PF e MPF investigam se incentivo federal à CAOA foi em troca de propina para campanha do governador de Minas

O site da revista Época informou ainda há pouco, 11h30min de quinta-feira, que agentes da PF estiveram nas sedes da Caoa, fabricante e revendedora de carros da Hyundai no Brasil, na Marfrig, e em endereços de Mauro Borges, ex-ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e homem ligado ao governador Fernando Pimentel. 

Houve buscas também no endereço de um contador que trabalhava para empresas investigadas.

A nota completa do site:


Conforme ÉPOCA publicou em julho, havia suspeitas de que a Caoa conseguira incentivos fiscais do Ministério do Desenvolvimento e empréstimos do BNDES, que foram chefiados por Pimentel e Borges, para produzir carros na cidade goiana de Anápolis. 

A Caoa, poucos dias antes de uma visita de Pimentel à fábrica em Goiás, fizera depósitos em conta de empresa ligada a Benedito Oliveira, o Bené, empresário amigo de Pimentel e que o ajudou na campanha. 

94% dos leitores acham que STF errou ao fatiar a Lava Jato

94% dos leitores compreenderam perfeitamente que o fatiamento da Operação Lava Jato foi apenas uma jogada do STF para melar as investigações, denúncias e julgamentos que ocorrem no Paraná sob a condução do juiz Sérgio Moro, beneficiando assim os criminosos lulopetistas e seus quadrilheiros já presos em Curitiba.

É o resultado da enquete que o editor disponibilizou aí ao lado.

Apenas 4% consideraram que o STF tem razão.

5% preferiram não optar pelas respostas disponíveis.

A nova enquete que está aí ao lado, pergunta o seguinte:

Que nota você dá ao serviço público que você usa no Brasil ?

Vá ali e vote.

Análise, Ricardo Noblat, O Globo - PMDB, uma companhia de aluguel

A foto ao lado é de Noblat, que na imagem é menos sútil do que no texto, já que apresenta o PMDB como uma prostituta de rua, portanto uma vagabunda que vende sexo, carinho e companhia por muito menos. --


O PMDB só foi um partido sério quando se opôs à ditadura militar de 64 sob a liderança de políticos do porte de Ulysses Guimarães e de Tancredo Neves. Fora muitos outro

01/10/2015 - 08h01
Ricardo Noblat

“É preciso que surja alguém para unificar o país”, pediu Michel Temer, vice-presidente da República e presidente do PMDB.

O pedido dele instalou a cizânia dentro do governo e conferiu-lhe o título de conspirador número 1 da República.

Foi aí que tudo começou a desandar entre ele e seu partido, de um lado, e Dilma e seus demônios do outro.

A primeira providência tomada por Dilma foi a de subtrair de Temer a condição de coordenador político do governo. Esqueceu-se de avisá-lo, porém.

Temer esticou a corda reunindo-se em São Paulo com desafetos do governo. Na ocasião, admitiu que Dilma seria incapaz de governar até o fim com popularidade tão baixa.

O programa do PMDB na televisão, na semana passada, permitiu a Temer avançar mais uma casa na rota de se distanciar de Dilma e do governo.

A próxima casa seria ocupada com a realização, em novembro próximo, do Congresso do PMDB, onde se debateria o rompimento da aliança com o PT.

E agora? O que aconteceu com Temer? Como ele se comportará doravante?

Temer fingiu não se interessar pela reforma ministerial. Disse que não indicaria ninguém. E que não avalizaria nenhuma escolha.

Então para que se reuniu tantas vezes com Dilma de lá para cá? Para ouvi-la calado? Para repetir: “Não comento”? Só para ser gentil?

Atropelado por Dilma, que procurou isolá-lo – e também a Eduardo Cunha – negociando diretamente com o baixo clero do PMDB, Temer cedeu às pressões do seu partido por mais cargos.

Simples assim. Era previsível, a levar-se em conta o prontuário do PMDB.

