira com Chile e Bolívia, informou o Instituto Geológico Americano (USGS).
. O epicentro do tremor, ocorrido às 16H44 (17H44 Brasília), foi situado na zona montanhosa a 160 km a noroeste da localidade de San Salvador de Jujuy, a uma profundidade de 141 km.
. No último dia 6 de novembro, um outro terremoto de magnitude 5,6 também atingiu a mesma região na Argentina.
. O epicentro do tremor, ocorrido às 16H44 (17H44 Brasília), foi situado na zona montanhosa a 160 km a noroeste da localidade de San Salvador de Jujuy, a uma profundidade de 141 km.
. No último dia 6 de novembro, um outro terremoto de magnitude 5,6 também atingiu a mesma região na Argentina.
Lacalle: "Cuanto menos relación política tengamos con Brasil o Argentina, mejor para nosotros"
Lacalle pronosticó muerte del Parlasur
El candidato Luis Alberto Lacalle auguró la "muerte" del Parlamento del Mercosur (Parlasur) y reclamó independencia política de sus vecinos Brasil y Argentina. "Cuanto menos relación política tengamos con Brasil o Argentina, mejor para nosotros, porque nacimos a pesar de ellos y tenemos que mantener una celosa independencia en lo político, y la mejor de las relaciones en todo lo demás", afirmó. Lacalle admitió asimismo su rechazo a la adhesión de Venezuela como miembro pleno del bloque regional, pendiente de aprobación en el Senado brasileño y el Congreso paraguayo.
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Candidato governista da esquerda uruguaia recebe críticas por regular trabalho infantil e legalizar aborto
Críticas en Uruguay por la intención de Mujica de regular el trabajo infantil y legalizar el aborto
La propuesta del candidato a la presidencia de Uruguay, José Mujica, de impulsar un proyecto de ley que habilite a que niños de 10 o 12 años puedan trabajar con su familia bajo determinadas condiciones, generó polémica en el ámbito político e institucional del país, junto con la intención manifiesta de legalizar el aborto. Mujica, actual senador y ex líder del grupo revolucionario "Tupamaros" que actuó en los años 70 y 80 en Uruguay, se refirió a esas ideas en el marco de la campaña rumbo a la segunda vuelta electoral del próximo 29 de noviembre.
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Yoáni, a blogueira cubana, usa a palavra contra o regime
Esta semana, a cubana Yoáni Sanchez, dona do blog Generación Y, o de maior acesso de Cuba (menos em Cuba, onde a recepção é bloqueada), apanhou de desconhecidos. Ela trabalha sob severa vigilância. Em Porto Alegre, seu livro "De Cuba com carinho", vende muito bem (compre na Cultura por R$ 23,00). Yoáni, como todos os demais cubanos, não podem viajar sem licença das autoridades. A ela é negado o acesso ao aeroporto. No Brasil, intelectuais, jornalistas, juristas e as ONGs de todo o gênero, negam-se a apoiar a cubana e a pedir que Fidel trate de restabelecer a liberdade em Cuba. A entrevista a seguir é do jornal Zero Hora deste domingo.
