Venina diz na CPI da Petrobrás que o petista Gabrielli também é corrupto

A ex-gerente executiva da área de Abastecimento da Petrobras Venina Velosa da Fonseca repetiu, em depoimento à CPI da Petrobras, denúncias de que a direção da estatal sabia de irregularidades em contratos e acusou o ex-presidente da empresa José Sérgio Gabrielli de conivente.

Venina foi acusada, por uma investigação interna, de responsabilidade em quatro irregularidades. 

Ela negou que o ex-presidente Lula tivesse conhecimento da corrupção na Petrobras

10 comentários:

Anônimo disse...

Nao quer virar um Celso Daniel.

Anônimo disse...

Nao quer virar um Celso Daniel.

Anônimo disse...

Fernando Brito: 22/09/2015

Procurador da Lava Jato acha que Moro é o único juiz honesto do Brasil?

Inacreditável, porém reveladora, a entrevista do procurador Carlos Fernando Lima – apontado como “cabeça” da turma de procuradores da Operação Lava Jato – dizendo que a investigação está ameaçada pelo fato de o ministro Teori Zavascki ter redistribuído a investigação sobre a senadoraGleisi Hoffman por não ver nela conexão com os desvios na Petrobras.

“O temor de Lima é que, a partir daí, a investigação sobre essa etapa (e inclusive outras, que não tratem da Petrobras) seja remetida para outra vara federal, até mesmo fora do Paraná, e deixe de ser conduzida pela força-tarefa e pelos policiais federais da operação.“, diz a Folha.

Quer dizer, então, que outro juiz, outros promotores e outros policiais conduzirem a apuração é algo “temível”. Por que? Lima responde: “O que queremos mostrar é que não estamos investigando a Petrobras. Nós nem começamos a investigação por ela”, afirma Lima. “Estamos desvelando a compra de apoio político-partidário pelo governo federal, por meio de propina institucionalizada nos órgãos públicos. Se não reconhecerem isso, vai ser um problema.”

Opa! Quer dizer que está se fazendo não uma investigação sobre desvios em empresas, mas sobre “a compra de apoio político-partidário pelo governo federal”. Quer dizer que não se parte de fatos – como sempre afirma Rodrigo Janot – mas se perseguem (ou se criam) fatos para sustentar a tese de “compra de apoio político partidário pelo governo federal”? É uma investigação com Norte político previamente definido ou, como deveria ser, uma investigação sobre beneficiários de desvios na Petrobras que beneficiam, como já está evidenciado, além do PT, o PMDB, o PP, o PSB e até o PSDB, com os milhões dados a Sérgio Guerra que, ao lado de Álvaro Dias, esvaziou uma CPI no Congresso? Não, pois o objetivo é apurar a compra de apoio político partidário pelo governo federal”. O resto não vem ao caso.

E que história é essa de ser Sérgio Moro o único juiz em todo o território nacional com independência e honestidade para julgar? Todos sabem que, nos processos, as provas e depoimentos se comunicam de processo a processo, basta requerê-lo. O depoimento de Youssef a Moro vale para o juiz A, B ou C e se este considerá-lo insuficiente pode, perfeitamente, chama-lo a depor outra vez. Supõe-se que o doleiro, nos próximos meses, não esteja tão ocupado que não possa prestar novas declarações, não é? Será que se Alberto Youssef ter dado 50 reais a um guardinha de trânsito também cairá na jurisdição do Dr. Moro por “conexão”, já que aqueles “cinquentinha” podem ter sido uma das notas que veio nas falcatruas feita com Paulo Roberto Costa? Afinal, o doleiro está sob os cordéis de Sérgio Moro desde o caso Banestado, como seu “delator de estimação”. Distribuir como “juiz prevento” para Moro – e para a turminha “manda-brasa” do MP de Curitiba – toda e qualquer suspeita de corrupção em estatais por empresas, mega-empreiteiras que sejam, é uma evidente violação do princípio do juiz natural, um dos pilares do Estado de Direito. Não se trata de entregar a um juiz “amigo” – até porque a distribuição é aleatória, por sorteio – mas de assegurar, pela impessoalidade, o equilíbrio do julgamento. E da apuração, pois a atribuição de procuradores acompanha a atribuição de varas judiciais, automaticamente. Do contrário, é deformar todo o processo judicial, transformando-o num brinquedo torturante na mão de um grupo de homens que pode conduzir, ao seu talante, toda e qualquer investigação e julgamento de acordo com seus desejos. (...)