Coitados dos ingênuos que acreditaram na eventual conversão do PMDB em um partido menos escrachado.

O PMDB só foi um partido sério quando se opôs à ditadura militar de 64 sob a liderança de políticos do porte de Ulysses Guimarães e de Tancredo Neves. Fora muitos outros.

De lá para cá, sem líderes de peso para conduzi-lo, sem ideologia, sem um projeto para o país que não se resuma apenas a um projeto de poder, procede como uma libertina companhia de ocasião.


Dá para quem lhe pague melhor. Qualquer um.

E-mail de Graça Foster revela que ela sabia da existência de quadrilha lulopetista dentro da Petrobrás

Nas redes sociais, a quadrilha constatada por Graça Foster já era apresentada como versão petista dos Irmãos Metralha. A ilustração ao lado está disponibilizada no Google. - 


E-mail cita fala de Graça Foster sobre 'quadrilha' na PetrobrasEx-presidente da estatal é citada em troca de mensagens de integrantes da cúpula da Odebrecht presos na Operação Lava Jato.

Isto é o que revela hoje o site da revista Veja, www.veja.com.br

Leia toda a reportagem: 

Uma sucessão de e-mails trocados pela cúpula da Odebrecht após a prisão do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, já condenado na Lava Jato, revela uma conversa em que a então presidente da estatal, Maria das Graças Foster, fala na existência de uma "quadrilha" na Petrobras. As mensagens apreendidas pela Polícia Federal foram trocadas entre executivos da Odebrecht em 24 de julho de 2014, quatro meses após a prisão de Costa.
"Pense bem antes de ir e se definir em que quadrilha você pertence", teria dito Foster ao gerente executivo de Abastecimento da Petrobras, Wilson Guilherme, apontado com testemunha de defesa de Costa. A frase foi atribuída a Foster por Rogério Araújo, então diretor da Odebrecht, em e-mail enviado às 18h04 para o presidente da companhia, Marcelo Odebrecht, e para outro diretor, Márcio Faria. Os três estão presos desde 19 de junho.
Eles citam também dirigentes da Petrobras que seriam presos na Lava Jato meses depois, entre eles o ex-diretor de Serviços Renato Duque, apontado como homem do PT no esquema de propinas da estatal. Para os investigadores, o conteúdo dos e-mails demonstra que a cúpula sabia do esquema instalado na companhia e também do papel de Duque como arrecadador do PT. "Duque (dinheiro para Partido)", consta em uma mensagem.
A sequência de e-mails foi capturada pela Polícia Federal nos computadores da Odebrecht, em São Paulo. São oito correspondências ao todo.
Em julho de 2014, quando os e-mails foram trocados, a Petrobras fervia ante o escândalo. Paulo Roberto Costa era um dos nomes mais influentes da companhia. Sua prisão abalou a estatal. No mês seguinte, o ex-diretor fez delação premiada e escancarou o esquema de corrupção e propinas envolvendo cerca de cinquenta políticos, entre deputados e senadores, e outros dirigentes da Petrobras.
Nas mensagens, os executivos da Odebrecht tratam Paulo Roberto Costa pelas iniciais de 'PR' e Maria das Graças Foster, por 'MGF', segundo análise dos investigadores. "Como sabemos, foram indicadas algumas pessoas da companhia como testemunhas para processo PR. Uma delas, Wilson Guilherme (GEX Abast) foi abordado por MGF na seguinte linha: "pense bem antes de ir e se definir em que quadrilha você pertence!!", diz Rogério Araújo a Marcelo Odebrecht e Márcio Faria.
O presidente da Odebrecht diz em seguida: "Não sei se entendi bem a mensagem dela." Rogério Araújo explica. "Se for da quadrilha do PR, depor favorável a ele." Marcelo Odebrecht responde. "Ou seja, ela quer detonar o PR? Não apenas não ajudar como atacar? Acha que não tem refluxo?"
A comunicação cita outro dirigente da Petrobras, preso na Lava Jato, Nestor Cerveró (Internacional), e também o ex-presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, que não é acusado. Às 18h21 daquele dia, Rogério Araújo diz. "Também detonar Duque (será testemunha), Cerveró e Gabrielli. Não sei se tem alinhamento com PR."
Marcelo Odebrecht argumenta: "Seria bom se tivéssemos certeza desta postura dela, pois seria mais um ponto de minha conversa amanhã. Isto é suicídio, só vai prejudicar governo e empresa".
Às 18h35, Rogério Araújo concorda com Marcelo Odebrecht. "Com relação ao WG certeza absoluta! Com relação ao Duque ela fez o seguinte comentário numa apresentação GT a DE, sobre ação do Imbassay junto a Proc Geral União acerca RNEST arrolando ex-diretoria e atual para escutar a apresentação solicitou ao Jurídico (Nilton Maia) para preparar trabalho defesa da atual diretoria e disse que não poderia fazer mesmo com PR (se beneficiou) e Duque (dinheiro para Partido)!. Quanto ao Cerveró e Gabrielli, tem feito comentários ruins face Pasadena."
Na última mensagem Rogério Araújo cita mais um diretor da Petrobras, preso na Lava Jato, Jorge Zelada (Internacional): "Outro que ela detona é Zelada."

