Artigo, Fernão Lara Mesquita, Estadão - A ressurreição da política

Ilustração do blog Vespeiro.

Lula matou a política; Eduardo Cunha tratava de enterrá-la. Um era a exata contrapartida do outro e a remoção do último, na sequência da quase remoção do primeiro, completa a reversão do desvio mortal em que o Brasil entrou. Está reaberto o caminho para a volta da política sem a qual não se vai a lugar nenhum.


Essas mudanças são como as manobras dos grandes navios. O acionamento dos comandos não vence imediatamente a inércia. Está aí, ainda, o cirquinho “silogístico” de escárnio à inteligência nacional do PT sob a batuta de Jose Eduardo Cardoso, Gleisi Hoffmann e cia., par perfeito do “regimentismo” bandalho de Eduardo Cunha; está aí, ainda, aquele STF que solta e arrebenta legalizando para si mesmo, em plena Lava-Jato, o duto das “palestras” para partes nos litígios que julga, como as de Lula à Odebrecht, e garantia de segredo para o valor do mimo recebido.

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Um comentário:

Anônimo disse...

Odebrecht troca pedido de liberdade por delação:

Empresário Marcelo Odebrecht teria sido convencido por procuradores da operação Lava Jato a desistir do último pedido de liberdade impetrado por seu advogado em troca das negociações do acordo de delação premiada; ele está preso há mais de um ano em Curitiba; a desistência ocorreu na última quarta-feira (13), sem que o Ministério Público tivesse avaliado o pedido feito pela defesa de Marcelo, "por motivo que se encontra em sigilo judicial"; o acordo é considerado o mais explosivo da Operação Lava Jato, pelo número de políticos de todos os partidos que serão citados, incluindo o chanceler José Serra, do PSDB.... JOSÉ SERRA??????? Socorrrrooooooooooooo.........