Opinião, Osmar Terra, O Globo - Um incentivo ao crime

A atual epidemia de consumo de drogas já é a maior causa de morte entre os jovens brasileiros. Ela está atrás dos recordes mundiais, que batemos, de homicídios, acidentes de automóvel e suicídios, além das mortes por doenças infecciosas e crônicas que ressurgem nas cracolândias de todo o país. Entretanto, a Defensoria Pública de São Paulo, com apoio de ONGs que pregam a liberação das drogas, entrou com uma ação de inconstitucionalidade do artigo 28 da Lei Antidrogas ( 11.343), que está sendo julgada no STF.
Este artigo criminaliza o uso das drogas, mas não pune o consumo com prisão, e sim com penas alternativas.
Prisão é só para os traficantes. Estatísticas mostram que 60% dos abordados portando drogas são considerados usuários e não são presos. Os liberacionistas, porém, querem o fim a qualquer restrição ao uso, como o primeiro passo para a liberação geral.
Na prática, a descriminalização do uso significará a livre circulação das drogas, o aumento da dependência química e de vítimas da violência. Será liberada a compra, mas quem venderá? O tráfico clandestino que se fortalecerá em tamanho e poder de fogo!
Também estabelecer uma quantidade mínima de drogas ilícitas portadas para separar o uso do tráfico trará maus resultados. Colocará em dúvida a capacidade da autoridade policial e judicial de avaliar as circunstâncias em que acontecem. Desautorizará seu trabalho, diminuindo o rigor do controle. E as circunstâncias são decisivas nesses casos. Assim, qual o traficante que andará com mais drogas que o permitido por lei? Nem eles serão mais punidos! A criminalização do uso de drogas no Brasil, mesmo sem a prisão do usuário, é fator de freio e inibe sua propagação indiscriminada nas escolas, locais públicos e eventos.
O que falta são políticas governamentais de segurança e saúde, que garantam resultados melhores. Os liberacionistas dizem ser impossível controlar as drogas (“a guerra está perdida”), que “os presídios estão cheios” e que “o melhor é liberar”. Confundem, propositalmente, omissão governamental com impossibilidade de agir. Escondem o fato de que o aumento de prisões de traficantes é causado pela epidemia do crack. Se essa epidemia for enfrentada e controlada, diminuirá o número de doentes e de presos. Os países que agiram com mais rigor tiveram sucesso na diminuição do consumo e da violência.
A descriminalização do uso também passará a mensagem de que não há problema no uso de drogas, propiciando que os jovens, iludidos, as experimentem sem receio. São eles as maiores vítimas da dependência química e da violência.
O transtorno mental que as drogas causam também está na raiz da devastação familiar e da violência doméstica. Por isso a sociedade, conhecendo o drama, se manifesta, em repetidas pesquisas, radicalmente contra a liberação. 

Promoção de liquidação do shopping Total começará nesta quarta-feira

A promoção Loucura Total, considerada a maior ação de varejo de shopping center do Rio Grande do Sul, ocorrerá entre os dias 2 e 6 de setembro e tem abertura a partir das 12h até às 22h. De quinta a sábado, as lojas funcionam das 10h às 22h e no domingo as lojas do TOTAL abrem das 11h às 20h.

A promoção conta com a adesão total dos lojistas. Itens de vestuário, calçados, perfumaria, cama, mesa e banho ganham descontos de até 80%.

A expectativa do Shopping Total é receber um público de 300 mil pessoas durante os cinco dias de campanha.

Todas as promoçõesestão disponíveis no site (www.shoppingtotal.com.br), na página do Facebook (www.facebook.com/ShoppingTOTAL), Twitter (@Shopping_TOTAL ) e Instagram (Totalshopping).


Zé Dirceu fica calado na CPI da Petrobras

Uma comitiva de deputados que está em Curitiba (PR) realiza oitivas com presos da Operação Lava Jato, a fim de esclarecer ligações entre os suspeitos e o esquema de corrupção que abateu a estatal. Dentre os depoentes convocados está o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. A intenção dos parlamentares era saber mais sobre a suspeita do recebimento de propina, por parte de Dirceu, através da sua empresa, a JD Consultoria.


Durante o depoimento, Dirceu foi questionado se aceitaria fazer um acordo de delação premiada para falar sobre o que sabe do esquema de corrupção que atingiu a Petrobras. Porém, o ex-ministro seguiu orientações de seu advogado e permaneceu calado, não respondendo nenhum questionamento dos parlamentares.


O ex-chefe da Casa Civil está preso na Superintendência da Polícia Federal desde o início do mês. As audiências ocorrem no prédio da Justiça Federal no Paraná.

Ibovespa afunda com piora nas contas do governo Dilma; dólar dispara


O dólar comercial subia quase 2% nesta segunda-feira, e a Bovespa tinha tombo de mais de 2,5%. A imprensa noticiou que a proposta de Orçamento de 2016 que será enviada pelo governo ao Congresso nesta segunda-feira trará projeção de deficit primário (sem economia para pagar juros da dívida) para o ano que vem. Investidores entenderam que essa decisão deixaria o Brasil mais próximo de perder o grau de investimento.