Graça Foster, a Odebrecht e a Petrobras não se pronunciaram sobre o conteúdo das mensagens.

Operação Acrônimo faz buscas e apreensões também no RS

Entre os locais onde agentes federais realizam buscas no âmbito da Operação Acrônimo (leia nota abaixo),  estão a sede da Marfrig, em Belo Horizonte, a casa do presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Mauro Borges, e escritórios da Odebrecht em São Paulo.

A investigação apura caixa 2 eleitoral e lavagem de dinheiro e busca supostas irregularidades envolvendo a campanha do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), sua mulher, Carolina de Oliveira, e o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira.


Na última fase da operação, a Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal para invadir a casa de Pimentel, que apontou "abusos" da corporação na investigação. Ele chegou a enviar uma carta a petistas com críticas à forma como foi conduzida a investigação.

Análise - Dívida pública interna, uma aberração brasileira

Esta análise é de Silvio Ribas, do jornal Correio Braziliense, Brasília. Vai na íntegra.

O estrago provocado por Dilma Rousseff na economia, mais precisamente na inflação, que está roçando os 10% neste ano, transformou o ajuste fiscal prometido pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em brincadeira de criança, embora, a longo prazo, a sinalização dada por ele seja importante para mostrar que alguma coisa está sendo feita para conter o desarranjo das contas públicas. Como o Banco Central foi obrigado a quase dobrar a taxa básica de juros (Selic) desde 2013, de 7,25% para 14,25% ao ano, as despesas com a dívida pública deram um salto espetacular, atingindo, em agosto deste ano, 8,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

Não há, pelos cálculos do Fundo Monetário Internacional (FMI), nenhum país do mundo civilizado que tenha um custo tão elevado com o endividamento público. O caso mais próximo da aberração brasileira é o da Grécia, onde os gastos com juros consomem 6,2% de todas as riquezas produzidas em um ano. Na Zona do Euro como um todo, que concentra várias das nações mais endividadas do planeta, a relação entre as despesas com juros e o PIB está em 2,8%.