15 de novembro de 2009
ENTREVISTA
A voz da Cuba cotidiana
Yoani Sánchez não estudou para ser jornalista ou escritora. Formou-se em Letras. Especializou-se em Filologia. Mas as circunstâncias a levaram a escrever, simplesmente para falar de seu país. A comunicação talvez seja uma vocação trazida desde o nascimento, em 4 de setembro de 1975, na mesma Havana sobre a qual faz relatos e de onde não pensa em sair.Com seu blog, tornou-se a voz que conta o cotidiano cubano, não necessariamente as mazelas. São os problemas, porém, que sobressaem. Como ela mesmo conta, Cuba hoje, sem os subsídios soviéticos, importa 80% dos seus alimentos – mas não tem dinheiro. Consequência lógica: a vida ficou cara para quem quase nada tem.A cubana, casada e mãe de um filho adolescente, é uma profunda conhecedora da literatura latino-americana contemporânea. Sua tese na universidade foi Palavras sob pressão – um estudo sobre a literatura da ditadura na América Latina. Pois essas palavras sob pressão traçaram um destino. Ao deixar a faculdade, ela concluiu: não queria a vida voltada para a intelectualidade. Não queria ser filóloga.Em setembro de 2000, foi trabalhar em um pequeno escritório da Editora Gente Nova. Para viver dignamente, concluiu que seu emprego não bastava. Passou, então, a ensinar espanhol a turistas alemães. Dois anos depois, pressionada pela falta de dinheiro, migrou para a Suíça, de onde retornou em 2004, com saudade da família.A temporada na Europa a levou a se aproximar da informática. Até que, em abril de 2007, resolveu fazer aquilo que a tornaria conhecida mundo afora: o blog Generación Y.Apesar do custo alto, tratou de atualizar o blog semanalmente. Tão grande foi o sucesso e tão livre o conteúdo que o governo cubano o bloqueou dentro do país. Restou o mundo, que o lia traduzido em 15 idiomas. Foi, a partir de então, uma sucessão de prêmios e a surpresa de integrar a lista das cem pessoas mais influentes da revista Times na categoria “Heróis e Pioneiros”. A mesma revista, junto com a rede de TV CNN, incluiu seu blog entre os 25 melhores do mundo.– Vivo em Havana, apostei em ficar. E a cada dia sou mais blogueira e menos filóloga – diz.
15 de novembro de 2009
ENTREVISTA
A voz da Cuba cotidiana
Yoani Sánchez não estudou para ser jornalista ou escritora. Formou-se em Letras. Especializou-se em Filologia. Mas as circunstâncias a levaram a escrever, simplesmente para falar de seu país. A comunicação talvez seja uma vocação trazida desde o nascimento, em 4 de setembro de 1975, na mesma Havana sobre a qual faz relatos e de onde não pensa em sair.Com seu blog, tornou-se a voz que conta o cotidiano cubano, não necessariamente as mazelas. São os problemas, porém, que sobressaem. Como ela mesmo conta, Cuba hoje, sem os subsídios soviéticos, importa 80% dos seus alimentos – mas não tem dinheiro. Consequência lógica: a vida ficou cara para quem quase nada tem.A cubana, casada e mãe de um filho adolescente, é uma profunda conhecedora da literatura latino-americana contemporânea. Sua tese na universidade foi Palavras sob pressão – um estudo sobre a literatura da ditadura na América Latina. Pois essas palavras sob pressão traçaram um destino. Ao deixar a faculdade, ela concluiu: não queria a vida voltada para a intelectualidade. Não queria ser filóloga.Em setembro de 2000, foi trabalhar em um pequeno escritório da Editora Gente Nova. Para viver dignamente, concluiu que seu emprego não bastava. Passou, então, a ensinar espanhol a turistas alemães. Dois anos depois, pressionada pela falta de dinheiro, migrou para a Suíça, de onde retornou em 2004, com saudade da família.A temporada na Europa a levou a se aproximar da informática. Até que, em abril de 2007, resolveu fazer aquilo que a tornaria conhecida mundo afora: o blog Generación Y.Apesar do custo alto, tratou de atualizar o blog semanalmente. Tão grande foi o sucesso e tão livre o conteúdo que o governo cubano o bloqueou dentro do país. Restou o mundo, que o lia traduzido em 15 idiomas. Foi, a partir de então, uma sucessão de prêmios e a surpresa de integrar a lista das cem pessoas mais influentes da revista Times na categoria “Heróis e Pioneiros”. A mesma revista, junto com a rede de TV CNN, incluiu seu blog entre os 25 melhores do mundo.– Vivo em Havana, apostei em ficar. E a cada dia sou mais blogueira e menos filóloga – diz.