 

Por volta das 10h20, a moeda norte-americana subia 1,96%, a R$ 3,656, e o recuava 2,75%, a 45.856,18 pontos.  Deixe sua opinião (Com Reuters) Leia Mais

A vanguarda gaúcha do atraso tira manifesto para informar que um Rio Grande ainda menor é possível

A vanguarda do atraso comprou meia página da capa e duas páginas centrais do jornal Correio do Povo de hoje para defender propostas retrógradas, redundantes, vazias, populistas, demagógicas, escapistas, corporativistas e atrasadas, todas que foram executadas com resultados devastadores para a gestão pública estadual e a economia do RS.

E que imobilizam e atrasam o RS e o País.

As entidades não aprenderam nada, não esqueceram nada e querem que o RS continue imobilizado e afunde cada vez mais no poço do atraso econômico, político e social.

A vanguarda do atraso levanta a cabeça vazi, depois da devastadora derrota que suas teses sofreram nas eleições do ano passado, tudo para impedir as reformas e a modernização do Estado.

Não passará.

O título é um derivativo guasca da consigna do insepulto Fórum Social Mundial, "Um Rio Grande Maior é Possível".

As seis principais propostas correspondem a ações executadas pelos governos Olívio e Tarso Genro, que rseultaram na herança maldita enfiada no colo do governador Ivo Sartori:

Aumentar a arrecadação sem aumentar impostos
Combater a sonegação com foco na fiscalização
Pela auditoria da dívida do Estado
Gestão pública competente e menos cabides de emprego
Sem privatizações e nem sucateamento
Serviços públicos de qualidade

O manifesto não se refere à herança maldita deixada por Tarso e ignora a crise econômica, social, política e ética conduzida com mão de ferro pelo governo Dilma Roussef.

Assinam entidades como CREA, Senge, CUT, CTB e Afocefe, todas identificadas há muito tempo com o PT, os governos do PT e seus satélites do tipo PSOL e PCdoB. A CUT, por exemplo, é o braço sindical do PT, aliada intransigente dos governos Dilma e Tarso no RS.

Sartori avisa que atrasará de novo o pagamento da dívida com a União

Sartori parece descontraído demais. - 


O governador Ivo Sartori anunciou ainda há pouco que não pagará novamente a dívida do Estado com a União.

São R$ 280 milhões.

A União já avisou que bloqueará de novo as contas bancárias do Estado e confiscará o dinheiro devido.

Ivo Sartori também confirmou que pagará os servidores em quatro parcelas de 8 tranches, conforme o editor informou ontem a noite (leia abaixo).

O governador, que ontem, na Expointer, resolveu fazer uma brincadeira com seu colega Geraldo Alckmin, dançando e rindo, pediu desculpas ao distinto público, esta manhã. O governador tem encarado a crise com sangue frio surpreendente, mas em determinados momentos passa dos limites e tira a seriedade da posição que mantém o governo sobre a crise.

Ministro Gilmar Mendes diz que Janot deve parar de advogar para Dilma Roussef

 O ministro Gilmar Mendes falou ao blog Antagonista ontem à noite. Leia a nota do blog:

Ele está indignado com o arquivamento do caso da gráfica fantasma e acha que Rodrigo Janot se desviou da função de chefe do Ministério Público ao criticar o Judiciário e o MPF. "Janot deve cuidar da Procuradoria Geral da República e não atuar como advogado da presidente Dilma".

Para o ministro, o caso continua a merecer investigação. "A VTPB recebeu R$ 23 milhões, mas não tem funcionários nem equipamento. Pode haver outros crimes, inclusive fiscais e previdenciários. Houve fraude dentro da campanha"

Pesquisa do Banco Central mostra recessão de 2,26% este ano

pesquisa Focus, do Banco Central, mostra uma queda do PIB em 2015 de 2,26% e de 0,40% em 2016.

Crise já fechou 2 mil empresas varejistas em Porto Alegre, apenas no primeiro semestre

É dramática e sem precedentes a crise por que passa o comércio varejista do RS, com ênfase para Porto Alegre, porque segundo dados apurados pelo Sindilojas nos arquivos da Junta Comercial do Rio Grande do Sul, apenas  no primeiro semestre deste ano, foram extintos 2.257 estabelecimentos varejistas na Capital. 

O número equivale a 43% do total das 5.227 empresas do setor que foram abertas no mesmo período.

Isto significa que praticamente para cada duas empresas que abriram no semestre, uma fechou.

O presidente do Sindicato, Paulo Kruse, atribui o alto índice de fechamento de lojas à falta de incentivos para o setor, que arca com custos que só aumentam, como aluguel, energia elétrica, logística e demais tributos. "O cenário não é bom. Parcelamento do salário integral dos servidores, defasagem na área da segurança pública, aumento de impostos, aluguéis altíssimos. Tudo isso tem resultado direto no comércio", aponta. Ele acrescenta que é preciso discutir e encontrar, na crise, uma oportunidade para oxigenar o setor e continuar crescendo.