O que se vê no Brasil é um círculo vicioso. A inflação alta obrigou o BC a elevar a taxa Selic. Como ela serve de parâmetro para a formação do custo do dinheiro, todos os demais títulos emitidos pelo Tesouro Nacional passaram a pagar mais aos investidores. Há papéis, como as NTNs-B, com rendimento anual acima de 17%. Os efeitos perversos da inflação alta vão além. Desconfiados em relação à capacidade do governo de conter os reajustes de preços, os investidores correram para o dólar em busca de proteção. A moeda norte-americana nas alturas significa mais inflação.
Para tentar segurar o dólar, o BC despejou no mercado uma montanha superior a US$ 100 bilhões em contratos de swap cambial, que, na prática, significam vendas
futuras da divisa dos Estados Unidos. Mas como essas operações dão prejuízos, as perdas são incorporadas na conta dos juros de dívida. Pelos cálculos de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, somente neste ano, a fatura dos swaps já chegou a R$ 74 bilhões.
Entre janeiro e agosto deste ano, revela o BC, as despesas com juros totalizaram R$ 338,3 bilhões, aumento de 104,7% em relação aos gastos contabilizados no mesmo período de 2014. Nos 12 meses terminados em agosto, o endividamento público custou R$ 484,5 bilhões, o correspondente a 8,5% do PIB, relação sem precedentes no mundo. Essa conta só vai diminuir quando o governo provar que é capaz de fazer um ajuste fiscal consistente, de longo prazo. A confiança voltará aos poucos, a inflação tenderá a ceder e o BC poderá começar a cortar os juros. Mas ainda é cedo para se animar.


HP e Tecnopuc investiram R$ 17 milhões no Global Tecnopuc, que será inaugurado hoje em Porto Alegre

Será inaugurado hoje o Global Tecnopuc, 17h. É parceria do Tecnopuc e HP. O projeto envolveu investimernto de R$ 17 milhões.

CLIQUE AQUI para conhecer melhor a Tecnopuc.

O site focado em TI, Baguete, conta que com 4 mil metros quadrados (um acréscimo de quase 10% na área construída total de 50 mil) o Global Tecnopuc não deve abrigar novas empresas, mas sim servir como um espaço de relacionamento, aproximação e geração de valor para os atores que já estão no parque.

Leia mais:

“Nossa ideia é incrementar o tipo de oportunidades para as empresas que diferenciam um parque tecnológico”, aponta Rafael Prikladnicki, diretor do Tecnopuc, que hoje já abriga 124 operações e reúne mais de 6,5 mil pessoas.
A ideia do Global, explica Prikladnicki, é que empresas possam trabalhar no mesmo espaço por tempo limitado em projetos, oferecendo um espaço para o desenvolvimento de spin off, por exemplo.
O prédio terá também uma área de coworking, no qual funcionários poderão trabalhar em projetos paralelos, além de um uma sala de palestras para 120 pessoas, um anfiteatro e uma sala de exposições, além de facilidades para os colaboradores como bicicletário, vestiário e até um chimarródromo.
Esses espaços devem concentrar e ampliar atividades que já aconteciam dentro do Tecnopuc, sendo a principal delas o o Laboratório de Criatividade HP-PUCRS, que passará de 60m² para 300m².
HP e PUC-RS financiaram o novo prédio, juntamente com verbas de um edital da Finep para parques tecnológicos de 2010. A multinacional americana foi uma das primeiras grandes empresas a se instalarem no parque, mais de 15 anos atrás.
Além do Crialab, devem ir para o novo prédio a administração do Tecnopuc e das entidades instaladas no parque, fortalecendo o local como um ponto de conexão entre os diferentes agentes.

De acordo com  Prikladnicki, a ideia é trazer aulas de diferentes cursos da PUC-RS, assim como atividades promovidas na universidade por entidades como o PMI-RS, aumentando assim a proximidade da comunidade acadêmica e do público em geral do Tecnopuc.

Correio do Povo circula hoje com capa que replica o número 1, editada em 1895

O jornal Correio do Povo, Porto Alegre, circula hoje com formato um pouco maior do que aquele que Renato Ribeiro formatou para poupar papel, tudo com o objetivo de reproduzir a capa inteira do diário, que era impresso em tamanho standard.

A edição de hoje também apresenta nova diagramação, mais clean.