PTB encerra pré-convenção e lança Lara, Elói e Barbosinha para Piratini e Senado
Acabou há dois minutos (18h30m desta sexta-feira) a pré-convenção do PTB do RS, que lançou como candidatos a candidatos:
Governador - Deputado estadual Luiz Lara
Senadores - Elói Guimarães e Luiz Carlos Barbosa
. Além dos nomes para a majoritária (não foi definido nome para vice, aberto a coligações), o PTB apresentou 132 canditados a deputados federais e estaduais, sendo a imensa maioria para a Assembléia do RS. O PTB quer elevar sua bancada atual de 5 para oito deputados. O evento da Assembléia foi animadíssimo. Estiveram ali 1 mil convencionais. Na parte da manhã, no Hotel Everest, os pré-candidatos reuniram-se em seminário. Pela primeira vez em reuniões do PTB, ninguém apelou pela reeleição de Sérgio Zambiasi, que fez apelos repetidos para que o Partido respeitasse sua decisão de não concorrer.
- PT, POSB, PC do B e PDT mandaram seus principais nomes para a pré-convenção, mas PSDB e PP enviaram representações menores e o PMDB não mandou ninguém. Apesar da pré-convenção, o editor aposta que o PTB coligará com PMDB ou PT.
Governador - Deputado estadual Luiz Lara
Senadores - Elói Guimarães e Luiz Carlos Barbosa
. Além dos nomes para a majoritária (não foi definido nome para vice, aberto a coligações), o PTB apresentou 132 canditados a deputados federais e estaduais, sendo a imensa maioria para a Assembléia do RS. O PTB quer elevar sua bancada atual de 5 para oito deputados. O evento da Assembléia foi animadíssimo. Estiveram ali 1 mil convencionais. Na parte da manhã, no Hotel Everest, os pré-candidatos reuniram-se em seminário. Pela primeira vez em reuniões do PTB, ninguém apelou pela reeleição de Sérgio Zambiasi, que fez apelos repetidos para que o Partido respeitasse sua decisão de não concorrer.
- PT, POSB, PC do B e PDT mandaram seus principais nomes para a pré-convenção, mas PSDB e PP enviaram representações menores e o PMDB não mandou ninguém. Apesar da pré-convenção, o editor aposta que o PTB coligará com PMDB ou PT.
Yeda é o oitavo governador melhor avaliada pelos jornalistas do Brasil
O governador de São Paulo, José Serra, é o preferido entre os jornalistas. Levantamento realizado com 70 profissionais - entre diretores, editores, chefes de redação, colunistas e repórteres - aponta o pré-candidato à Presidência pelo PSDB com o maior índice de aprovação.
Eis o ranking pela ordem de importância:
José Serra, PSDB, São Paulo
Aécio Neves, PSDB, Minas
Paulo Hartung, PMDB, Espírito Santo
Eduardo Campos, PSB, Pernambuco
José Roberto Arruda, DEM, DF
Sérgio Cabral, PMDB, Rio
Yeda Crusius, RS
. O estudo, realizado pela Macroplan, também mostra que os jornalistas aprovam as ações tomadas pelo governo federal para contornar a crise financeira internacional. As medidas, como a redução do IPI para produtos de linha branca e automóveis, o estímulo ao crédito e a redução dos juros, foram consideradas adequadas ou muito adequadas por 87% dos entrevistados.
Eis o ranking pela ordem de importância:
José Serra, PSDB, São Paulo
Aécio Neves, PSDB, Minas
Paulo Hartung, PMDB, Espírito Santo
Eduardo Campos, PSB, Pernambuco
José Roberto Arruda, DEM, DF
Sérgio Cabral, PMDB, Rio
Yeda Crusius, RS
. O estudo, realizado pela Macroplan, também mostra que os jornalistas aprovam as ações tomadas pelo governo federal para contornar a crise financeira internacional. As medidas, como a redução do IPI para produtos de linha branca e automóveis, o estímulo ao crédito e a redução dos juros, foram consideradas adequadas ou muito adequadas por 87% dos entrevistados.
Marina Silva critica postura de Lula em relação ao apagão
A senadora Marina Silva (PV-AC), pré-candidata do PV às eleições presidenciais de 2010, criticou hoje a postura do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao apagão ocorrido na noite de terça-feira (10). Segundo ela, o governo não assumiu suas responsabilidades nem se colocou à frente do problema. "Fica mais fácil terceirizar uma vitória do que uma derrota", afirmou, depois de participar de convenção de sua legenda na Assembleia Legislativa de São Paulo.