O segmento de vestuário e acessórios lidera o ranking das empresas que encerraram as atividades no primeiro semestre de 2015, ao todo 496 lojas fecharam. A segunda posição do ranking é ocupada pelo setor de cosméticos, produtos de perfumaria e higiene pessoal, que soma 197 negócios encerrados. Já em relação aos segmentos de souvenires, bijuterias e artesanato, são 158 lojas fechadas. E ferragens e materiais de construção tiveram 148 empresas que encerraram suas atividades.  


O dado reflete, de acordo com Kruse, o cenário de incertezas com os rumos da economia que o Estado e o País estão passando. "As áreas de bens supérfluos como roupas, sapatos e cosméticos, são as mais afetadas, pois quando os valores de itens básicos aumentam, como a luz que teve um acréscimo em torno de 40% neste ano, os gastos no comércio diminuem ou até mesmo são extintos", ressalta. E isso, segundo ele, gera receio e desconfiança com o setor em grande parte dos lojistas.

RS espera por novo aditivo entre Petrobrás e Braskem sobre preço da nafta

Acaba hoje o terceiro aditivo ao contrato de fornecimento de nafta firmado entre Braskem e Petrobras em 2009, e que venceu em fevereiro de 2014. O comando da petroquímica tem mantido reunões seguidas com o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, em Brasília, para tentar chegar a um acordo de longo prazo de compra e venda da matéria-prima com a estatal. 

A questão interessa de perto o RS, porque da resolução dependem investimentos previstos para o Pólo de Triunfo. Além do presidente da Braskem, Carlos Fadigas, e do ministro, participaram o diretor de abastecimento da Petrobras, Jorge Celestino Ramos, e representantes dos governos do Rio Grande do Sul, São Paulo e Bahia, onde a petroquímica opera centrais a base de nafta

A petroquímica informou que as negociações avançaram, porém ainda não houve um acerto definitivo. Nesse contexto, e diante da proximidade do fim do mês, é possível que as companhias recorram a um novo aditivo para garantir o suprimento de matéria-prima nos próximos meses. 

A Braskem e a Petrobras, que é a segunda maior acionista da companhia controlada pela Odebrecht, discutem desde 2013 um novo acordo de compra e venda de nafta, principal matéria-prima da companhia com consumo anual da ordem de 10 milhões de toneladas. A Braskem chegou a apresentar uma nova fórmula para cálculo de preços, que incorpora também a referência americana de Mont Belvieu, resultando em um intervalo de valor para a nafta de 90% a 110% da cotação ARA, usada no mercado europeu. O contrato que venceu no ano passado previa variação de 92,5% a 105% ARA. Historicamente, o preço da nafta equivale a cerca de 9 vezes o barril do Brent, que ontem fechou em US$ 43,14 na ICE future. No entanto, diante da manutenção do impasse em torno dos preços do insumo, a própria petroquímica passou a trabalhar com a possibilidade de que um novo aditivo de seis meses seja assinado até segunda-feira. 

O jornal Valor informou que de acordo com Otávio Carvalho, diretor da consultoria MaxiQuim, especializada nas indústrias de petróleo e gás, química e petroquímica, mais do que a recente desvalorização do petróleo, a mudança estrutural nos preços internacionais do petróleo e o maior grau de volatilidade das cotações externas da nafta podem dificultar ainda mais as negociações. "Há muitas incertezas e o grau de volatilidade das cotações atrapalha. O problema não é em que nível está o preço do petróleo ou o da nafta", afirmou Carvalho. No início do ano, segundo estimativa da MaxiQuim, o preço da matéria-prima no país estava em US$ 610 por tonelada - após ter atingido US$ 940 por tonelada em julho de 2014. Neste mês, esse valor já deve ter chegado a US$ 478 por tonelada. A tendência, segundo o especialista, é a de manutenção da trajetória de queda, uma vez que os preços do insumo no país refletem com três meses de atraso a variação da nafta ARA, que já caiu abaixo de US$ 400 a tonelada na esteira do forte recuo do petróleo. Historicamente, explicou Carvalho, o preço da nafta equivale a cerca de 9 vezes o barril do óleo Brent, que ontem fechou em US$ 43,14 na ICE Futures em Londres 

A crise do setor metal-mecânico do RS, o segundo mais importante do País, é a pior de toda a história do Brasil

O artigo a seguir é do economista Igor Morais e intitula-se "Pobre metal….". O editor leu atentamente e sintetizou o assunto no título acima. A produção industrial do setor metal-mecânico caiu 16% no primeiro semestre e 24% no RS. 