A capa reproduzida hoje é a donúmero 1, 1o de outubro de 1895.

O Correio do Povo completa 120 anos nesta quinta-feira.

Real fraco fortalece produtos brasileiros na competição com os produtos argentinos

A repórter Marli Olmos, jornal Valor, relata desde Buenos Aires que os reflexos cambiais sobre a competitividade brasileira são acompanhado de perto pelo setor agropecuário da Argentina, porque a idéia geral ali é de que ele perderá mercado. 

Leia a reportagem completa:

A crise no Brasil agrava a deterioração das exportações dos produtos argentinos. Além disso, a onda de desvalorizações do real e de moedas de outros parceiros comerciais e de concorrentes preocupa o setor agropecuário do país, onde o câmbio mudou menos nos últimos tempos.

Nos últimos 12 meses, o dólar se valorizou 70% em relação ao real, mas apenas cerca de 11% em relação ao peso argentino. Ainda é difícil medir o alcance desse aumento da concorrência brasileira em relação a produtos que a Argentina também exporta por causa do câmbio, mas esse não é o único problema. Com o movimento, o Brasil também tende a importar menos produtos argentinos, com reflexos sobretudo para as chamadas economias regionais.

O mercado brasileiro é o destino de mais de 70% do que os argentinos exportam em farinha de trigo, cebolas, alho, azeitonas, malte e batatas congeladas. Mais de 40% de uvas e azeite de oliva e um terço de peras e maçãs vendidos ao exterior também seguem para o Brasil.

"É muito preocupante a situação econômica que o Brasil vive hoje. Afetará fortemente o comércio, porque boa parte de nossos produtos regionais destina-se a esse país", afirma Ezequiel de Freijo, analista do Instituto de estudos econômicos da Sociedade Rural Argentina.

Independentemente da conjuntura, lembra Freijo, muitas empresas brasileiras que atuam na Argentina passaram a ser mais competitivas que as locais. O economista conta que, no varejo, o quilo do presunto de marcas como Sadia (da BRF) já custa pelo menos 35% menos que tradicionais marcas locais. "O Brasil comprou empresas produtivas e nós ficamos com as velhas", destaca ele.

Com a desvalorização do real, aumenta a preocupação também em relação a produtos fabricados no Brasil que podem chegar ao mercado da Argentina se o próximo governo adotar uma política de importação menos controlada que a atual.

Mas não é só a queda do real que preocupa o agronegócio argentino. Na Rússia, outro mercado importante, a desvalorização do rublo supera a da moeda brasileira. Para o mercado russo, seguem 20% das exportações de carne bovina congelada e 41% da carne equina.

A possível retração da demanda da China é mais um problema, já que o país asiático absorve, por exemplo, 81% das exportações de soja em grão da Argentina e 57% dos embarques de óleo de amendoim.

A partir da crise de 2001, a Argentina avançou nas exportações de produtos.

Nova operação da PF é desencadeada para investigar governador petista de Minas, Fernando Pimentel

O governador Fernando Pimentel, PT de Minas, ex-ministro de Dilma Roussef, voltou a se incomodar logo no início da manhã desta quinta-feira, porque a Polícia Federal desencadeou a terceira fase da Operação Acrônimo, que investiga malfeitos dele, da mulher e de companheiros seus de Partido.

A PF está cumprindo 40 mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, SP e Bra´silia.

Um dos alvos dos policiais é a casa do prsidente da Cemig, a CEEE mineiras, Mauro Borges. 

Botijões de gás começam a subir de preço no RS

Até o final de semana, os botijões de gás terão preço novo no RS. A data fatal é sexta-feira, mas as altas já ocorrem em várias regiões.


