Artigo, José Eduardo Faria, Estadão - A tradição como argumento de defesa

Para quem invoca essa ideia, não há fronteira entre o legal e o ilegal, o moral e o imoral

Conjugadas com o que tem sido confessado com ar de superioridade e de modo finório por empreiteiros e empresários em suas delações premiados, revelando como corromperam políticos e compraram medidas provisórias com o objetivo de definir os marcos jurídicos das áreas em que atuam, as tentativas de anistiar parte do mundo político e colocar o Congresso como contraponto à Procuradoria-Geral da República e à Justiça Federal dão a medida do grau de deterioração das instituições. Dentre os problemas daí decorrentes, dois merecem destaque.


O primeiro diz respeito ao impacto político e jurídico de uma eventual revisão da decisão do STF que autoriza a prisão de quem foi condenado em segunda instância, obrigando-o assim a recorrer aos tribunais superiores de dentro de uma cela.

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2 comentários:

Anônimo disse...

Não passa no STF tal revisão da prisão em 2a instância, isso porque, já tentaram fazer, e da segunda vez houve a mudança de só um voto. Sonho de inverno que alguns estão tendo.

Mordaz disse...

Entre os empresários que corrompem políticos e compram leis está a reforma da previdência de interesse bilionário para os banqueiros.