O partido do presidente Hugo Chávez venceu as eleições legislativas realizadas na Venezuela neste domingo, mas não obteve a maioria absoluta das cadeiras. De acordo com o Conselho Nacional Eleitoral, o partido governista PSUV conquistou ao menos 90 cadeiras das 165 em disputa. A oposição, por sua vez, ficou com pelo menos 59 vagas, mais de um terço das composição do Parlamento. O partido dissidente do chavismo, PPT, obteve duas vagas. Ainda estão por ser contabilizados os votos de outros sete postos que ainda devem ser anunciados nesta segunda-feira.
. O governo buscava manter a maioria absoluta na Casa, de pelo menos dois terços das cadeiras do Parlamento, para poder avançar com as reformas do projeto da revolução bolivariana, sem ter de negociar com a oposição, que não possuía representação no Parlamento venezuelano desde 2005. A participação dos eleitores foi de 66,45%, uma das mais altas da história para eleições legislativas.
Cinco bancos concentram 75% dos depósitos no Brasil
Cerca de dois terços de todos os ativos e empréstimos são de responsabilidade, atualmente, de apenas cinco instituições no País: Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander e Caixa Econômica Federal. Há dez anos, essas instituições tinham menos da metade do mercado. A concentração no sistema bancário brasileiro aumentou na saída da crise financeira, no ano passado, quando grandes bancos voltaram às compras e foram fechadas grandes fusões e aquisições.
Juiz do TO censura jornal "Estadão" em caso de corrupção que cita governador aliado de Dilma
O desembargador Liberato Póvoa, do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), decretou censura ao Estado e a outros 83 veículos de imprensa, proibindo-os liminarmente de divulgar qualquer informação a respeito de investigação do Ministério Público de São Paulo que cita o governador Carlos Gaguim (PMDB) como integrante de organização criminosa para fraudes em licitações.
. A mordaça, em 9 páginas, foi imposta sexta-feira e acolhe pedido em ação de investigação judicial eleitoral da coligação Força do Povo, formada por 11 partidos, inclusive o PT, que apoia Gaguim. Na campanha pela reeleição, Gaguim tem recebido no palanque a companhia do presidente Lula e da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff.
. O desembargador arbitrou "para o caso de descumprimento desta decisão" multa diária no valor de R$ 10 mil. Ele veta, ainda, publicação de dados sobre o lobista Maurício Manduca. Aliado e amigo do governador, Manduca está preso há 10 dias. A censura atinge 8 jornais, 11 emissoras de TV, 5 sites, 40 rádios comunitárias e 20 comerciais.
. O diretor de Conteúdo do Grupo Estado, Ricardo Gandour, considera um "absurdo a decisão judicial de censurar jornais". Ele ressalta que a medida, "além de afrontar a Constituição, se revela mais uma tentativa de impedir a imprensa de cumprir seu papel histórico de fiscalizar a gestão pública". Já o gerente jurídico do Estado, Olavo Torrano, disse que a decisão "causa preocupação e perplexidade". O jornal vai recorrer.
. A mordaça, em 9 páginas, foi imposta sexta-feira e acolhe pedido em ação de investigação judicial eleitoral da coligação Força do Povo, formada por 11 partidos, inclusive o PT, que apoia Gaguim. Na campanha pela reeleição, Gaguim tem recebido no palanque a companhia do presidente Lula e da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff.
. O desembargador arbitrou "para o caso de descumprimento desta decisão" multa diária no valor de R$ 10 mil. Ele veta, ainda, publicação de dados sobre o lobista Maurício Manduca. Aliado e amigo do governador, Manduca está preso há 10 dias. A censura atinge 8 jornais, 11 emissoras de TV, 5 sites, 40 rádios comunitárias e 20 comerciais.
. O diretor de Conteúdo do Grupo Estado, Ricardo Gandour, considera um "absurdo a decisão judicial de censurar jornais". Ele ressalta que a medida, "além de afrontar a Constituição, se revela mais uma tentativa de impedir a imprensa de cumprir seu papel histórico de fiscalizar a gestão pública". Já o gerente jurídico do Estado, Olavo Torrano, disse que a decisão "causa preocupação e perplexidade". O jornal vai recorrer.
Tracking deste domingo da Vox/Band/Ig apresenta Dilma com menos de 50% pela primeira vez
CLIPPING
http://www.ig.com.br/
Pela primeira vez, desde o início da pesquisa Tracking Vox Populi/Band/iG no começo do mês, a candidata do PT, Dilma Rousseff, ficou abaixo da casa dos 50% nas intenções de voto. A presidenciável petista recuou de 50% para 49%, enquanto o candidato tucano, José Serra, subiu de 23% para 24% e a presidenciável do PV, Marina Silva, passou de 11% para 12%, chegando a essa pontuação pela primeira vez. O resultado garante segundo turno.
