Delegado da PF diz que Janot fez a lista de políticos sem ouvir a Polícia Federal. Foram escolhas arbitrárias

A denúncia de que a PGR escolheu sozinha a lista de políticos do Lava Jato e incluiu os nomes sem base nos pedidos da PF, comprova as denúncias de que Janot fez tudo combinado com o governo.

O jornalista Lauro Jardim, Veja, informou esta noite que o presidente da Associação de Delegados da Polícia Federal, Marcos Leôncio, procurou parlamentares encrencados na Lava-Jato para dizer que os pedidos de abertura de inquéritos contra eles foram obra exclusiva da Procuradoria-Geral da República.


Disse ainda que, se dependesse dos delegados que atuam em Curitiba, muitos ali não seriam partes em inquéritos.

A ADPF, mais tarde, informou que Leôncio não falou nada disso, mas Lauro Jardim confirmou o que escreveu.


11 comentários:

Anônimo disse...

A PF tem a obrigação moral de fornecer a lista correta!

Ou não tem peito e coragem para isto???

Anônimo disse...

Neste governo petista, se chamarmos o menos criminoso de canalha, é lhe dar um elogio!

Anônimo disse...

Fez juntamente com o Ministro da Justiça, afinal, ambas andaram juntos na época da confecção lista.

Anônimo disse...

De qualquer maneira, não confio no Janot.


mj

Anônimo disse...

O que que é feito de forma CORRETA, HONESTA e INTEGRA neste Brasil, quem adivinhar ganha um pirulito !

Anônimo disse...

Ainda bem, porque senão o aecinho nariz nervoso estaria na lista.

Luiz Vargas disse...

As instituições foram ParTidarizadas e PeTralhizadas com método e estratégia. Adivinhem por que?

Anônimo disse...

PTRALHA as 23:15 utilizando computadores da PETROBRAS! Vá trabalhar vagabundo!

Biriva do Cerro do Tigre disse...


Esse Janota é um tremendo baba-ovo da Baranga, acertou com Cardozo (aquele que não deu conta da Manuela) a lista de políticos.


A PF deveria processar esse Janota por improbidade, pois somente o STF poderia divulgar a lista.

Anônimo disse...

Alguém avisa o Delegado que o titular da ação penal é o MP e não a PF.

Anônimo disse...

Quanta coisa se esconde por detrás do livre convencimento?