Artigo, Geraldo Samor - O ‘paper’ sobre economia que está chocando quem o lê...

É bem pior do que você imagina... O poder de destruição do PT é bem maior do que vc pensava. O Brasil esta liquidado como Lula e quadrilha queriam. 

Calma, em 2018 tem mais.
  
Um artigo de nove páginas escrito por três economistas com trânsito junto à academia, empresários e políticos está causando choque e depressão em quem o lê.

 Em “O ajuste inevitável,” Mansueto Almeida Jr., Marcos Lisboa e Samuel Pessôa tentam quantificar, pela primeira vez, o aumento do gasto público já contratado para os próximos 15 anos.

Até 2030 — ou seja, antes que um brasileiro nascendo este ano possa votar — o gasto anual do Estado brasileiro terá subido 300 bilhões de reais, uma aumento de 20 bilhões de reais por ano.

Para neutralizar este aumento de despesas, será preciso criar um imposto equivalente a uma nova CPMF a cada mandato presidencial de quatro anos (entre este ano e 2030). Para ficar claro: não se trata de renovar a CPMF a cada quatro anos, e sim de cobrar uma nova CPMF em cima da anterior, sucessivamente, a cada novo governo.

Este aumento de 300 bilhões é a soma apenas dos aumentos nos gastos com previdência, educação e saúde já contratados por conta da legislação vigente.

Mas antes disso, há o desafio atual: para estabilizar o tamanho da dívida pública como percentual do PIB, o Brasil tem que transformar o rombo de 32 bilhões de reais no ano passado em um superávit de 3% do PIB (quase 170 bilhões de reais). Isto significa que a sociedade terá que achar 200 bilhões de reais por ano para passar do ‘vermelho (arno) augustín’ para o ‘azul levy’. E, até 2030, achar aqueles outros 300 bilhões por ano.

Em outras palavras, se a cultura de ’taxar e gastar’ não for mudada, daqui a 15 anos o Estado brasileiro estará demandando da sociedade 500 bilhões de reais a mais — por ano — para honrar com suas obrigações.

O ‘paper’ de Almeida, Lisboa e Pessôa destrói a análise superficial que diz que o problema fiscal brasileiro é apenas uma questão de ajustar a rota depois de alguns anos de gastos exorbitantes.

Se o desafio conjuntural chega a ser paralisante, o problema estrutural das contas públicas é mortal.

Os economistas mostram que, desde 1991, a despesa pública cresce a uma taxa maior do que a renda do País, em parte porque o Estado está sempre distribuindo novos benefícios a grupos organizados.

Para bancar estes gastos, o Executivo e o Congresso se uniram e aumentaram a chamada carga tributária (o conjunto dos impostos pagos pelos eleitores) de 25% do PIB em 1991 para cerca de 35% do PIB no ano passado. É para isso que você trabalha um terço do ano: para financiar os gastos com programas sociais, inclusive a Previdência, e para manter a União, Estados e municípios funcionando.

E, como há os tais aumentos de gasto encomendados; a única forma de financiá-los será aumentar ainda mais os impostos.

Além da rigidez do gasto público — que só pode ser alterada com vontade política e emendas constitucionais — o problema fiscal brasileiro vai se agravar também por conta do fim do chamado bônus demográfico, o período em que o país tinha tantos jovens na força de trabalho que eles conseguiam pagar pela previdência dos mais velhos. Como a taxa de natalidade caiu, o Brasil envelheceu, e um ‘velho’ custa duas vezes o que o Estado paga para manter a população na escola. (A conta é feita comparando-se os gastos da previdência com os gastos em educação pública.)

Ao contrário do que pode parecer, esta não é uma conta que dê para pagar com uma grande privatização. Pausa para checar o dicionário.

[Privatização: s.f. Tentativa de levantar caixa ou melhorar o desempenho da economia, mas que produz, no imaginário político de países atrasados, ‘entreguistas’ de um lado, ‘verdadeiros patriotas’ do outro, e ‘iludidos’ no meio.]

 O Brasil tem hoje um problema de fluxo, além do estoque de dívida — da mesma forma que alguém que gaste mensalmente 1,5 vez o seu salário pode até vender a casa e abater a dívida, mas continuará para sempre fadado ao cheque especial.