Leia e entenda mais, inclusive as razões da crise maior no RS:


Ainda estamos descobrindo os números do primeiro semestre de 2015 e já é o suficiente para apontar recorde de resultados negativos para o segmento metal-mecânico no Rio Grande do Sul. A impressão só não é pior porque tivemos, recentemente, a crise de 2009. Mas há diferenças importantes entre aquela crise e a atual. A primeira atingiu o mundo, e essa tem como protagonista o Brasil e, de tabela, a economia gaúcha. Naquele momento a situação fiscal no Brasil permitia ao Governo adotar uma política anti-cíclica para abreviar a crise, o que realmente aconteceu. Atualmente estamos no pior momento fiscal da história do país, o que também não é diferente no Rio Grande do Sul. Por fim, ainda em 2009 o Governo Federal tinha capital político para enfrentar a crise, atualmente não há Governo no Brasil. Ao menos nisso o Estado se diferencia. Isso posto, é possível afirmar que os números ruins no segmento podem piorar ainda um pouco mais. Ou seja, a crise, iniciada em 2014, deverá ser longa, podendo adentrar em 2016. Mas, há diferenças entre o cenário no segmento metal-mecânico no Brasil com o do Rio Grande do Sul. A produção industrial, por exemplo, cai de forma significativa no Brasil (-16%), enquanto que no Rio Grande do Sul a queda é bem maior, de 24%. O que explica esse resultado é a piora das relações comerciais com a Argentina, um parceiro muito mais importante para a economia gaúcha do que para o Brasil, além de dificuldades, em especial, na indústria de máquinas e equipamentos e de veículos automotores. Na medida em que verificamos a piora nas expectativas de empresários, os investimentos se retraíram e, com ele, as encomendas de máquinas, produto importante para a economia do Rio Grande do Sul e também na venda de caminhões, ônibus e reboques. Isso sem falar no fato de que a retração da demanda interna, principalmente nas faixas de renda menores, afetou a produção de automóveis do Estado. Além da produção, há diversos indicadores relacionados ao segmento metal-mecânico que também apresentaram performance pior no Estado relativamente a média do Brasil, como é o caso do faturamento, emprego, horas trabalhadas, salário real, exportações e importações. O que explica o fato dessa crise ser tão mais intensa aqui do que na média do Brasil? Há dois importantes polos metal-mecânico no país, em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Claro, há produção de veículos em outros estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Paraná, mas esses não contam com a presença de uma cadeia produtiva diversificada como aqui, e que contempla também a indústria metalúrgica, produtos de metal, material elétrico e eletrônico e máquinas e equipamentos. Como essa é uma crise de confiança e de demanda, as encomendas de máquinas e de produtos de bens de consumo duráveis são fortemente atingidas. Além disso, a retração em outros segmentos industriais que demandam aço, afeta diretamente o segmento de metalurgia, que também tem forte presença no Rio Grande do Sul. A queda na produção aqui chega a ser duas vezes maior que a média nacional, como reflexo do perfil do produto que é feito aqui. Por fim o segmento metal-mecânico gaúcho tem uma forte relação com a Argentina e as dificuldades políticas e econômicas no país vizinho foram determinantes para a piora do cenário nos últimos meses. Essa será, sem dúvida, a pior crise pelo qual irá passar o segmento no Estado, tanto em termos de magnitude quanto de duração. A sua reversão ainda não é visível no horizonte e são esperados novos ajustes, em especial nas variáveis relacionadas ao mercado de trabalho. Já foram mais de 10 mil postos de trabalho fechados no Rio Grande do Sul nos primeiros seis meses do ano somente no metal-mecânico. É bem verdade que uma taxa de câmbio mais desvalorizada pode resultar em retomada das encomendas, mas não se esqueça de que esse processo de substituição de importações é inflacionário e não irá ocorrer de forma generalizada, uma vez que muitos elos dessa cadeia produtiva foram destruídos nos anos de câmbio valorizado. Por hora resta esperar pelo processo de ajuste macroeconômico, mas que os gestores de política aprendam com os erros do passado, pois o custo desse ciclo de recessão será elevado. 

Vendas de free shops uruguaios vizinhos do RS despencaram 40% no primeiro semestre

No primeiro semestre, despencaram 40% as vendas dos free shops uruguaios localizados nas cidades que fazem divisa com o RS.

É tudo consequência da desvalorização do real frente ao dólar e da incerteza dos consumidores brasileiros em relação ao futuro. 

Muitas lojas que vendiam alimentos e confecções fecharam, desempregando mil traBALHADORES.

Os free shops pesquisados são os de Artigas, Rivera, Cerro Largo e Rocha. 

Fecomércio avisa que ICMS mais caro provocará perda de 5 mil empregos no RS

Este será o impacto sobre a economia gaúcha, caso o governo Sartori emplaque o aumento do ICMS, conforme projeto enviado à Assembléia para ser decidido em regime de urgência, conforme a Fecomércio:

- Perda entre 0,5% a 1%¨nas vendas do comércio.
- Inflação estadual de mais 1,3%.
- Extinção de 5 mil a 8 mil empregos

Dilma esquece Salgado Filho, nova ponte do Guaíba e metrô de Porto Alegre

O governo federal não quer mais falar sobre expansão do Salgado Filho, da nova ponte do Guaíba e muito menos da implantação do metrô de Porto Alegre.

Governo gaúcho retoma parceria sobre portos e hidrovias com governo da Holanda

Na manhã desta segunda-feira, 9h, o secretário dos transportes, Pedro Westphalen, tentará retomar os acordos iniciados no governo Yeda com o Ministério dos Transpotes da Holanda. Na época, consultores ligados a entidades como a Associação dos Portos de Amsterdã (Amport) e o NEA (instituto holandês de pesquisas internacionais na área de transportes) chegaram a efetuar um master plan (plano diretor) com conclusões e recomendações a serem implementadas no sistema hidroportuário gaúcho. Em 2010, entusiasmados com o tema, o governo do Estado assinou protocolo de intenções com as empresas Doux, Navegação Guarita, Terminal de Contêineres (Tecon Rio Grande) e a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) para reativar o transporte de contêineres pela hidrovia. No entanto, a ação não foi bem-sucedida.

