Governo federal caloteia e programa de novas creches entra em colapso no País. RS é atingido de frente. Obras pararam.

A foto ao lado é de obras da MVC, mas para outra finalidade. A cena é de casas para Igrejinha, RS. 

A MVC, empresa gaúcha controlada pela Artecola e Marcopolo, parou todas as obras das 350 escolas de ensino infantil, Emeis, que estava construindo ou que iria construir nos Estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Maranhão e Piauí.

No RS, escolas já com obras em andamento foram abandonadas.

Alguns canteiros de obras foram saqueados.

Em Gravataí, Grande Porto Alegre, seis Emeis foram abandonadas depois que a MVC tentou firmar termos adivitivos e a prefeitura negou-se a assiná-los, já que o programa e o dinheiro não são seus, mas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, que não está mais pagando a empreiteira.

O governo federal alega que está sem dinheiro apr as creches. 

A MVC é empresa brasileira líder no desenvolvimento de soluções em plástico. Ela conquistou cinco lotes dos pregões eletrônicos, realizados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) nos meses de fevereiro e março,  um total de 350 creches com o sistema construtivo Wall System em oito Estados brasileiros.

O programa atende o Regime Diferenciado de Construções Públicas (RDC), com base na Lei N° 12.462 de 05/08/2011, e permitiria a implantação de 350 creches distribuídas nos Estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Maranhão e Piauí. Também estão em fase de construção 40 escolas de 12 salas no Estado de Alagoas e 436 casas do Programa Minha Casa Minha Vida em Japeri no Rio de Janeiro, contratos que, juntos, ultrapassam R$ 620 milhões.

Os projetos das creches foram desenvolvidos em dois modelos, Tipo B e Tipo C, com área construída de 1.211 e 553,00 m², respectivamente. Após o início das obras, cada creche Tipo B teria 210 dias para conclusão e a do Tipo C, 150 dias, o que destaca a velocidade de construção e facilidade na moldagem do sistema construtivo da MVC. “No entanto, a conclusão das obras pode ocorrer muito antes do prazo previsto pelo FNDE se compararmos com o desempenho da construção das escolas em 12 municípios de Alagoas, entre 2011 e 2012. Entregamos as unidades em 60 dias, para as escolas de seis salas, e 30 dias, para as escolas de duas salas, contra os 90 e 60 dias estabelecidos inicialmente para cada obra”, explica Gilmar Lima, diretor-geral da MVC.


Contribuindo para o desenvolvimento educacional do país, as creches Tipo B terão capacidade para atender 120 crianças em período integral ou até 240 crianças distribuídas em turnos matutino e vespertino. Já as creches do Tipo C poderão atender 60 crianças em período integral ou até 120 crianças em dois turnos. As escolas em construção no Estado de Alagoas contam com 12 salas de aula, possuirão área construída de 3.098 m² e atenderão 432 alunos por turno, após a conclusão prevista para dezembro de 2013.

8 comentários:

Anônimo disse...

Devagar, devagarinho tudo vai parando; comércio já não vende; produtos da linha branca (maquinas etc) empilhados sem compradores; produção industrial caindo e sem venda de novos; não se pode usar "dinheiro" do banco com juros estratosféricos; Justiça mais lerda que uma lesma. Este é o Brasil atual.

Anônimo disse...

são as tais 6 mil creches prometidas pra, sei la, uns 6 anos atras...

Anônimo disse...

GOVERNO PETRALLHA ROUBOU BILHÕES, E MANDOU PARA PAÍSES COMUNISTAS.

NÃO SERÁ DE ESTRANHAR QUE PARTE DISSO VOLTE COMO "INVESTIMENTO" DOS GOVERNOS DESTES PAÍSES.

Anônimo disse...

Este é o programa social do PT....

Anônimo disse...

a qualidade destas obras é padrão 1,99,vergonha,em alguns anos estarão tudo em cacos.

Anônimo disse...

MANDAR DINHEIRO PARA O EXTERIOR,
QUANDO HÁ GRAVÍSSIMAS NECESSIDADES NO BRASIL,
FICA CADA VEZ MAIS CLARO :
É CRIME DE LESA A PÁTRIA !

0 QUE É QUE FALTA PARA O DEVIDO PROCESSO LEGAL,

E PARA O AFASTAMENTO COMPULSÓRIO,

DOS MANDATÁRIOS QUE ESTÃO LESANDO A SOCIEDADE NACIONAL ?

E AGORA QUEREM MAI IMPOSTOS ???

DESCALABRO, DESONESTIDADE, HIPOCRISIA, VERGONHA FEDERAL...

POBRE BRASIL...

MAS A PRESIDENTA NÃO DISCURSOU, NA BULGÁRIA, DIZENDO SER ELA " A PRIMEIRA presidente búlgara do país" ?.

ELA ESTÁ SE ESFORÇANDO PARA CHEGARMOS LÁ !

Lembram?

Anônimo disse...

Aquilo ali das fotos são casas? Mais parecem os galinheiros da Avipal. Gente bandida. Grandes empreiteiras e corja do desgoverno comuno PTralha.

Anônimo disse...

A foto publicada diz respeito à construção de casas do Programam Minha Casa Minha Vida. Esta obra está paralisada por desorganização administrativa da MVC. As creches foram paralizadas também por falta de repasse, mas a causa principal é a incompetência da MVC para gerir essas obras. A MVC adquiriu a DP Ayres e depois elaborou uma "estratégia" para devolver a empresa aos antigos donos.....na verdade a MVC é dona da Ayres.
Só uma forma de preservar a construção das creches e das casas, é as controladoras da MVC aportarem recursos.