Com isso, a diferença entre os votos em Dilma e a soma dos demais candidatos (contando com 1% atribuído a “outros”) caiu de 15 para 12 pontos percentuais, reduzindo a vantagem da petista de se eleger no primeiro turno.
O Tracking Vox Populi/Band/iG também mostra que 11% estão indecisos e 3% votam em branco ou nulo.
http://www.ig.com.br/
Pela primeira vez, desde o início da pesquisa Tracking Vox Populi/Band/iG no começo do mês, a candidata do PT, Dilma Rousseff, ficou abaixo da casa dos 50% nas intenções de voto. A presidenciável petista recuou de 50% para 49%, enquanto o candidato tucano, José Serra, subiu de 23% para 24% e a presidenciável do PV, Marina Silva, passou de 11% para 12%, chegando a essa pontuação pela primeira vez. O resultado garante segundo turno.
Com isso, a diferença entre os votos em Dilma e a soma dos demais candidatos (contando com 1% atribuído a “outros”) caiu de 15 para 12 pontos percentuais, reduzindo a vantagem da petista de se eleger no primeiro turno.
O Tracking Vox Populi/Band/iG também mostra que 11% estão indecisos e 3% votam em branco ou nulo.
No Leblon, noticioso antes de Wall Street 2, sala lotada, Dilma aparece na tela e leva estrondosa vaia
CLIPPING
Blog do Noblat, http://www.noblat.com.br/
Sessão das 21h do filme Wall Street 2, ontem, no Cine Leblon, Rio de Janeiro. Lotação esgotada.
Em um noticioso, exibido antes do filme, aparece Dilma.
Ouve-se então uma vaia estrondosa.
O Rio está marinando.
Blog do Noblat, http://www.noblat.com.br/
Sessão das 21h do filme Wall Street 2, ontem, no Cine Leblon, Rio de Janeiro. Lotação esgotada.
Em um noticioso, exibido antes do filme, aparece Dilma.
Ouve-se então uma vaia estrondosa.
O Rio está marinando.
Veja dá até a conta para onde iriam os R$ 5 mi para a campanha de Dilma Roussef
Lula e o cavalo do comissário que inventaram ele e o PT para as eleições deste ano, a ex-ministra Dilma Roussef, tampouco o candidato a governador do RS, Tarso Genro, sequer dedicaram um só milésimo dos seus discursos para se referir ao mar de lama que engolfa o atual governo da República.
. Não se trata apenas do Mensalão ou do Erinegate, mas a sucessão de escândalos de propinas, nepotismo, formação de quadrilha, advocacia administrativa e patrimonialismo desbragado, que tem como epicentro a Casa Civil, portanto a repartição que fica ao lado do próprio gabinete presidencial.
. O expurgo de Renice Guerra, agora transformada no bode expiatório de todos os males que se alimentaram nos desvãos da Casa Civil e dentro do governo do PT, não elimina todos os problemas. É o que mostra nova reportagem da revista Veja desta semana, que o editor acabou de ler.Veja trata de outra história de grossa corrupção, que foi o pedido de R$ 5 milhões para resolver problemas financeiros da campanha da própria Dilma Roussef.
. Vocês precisam ler. Não se trata de Marco Antonkio de Oliveira, ex-diretor dos Correios, tio de Vinicius castro, sócio de Israel Guerra (leia nota circunstanciada mais abaixo). Marco Antonio foi diretor da Infraero. Ele diz com todas as letras que a Casa Civil é um antro de ladrões.
. O caso, agora, é de Rubnei Quicoli, o empresário que denunciou o filho de Israel por cobrar-lhe 5% para conseguir dinheiro no BNDES.
LEIA o texto de Veja deste domingo:
- Na semana passada, em entrevista à VEJA, Quícoli voltou a acusar Erenice, seu filho Israel e Marco Antonio de exigirem 5 milhões de reais para a campanha presidencial de Dilma Rousseff e de Hélio Costa, candidato do PMDB ao governo de Minas Gerais. Na semana passa¬da, VEJA investigou as circunstâncias dessas tratativas - e descobriu que elas não se restringiram a um simples, isolado e despretensioso pedido de doação para campanha.Em entrevistas gravadas com os principais personagens desse episódio, a reportagem confirmou que houve reuniões sigilosas entre as partes envolvidas, viagens internacionais para tratar dos acertos e até mesmo trocas de e-mails com detalhes financeiros da negociata. Ou seja: foram cumpridas todas as etapas comuns a esse tipo de negociata. O caso começou em outubro do ano passado, quando o lobista Rubnei Quícoli se aproximou da turma de Erenice Guerra, em busca do “apoio político” para assegurar a liberação de um empréstimo no BNDES. Marco Antônio confirmou a aproximação. Após as primeiras conversas, conta Quícoli, surgiu a fatura. As duas famílias exigiam o pagamento de 40000 mensais, uma taxa de sucesso e, de quebra, o tal bônus antecipado de 5 milhões de reais: “O Marco Antônio disse que tinha de entregar o dinheiro na mão da Erenice, pois ela precisava pagar umas contas da Dilma e também pretendia ajudar o Hélio Costa”. Quícoli afirma que Marco Antônio não especificou que tipo de “contas” Dilma precisaria quitar.