CLIQUE aqui para ler a matéria completa no jornal O estado de S.Paulo.
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Artigo - O caso Battisti, Marco Aurélio e o risco do excesso de ironias
por Reinaldo Azevedo
O presidente do STF, Gilmar Mendes, vai votar pela extradição de Cesare Battisti, descaracterizando como “políticos” os crimes do italiano. Isso significa que o placar vai fechar em 5 a 4 a favor da extradição. E aí se coloca a questão: Lula é obrigado ou não a extraditar Battisti? Ora, se a concessão do refúgio, na suposição de que os crimes eram políticos, for considerada ilegal, resta que saída ao presidente? O ministro Marco Aurélio de Mello não concorda e concede neste sábado uma entrevista ao Estadão expondo uma vez mais seu ponto de vista e fazendo reparos à rotina do tribunal, misturando questões menores, de economia absolutamente interna, com, sei lá, o papel do Judiciário nas democracias. Passa a incômoda impressão de que, derrotado no voto, tenta reverter o placar — ou os efeitos de seu resultado — criando polêmica pública. A ser assim, ainda acaba formando uma dupla com Joaquim Barbosa para funcionar como Corte Revisora ou Corregedoria do tribunal. Não é um bom caminho.
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Um ano e meio depois da Rodin, MPF representa contra Marco Peixoto
A notícia a seguir foi disponibilizada no site www.zerohora.com, que aloja o blog da jornalista Rosane Oliveira, a quem coube transmitir a novidade. O Ministério Público Federal percebeu um ano e meio depois que o deputado Marco Peixoto foi grampeado pela Polícia Federal no âmbito da Operação Rodin, e representou junto ao MPE contra o parlamentar do PP. A notícia foi publicada apenas 24 horas depois de revelada a informação, passada com exclusividade pelo editor, de que ele começou a amealhar apoios para sua indicação para a vaga de João Luiz Vargas no TCE. Este contraponto ocorreu exatamente na RBS. O MPE avisou que não liberou a informação.Num rumoroso caso anterior, o do depoimento do vice Paulo Feijó, a liberação para a RBS, com exclusividade, também ocorreu na véspera de um caso político rumoroso, conforme denúncia desta página. A notícia oriunda do MPF, evidentemente, não foi passada com exclusividade para o editor e por isto está disponibilizada em zerohora.com, da RBS.
. Os políticos atingidos pelas rumorosas intervenções do MPF em momentos de decisão política relevante e que envolvem interesses contrários ao PT, reclamam publicamente, sendo que a governadora Yeda Crusius já por duas vezes representou contra o MPF do RS ao Conselho Nacional do Ministério Público, sentindo-se ameaçada pela interferência política dos procuradores no RS. O deputado não foi denunciado em nenhum dos processos movidos pelo MPF e pelo MPE por força do inquérito da Operação Rodin.
Clipping
Pedras no caminhoCandidato à vaga de João Luiz Vargas no Tribunal de Contas do Estado, o deputado Marco Peixoto encontrará pedras pelo caminho. A primeira delas é uma representação do Ministério Público Federal ao subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Luiz Carlos Ziomkowski, para "apuração dos fatos ilícitos constatados a partir da análise integral de áudios e conversas telefônicas mantidas por diversos alvos" nas investigações da Operação Rodin. O texto diz que "os áudios anexos demonstram que o deputado estadual Marco Peixoto praticou conduta que configura ato de improbidade administrativa prevista no artigo 11 da Lei nº 8.429/92 ao atuar de forma incompatível com a moralidade, impessoalidade, probidade e lealdade às instituições públicas".Procurado pelo blog, Peixoto não quis comentar sobre a representação do PF:
— Não posso falar sobre algo que não conheço. Só vou me manifestar quando for comunicado oficialmente pelo MP.
