Artigo, Astor Wartchow - Caindo de maduro

- O autor é advogado, RS.

 A degradação sóciopolítico-institucional é muito mais profunda do que aparenta ser. E não serão eleições diretas já - ou em 2018, como de fato serão - que consertarão os estragos.
  
O abismo e déficit das contas públicas, em que estamos mergulhados até o pescoço,  é gigantesco  e de graves efeitos e danos colaterais, entre os quais a recessão e o consequente desemprego.

Mas sempre há algo pior: os principais responsáveis pelo caos continuam "pregando a mesma missa", sem que lhes ocorra a hipótese de, ao mínimo, pedir desculpas ao povo pelos erros cometidos.

Dizem tais dirigentes (autodenominados de esquerda) que reconhecer os erros praticados reforçaria o discurso dos ditos partidos e candidatos de direita.

Resulta que nosso momento político-partidário-ideológico - e o próprio futuro imediato - é temerário. 

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5 comentários:

Anônimo disse...

ARTIGO CHEIO DE TROCADALHO DO CARRILHO, MAS QUE OPS, NÃO DIZ NADA!

ORA, ORA, PSB E PDT SÃO TÍPICOS DE ESQUERDA!
E PIOR! PSDB JAMAIS É OU SERÁ DE DIREITA! SÃO ESQUERDA FABIANA, CONSTITUÍDOS DE REFUGIADOS E ABRIGADOS COMUNISTAS PERSEGUIDOS PELO REGIME MILITAR DE 64!

DÓRIA É DESSA VERTENTE! SEU PAI FOI COMUNA EM 64!

AGORA BOLSONARO É A PONTE PARA O INGRESSO DAS FFAAS! O QUE SERIA A SALVAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES, POR MAIS PARADOXAL! POIS UMA REFORMA E MODERNIZAÇÃO DAS MESMAS SE FAZ NECESSÁRIO, NA MARRA. CASO CONTRÁRIO NADA SERÁ FEITO.

POR ÚLTIMO, VENEZUELA AQUI, JAMAIS!

Unknown disse...

TEMERário!!!

Mordaz disse...

Mas para aí. Temer e o PMDB por acaso pediram desculpas pelo erro de darem sustentação a esta alegada desastrosa administração petista?

Anônimo disse...

O mais urgente é examinar - com lupa - essa reforma eleitoral que os políticos querem aprovar à toque de caixa, cujo objetivo é a reeleição de todos, sem que o povo se dê conta. Isso, sem contar com a inserção do fundo eleitoral, etc. e tal. Por favor, deem publicidade a esses detalhes, porque não os temos.

Anônimo disse...

JBS VAI CONTAR COMO AJUDOU CUNHA A COMPRAR DEPUTADOS:

Peça fundamental de engrenagem da propina da JBS, o executivo Ricardo Saud, fará um complemento de sua delação premiada em que irá relatar nomes de deputados atribuídos a valores que teriam recebido em dinheiro vivo para apoiar a eleição do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara, em fevereiro de 2015; pessoas envolvidas nas tratativas afirmaram que o lobista vai apresentar os nomes dos deputados, os valores pagos a cada um, além de informações sobre o modo que as entregas foram feitas; com os pagamentos, Cunha comprou sua bancada, virou presidente da Câmara e aceitou o impeachment sem crime de responsabilidade, quebrando e desmoralizando o País.

9 DE AGOSTO DE 2017

247 - O executivo Ricardo Saud, delator da J&F, fará um complemento de sua delação premiada em que irá relatar nomes de deputados atribuídos a valores que teriam recebido em dinheiro vivo para apoiar a eleição do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara, em fevereiro de 2015.

Na ocasião, Cunha foi eleito com 267 votos. Ele ficou à frente do candidato apoiado pela então presidente Dilma Rousseff, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que teve 136 votos.

Segundo pessoas ligadas à empresa, o próprio Saud, que na época atuava como interlocutor e lobista da J&F no Congresso, teria sido o responsável por fazer os repasses. Os pagamentos representam R$ 12 milhões dos cerca de R$ 30 milhões desembolsados pelo grupo para dar suporte a Cunha, conforme relatou Joesley Batista, sócio da empresa e também delator.

Pessoas envolvidas nas tratativas afirmaram que o lobista vai apresentar os nomes dos deputados, os valores pagos a cada um, além de informações sobre o modo que as entregas foram feitas.

Em depoimento, Joesley se limitou a dizer que o grupo atendeu ao pedido de Cunha, que em 2014 solicitou R$ 30 milhões para se eleger presidente da Câmara. "Dos levantamentos nossos, pelo que eu entendi, ele saiu comprando um monte de deputado Brasil afora", disse.

O empresário afirmou que o valor foi pago da seguinte maneira: R$ 5,6 milhões por meio de doação oficial ao PMDB e correligionários indicados por Cunha, R$ 10,9 milhões por meio de pagamentos de notas frias em setembro e outubro de 2014 e R$ 12 milhões em dinheiro.