De onde vem tanta gastança?

“O Brasil tem uma tradição de concessão desenfreada de benefícios, de forma descentralizada, e sem analisar o conjunto da obra e o impacto que isto tem na sociedade,” diz Lisboa, já conhecido no debate público por alertar sobre o problema da ‘meia entrada’, os benefícios que grupos de interesse conseguem do Estado e que são bancados por toda a sociedade. “Se isto não for resolvido de alguma forma, o Brasil pode enfrentar um problema como o da Grécia na próxima década.”

Em tese, haveria uma saída para o Brasil conseguir financiar o aumento do gasto público já contratado até 2030 sem mexer no ‘pacote de bondades’ que o Estado oferece e sem aumentar impostos. Mas neste cenário, a economia teria que crescer 5% ao ano daqui até lá para turbinar a arrecadação e, mesmo assim, algumas despesas vinculadas ao PIB teriam que ser alteradas. Obviamente, as chances disto acontecer são remotas, dada a ausência de reformas na estrutura do Estado.

Essas reformas teriam que atacar benefícios concedidos por Brasilia que não custam dinheiro diretamente — ou seja, não tem impacto fiscal —, mas que reduzem a concorrência e sufocam a produtividade da economia, desde regras de conteúdo nacional a barreiras não-tarifárias que criam reservas de mercado, incluindo os inúmeros benefícios tributários dados a setores ‘estratégicos’.

Como é que o Brasil ainda não havia se dado conta de que o buraco fiscal era tão mais embaixo?

“Um ponto essencial do nosso argumento é o entorpecimento que a arrecadação excepcional entre 2000 e 2010 produziu na sociedade e nos analistas,” diz Pessôa. “Nós ‘congelamos’ um setor público que somente se sustenta se a arrecadação crescer acima do PIB para sempre.”

E como no Brasil os gastos públicos são fixados como um percentual do PIB, nem uma inflação mais alta resolve o problema. Além do que, “a inflação só não é pior que uma guerra civil como forma de gestão do conflito distributivo,” diz Pessôa.

Talvez a maior contribuição do artigo — cuja íntegra está aqui — seja mostrar que serão necessárias coragem e visão de Estado para o País fazer o que tem que ser feito.

Para além de todo o barulho de curto prazo sobre o destino deste ou daquele político, as pessoas responsáveis — nos partidos, nas empresas e na sociedade — deveriam usar este diagnóstico como o ponto de partida de uma conversa séria e urgente.


Artigo, Gilberto Simões Pires - Cegos ideológicos: o Caso Juremir Machado

Dureza foi apontar os males do petismo quando, antes de assumir poder político real, ele era o megafone de todas as reivindicações, perante os portões das fábricas e dos palácios. Difícil era confrontá-lo quando, como grande inquisidor das condutas de seus adversários, orientava os mais candentes sermões em favor - lembram? - da moralidade e da austeridade"

FIÉIS À MATRIZ NEOCOMUNISTA
Pois, ainda que o Puggina esteja absolutamente certo, mesmo diante do evidente e indiscutível caos econômico-financeiro promovido pela Matriz Neocomunista que o país e, particularmente, o Estado do RS vivem, alguns comunicadores não arredam nem o pé e muito menos a cabeça: preferem se manter fiéis ao comando do pensamento ideológico-neocomunista.

NEO-COMPORTAMENTO
Um exemplo que evidencia o que diz o texto do Puggina é retratado pelo neo-comportamento do jornalista David Coimbra, (jornal Zero Hora), que depois de se mudar para Boston, EUA, passou a usar, de forma surpreendente, a lógica do raciocínio. A mudança foi significativa, a ponto de deixar muita gente surpresa com a importante guinada. 

COMPORTAMENTO RETRÓGRADO
Já um exemplo que evidencia, com toda clareza, que nem o caos é capaz de fazer com que alfore a lógica do raciocínio é o que, constantemente, diz e escreve, cheio de convição, o jornalista Juremir Machado (jornal Correio do Povo).

Vejam que mesmo diante dos sérios estudos feitos pelo mestre em Contas Públicas, Darcy Francisco dos Santos, que não deixam dúvidas sobre a necessidade de Reformas Estruturais no RS, e no Brasil, o jornalista Juremir entende que a cura das finanças do RS passa por novos empréstimos. Pode?