. O empresário apresentou evidências e provas na Polícia Federal. A revista publica cópia cdo e-mail em que lhe foi passada uma conta no exterior, em Hong Kong, onde deveriam ser depoistados os R$ 5 milhões. O dono da conta é Roberto Ribeiro, genro de Marco Antonio. É outra conta no exterior usada pelos malfeitores que se alojaram dentro do governo e do PT para se apossar dos recursos públicos e interferir no resultado eleitoral. O empresário denuncia que este dinheiro iria para a campanha de Dilma. É o velho esquema do Mensalão que se repete. Vale a pena recordar a dinheirama que Duda Mendonça, o marqueteiro de Lula, recebeu do PT nos EUA e nos Paraísos Fiscais do Caribe.
. Não se trata apenas do Mensalão ou do Erinegate, mas a sucessão de escândalos de propinas, nepotismo, formação de quadrilha, advocacia administrativa e patrimonialismo desbragado, que tem como epicentro a Casa Civil, portanto a repartição que fica ao lado do próprio gabinete presidencial.
. O expurgo de Renice Guerra, agora transformada no bode expiatório de todos os males que se alimentaram nos desvãos da Casa Civil e dentro do governo do PT, não elimina todos os problemas. É o que mostra nova reportagem da revista Veja desta semana, que o editor acabou de ler.Veja trata de outra história de grossa corrupção, que foi o pedido de R$ 5 milhões para resolver problemas financeiros da campanha da própria Dilma Roussef.
. Vocês precisam ler. Não se trata de Marco Antonkio de Oliveira, ex-diretor dos Correios, tio de Vinicius castro, sócio de Israel Guerra (leia nota circunstanciada mais abaixo). Marco Antonio foi diretor da Infraero. Ele diz com todas as letras que a Casa Civil é um antro de ladrões.
. O caso, agora, é de Rubnei Quicoli, o empresário que denunciou o filho de Israel por cobrar-lhe 5% para conseguir dinheiro no BNDES.
LEIA o texto de Veja deste domingo:
- Na semana passada, em entrevista à VEJA, Quícoli voltou a acusar Erenice, seu filho Israel e Marco Antonio de exigirem 5 milhões de reais para a campanha presidencial de Dilma Rousseff e de Hélio Costa, candidato do PMDB ao governo de Minas Gerais. Na semana passa¬da, VEJA investigou as circunstâncias dessas tratativas - e descobriu que elas não se restringiram a um simples, isolado e despretensioso pedido de doação para campanha.Em entrevistas gravadas com os principais personagens desse episódio, a reportagem confirmou que houve reuniões sigilosas entre as partes envolvidas, viagens internacionais para tratar dos acertos e até mesmo trocas de e-mails com detalhes financeiros da negociata. Ou seja: foram cumpridas todas as etapas comuns a esse tipo de negociata. O caso começou em outubro do ano passado, quando o lobista Rubnei Quícoli se aproximou da turma de Erenice Guerra, em busca do “apoio político” para assegurar a liberação de um empréstimo no BNDES. Marco Antônio confirmou a aproximação. Após as primeiras conversas, conta Quícoli, surgiu a fatura. As duas famílias exigiam o pagamento de 40000 mensais, uma taxa de sucesso e, de quebra, o tal bônus antecipado de 5 milhões de reais: “O Marco Antônio disse que tinha de entregar o dinheiro na mão da Erenice, pois ela precisava pagar umas contas da Dilma e também pretendia ajudar o Hélio Costa”. Quícoli afirma que Marco Antônio não especificou que tipo de “contas” Dilma precisaria quitar.
. O empresário apresentou evidências e provas na Polícia Federal. A revista publica cópia cdo e-mail em que lhe foi passada uma conta no exterior, em Hong Kong, onde deveriam ser depoistados os R$ 5 milhões. O dono da conta é Roberto Ribeiro, genro de Marco Antonio. É outra conta no exterior usada pelos malfeitores que se alojaram dentro do governo e do PT para se apossar dos recursos públicos e interferir no resultado eleitoral. O empresário denuncia que este dinheiro iria para a campanha de Dilma. É o velho esquema do Mensalão que se repete. Vale a pena recordar a dinheirama que Duda Mendonça, o marqueteiro de Lula, recebeu do PT nos EUA e nos Paraísos Fiscais do Caribe.