O secretário dos Transportes, Pedro Westphalen, adianta que o encontro desta segunda-feira servirá para atualizar as informações sobre o planejamento dos holandeses e estreitar a relação entre as partes. 

A cooperação não foi adiante porque o governo do PT não quis levar adiante o programa. 

Uma sugestão do master plan é transformar o porto do Rio Grande em um concentrador de cargas e o Estado em centro logístico do Mercosul. O exemplo vem dos complexos portuários de Amsterdã e Roterdã, que desenvolvem forte política de atração de transporte de mercadorias pela hidrovia. Para os holandeses, os cais de Porto Alegre, Cachoeira do Sul, Estrela e Pelotas podem se tornar uma rede coletora para alimentar o terminal marítimo gaúcho.


Westphalen ressalta ainda que, além do atual potencial, o modal pode tornar-se mais interessante com a concretização da Hidrovia Brasil-Uruguai, que prevê a ligação das lagoas Mirim e dos Patos. Para isso, o secretário lembra que será necessário realizar a dragagem do canal Sangradouro (na região de Pelotas), obra que deverá ser feita pelo governo federal.

Artigo, Pedro Lagomarcino - Os "aspirantes a pipoqueiros"

Qualquer “administrador de carrocinha de pipocas” sabe que ao “fechar as torneiras” a conta de água vai diminuir no final do próximo mês. Aliás, nem precisa ser muito iluminado para tomar uma medida destas e que isso não é, nem de longe, uma “estratégia”, bastando ir lá e fazer.
Evidentemente, que não estou a me referir aos pipoqueiros que nos encantam com suas deliciosas pipocas Brasil à fora, pois se estivesse a falar do talento e da capacidade destes, certamente, não tenho dúvidas que o Brasil apresentaria níveis infinitamente mais satisfatórios dos que vem apresentado, inclusive, nos quesitos aroma e paladar. Estou a me referir sim, aos últimos governadores do Estado do RS e, inclusive, a atual Presidenta da República.
No caso do RS temos a seguinte constatação: Sartori culpou o governo Tarso, que culpou o governo Yeda, que culpou o governo Rigotto, que culpou o governo Olívio, que culpou o governo Brito, que culpou o governo Colares, que culpou o governo Simon, que culpou o governo Jair Soares.
No caso do governo federal, há um paradoxo, ou seja não há equação, porque Dilma é antecessora dela mesma, ou seja, Dilma só pode, com o perdão do hiper-pleonasmo, “se-culpar-se-a-si-própria” (risos) ou então delatar Lula, seu próprio mentor.
Se cada um culpou o governo de seu antecessor, pelo estado deplorável que recebeu as finanças do Estado ou do país que passou a administrar e, nenhum, no mínimo, interpelou o outro judicialmente, ou ajuizou qualquer ação contra o partido ou a coligação que estava no governo, parece ser apropriado perguntar:
- Todos prevaricaram?
Penso que esta pergunta é oportuna, em razão do que está escrito no art. 319, do Código Penal, assim transcrito (grifamos):
“Art. 319 - Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.”
Não se pode crer que ao longo de 4 (quatro) anos de exercício dos respectivos mandatos, os mandatários não tenham sido capazes de determinar 1 (um) ato de ofício sequer, no sentido de que os causadores dos prejuízos, viessem, efetivamente, ressarcir o Erário, nem tampouco que uma ação de ressarcimento fosse ajuizada, especificamente, neste sentido.
No RS e no Brasil é estarrecedor que as finanças tenham sido entregues a esta nova classe que o IBGE há de constatar já no próximo censo: a dos “aspirantes a pipoqueiros”, os quais marcam suas administrações com um traço inconfundível: gostar de “pipocar”. Sim, gostam de “pipocar”, porque ou causaram atos lesivos ao Erário, ou aos Princípios Constitucionais da Administração Pública, ou não tomaram nenhum ato de ofício efetivo sequer, no sentido de que o Erário venha ser ressarcido, pelas péssimas administrações anteriores.
Diferentemente, os pipoqueiros que nos servem as deliciosas pipocas guardam em um caderninho, na ponta do lápis, a lista de todos clientes que passaram pela carrocinha e levaram a pipoca, mas se comprometeram a acertar outra hora. Este é o porquê os pipoqueiros nunca saíram de moda e o porquê os “aspirantes a pipoqueiros” não terem mais vez. Aqueles assumem o posto e sabem exercer seu ofício com maestria, nem que para isso tenham de se indispor, cobrando de seus clientes, pois se tivessem de fornecer pipoca de graça, a carrocinha já iniciaria fadada ao fracassar. Ao passo que os últimos, se fossem administrar uma carrocinha, creio que não teriam sucesso, porque ou não sabem cobrar os créditos que têm, ou porque não querem se indispor, ou porque deixaram se encantar, com aroma e o paladar da boa pipoca, ao longo de 4 (quatro) anos de exercício, levando-me a crer que preferiram mais comer, quando se sabe que podiam comer, mas deviam também administrar.