IDEOLÓGO DO ATRASO
O ideólogo do atraso, mostrando total dificuldade que tem para lidar com a aritmética,  em artigo que escreveu no dia 02/08 usa a velha e surrada expressão -neoliberal- para atacar Darcy dos Santos. E segue dizendo que o economista aposta em privatizações, alteração da previdência, enxugamento de serviços e despesas.

Como se vê, mesmo que alguns estejam mudando só depois que o caos se instalou, outros, por fidelidade ideológica do atraso, preferem ficar bem longe do exercício da lógica do raciocínio. Que tal?

FUNDAMENTOS IDEOLÓGICOS DO ATRASO
No seu longo e confuso texto Juremir diz, também:

"Quem quiser saber para onde vai o governo, preste atenção no que diz o seu ideólogo neoliberal, Darcy Francisco dos Santos. Para ele, ao que parece, o funcionalismo gaúcho ganha mais do que o Estado pode pagar e se aposenta cedo demais. Como Estado, no seu entender, pelo que se pode compreender, deve ser como empresa e não gastar mais do que arrecada, a conclusão é óbvia: diminuir serviços, cortar benefícios, vender patrimônio, aumentar a idade para aposentadoria, cortar pensões por morte para viúvas jovens, etc. Coisas que o governo tucano de Dilma Rousseff também começou a fazer com seu ajuste fiscal. E até mesmo aumentar impostos ainda que isso contrarie a ideologia e constranja os parceiros."



Sartori precisa dar um basta aos desembolsos para as cinco centenas de servidores cedidos para sindicatos e associações do funcionalismo.

Mergulhado na aflição de sequer contar com dinheiro para pagar a totalidade da sua Folha, o governo Sartori, apesar disto, prossegue mantendo a condenável prática de ceder centenas de funcionários públicos para ficar à disposição dos Poderes e até mesmo entidades sindicais e associativas dos servidores.

O artigo 27, inciso III da Constituição Estadual, mas não obriga o governo a efetuar os pagamentos, o que é feito atualmente.

Só para o Cpers, o combativo sindicato oposicionista dos professores, são cinco dezenas de cessões.

O editor sugere que as cessões prossigam, mas que os pagamentos sejam feitos pelos Poderes, sindicatos e associações.


Dilma pensa recriar a CPMF, dividindo valores com municípios e Estados

O governo Dilma quer voltar a cobrar a CPMF, destinando o dinheiro para a saúde. A CPMF seria apresentada com apoio de Estados e municípios, já que o valor seria repartido entre todos.


Venda da Folha de Pessoal do governo do RS pode render R$ 35 milhões para Sartori

O valor estimado na nota a seguir resultou de cálculos de duas fontes diferentes que o editor consultou no mercado financeiro, mas ela está muito subestimada, segundo apurou o editor, que procurou suas notas a respeito da venda da Folha do funcionalismo da prefeitura de Uruguaiana, nas quais constatou que o prefeito local faturou R$ 8 milhões. A Folha do governo estadual é 100 vezes maior. São 3 mil de Uruguaiana contra 300 mil no Estado. 

Caso o governo estadual aproveitar o embalo do governo Dilma, que quer leiloar a Folha de Pessoal com quem pagar melhor na banca, Sartori poderia faturar algo como R$ 35 milhões adicionais este ano. Atualmente, o Banrisul administra a conta, sem ter pago nada ao governo.

Como se percebe no caso acima, Uruguaiana, o governo estadual poderá faturar muito mais.

Uruguaiana vendeu sua Folha pelo período de 10 anos.



Assembléia rejeitará proposta de maiores salários para os servidores do Poder Judiciário

A Assembléia não aprovará o projeto do Poder Judiciário que eleva em 8,5% os salários dos seus servidores.


A Defensoria Pública do RS extrapola ao interferir nas operações do Banrisul

É inacreditável que a Defensoria Pública do RS, órgão do governo estadual, insurja-se de maneira tão desastrada contra a decisão de Sartori de parcelar salários, já que tenta desde ontem impedir que o Banrisul ignore a Lei do Mercado de Capitais e o próprio Banco Central, zerando juros de correntistas que não receberam salários integrais.