Marina diz que "denúncias mostram que parte do PT não aprendeu com o mensalão"
As denúncias de favorecimento que derrubaram a ministra Erenice Guerra (Casa Civil) mostram que parte do PT não aprendeu com o mensalão, diz a presidenciável Marina Silva, do PV.
. Em entrevista à Folha, ela equiparou a gravidade dos dois escândalos, que tiveram seu epicentro no quarto andar do Palácio do Planalto durante o governo Lula.
. "Um era mensalão e outro é tráfico de influência. Mas são graves do mesmo jeito. Gravíssimos", afirmou a senadora. "Um ministro [José Dirceu] já tinha caído, e o erro se repete novamente."
. Marina acusou o governo de tentar esconder o escândalo para blindar a adversária Dilma Rousseff (PT).
. Em entrevista à Folha, ela equiparou a gravidade dos dois escândalos, que tiveram seu epicentro no quarto andar do Palácio do Planalto durante o governo Lula.
. "Um era mensalão e outro é tráfico de influência. Mas são graves do mesmo jeito. Gravíssimos", afirmou a senadora. "Um ministro [José Dirceu] já tinha caído, e o erro se repete novamente."
. Marina acusou o governo de tentar esconder o escândalo para blindar a adversária Dilma Rousseff (PT).
Folha e Estadão se posicionam sobre sucessão criticando Lula, Dilma e o PT
Em editoriais em suas edições deste domingo, os jornais Folha de S.Paulo e o Estado de S.Paulo se posicionaram a respeito da sucessão presidencial no País. A Folha e o Estadão reagiram às críticas à imprensa feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Estadão declarou apoio ao candidato do PSDB à presidência da República, José Serra. A Folha criticou o presidente Lula e a "candidata oficial", Dilma Rousseff, do PT, e disse procurar manter uma orientação de "independência, pluralidade e apartidarismo editoriais".
. Os dois jornais manifestaram oficialmente sua posição três dias depois de o presidente Lula afirmar, em entrevista exclusiva ao Terra, que a comunicação no País "é dominada por nove ou dez famílias" e que a imprensa "tem candidato e partido". Lula afirmou que os meios de comunicação deveriam manifestar claramente sua posição, em vez de defenderem "uma neutralidade disfarçada".
. Em editoriais em suas edições deste domingo (26), os jornais Folha de S.Paulo e o Estado de S.Paulo se posicionaram a respeito da sucessão presidencial no País. A Folha e o Estadão reagiram às críticas à imprensa feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Estadão declarou apoio ao candidato do PSDB à presidência da República, José Serra. A Folha criticou o presidente Lula e a "candidata oficial", Dilma Rousseff, do PT, e disse procurar manter uma orientação de "independência, pluralidade e apartidarismo editoriais".
. Os dois jornais manifestaram oficialmente sua posição três dias depois de o presidente Lula afirmar, em entrevista exclusiva ao Terra, que a comunicação no País "é dominada por nove ou dez famílias" e que a imprensa "tem candidato e partido". Lula afirmou que os meios de comunicação deveriam manifestar claramente sua posição, em vez de defenderem "uma neutralidade disfarçada".
. Intitulado "O Mal a Evitar", o editorial do Estado de S. Paulo diz que "com todo o peso da responsabilidade (...), o Estado apoia a candidatura de José Serra à presidência da República". O jornal ressalta o "currículo exemplar de homem público e pelo que ele (Serra) pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos". O jornal diz que Serra "é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País".
. Além de dizer que Dilma é uma "invenção" de Lula, o jornal pede uma reflexão aos eleitores. "O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais (...) o que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido político como se fossem uma coisa só".
. Já a Folha não deu apoio a qualquer candidato e, em texto em sua primeira página intitulado "Todo poder tem limite", ressaltou que procura manter uma orientação de "independência, pluralidade e apartidarismo editoriais", o que redunda, segundo o jornal, "em questionamentos incisivos durante períodos de polarização eleitoral". O jornal critica duramente o presidente e a candidata Dilma Rousseff. Para a Folha, Lula e Dilma "têm-se limitado até aqui a vituperar a imprensa, exercendo seu próprio direito à livre expressão, embora em termos incompatíveis com a serenidade requerida no exercício do cargo que pretendem intercambiar".
. Ao final do editorial, o jornal afirma que "tentativas de controle da imprensa" serão repudiadas: "Fiquem ambos advertidos, porém, de que tais bravatas somente redobram a confiança na utilidade pública do jornalismo livre. Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas - e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo".