Ah! Não podemos nos esquecer. Os “aspirantes a pipoqueiros” dispõem até de um verdadeiro detefon (aquele no não mata, mas tonteia), para tentar confundir a plateia de contribuintes: ora é o cenário atual, ora é a crise política ou econômica, ora é a conjuntura ou a falta de ambiente político, ora não dispõem de compreensão na Assembleia ou na Câmara dos Deputados, ora a falta de vontade política, ora o clima, o tempo, o mês, o dia, o horário, a numerologia, enfim, etc, etc e etc.
Na verdade esta nova classe política acha que sabe, mas seja pela falta de noções efetivas de gestão pública (tecnicamente falando), seja pela falta de ética, seja pela falta de estreita observância aos Princípios Constitucionais da Administração Pública (da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência) desvela-se, em pouco tempo, como patética. Por trás das muitas gaiatices que promove, não está mais a legitimidade dos votos que a elegeu, mas a ilegitimidade dos votos que traiu, no que prefiro chamar de violação axiológica do teor do voto.
Após tomar posse, “do dia para a noite” o discurso muda e as tantas “convicções” que os candidatos diziam ter e que passaram ao eleitorado em forma de “propostas”, deixam de existir, coincidentemente, quando se tornaram mandatários, de modo que as bases da legitimidade, com a mesma rapidez, se transformaram em ilegitimidade, por conveniência ou conivência.
Dilma fez isso logo que iniciou o mandato em 2015, ao aumentar a conta de luz de milhões de brasileiros, visivelmente, porque na roubalheira que ocorria na Petrobrás, a qual ela não tomou nenhum ato de ofício, dado o êxito da Operação Lava-Jato, só existia uma saída para continuar com o projeto de poder da Organização Criminosa chamada PT: aumentar a tributação, para arrecadar mais. Sim, o PT é uma Organização Criminosa desde o momento em que engendrou o Foro de São Paulo e compartilha do mesmo pão, com as FARC, para fazer negócios dos mais escusos, a exemplo dos que já faz com Cuba, através do BNDES, certamente, para imprimir ares de oficialidade à ilicitude. Só no Brasil esta Organização Criminosa chamada PT funciona como partido político, sob o manto da legalidade.
A Deputada Estela Farias, do RS, foi muito clara ao manifestar, calmamente, que “se é para fazer luta política sem seriedade nós (referindo-se a ela e a seu partido, o PT) sabemos fazê-la”, conforme registrou o Jornalista Diego Casagrande em sua página no facebook:
https://www.facebook.com/diegojornalista/videos/960216800684602/
No caso do RS, Sartori, dias após tomar posse, marca seu primeiro ato, pelo Decreto nº. 52.230/15 (conhecido como Decreto do Calote) no qual determinou o não pagamento, por 180 dias, a empresas que têm a receber do Estado por serviços já prestados, bem como por proibir a nomeação de candidatos já aprovados em concursos públicos. Apenas para fins de registro, estima-se que o Estado do RS, através do Decreto do calote deixo de pagar mais de R$ 700 milhões. E agora, eis o atraso pagamento de salários de servidores públicos e proposta de aumentar o ICMS.
Ressalto, para destacar bem, o fundamento da ilegitimidade escancarada de ambos (Dilma e Sartori): a violação axiológica, ululante, do teor do voto.
Será que ambos teriam sido eleitos se houvessem anunciado de forma transparente ao eleitorado o aumento de tributos? Como se não bastasse o Brasil “ostentar” a posição de país com a maior carga tributária do mundo. E mais, será que ambos sairiam vitoriosos, se dissessem com transparência que não iriam pagar empresas e atrasar salários de servidores? Leia-se, dar calote.
Evidentemente que não.
Este é o Brasil, um país em que a mentira e os piores exemplos advêm, com oficialidade, de suas maiores autoridades: Presidentes e Governadores.
A estratégia dos “pipoqueiros” de “fechar as torneiras” é sempre a mesma, ou seja, são sempre os mesmos a sentir o não anunciado, mais imposto “racionamento”: professores estaduais, policiais militares, bombeiros, funcionários de carreira do Estado, dentre outros, que são, inacreditavelmente, tratados em descompasso ao real valor que possuem, como se fossem um câncer dentro da Administração Pública. Ora essa! Os cânceres da Administração Pública são na verdade estes “aspirantes a pipoqueiros” que deveriam se preocupar em efetivamente servir o Estado e não em se servir do Estado, porque a Administração Pública possui como fim precípuo, o bem comum.
A bem da verdade, sejamos francos, as “torneiras” não foram devidamente fechadas como anunciou o governador Sartori, na medida em que como autor do “racionamento” foi também quem ajudou a “virar a caixa d’água”, quando sancionou o aumento dos seus próprios vencimentos, bem como dos Deputados e de todo seu Secretariado.
