O jornal The Washington Post de ontem publicou reportagem especial, hoje, informando que pessoas super ativas têm cérebros mais saudáveis porque o movimento estimula a circulação de sangue, reduz a inflamação e libera substâncias químicas (como o BDNF e hormônios musculares) que protegem os neurônios, criam novas células de memória no hipocampo e retardam o declínio cognitivo associado à idade.
Mais fluxo sanguíneo: O exercício bombeia oxigênio e glicose extras para as células cerebrais.
Crescimento celular: Ajuda a criar novos neurônios na área da memória, o hipocampo.
Limpeza de toxinas: Facilita a remoção de proteínas ruins ligadas ao Alzheimer.
Manutenção muscular: O tecido muscular ativo libera sinais químicos benéficos para a cognição.
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