. Os dois jornais manifestaram oficialmente sua posição três dias depois de o presidente Lula afirmar, em entrevista exclusiva ao Terra, que a comunicação no País "é dominada por nove ou dez famílias" e que a imprensa "tem candidato e partido". Lula afirmou que os meios de comunicação deveriam manifestar claramente sua posição, em vez de defenderem "uma neutralidade disfarçada".
. Em editoriais em suas edições deste domingo (26), os jornais Folha de S.Paulo e o Estado de S.Paulo se posicionaram a respeito da sucessão presidencial no País. A Folha e o Estadão reagiram às críticas à imprensa feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Estadão declarou apoio ao candidato do PSDB à presidência da República, José Serra. A Folha criticou o presidente Lula e a "candidata oficial", Dilma Rousseff, do PT, e disse procurar manter uma orientação de "independência, pluralidade e apartidarismo editoriais".
. Os dois jornais manifestaram oficialmente sua posição três dias depois de o presidente Lula afirmar, em entrevista exclusiva ao Terra, que a comunicação no País "é dominada por nove ou dez famílias" e que a imprensa "tem candidato e partido". Lula afirmou que os meios de comunicação deveriam manifestar claramente sua posição, em vez de defenderem "uma neutralidade disfarçada".
. Intitulado "O Mal a Evitar", o editorial do Estado de S. Paulo diz que "com todo o peso da responsabilidade (...), o Estado apoia a candidatura de José Serra à presidência da República". O jornal ressalta o "currículo exemplar de homem público e pelo que ele (Serra) pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos". O jornal diz que Serra "é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País".
. Além de dizer que Dilma é uma "invenção" de Lula, o jornal pede uma reflexão aos eleitores. "O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais (...) o que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido político como se fossem uma coisa só".
. Já a Folha não deu apoio a qualquer candidato e, em texto em sua primeira página intitulado "Todo poder tem limite", ressaltou que procura manter uma orientação de "independência, pluralidade e apartidarismo editoriais", o que redunda, segundo o jornal, "em questionamentos incisivos durante períodos de polarização eleitoral". O jornal critica duramente o presidente e a candidata Dilma Rousseff. Para a Folha, Lula e Dilma "têm-se limitado até aqui a vituperar a imprensa, exercendo seu próprio direito à livre expressão, embora em termos incompatíveis com a serenidade requerida no exercício do cargo que pretendem intercambiar".
. Ao final do editorial, o jornal afirma que "tentativas de controle da imprensa" serão repudiadas: "Fiquem ambos advertidos, porém, de que tais bravatas somente redobram a confiança na utilidade pública do jornalismo livre. Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas - e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo".
CLIQUE na imagem acimapara ler o editorial deste domingo da Folha.
Ibope SC: Colombo abre 16 pontos de vantagem sobre Amin
Pesquisa Ibope divulgada ontem à noite aponta a consolidação de Raimundo Colombo (DEM) na liderança da disputa ao governo de Santa Catarina. O democrata teve 43% das intenções de voto, um crescimento de nove pontos percentuais em relação à pesquisa divulgada há duas semanas, quando tinha 34%. Angela Amin (PP) ficou estável com 27% das indicações dos eleitores. Em terceiro lugar na disputa, a petista Ideli Salvati oscilou um ponto percentual. Tinha 15% das intenções de voto no levantamento anterior e agora tem 16%.
. Nas simulações de um possível segundo turno na eleição catarinense, a pesquisa apontou que Colombo teria 50% dos votos contra 31% de Ângela. No confronto com a petista, Colombo teria 54% dos votos e Ideli, 22%.
. Nas simulações de um possível segundo turno na eleição catarinense, a pesquisa apontou que Colombo teria 50% dos votos contra 31% de Ângela. No confronto com a petista, Colombo teria 54% dos votos e Ideli, 22%.
Jornal brasileiro, O Estado de S. Paulo, toma decisão surpreendente e diz que apóia Serra
O editorial a seguir é do jornal O Estado de S. Paulo. Ele abriu apoio ao candidato José Serra. O editor não tem notícia de que algum outro jornal brasileiro tenha feito isto, pelo menos depois que o estado democrático de direito foi estabelecido com a configuração de hoje no Brasil, em 1946. A posição do jornal é saudável, corajosa e oxigena o ambiente político de maneira dramática, porque vai obrigar a imprensa brasileira a fazer o mesmo, caso esteja disposta a garantir o respeito da sociedade. Não é mais hora de sustentar a dissimulação quando se trata de definir os destinos do Brasil. Jornais, revistas, rádios e TVs sempre tiveram preferências, mas preferiram tratar seus leitoes, ouvintes e telespectadores como uma raça incapaz de entender a seriedade de definições claras de posições. Abrir apoio a um candidato, como demonstra há muito tempo a imprensa americana, não significa abdicar da busca incessante da verdade, porque este é o maior compromisso dos veículos de comunicação e dos jornalistas. O editor desta página, há muito mais tempo, abriu seu apoio ao candidato a José Serra - e fez isto de modo público. No caso do editor, como por certo no caso do Estado de S. Paulo, nem por um só momento qualquer outro candidato terá seu espaço de notíciário ou manifestação reduzido, escamoteado ou tratado desigualmente.