A Defensoria Pública não é um dos Poderes do Estado, mas um órgão do mesmo gênero do Procon ou da PGE.




Saiba quais são os grupos de servidores gaúchos mais afetados pelo atraso de salários

No total, 84,9% dos servidores do setor de segurança do RS sofreram com o corte anunciado na última sexta-feira pelo governador José Ivo Sartori. O número completo dos atingidos corresponde a 47,2% da folha de pagamento do Poder Executivo, porque os funcionários do Legislativo, Judiciário, Ministério Público e TCE receberam em dia. 

Sobre este assunto, a jornalista Juliana Bublitz publica na edição de hoje do jornal Zero Hora uma reportagem elucidativa, identificando os grupos mais atingidos pelo contingenciamento.

Leia tudo:

Entre os servidores mais afetados pelo parcelamento imposto pelo Palácio Piratini, estão funcionários públicos com salários acima da média, como auditores fiscais e procuradores — os mais bem pagos do Poder Executivo no Rio Grande do Sul. Confirmado na última sexta-feira, o fatiamento atingiu 100% dessas categorias.

Em reportagem publicada em 23 de julho, ZH revelou que 304 funcionários da administração direta receberam rendimentos totais superiores ao teto de R$ 30,4 mil em junho, incluindo adicionais como abono de permanência, férias, vantagens eventuais e parcelas indenizatórias. Desses, 287 eram vinculados à Procuradoria-Geral do Estado (PGE) ou à Secretaria da Fazenda — que agora integram a relação dos atingidos pela decisão do governador José Ivo Sartori.

Outra parcela bastante prejudicada, embora não na totalidade, envolve duas áreas vitais para a população: a segurança e a educação. Profissionais de ambos os setores estiveram à frente dos protestos registrados na segunda, e paralisaram parte das atividades.

No caso da segurança, só 15,1% dos servidores foram pagos integralmente. Dos 41 mil vínculos da Brigada Militar, por exemplo, 78% tiveram os contracheques parcelados. Isso significa que somente 9 mil receberam o pagamento completo na sexta-feira. Já delegados da Polícia Civil e oficiais da BM, que ganham mais, enfrentaram a mesma situação vivenciada por auditores e procuradores.


Servidores do Executivo do RS prometem parar de novo no dia 18

O funcionalismo estadual que não recebeu salários integrais no dia 31, os do Executivo, prometem prar novamente no dia 18.


Venda de veículos desaba quase 23% em julho

Os dados são da Fenabrave, cujos apontamentos indicam que os licenciamentos somaram 227.621 veículos, o pior desempenho para o mês desde 2007. 

No acumulado do ano, as vendas acumulam queda de 21%.


Produção industrial tem o pior resultado no semestre desde 2009

No acumulado dos primeiros seis meses, nível de atividade nas indústrias caiu 6,3%; dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE

Após ter um ligeiro aumento (0,6%) em maio, a atividade industrial do país voltou a cair em junho, desta vez a 0,3% ante o mês anterior, informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. Em comparação com junho do ano passado, a queda é mais acentuada, de 3,2%, sendo esta a 16ª consecutiva baixa nessa base de comparação.

Isto tudo é o que informa o site www.veja.com.br desta manhã.

Leia mais informações:

No primeiro semestre, a produção da indústria brasileira teve retração de 6,3%. Este é o pior resultado observado na série desde 2009, quando teve baixa de 7,1%. Na ocasião, as fábricas do país sentiam os efeitos da crise global de 2008. No acumulado dos últimos doze meses, o recuo foi de 5%.
Para chegar ao resultado, o IBGE verificou baixa nos 15 dos 24 ramos pesquisados. Entre eles, os que mais contribuíram para o recuo no índice geral foram máquinas e equipamentos (-7,2%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-12,7%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-2,8%).
Entre as categorias averiguadas, as indústrias de bens de consumo duráveis e de bens de capitais registraram as piores quedas, com 10,7% e 3,3%, respectivamente. O IBGE ainda destaca que junho deste ano teve um dia útil a mais (21 dias) do que o mesmo mês do ano passado.

As projeções para a indústria neste ano não são nada animadoras. Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central para produção do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, apontaram que a produção industrial deve cair 5% neste ano. Se a expectativa for concretizada, será o pior desempenho do setor desde 2009.


