O documento foi entregue ao presidente do TCU, Vital do Rêgo. Bia Kicis alega que Manuela obrou por desvio de finalidade na celebração e execução do Termo de Fomento nº 990220/2025, firmado pelo Ministério da Igualdade Racial, e do Termo de Fomento nº 993206, firmado pelo Ministério da Cultura, ambos com o Instituto E Se Fosse Você, pertencentes a ex-deputada comunista, e custeados por emendas parlamentares, "com utilização de recursos públicos em proveito eleitoral de candidata ao Senado Federal, em afronta aos princípios da moralidade e da impessoalidade, com pedido de medida cautelar.
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