LEIA o editorial do jornal:
A acusação do presidente da República de que a Imprensa “se comporta como um partido político” é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que presid
E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nea página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre “se comportar como um partido político” e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.
Efetivamente, não bastasse o embuste do “nunca antes”, agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder.
É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tãgrave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.
Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa – iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique – de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana
Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.
Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o “cara”. Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: “Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?”.
LEIA o editorial do jornal:
A acusação do presidente da República de que a Imprensa “se comporta como um partido político” é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que presid
E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nea página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre “se comportar como um partido político” e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.
Efetivamente, não bastasse o embuste do “nunca antes”, agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder.
É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tãgrave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.
Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa – iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique – de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana
Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.
Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o “cara”. Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: “Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?”.
Ibope revela que Marina, do PV, foi a que mais subiu no RS
O Ibope deste sábado mostra que a candidatura de Marina Silva, do PV, avançou enormemente nos últimos dias no RS, subindo de 6% para 10%. Ela pegou os votos perdidos por Serra, que caiu de 37% para 32%. Dilma subiu de 44% para 49%.
Cai rejeição e melhora aprovação ao governo de Yeda
O Ibope revelou neste sábado (pesquisa publicada por Zero Hora, que encomendou o serviço) que caiu drasticamente o ínbdice de rejeição de Yeda Crusius, que agora é de 35%. Tarso vem em segundo lugar, com 11%.
. Yeda também melhorou seus índices de bom e ótimo, que somam 32%, contra 35% de ruim e péssimo, mas o indicador regular é o mais expressivo, respondendo, sozinho, por 30%. 47% desaprovam e 41% aprovam o governo de Yeda.
. Yeda também melhorou seus índices de bom e ótimo, que somam 32%, contra 35% de ruim e péssimo, mas o indicador regular é o mais expressivo, respondendo, sozinho, por 30%. 47% desaprovam e 41% aprovam o governo de Yeda.
Ibope mostra que haverá segundo turno no RS. Yeda foi a que mais cresceu.
A apenas uma semana das eleições de 3 de outubro, o Ibope revela que se o pleito fosse neste sábado haveria segundo turno no RS.
. Tarso subiu de 41% para 44%, mas Fogaça também cresceu, subindo para 26%. Yeda foi a que mais avançou, 3 pontos, indo de 13¨% para 17%. No caso dos votos válidos, Tarso possui 49%, Fogaça tem 29% e Yeda soma 19%.
. Somados os votos de Fogaça, Yeda, Pedro Ruas e Júlio Flores, Tarso conta com 49% e o conjunto dos demais candidatos somam 51%.
- O cenário atual é o cenário que Fogaça pediu a Deus neste momento, porque ele o remeteria para o segundo turno com boa margem de votos, contando com um aliado de peso, no caso Yeda, o que o conduziria a um empate com Tarso logo de início. O PSDB, no entanto, que já comemorava 17,8% apontado há dez dias pelo Instituto Methodus, acha que o viés de Yeda é o mais vigoroso de todos e poderá assegurar-lhe lugar no segundo turno, repetindo o que ocorreu nas últimas eleições.
. Tarso subiu de 41% para 44%, mas Fogaça também cresceu, subindo para 26%. Yeda foi a que mais avançou, 3 pontos, indo de 13¨% para 17%. No caso dos votos válidos, Tarso possui 49%, Fogaça tem 29% e Yeda soma 19%.
. Somados os votos de Fogaça, Yeda, Pedro Ruas e Júlio Flores, Tarso conta com 49% e o conjunto dos demais candidatos somam 51%.
- O cenário atual é o cenário que Fogaça pediu a Deus neste momento, porque ele o remeteria para o segundo turno com boa margem de votos, contando com um aliado de peso, no caso Yeda, o que o conduziria a um empate com Tarso logo de início. O PSDB, no entanto, que já comemorava 17,8% apontado há dez dias pelo Instituto Methodus, acha que o viés de Yeda é o mais vigoroso de todos e poderá assegurar-lhe lugar no segundo turno, repetindo o que ocorreu nas últimas eleições.
"Delicadeza de um Rottweiler" de Dilma atormenta os assessores
Clipping - Humilhações
Site de Claudio Humberto - 25 de setembro de 2010
O “jeito Dilma” de comandar fez vítimas na Casa Civil da Presidência da República, onde seu ibope é baixo, e também no comitê eleitoral. São frequentes as “baixas” na equipe, por alegados motivos de saúde, e três colaboradores estão sob tratamento. Um deles não suportou um insulto dela ao telefone e, durante a ligação, sofreu um derrame. Hoje, está sob cuidados médicos para recuperar os movimentos da boca.
