Lendo sobre as demissões em massa na Emater em Erechim e o tipo de tratamento recebido pelos funcionários: ameaças de transferência para locais distantes, pressão moral, pressão por aposentadoria, vigilância, controle autoritário de computadores, me senti na Emater de Erechim também. Aqui na Fepagro, órgão do governo estadual, hoje controlado pelo PT, estamos sendo submetidos aos mesmos "destratamentos", com a "sutileza" que somos execrados em público, estejamos presentes ou não.
. Nossos colegas são ameaçados de serem enviados para o outro lado do Estado "para desestabilizar a família"; colegas são avisados em público que sua pesquisa não terá mais lugar na instituição (sem que eles estejam presentes); dizem nos procurar e não nos encontrar no local de trabalho; humilham servidores, independente do status, em reuniões e em plenária no auditório; nos fazem assinar o ponto na antessala do gabinete da presidência; nossos computadores são rastreados para saber sites visitados (quais podem? quem decide? porque não nos avisam?). A primeira versão do Programa de Gestão Estratégia, veiculada dentro da instituição, nominava servidores como exemplo do bom e do mal.
- Quando vi a mensagem postada no blog pensei, finalmente alguém mais está se indignando.
* Emilio Zolafranco