A evolução dos dados econômicos deixa claro que a
recessão começa a atingir patamares de depressão. A expectativa de queda do PIB
neste ano ultrapassa 3%, e alguns analistas preveem que chegue a 4%. Para 2016,
as previsões de retração já se aproximam de 3%. Projeções para 2017 e 2018
continuam sendo revisadas para baixo e, apesar de ainda positivas, atingem taxas
muito baixas e aquém do nosso potencial.
Diante desse cenário de dificuldades crescentes, é
preciso conscientizar e mobilizar a sociedade não só para enfrentar os
problemas fiscais de curto prazo, como também para adotar as medidas
necessárias à retomada do crescimento –ou seja, as reformas fundamentais que
conduzem ao aumento da produtividade e do crescimento. São reformas já
comentadas nesta coluna e que precisam entrar cada vez mais no debate público e
político.
Não resta dúvida de que a agenda de reformas começa pela
questão fiscal.
CLIQUE AQUI para ler tudo. O editor recomenda a leitura atenta.
4 comentários:
Nao adianta pois os políticos só sabem aumentar IMPOSTOS e DESPESAS precisamos é diminuir o tamanho do ESTADO.
O Brasil é muito caro para produzir.
Andipfessivo?
mobilizar a sociedade leia-se preparem seus bolsos para aceitar como carneiro o pagamento de mais impostos, para cortar gastos que é o que se faz necessário so precisa a caneta e a vontade,mas entre mexer no bolso deles e no nosso é claro eles enfiam no nosso ............
Como estes "doutores em ciências econômicas" são faísca atrasada!
Já faz mais de semana que o quadro saiu da recessão para a depressão e só agora começam a vislumbrar isto. Há mais: vai piorar.
Alguma mudança, só após a governANTA ser despejada do palácio no qual está homiziada e mesmo assim depois de um longo período de ajustes com mais sofrimentos e bolsos vazios.
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