Os assistentes não entendem por que tanto estresse, para quem lidera as pesquisas com folga. “Ela é tosca”, define um deles, sob tratamento.
Na Casa Civil, Dilma era temida pela rispidez. Costumava humilhar membros do governo expulsando-os de reuniões coletivas.
Nos corredores do Planalto, servidores homenageavam a “delicadeza” da ex-ministra da Casa Civil chamando-a de “papel de enrolar prego”.
Site de Claudio Humberto - 25 de setembro de 2010
O “jeito Dilma” de comandar fez vítimas na Casa Civil da Presidência da República, onde seu ibope é baixo, e também no comitê eleitoral. São frequentes as “baixas” na equipe, por alegados motivos de saúde, e três colaboradores estão sob tratamento. Um deles não suportou um insulto dela ao telefone e, durante a ligação, sofreu um derrame. Hoje, está sob cuidados médicos para recuperar os movimentos da boca.
Os assistentes não entendem por que tanto estresse, para quem lidera as pesquisas com folga. “Ela é tosca”, define um deles, sob tratamento.
Na Casa Civil, Dilma era temida pela rispidez. Costumava humilhar membros do governo expulsando-os de reuniões coletivas.
Nos corredores do Planalto, servidores homenageavam a “delicadeza” da ex-ministra da Casa Civil chamando-a de “papel de enrolar prego”.
Documento prova que filho de Erenice recebeu propina
Documentos bancários em poder da Polícia Federal, obtidos ontem pelo Estado, confirmam que o filho da ex-ministra Erenice Guerra recebeu propina de R$ 120 mil seis dias depois de a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) conceder permissão de voo à Master Top Linhas Aéreas (MTA).
. Os papéis mostram ainda que Israel Guerra e seus sócios tentaram cobrar propina numa negociação para que a Infraero reduzisse, em fevereiro deste ano, uma multa de R$ 723 mil imposta à MTA por deixar um avião parado na pista por mais de 30 dias. O valor da propina, nesse caso, era de R$ 50 mil.
. A polícia recebeu a documentação quinta-feira das mãos do empresário Fábio Baracat, que representava a MTA em Brasília. Pela primeira vez, documentos bancários comprovam o pagamento do lobby feito na Casa Civil. O escândalo derrubou Erenice Guerra da chefia da pasta.
. Os papéis mostram ainda que Israel Guerra e seus sócios tentaram cobrar propina numa negociação para que a Infraero reduzisse, em fevereiro deste ano, uma multa de R$ 723 mil imposta à MTA por deixar um avião parado na pista por mais de 30 dias. O valor da propina, nesse caso, era de R$ 50 mil.
. A polícia recebeu a documentação quinta-feira das mãos do empresário Fábio Baracat, que representava a MTA em Brasília. Pela primeira vez, documentos bancários comprovam o pagamento do lobby feito na Casa Civil. O escândalo derrubou Erenice Guerra da chefia da pasta.
Ibope SC: Dilma, 44%; Serra, 40%
A candidata do PT à presidência, Dilma Roussef aparece na liderança entre os eleitores de Santa Catarina com 44% das intenções de voto, segundo pesquisa do Ibope divulgada pela RBS TV , afiliada à Rede Globo de Televisão. José Serra, candidato do PSDB, aparece com 40% da preferência dos catarinenses, seguido de Marina Silva (PV), com 9%. Os indecisos somam 4% e os que declararam votar branco ou nulo epresentam 3%. O resultado pode ser considerado um empate técnico, já que a pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais.
. Em relação à última pesquisa, do Instituto Ibope, divulgada no dia 10 de setembro, Dilma cresceu 2% e Serra apresentou evolução de 3%. A pesquisa mostra equilíbrio entre os candidatos nas cinco regiões do Estado. Serra aparece à frente na região norte com 9 pontos de vantagem: 44% a 35%. Dilma, entretanto, aparece à frente na região oeste com 15% de vantagem: 50% a 35%. Na região metropolitana de Florianópolis a candidata do PV, Marina Silva, conseguiu índices expressivos e marcou 18% da intenções dos eleitores. Serra tem 38% e Dilma, 24%.
. Em relação à última pesquisa, do Instituto Ibope, divulgada no dia 10 de setembro, Dilma cresceu 2% e Serra apresentou evolução de 3%. A pesquisa mostra equilíbrio entre os candidatos nas cinco regiões do Estado. Serra aparece à frente na região norte com 9 pontos de vantagem: 44% a 35%. Dilma, entretanto, aparece à frente na região oeste com 15% de vantagem: 50% a 35%. Na região metropolitana de Florianópolis a candidata do PV, Marina Silva, conseguiu índices expressivos e marcou 18% da intenções dos eleitores. Serra tem 38% e Dilma, 24%.