. Os políticos atingidos pelas rumorosas intervenções do MPF em momentos de decisão política relevante e que envolvem interesses contrários ao PT, reclamam publicamente, sendo que a governadora Yeda Crusius já por duas vezes representou contra o MPF do RS ao Conselho Nacional do Ministério Público, sentindo-se ameaçada pela interferência política dos procuradores no RS. O deputado não foi denunciado em nenhum dos processos movidos pelo MPF e pelo MPE por força do inquérito da Operação Rodin.
Clipping
Pedras no caminhoCandidato à vaga de João Luiz Vargas no Tribunal de Contas do Estado, o deputado Marco Peixoto encontrará pedras pelo caminho. A primeira delas é uma representação do Ministério Público Federal ao subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Luiz Carlos Ziomkowski, para "apuração dos fatos ilícitos constatados a partir da análise integral de áudios e conversas telefônicas mantidas por diversos alvos" nas investigações da Operação Rodin. O texto diz que "os áudios anexos demonstram que o deputado estadual Marco Peixoto praticou conduta que configura ato de improbidade administrativa prevista no artigo 11 da Lei nº 8.429/92 ao atuar de forma incompatível com a moralidade, impessoalidade, probidade e lealdade às instituições públicas".Procurado pelo blog, Peixoto não quis comentar sobre a representação do PF:
— Não posso falar sobre algo que não conheço. Só vou me manifestar quando for comunicado oficialmente pelo MP.
TCU manda militante sem-terra devolver R$ 2,2 milhões
Conhecido por comandar uma invasão de 500 sem-terra à Câmara dos Deputados em junho de 2006, o petista Bruno Maranhão foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a devolver R$ 2,2 milhões aos cofres públicos.
. A decisão foi tomada na quarta-feira e publicada ontem no Diário Oficial.
. Esse dinheiro foi repassado há quatro anos pelo governo federal à Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária (Anara), dirigida pelo petista, mas seu destino é um mistério. "É isso o que queremos saber: onde foi parar esse dinheiro", diz Marinus Marsico, representante do Ministério Público junto ao TCU.
. A decisão foi tomada na quarta-feira e publicada ontem no Diário Oficial.
. Esse dinheiro foi repassado há quatro anos pelo governo federal à Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária (Anara), dirigida pelo petista, mas seu destino é um mistério. "É isso o que queremos saber: onde foi parar esse dinheiro", diz Marinus Marsico, representante do Ministério Público junto ao TCU.
Lula defende mais TVs para haver "menos monopólio" (da Globo)
O presidente Lula elogiou a pluralidade e a liberdade de imprensa, afirmando que ela contribui para a democracia no país. Lula participou da inauguração da nova sede da RedeTV!, em Osasco.
. "Vou dizer uma coisa como cidadão brasileiro, não como presidente. Eu quero que outros canais sigam o mesmo caminho que vocês seguiram, porque quanto mais TV, quanto mais jornalismo, quanto mais programa cultural, quanto mais debate político, mais democracia nós vamos ter nesse país e menos monopólio", disse.
. "Vou dizer uma coisa como cidadão brasileiro, não como presidente. Eu quero que outros canais sigam o mesmo caminho que vocês seguiram, porque quanto mais TV, quanto mais jornalismo, quanto mais programa cultural, quanto mais debate político, mais democracia nós vamos ter nesse país e menos monopólio", disse.
Brasil reduzirá até 39% de gases-estufa
O Brasil saiu da retranca. Após semanas de uma guerra interna no governo, o país anunciou ontem que reduzirá de 36,1% a 38,9% de suas emissões de gás carbônico até 2020, em relação ao que emitiria se nada fosse feito. O compromisso será apresentado na conferência do clima de Copenhague, em dezembro.
. Trata-se de um desvio de até 1,052 bilhão de toneladas de CO2 em relação ao cenário tendencial para 2020, que prevê emissões de 2,7 bilhões de toneladas. Em relação a 2005, o ano de pico das emissões brasileiras, é um corte de 15%.
. Trata-se de um desvio de até 1,052 bilhão de toneladas de CO2 em relação ao cenário tendencial para 2020, que prevê emissões de 2,7 bilhões de toneladas. Em relação a 2005, o ano de pico das emissões brasileiras, é um corte de 15%.
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