Artigo - Os dois Zés continuam indo e vindo sem medo do camburão

Artigo - site da Revista Veja - 17 de setembro de 2009
Por Augusto Nunes

É o beijo da morte, avisou a coluna em 21 de agosto, quando Lula promoveu o ex-capitão do time a comandante da campanha presidencial de Dilma Rousseff. Como informa a biografia, José Dirceu tomou gosto por derrotas assim que se rendeu ao padeiro de Ibiúna. E virou especialista em fiascos ao trocar os barulhos da guerrilha pelos ruídos da máquina registradora do Magazine do Homem, em Cruzeiro do Oeste, onde combateu cinco anos no posto de gerente.

Precisou de menos de 20 dias para colocar o barco de Dilma na rota do naufrágio. Nesse curto período, a Mãe do PAC recitou duas banalidades, sumiu de cena para ficar bem no retrato, voltou das férias por ter ficado mal no retrato, recitou três banalidades, homenageou Ideli Salvatti com um bilhete de normalista repetente, recitou quatro banalidades, confundiu Roraima com Rondônia, caiu na pesquisa e pode cair fora da sucessão. Lula anda pensando num plano B. Pensará em outros assim que decorar mais letras do alfabeto.


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2 comentários:

tchegaucho disse...

Sabe porque o Zé Dirceu não tem medo do camburão? Porque ele sabe quem é o motorista !!!

Anônimo disse...

He He He!!!


Saibam mais da vida do ZÉ Dirceu,quando este se escondia lá em Ibiúna,hehehe!!!

Basta ouvir a excelente e esclarecedora palestra ("MARXISMO CULTURAL")do inteligente,culto e conservador,Padre Paulo Ricardo,cujo site,com a referida palestra,é:

www.padrepauloricardo.org


Grato,caro Políbio!!!


KIRK

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