Veja recrudesce – Ex-diretor dos Correios diz que Casa Civil era um antro de roubalheiras.
- Eu indicava contas secretas do meu genro em Hong Kong.
. É o ex-diretor dos Correios falando para os repórteres Diego Escosteguy e Rodrigo Rangel, que reproduziram o diálogo numa nova e devastadora reportagem sobre o mar de lama que corre sob o governo Lula, do PT.
- A Casa Civil virou uma roubalheira.
. O governo Lula virou uma roubalheira, foi o que o ex-homem forte dos Correios, Marco Antonio de Oliveira, denunciou com todas as letras para a revista Veja. Ele é tio de Vinicius Castro, o quadrilheiro que servia dentro do Palácio de Lula, ao lado do seu gabinete, primeiro sob Dilma e depois sob Erenice (Vinicius é o rato que gritou diante de propinas de R$ 200 mil na sua mesa no Palácio: “Caracas ! Que dinheiro é este ?” Era da propina do Tamiflu.
. Marco Antonio disse aos repórteres que sabe muito mais, inclusive sobre dinheiro que abastecia a caixa de campanha do PT.
VALE a pena ler a reportagem na íntegra. CLIQUE na imagem acima.
Eleições de amanhã mostrarão retorno da oposição parlamentar na Venezuela
A Venezuela renovará neste domingo, 26, as 165 cadeiras de sua Assembleia Nacional. A eleição marca o retorno da oposição partidária à cena política do país. Nas últimas eleições parlamentares, em 2005, os opositores boicotaram a votação, o que deu ao presidente Hugo Chávez o controle pleno do Legislativo.
Unificado sob a Mesa de Unidade Democrática (MUD), o antichavismo lançou candidatos a 162 assentos do Parlamento (três são reservados a candidatos indígenas) e elegeu como bandeira o combate a criminalidade - um dos principais problemas do país.
. A Venezuela não é uma democracia tradicional..
. De acordo com as últimas pesquisas, Chávez deve obter a maioria de 2/3 necessária para aprovar leis no Congresso. Graças a uma mudança nas regras eleitorais, que redesenhou distritos e deu mais deputados a regiões afeitas ao chavismo, deve haver uma diferença entre o número de deputados eleitos pelo governo e o voto popular.
Unificado sob a Mesa de Unidade Democrática (MUD), o antichavismo lançou candidatos a 162 assentos do Parlamento (três são reservados a candidatos indígenas) e elegeu como bandeira o combate a criminalidade - um dos principais problemas do país.
. A Venezuela não é uma democracia tradicional..
. De acordo com as últimas pesquisas, Chávez deve obter a maioria de 2/3 necessária para aprovar leis no Congresso. Graças a uma mudança nas regras eleitorais, que redesenhou distritos e deu mais deputados a regiões afeitas ao chavismo, deve haver uma diferença entre o número de deputados eleitos pelo governo e o voto popular.
Ibope confirmará favoritismo de Tarso, mas indicará mudanças nas outras posições
O Ibope deste sábado vai confirmar o favoritismo do candidato Tarso Genro, do PT, mas indicará novas mudanças nas demais posições.
Serra cita JK para criticar Lula
Em campanha nesta sexta-feira em Diamantina, cidade de Juscelino Kubitschek, o candidato a presidente José Serra (PSDB) se sentou na cama em que o ex-presidente dormiu quando adolescente, repetiu a pose de JK no quadro sobre o móvel em que aparece sentado na mesma cama, já adulto, e ainda o citou para criticar o presidente Lula.
. Dizendo que JK foi "referência dos estadistas brasileiros", Serra afirmou, alfinetando Lula: "É um homem que governou o Brasil com competência, generosidade, com tolerância. Nunca tratou adversário como inimigo".
. Ao lado do ex-governador tucano de Minas Aécio Neves, do governador Antonio Anastasia (PSDB), candidato à reeleição, e de Itamar Franco (PPS), candidato ao Senado, Serra disse estar emocionado por fazer campanha em Diamantina. Recebeu apoio da família do ex-presidente.
. Dizendo que JK foi "referência dos estadistas brasileiros", Serra afirmou, alfinetando Lula: "É um homem que governou o Brasil com competência, generosidade, com tolerância. Nunca tratou adversário como inimigo".
. Ao lado do ex-governador tucano de Minas Aécio Neves, do governador Antonio Anastasia (PSDB), candidato à reeleição, e de Itamar Franco (PPS), candidato ao Senado, Serra disse estar emocionado por fazer campanha em Diamantina. Recebeu apoio da família do ex-presidente.
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