Como pode ter o despeito de aumentar seus vencimentos, se recém iniciou o mandato e sendo que os vencimentos e os penduricalhos mais pomposos do Poder Executivo pertencem aos seus Secretários de Estado e, no Poder Legislativo, aos Deputados?
Para o “rei” e para quem é “amigo do rei” a Lei é uma, para quem não é “rei”, nem “amigo do rei” a Lei é outra.
Este é o Brasil, um eterno país subdesenvolvido que, em tempos de República e de vigência do Estado Democrático de Direito, vive práticas de lamentável coronelismo.
É patético o governador Sartori e mais ainda a declaração dada de que “o RS passou do fundo do poço”, quando as notícias revelaram, inclusive, que não bastasse ele ter ajudado a “virar a caixa d’água”, meses depois foi “pedir água” de uma bica que não lhe pertence, qual seja, a dos depósitos judiciais, dinheiro este que não é do Estado, e sim, custodiado pelo Estado, por ser das partes que litigam em Juízo.
Como é fácil no Brasil, chamar a atenção dos holofotes, para fazer caridade com o bolso alheio, ou seja, com o bolso do cidadão. E mais, é engraçado que o doador nunca gasta nada do seu próprio bolso, mas noticia a “doação” com ares de possuir “prestígio político”.
Quanto engodo, quanta mentira, quanta sujeira.
E hoje, segunda-feira, dia 31-08-2015, quem “virou a caixa d’água” e não tem moral para falar de “racionamento e de escassez hídrica”, determinou que milhares de servidores terão suas “torneiras fechadas”, das quais sairão apenas “uma gota” de R$ 600,00.
Se pagar salário em dia é obrigação e a retenção dolosa é crime, o que dizer do fato dos servidores estaduais do RS serem reduzidos, em contrariedade ao Direito, às condições análogas a de escravos, por ato unilateral de um “aspirante a pipoqueiro” que simplesmente decide que não irá lhes pagar?
Sartori e Dilma já deram todas as cartas que não sabem administrar sequer uma "carrocinha de pipoca". Aliás, não sejamos ingênuos, a ponto de pensarmos que por ele ter sido Prefeito de Caxias, chegaria ao ponto de saber governar um Estado. Caxias é uma cidade recheada de empresas e com uma economia totalmente diferenciada de todo o RS. Aliás, é uma das regiões com maior PIB do Estado. Prefeito em Caxias, resume-se pela expressão "arroz de festa", porque a cidade não depende de Prefeitos para prosperar.
Sartori não irá atrair investimentos para o Estado, e já deu todas as provas de não possuir projetos de curto, de médio e de longo prazo, porque se decide unilateralmente não pagar servidores públicos, o consumo diminui, o endividamento aumenta, empresas não recebem, o desemprego aumenta e a população empobrece. Além só um lunático acreditaria que, diante destes fatos, Sartori saberia usar indicadores, ou o que se entende por gestão pública.
Dois fatores estarrecedores ainda se destacam:
1º - Desvios de verbas públicas;
2º - Improbidade administrativa.
Tarso Genro, recentemente, foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Estado, com trânsito em julgado, por improbidade administrativa. Yeda Crusius, atualmente é ré em ação de improbidade administrativa, mas destaco, o processo ainda está em trâmite e não há condenação.
A propósito, não vamos nos deixar enganar pelo chamado "déficit zero" tão noticiado por Yeda, pois isso não passa de uma pífia maquiagem contábil, a qual tem em suas entrelinhas um empréstimo de U$S 1, 100 bilhão contraídos junto ao BIRD. Ou seja, mais de R$ 3,400 bilhões nas contas do Erário e, obviamente, que serão pagos pelo povo gaúcho, através de tributos.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2008/07/423571-bird-libera-emprestimo-de-us-11-bilhao-para-governo-de-yeda-crusius.shtml
Quando governadores passam a figurar no campo da improbidade administrativa, tanto como condenados como trânsito em julgado, como como réus, temos o reflexo dos piores tempos da política. Precipuamente, porque quem desabona suas condutas é o Ministério Público, órgão encarregado de defender os interesses da própria sociedade.
E este tempo, lamentavelmente, é o tempo atual.
Antigamente, Dilma e Sartori seriam exemplos clássicos de déspotas esclarecidos. Mas, dada a inquestionável falta de luz nas referidas gestões, atualmente, no máximo poderiam ser chamados de “déspotas escurecidos". Como deixam, e muito, a desejar, em termos de efetividade da gestão pública, integram a classe dos “aspirantes a pipoqueiros”.
Temo, sinceramente, que o passar do tempo permita-os deixar muitos aprendizes. Até lá, o que me pergunto é:
- Sobrará RS?
- Sobrará Brasil?
Temos como certo que o homem criou o Estado. Mas também foi o homem que supervalorizou-o e que divinizou-o. Concebeu-o como se fosse uma fonte inesgotável de recursos, para suprir necessidades infinitas de seus governados e de seus próprios governantes. Esqueceu-se, que para cumprir formidavelmente tarefa, este Estado depende de algo que não cabe meio termo: a capacidade, a lisura e a ética daqueles que o governam.


