Deputado Van Hatten critica duramente Lista Burmann-Schlosser

O deputado Marcel van Hatten (PP) usou a tribuna da Assembléia para criticar duramente, o episódio de discriminação contra judeus ocorrido na Universidade Federal de Santa Maria. 

“A Casa não pode se calar diante de uma clara tentativa de discriminar professores e estudantes israelenses”, cobrou.



O deputado elencou as iniciativas que adotou em relação ao fato:


- Além do acompanhamento que pedi à Comissão de Cidadania e Direitos Humanos (CCDH), que integro como membro titular, solicitei também que o pró-reitor seja oficiado para informar os nomes das pessoas que pediram a ele que identificasse israelenses na universidade. Propus ainda um voto de repúdio ao ato do pró-reitor, e solicitei, por fim, que a Comissão aprovasse uma Moção de Apoio ao povo israelense e seus descendentes no Rio Grande do Sul, bem como a toda comunidade judaica.

15 comentários:

Anônimo disse...

Políbio, o deputado Marcel van Hatten NÃO É DO PT !!!

Unknown disse...

É do PP.

Anônimo disse...

Ele agora é do petê?

Anônimo disse...

Políbio, deverias revisar melhor o que postas, o Van Hatten não é do PT....

Anônimo disse...

Só duas perguntinhas básicas:
1. afinal de contas, há algum professor ou studante israelense na UFSM?
2. alguém pode citar um artigo da Lei de Acesso à Informação que permitisse ao Reitor negar seguimento ao pedido?
Don Sandeman

Paolo Cabeleireiro disse...

Olá Polibio!
O Dep.Marcelo, trocou de partido??????
Colocaste ele no PT, mas ele era do PP quando votei nele.
Abraços.

Anônimo disse...

Antissemitismo é segregação contra judeus. Judeu é uma coisa, israelense é outra. Woody Allen não é israelense. Moacyr Scliar não é israelense. Os mortos do Holocausto não eram israelenses.Por outro lado, 20% dos israelenses não são judeus, mas sim árabes, de religião muçulmana, cristã, drusa, baha'i ou outras. vejam bem: não estamos falando de palestinos, mas árabe-isralenses, que são membros do Knesset, juízes da Suprema Corte, ambaixadores e até a Miss Israel 1999. Drusos e beduínos do Sinai servem às Forças Armadas, inclusive como oficiais, alguns deles legendários. Indicar a nacionalidade de alguém não é preconceito. Ou vocês acham que Israel não sabe o nome e endereço de todos os estrangeiros que trabalham em suas universidades e instituições de pesquisa? Preconceito é o que muitos comentaristas deste blog estão fazendo com a UFSM e a cidade de Santa Maria.

Anônimo disse...

Israelense é uma coisa, judeu é outra. O próprio embaixador de Israel no Brasil, Reda Mansour, não é judeu, mas árabe-israelense.

Anônimo disse...

O problema é que hoje são os israelenses, amanhã serão os alemães, italianos, afrodescendentes...e daí meus camaradas, já será tarde! PS. NINGUÉM falou nada da CIDADE de Santa Maria. Estamos falando do ATO PRECONCEITUOSO disfarçado falsamente na lei de acesso à informação. O próprio Ministro da Educação (chefe do reitor) já se pronunciou à respeito do assunto e CRITICOU DURAMENTE a lista. O que mais vão argumentar em favor da mesma?

Anônimo disse...

Claro que falaram de Santa Maria, anônimo das 15:22, ou o comentário a seguir, publicado neste site, entre outros do mesmo nível, é elogioso?

Anônimo disse...
A República de Santa Maria é sempre pródiga em porcaria!!

9 de junho de 2015 08:37

Anônimo disse...

Ou então, também deste blog:

8 de junho de 2015 00:51

Gilmar. disse...
(...) essa faculdadesinha de bosta em Santa Maria só produz esterco intelectual para alimentar a quadrilha vermelha comuno-petista.
8 de junho de 2015 08:52

Ou seja, anônimo das 15:22, ninguém falou nada da cidade de Santa Maria. Quer mais exemplos? Quem sabe os comentários dos habituais colaboradores a respeito das origens étnico-religiosas dos proprietários da maior empresa de comunicações do RS?

Anônimo disse...

Ao Anônimo das 14h56: sou de Santa Maria e me formei na UFSM muitos anos atrás. Infelizmente, declaro que não é preconceito contra a UFSM e os santamariense, pois o comportamento do seu povo quado do episódio da boate Kiss foi exemplar.
Infelizmente, a terra da Santa Maria deu muito do que de pior existe no estado do RS, ou seja, tarso genro, paulo pimenta, luciana genro e outros comunistas que, como tal, são execráveis.

Anônimo disse...

O que Luciana Genro tem a ver com Santa Maria, 14h56??? E se tivesse, você concordaria que a universidade fosse chamada de faculdadezinha de b... por causa disso?

Anônimo disse...

Ué, anônimo das 16:06, talvez você goste de Carlos Alberto Brilhante Ulstra, também é de Santa Maria...

Anônimo disse...

A revolta da população negra em Israel:

ANTONIO ATEU

Como toda a gente sabe, não é fácil ser-se palestiniano num “Estado judeu”. Mas a recente revolta da população judia de origem etíope recorda que não basta pertencer a esta religião para não se ser discriminado. E que, mesmo sendo judeu, vale mais ser branco que negro numa sociedade dividida social e etnicamente, e na qual o racismo institucional está legitimado pelos principais ministros do novo governo de Benjamin Netanyahu.

Qualquer pessoa que se interesse um mínimo por Israel conhece o conflito palestino-israelita. Com frequência chegam notícias de que a minoria palestiniana de Israel – que durante muito tempo foi chamada de “árabe israelita” – está submetida a uma discriminação estrutural. Mas conhecem-se muito menos as divisões e as discriminações no seio da própria população judaica israelita.

É verdade que por ser Israel constitucionalmente um “Estado judeu”, o facto de se ser judeu confere um estatuto privilegiado em relação a todos os demais cidadãos, independentemente da sua situação social ou origem étnica. Está escrito claramente, num número limitado de leis, mas está sobretudo ancorado na prática das instituições governamentais cujo objetivo prioritário continua a ser, cerca de 70 anos após a criação do Estado de Israel, reforçá-lo como “Estado judeu e democrático”.

Dito isto, há que acrescentar que os privilégios outorgados aos judeus pelo “Estado judeu” são desigualmente distribuídos. Segundo um recente relatório da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE)1, Israel é o segundo país industrializado no qual o fosso entre ricos e pobres é maior. Fica bem longe aquela imagem de Israel como modelo de Estado social – inclusive socialista – e igualitário. De facto, a ofensiva neoliberal promovida por Netanyahu entre 2003 e 2005, no seu período de ministro de Finanças do governo de Ariel Sharon, foi de uma selvajaria sem precedentes entre as nações industrializadas. Comparado com ele, o precedente que marcara o governo britânico de Margaret Tacher (1979-1990) parece uma ação da Madre Teresa de Calcutá.

As divisões que atravessam a sociedade judaica israelita são ao mesmo tempo sociais e étnicas, estando ambas com frequência imbricadas: os mais ricos são de origem europeia, os mais pobres da “África-Ásia”, segundo o termo utilizado pelo Escritório Central de Estatísticas de Israel. No mais baixo da escala encontra-se a população judia originária da Etiópia.

https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/