Paulo Pimenta, PT do RS, representa contra juiz que obstaculiza investigações no Carf (Operação Zelotes)

A Corregedora Nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi, determinou a notificação do juiz Ricardo Augusto Soares Leite, responsável pela 10ª Vara Federal do DF, onde tramita o processo referente à Operação Zelotes. A decisão foi motivada por uma representação feita pelo relator da subcomissão da Câmara dos Deputados que acompanha as investigações sobre o esquema de corrupção no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf), deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS).No pedido de providências, o deputado Pimenta solicita que seja instaurada sindicância para apurar a conduta do juiz, criticado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal de prejudicar a apuração dos fatos. Ricardo Leite indeferiu os pedidos de prisão temporária de 26 investigados e não concedeu a prorrogação do monitoramento das escutas telefônicas e de e-mail dos envolvidos. Além disso, o juiz determinou o sigilo das investigações, pois, segundo ele, “provocaria desnecessária exposição da intimidade dos investigados perante os meios de comunicação”

Pelo esquema, grandes empresas e escritórios de advocacia pagavam propina a membros do Carf, órgão que é a última instância administrativa para discussão tributária entre contribuintes e Fisco. O prejuízo aos cofres públicos pode chegar a R$ 20 bilhões.

Em maio, a Corregedoria do Tribunal Regional Federal da 1ª região já havia acatado representação do Ministério Público Federal contra o magistrado. Dados do Portal da Transparência revelam que, em 2014, a 10ª Vara Federal do DF – que está sob responsabilidade de Ricardo Leite – teve 499 processos julgados, enquanto, no mesmo período, a 12ª Vara teve 1537, número três vezes superior.
CGU faz auditoria no Carf


Defensoria Pública do RS também quer auxílio-moradia

A Defensoria Pública do RS também quer receber o chamado auxílio-moradia, vantagem que já beneficia as cúpulas do Poder Judiciário, do Tribunal de Contas e do Ministério Público Estadual.

São valores que equivalem ao dobro do que conseguiram receber os funcionários estaduais do Executivo no dia 31.

Sartori cancela ida a Brasília para pedir ajuda a Dilma

A reunião que o governador Ivo Sartori teria hoje em Brasília com a presidente Dilma foi cancelado. Não houve explicações do Piratini sobre as causas da suspensão do encontro. O governo apenas disse que tudo foi adiado.

Sartori iria pedir ajuda a Dilma.

Embora ninguém confirme, o aguçamento da crise política, decorrente da prisão do ex-ministro Zé Dirceu, fez Dilma rever toda a sua agenda.

Ontem o governador reuniu-se com os chefes dos Poderes Legislativo e Judiciário, mais os chefes do MPE, Defensoria Pública e Tribunal de Contas, tudo para analisar a crise fiscal do governo estadual. Ficou acertado que um grupo interpoderes, 2 membros de cada um, irá reunir-se a partir de hoje para buscar soluções.

Procuradoria pede prisão de jornalista Attuch, Brasil247, e Moro nega

O juiz federal Sérgio Moro  concordou que houve pagamentos de propinas à Editora 247, mas entendeu ser "necessário um aprofundamento maior das investigações".

O site Brasil247 tirou nota para informar que as acusações não procedem, porque fechou contratos com anunciantes, recolheu impostos e tem como comprovar a lisura dos seus atos.

Da mesma forma que o site do jornalista Leonardo Attuch, outros blogs, sites, revistas e mais publicações alinhadas com o governo e o PT estão sob as lupas da PF e do MPF, com ênfase para São Paulo, Rio, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre. Os jornalistas que editam todos eles poderão ser chamados para depor. 

Entenda por que Vaccari Neto e Fernando Baiano não denunciarão PT e PMDB

O editor lembra ao distinto público que a capitania da Petrobrás foi dividida da seguinte forma entre os Partidos que apóiam os governos do PT:

Diretores da Petrobrás encarregados de suprir o petroduto
PP, Paulo Roberto Costa
PMDB, Nestor Cerveró
PT, Renato Duque

Todos contaram com a cobertura dos demais diretores, inclusive os presidentes, que no entanto ainda não surgiram como investigados. Eles também receberam a colaboração de inúmeros gerentes.

