Ruralistas tentam impedir repasse federal ao bando do MST

A União Democrática Ruralista (UDR) vai entrar com uma medida de ordem jurídica na Procuradoria Geral da República (PGR) contra o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Objetivo: tentar impedir que a entidade continue recebendo repasses federais por meio de organizações não governamentais. Segundo levantamento feito com auxílio da Receita Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU), nove entidades receberam R$ 145 milhões do governo por meio de convênios com instituições ligadas diretamente ao MST entre 2004 e 2008

. O dinheiro é repassado em forma de convênios, normalmente para cursos de treinamento. O TCU identificou irregularidades em vários desses cursos e começou a fazer auditoria para rastrear o destino do dinheiro público. Já foi comprovado que há pessoas cadastradas que nunca apareceram nas aulas, apesar de constar pagamento.

. A polícia deverá pedir à Justiça nos próximos dias a prisão temporária de pelo menos sete integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) já identificados como invasores que deixaram um rastro de destruição na fazenda Santo Henrique, em Borebi, interior de São Paulo. A propriedade estava invadida por cerca de 300 famílias do MST desde o último dia 28 e foi desocupada anteontem por ordem judicial.

10 comentários:

Anônimo disse...

Ah cursos... Cursos, que, interrompem o curso! Arno Edgar Kaplan

Anônimo disse...

Se temos que pagar os moveis para os netos da governadora, porque não pagar as despesas do MST?

Anônimo disse...

A relação com jornais, rádios e TV's é de consumo e não dogma de fé. Portanto, é simples: troque de canal, leia outros jornais e escute outras rádios. "cutucar por baixo, o de cima cai".

Campanha:
POR UMA IMPRENSA LIVRE...DOS CAPACHOS.

Anônimo disse...

Esses assentamentos são verdadeiras orgias sexuais e bacanais, é só ver quantas mulheres estão grávidas. Depois que escurece é uma troca de barraca, que não tem tamanho e aí de quem reclamar. Quem quiser mulher de graça e for bom garanhão tem sexo a vontade. O MST até parece woodstock, sexo, musica sertaneja e cachaça, muita cachaça!!
Questionem que abandonou os assentamentos!!!

Anônimo disse...

"Ainda o Manual de Zoologia Marxista

Não posso deixar de transcrever trechos de um post de hoje do Reinaldo Azevedo, relacionado às minhas preocupações de descrever de maneira ordenada o balaio de gatos que se tornaram os revolucionários da atualidade. Lá vai:

[...] O socialismo real ruiu, como se sabe, mas não o desejo da reengenharia social, de criar o tal “outro mundo”.

A pregação socialista foi assumindo novos contornos, ganhando novos conteúdos, conquistando setores da sociedade que não se mobilizavam pelo discurso explicitamente político. As esquerdas contemporâneas são aquelas do Fórum Social Mundial: há de tudo lá: socialistas propriamente (ainda), ecologistas, orientalistas (de todos os orientalismos), minorias as mais diversas, alternativos, uma miríade, enfim, de pessoas que sonham com um “outro mundo possível”. O que as une? Se todas soubessem falar, diriam que são contrárias àquilo que conhecemos como democracia liberal. O velho modelo da militância exigia que particularidades fossem deixadas de lado em nome do principal: a luta de classes. Socialistas nunca viram com bons olhos organização de mulheres, de negros, de gays, de índios, de ecologistas… A luta de classes perdeu a sua centralidade para essa algaravia de particularismos que reivindicam o seu lugar - não raro, tentando impor a maiorias, por meio da guerra de valores, o seu ponto de vista. E chamam tal imposição de “democracia”.

Essa emergência de minorias militantes, que chamarei aqui, genericamente, de “antiliberais”, é uma realidade mundial - refiro-me, claro, às democracias capitalistas. Onde inexiste o regime que essa gente adora odiar, as ditaduras se encarregam da contestação à sua moda. Adiante. Se a Europa e os EUA, por exemplo, não correm o risco - não por enquanto ao menos - de ver solapado o regime democrático pela ação desses grupos de pressão, que se limitam à patrulha da linguagem e à reivindicação de direitos especiais, nos países atrasados (inclua-se aí o Brasil, ainda que Lulinha queira o contrário), essa patrulha pode se juntar aos escombros da velha luta antiimperialista, que passa, então, a contar com seus propagandistas.

São vários os governos na América Latina que, associados às tais minorias, buscam solapar o regime democrático recorrendo aos instrumentos fornecidos pela própria democracia. Esses grupos organizados passam a ser seus propagandistas. Em nome da reparação de direitos, destroem a democracia política.

[...]