Pedro Lagomarcino, advogado, Porto Alegre.

Tarso omitiu-se na ação da OAB contra a dívida com a União

CLIQUE AQUI para ler as 26 páginas do texto integral da ação, assinada por Claudio Lamachia, Hamilton Dipp, José Figueras e Gilmar Stelo. -


O governo Sartori, PMDB, está cheio de dedos para revelar com todas as letras que o governo anterior de Tarso Genro, PT, não moveu uma só palha junto ao STF para repactuar a dívida com a União, que consome todos os meses a importância de R$ 280 milhões.

Trata-se de uma dívida impagável. 

O governo estadual devia R$ 9,7 bilhões, pagou R$ 22 bilhões e ainda deve R$ 49,3 bilhões. A OAb pede, entre outras coisas, mudança de indexador e fim dos juros capitalizados, inclusive sobre o passado, o que resultaria na quitação da dívida. 

O governo Tarso Genro foi chamado pelo STF a entrar como polo passivo ou ativo na ação movida em 2012 pela OAB do RS, mas resolveu se omitir. Falou mais alto seu alinhamento político com o governo federal do PT. A movimentação política temporã que fez no Congresso, foi apenas espuma. 

Sartori não fala isto claramente. 

O governador ainda poderá ganhar tempo, entrando como assistente ou ajuizado uma cautelar incidental na ação movida pela OAB, que está conclusa desde 2013 com a ministra Rosa Weber, mas preferiu fazer sua própria ação, provavelmente de olho no resultado político do seu movimento. Resolveu começar do zero, perdendo tempo. O relator escolhido para decidir, Marco Aurélio Mello, já falou fora dos autos, avisando:

- O RS tem que resolver isto nas mesa de negociações.

Calote do governo e greve geral do funcionalismo criam cenário de tensão e crise grave no RS

A greve de quatro dias que começa hoje no serviço público estadual gaúcho será maior do que a anterior, realizada há menos de um mês.

O cenário social e político é de tensão e crisde no Estado.

A economia será novamente afetada de maneira drástica.

Sem receberem seus salários em dia e sem perspectiva de melhora, o funcionalismo promete recrudescer com nova greve, esta por tempo indeterminado.

Líderes sindicais querem que a greve por tempo indeterminado inicie ao término da pasralisação desta semana.

Polícia entra em greve hoje e Brigada fará o mesmo amanhã. Greve do funcionalismo estadual durará quatro dias no RS.

A greve geral dos servidores públicos do Executivo do RS (Legislativo, Judiciário, MPE, TCE, estatais e fundações estaduais não entrarão em greve) paralisa desde a manhã as escolas, unidades de saúde, polícia civil e repartições públicas, mas poderá afetar bancos, lojas e transporte pública, dependendo do nível de segurança que for para as ruas.

A greve será de quatro dias.

Esta manhã, o governador vai explicar de que modo pagará os salários de agosto, mas hoje somente serão depositados R$ 600,00 em cada conta, inclusive na dele e secretários estaduais.

Os sindicatos dos funcionários estaduais também falarão est amanhã.

O problema mais grave para a população é a segurança pública, porque hoje para a Polícia Civil e amanhã parará a Brigada. 

De acordo com uma nota publicada pelo Urgeirm Sindicato, todas as ocorrências passíveis de registro pela delegacia on-line não serão mais registradas nas Delegacias de Polícia, tais como a perda de documento, acidente de trânsito sem vítima, furto simples, crimes contra honra, maus tratos contra animais e perturbação da tranquilidade, até a integralização do subsídio. Serão registradas apenas as ocorrências policiais graves, a critério do Delegado de Polícia, como, homicídios, roubos, estupros, crimes envolvendo crianças e adolescentes, violência doméstica e familiar; quanto aos autos de prisão em flagrante, deverão ser lavrados normalmente.


Ainda conforme a nota do sindicato da Polícia Civil, não serão realizadas ações e operações policiais até a data da integralização do subsídio referente ao mês de agosto. Não serão remetidos inquéritos policiais, termos circunstanciados e procedimentos para adolescentes infratores, exceto autos de prisão em flagrante, autos de apreensão em flagrante e inquéritos policiais envolvendo investigados presos, até a integralização do subsídio. Não haverá circulação de viaturas e as operações e investigações serão suspensas.

Segunda-feira será novamente de céu azul, sol claro e temperatura alta no RS

No Rio Grande do Sul o sol e o tempo bom predominará nesta segunda-feira. Em Porto Alegre, neste momento, 7h37min, o céu azul, o sol é claro e a temperatura é de 13 graus. No entanto, diferentemente do domingo, que teve amplos períodos de céu claro, a nebulosidade começará a aumentar com o avanço de uma frente fria a partir do Sul. No fim da tarde e à noite pode ter chuva localizada na Metade Sul e bem mais isolada no Centro do Estado.

O dia será quente no RS. A mínima em Porto Alegre é de 13ºC e a máxima  será de 32ºC. 


Na próxima madrugada e durante a terça-feira a frente fria se intensifica e avança para Norte, trazendo chuva para cidades do Centro e do Norte do Estado. Temporais isolados podem acompanhar a chegada do frio.
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