Paulo Roberto Costa já fez delação premiada, Cerveró e Renato Duque preparam-se para fazer o mesmo, mas ainda não delataram ninguém.

Operadores dos Partidos
João Vaccari Neto, PT
Fernando Baiano, PMDB
Alberto Youssef, PP

Só Alberto Youssef fez delação premiada, ainda assim porque não era propriamente do PP, mas apenas um escroque interessado em fazer negócios e que descobriu no Partido a melhor alternativa de tomar dinheiro do governo do PT. As chances de que Vaccari Neto e Fernando Baiano falem são iguais a zero, porque ao contrário de Youssef, que foi quem começou todo o Lava Jato, ambos são ligados a organizações políticas e não podem viver fora delas.

Vaccari Neto, sobtretudo, não falará porque dirigente petista não fala.

Foram eles que intermediaram as negociações com os diretores da Petrobrás e as empreiteiras.

Visualizações batem recorde com crise fiscal gaúcha e prisão de Zé Dirceu

De acordo com a contagem do Google Analitycs desta manhã, este site registrou 48.951 visualizações, sua melhor marca em 30 dias.

Neste momento, 8h41min, o número já bate 10.951 visualizações.

O número recorde deve-se à cobertura - notícias, entrevistas, comentários e análises - dos eventos relacionados com a prisão do ex-ministro Zé Dirceu e da crise social decorrente do atraso de salários dos servidores estaduais gaúchos do Executivo.

Este site alcançou 20 milhões de visualizações ontem a noite

O número de visualizações deste site acaba de ultrapassar a casa dos 20 milhões, número acumulado ao longo dos 6 anos em que passou a ser hospedado na plataforma Google. A maca foi alcançada ontem a noite. 

Esta manhã, 8h36min, o número de visualizações foi de 20.031l311.


O editor passou a hospedar seu site, que vai completar 20 anos, depois de sucessivos e bem sucedidos ataques de hackers aos seus provedores gaúchos, que não os conseguiram conter.

Manhã abre nublada em Porto Alegre. Dia será de sol, chuva, nuvem e temperatura alta em todo o Estado.

A manhã é de muitas nuvens em todo o RS, com ênfase pasra Porto Alegre, onde neste momento (8h29min) a temperatura continua amena como aconteceu nos últimos dias. Dependendo da região gaúcha, haverá momentos de sol e chuva, especialmente em horas da tarde e noite, quando começa a se organizar uma frente quente, mas já chove de manhã em algumas cidades. Em Porto Alegre, os termômetros variarão entre 16 graus e 30 graus.

As mínimas oscilarão entre  os 9°C no Chuí e os 10°C em Santana do Livramento. As máximas, por sua vez, podem chegar a 24°C em Santa Rosa.

O Rio Grande do Sul por pouco não teve o sexto dia seguido com máxima de 30ºC ou mais. A máxima foi de 29,6ºC em Santa Rosa. Na mesma hora que Santa Rosa tinha quase 30ºC, no Extremo Sul o Chuí registrava 15ºC. O ar mais frio que alcançou o Sul gaúcho não consegue progredir para o Norte devido ao bloqueio atmosférico. 

Tendência do STF é condenar parcelamento de salários e decretar intervenção federal no RS

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciaram nesta segunda-feira a apreciação de agravo regimental interposto pelo governo do Estado do Rio Grande do Sul contra a decisão do Tribunal de Justiça do Estado, que proibiu o parcelamento dos salários dos servidores em ação movida pela Federação Sindical dos Servidores do Estado do RS. 

O presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, rejeitou o agravo e, ao ser questionado pelo ministro Teori Zavascki sobre as consequências, alertou que o governo pode até mesmo sofrer intervenção pelo descumprimento da sua decisão liminar. Os ministros Edson Fachin e Marco Aurélio Mello anteciparam o voto e acompanharam Levandowski. Já a ministra Rosa Weber pediu suspeição do processo por ser gaúcha.

Entretanto, o julgamento foi suspenso, pois Zavascki pediu vista do processo alegando precisar de mais tempo para analisar as consequências da rejeição. O ministro antecipou que deve votar contra o parcelamento, mas que precisa “meditar” sobre o tema.
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