As declarações de Carlos Fernando Lima colocam sob suspeita não apenas os ministros do STF, mas todas as centenas de juízes federais e os milhares de membros do MP e da Polícia Federal nas mãos de quem poderiam ser colocados investigação e julgamento dos casos. Todos são suspeitos no Brasil, menos Moro, os promotores da Lava Jato, os delegados ferrabrazes do Paraná.

Anônimo disse...

Quem é honesto, inteligente, culto, civilizado e quer um Brasil realmente melhor, certamente não é petista e nem um de seus sequazes.

Anônimo disse...

Nada adianta se nao pegarmos tambem o Lula , E' ele que sera ou nao o proximo presidente .

Anônimo disse...

Errado, RÁBULA-PETRALHA 21:57, NINGUÉM DO TEU PARTIDO-QUADRILHA É SUSPEITO. ELES SÃO É LADRÕES MESMO!!!

Mordaz disse...

Ela não pode negar nada sobre Lula pois nunca fez parte do convívio com ele. Ela pode apenas negar que ELA soubesse de que ele sabia.

Anônimo disse...

PTRALHA das 21:57! FAVOR devolver o dinheiro desviado da PETROBRAS.

FOI o LULA que te mandou escrever texto para minar o JUIZ Moro, já que LULA é incapaz, semianalfabeto, mas ele tem algo que tu deve gostar quando sentas no colo dele.

Anônimo disse...

Só uma correção, Lula não será o próximo presidente. Ele nunca deixou de ser. Mesmo não oficialmente, ele nunca deixou de governar o Brasil.

Anônimo disse...

O Jornal de todos Brasis

O dia em que Dalmo Dallari perdeu sua coluna na Folha:

23/09/2015

Gilberto Cruvinel

Do Viomundo

O dia em que o professor Dallari perdeu sua coluna na Folha

por Luiz Carlos Azenha

O professor Dalmo de Abreu Dallari foi o entrevistado de ontem no programaContraponto, do Sindicato dos Bancários. Respondeu a perguntas de Eduardo Guimarães, Paulo Salvador, Kiko Nogueira, de internautas e deste blogueiro.

Impeachment? Não vai acontecer. Será barrado no STF, venha do Congresso ou do TSE, na opinião do jurista. A tendência teria ficado explícita no julgamento do financiamento privado de campanhas: a maioria da corte adere firmemente à Constituição. Para ser cassada, Dilma teria de ter cometido crime de responsabilidade durante o atual mandato. Além disso, frisou Dallari, não há um conjunto organizado de forças capaz de mobilizar a sociedade brasileira como em 1964, antes do golpe cívico-militar.

O professor escreveu um famoso artigo, publicado pela Folha em 2002, em que atacava a indicação de Gilmar Mendes para o STF, argumentando que o atual ministro atropelava a lei de acordo com suas conveniências políticas, enquanto advogado-geral da União no governo de Fernando Henrique Cardoso. Dallari disse que seus embates com Mendes começaram muito antes, quando Gilmar se colocava ao lado de latifundiários enquanto Dallari advogava em defesa de indígenas.

Sobre Gilmar, onipresente nas manchetes de jornais e emissoras de rádio e TV nos dias de hoje, Dallari recomenda: vamos deixá-lo falar sozinho, ele está em minoria, sua atuação política é inconsequente!

Dallari também contou um episódio saboroso sobre a coluna semanal que escrevia para a Folha de S. Paulo. Ele escrevia sobre temas genéricos, mas sempre em defesa dos direitos sociais. De repente, a coluna foi suspensa. Depois, ficou sabendo que tinha sido por intervenção direta do alemão naturalizado brasileiro Wolfgang Sauer, que presidiu a Volkswagen e a Anfavea, entidade representativa das montadoras. Sauer teria mandado um recado à direção da Folha: se Dallari continuar, a gente retira toda a publicidade. Dallari “caiu”.

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