A imprensa ocidental, a brasileira em especial, é o palco preferencial da atuação das vozes das “minorias” - desde que sejam minorias de contestação da ordem. Os socialistas d’antanho sabiam o que queriam: o socialismo. Ponto. As minorias de agora e seus porta-vozes -ainda que involuntários - não são socialistas; seu projeto, havendo um, não aspira à universalidade; o que elas pretendem é tornar o seu parcialismo uma força influente. O que há em comum entre os militantes de ontem e os de hoje: o ódio à democracia liberal, curiosamente, o único regime que permite a emergência dos… parcialismos! Eles surgem num regime de tolerância. E a tolerância seria a sua primeira vítima se chegassem, de fato, ao poder. [...]

Hoje em dia, eles se dizem só humanistas e estão lotados até nos departamentos de cultura de grandes bancos e grandes empresas. E, de lá, ditam palavras de ordem contra a democracia liberal. Não fazem mal nenhum ao capitalismo. Mas fazem mal à democracia e ao regime de liberdades.

Postado por Tibiriçá Ramaglio"

http://observatoriodepiratininga.blogspot.com/2009/10/ainda-o-manual-de-zoologia-marxista.html


KIRK


Ps:Recomendo este blog,pois é mais um oásis direitista na internet!!!

Anônimo disse...

As referidas despesas da governadora irão ser ressarcidas no devido tempo, caso contrario iremos saber.

O anonimo das 09:53 deve estar oferecendo sua casa aos MST.

Anônimo disse...

Jornais só tem uma utilidade:limpar a bunda!!!E a sorte da bunda é que esta não lê,hehe!!!


Campanha:troque as revistas,os jornais e demais impressos pela INTERNET,aqui você é livre,soberano...

Evite bancar o asno que é alimentado com capim oferecido via revistas,jornais e a mídia em geral!!!

LIBERTE-SE DO JUGO MENTAL e IDEOLÓGICO PREPARADO SOB MEDIDA PELOS DONOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO,QUE,SE NÃO SÃO COMUNISTAS,IRÃO SÊ-LO AINDA,POIS O DINHEIRO,COMO JÁ DISSE O GRANDE ALBORGHETTI,CAGA E ANDA,COMPRANDO AS CONSCIÊNCIAS E OS RABOS DA CAMADA PARVA E IGNARA DA SOCIEDADE,INFELIZMENTE!!!

XÔ COMUNISMO!!!

XÔ COMUNISTAS!!!

XÔ ESQUERDOPATAS!!!


VIVA A INTERNET!!!


KIRK

Anônimo disse...

XÔ isto!
XÔ aquilo!
Que viadagem...

Anônimo disse...

Resposta ao comunista anônimo,às 19:02:

http://www.youtube.com/watch?v=sVwSx-32uLE


http://www.youtube.com/watch?v=4DH9Qntlq2U



KIRK

Anônimo disse...

"VEJA 1 - Carta ao Leitor - MST: Até quando?


sábado, 10 de outubro de 2009 | 6:15
Fernando Cavalcanti

Imagem da destruição
Máquinas da Cutrale depredadas pelo MST. Para a empresa, o prejuízo
foi de 3 milhões de reais. Para o Brasil, ele está se tornando incalculável


Há dois tipos de brasileiros. No primeiro grupo, o da esmagadora maioria, estão os que vivem sob o império da lei e que têm de responder à Justiça caso cometam crimes. No segundo, o de uma minoria tão ruidosa quanto deletéria, estão os integrantes do bando armado conhecido como Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Eles invadem, depredam, roubam e matam, sem que o estado os detenha com sua mão forte e, o que é pior, sob os auspícios de funcionários estatais e padres de passeata que rezam pela mesma cartilha marxista. Sem nenhum tipo de freio, o MST cometeu, na semana passada, mais uma ação criminosa: depredou uma fazenda no interior de São Paulo, de propriedade da empresa Cutrale, gigante do agronegócio brasileiro que dá emprego direto a milhares de pessoas e propicia, por meio de exportações de suco de laranja, a entrada de milhões de dólares no país. Para a Cutrale, o prejuízo foi de 3 milhões de reais. Para o Brasil, ele está se tornando incalculável.

O MST, como já mostrou VEJA em diversas reportagens, é comandado por agitadores profissionais que, a pretexto de lutar pela reforma agrária, se valem de uma multidão de desvalidos como massa de manobra para atingir seus objetivos financeiros. Sua arma é o terror contra fazendeiros e, como relata VEJA nesta edição, também contra os próprios assentados que se recusam a cumprir as ordens dos chefões do movimento e a participar de saques e atos de vandalismo. A revista teve acesso, ainda, a uma pesquisa da Confederação Nacional da Agricultura que revela o fracasso do modelo de reforma agrária do MST. Até quando esse proselitismo enganoso e facínora continuará a causar danos e vítimas? Até que o estado, além de exercer de fato o seu papel de mantenedor da legalidade e da ordem, resolva cortar o oxigênio do MST, promovendo políticas assistenciais e educacionais entre os marginalizados que cedem ao canto de sereia dos líderes do bando. Tal é a resposta esperada pelos brasileiros que vivem sob o império da lei."

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/veja-1-carta-ao-leitor-mst-ate-quando/



KIRK

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