A Liquigás informou seus revendedores que o reajuste seria em todos os tipos de botijão, residenciais e industriais. Já a Ultragaz informou que o aumento entre R$ 1,50 e R$ 2 valeria apenas para cilindros P2 e P13. A Nacional Gás disse às revendas que o reajuste de 3% a 4% incidiria sobre todos os produtos

Poderes do RS gastam R$ 18 milhões anuais com salários de servidores que ganham mais do que o teto constitucional

Vão a R$ 18 milhões por ano os gastos dos Poderes do RS com o pagamento de salários que ultrapassam o teto constitucional.

Os dados são do TCE.

Auditorias estão em andamento há uma semana na Secretaria Estadual da Fazenda, no Instituto de Previdência do Estado, no Tribunal de Justiça, no Tribunal de Justiça Militar, no Ministério Público e na Assembleia Legislativa. 

Somente no IPE, a estimativa é de que tenham sido gastos mais de R$ 500 mil com excedentes na folha de pagamento do mês de junho.

Os casos afetam servidores que recebem por mais de uma fonte pagadora. Ou seja, têm um benefício além da remuneração, como aposentadoria ou pensão.

O TCE vai recomendar cortes. 

PGR não cita fontes e nem lista provas claras, mas diz que Eduardo Cunha tem contas secretas na Suiça

Mesmo sem prova alguma sobre o que informa o MPF, boa parte da mídia revelou ontem a noite que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e seus familiares têm contas secretas na Suíça.  

Ninguém é identificado como fonte no MPF, leia-se PGR, do procurador Rodrigo Janot, o único que pode investigar Eduardo Cunha, que tem prerrogativa de foro. Também nenhuma autoridade suíça é identificada. Além disto, prova alguma foi disponibilizada. 

PGR e Cunha estão em guerra aberta.

A campanha contra o presidente da Câmara já dura alguns dias, desde quando ele começou a tomasr decisões sobre o impeachment de Dilma.

O site da revista Veja de hoje conta mais sobre as contas da Suiça:

O Ministério Público Federal confirmou nesta quarta-feira que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é investigado na Suíça por suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. As autoridades de investigação suíças encontraram contras secretas do peemedebista e de familiares no país europeu. O saldo dessas contas foi bloqueado e há indícios de que elas conteriam propina supostamente recebida pelo deputado no escândalo do petrolão.
Depois de identificar que Cunha era o titular das contas bancárias, o Ministério Público da Suíça enviou nesta quarta ao Brasil as informações sobre o caso, o que permite que a Procuradoria-Geral da República possa investigar e processar o deputado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. A transferência da investigação da Suíça para o Brasil ocorre para que as apurações do caso possam ter continuidade, já que, por ser brasileiro nato, Eduardo Cunha não poderia ser extraditado para a Suíça.
O engenheiro João Augusto Henriques, apontado pelo Ministério Público como um dos operadores do PMDB na Lava Jato, foi um dos investigados no petrolão que citou Eduardo Cunha como um dos beneficiários de dinheiro em contas secretas no exterior. Em depoimento à Polícia Federal, ele disse que repassou dinheiro a uma conta corrente cujo verdadeiro destinatário era o presidente da Câmara. Segundo a versão apresentada pelo operador, que foi preso na 19ª fase da Operação Lava Jato, o repasse à suposta conta de Cunha não era propina e ele nem sequer sabia que o destinatário seria o parlamentar. Ele afirmou que a conta estava em nome de uma empresa e apenas quando as próprias contas dele na Suíça foram bloqueadas é que soube que o destinatário do dinheiro era o peemedebista.
Aos policiais, Henriques confessou que recebia dinheiro de determinados clientes no exterior e que não informava os valores à Receita Federal do Brasil. Ele argumentou que os recursos não têm relação com o escândalo do petrolão e que são "finder's fee", ou seja, comissões pagas a intermediários por transações financeiras.
Essa não foi a primeira vez que o nome de Cunha apareceu em depoimentos relacionados à Lava Jato. À Justiça, o lobista Julio Camargo, que atuou a favor da empresa Toyo Setal, afirmou que o deputado pediu 5 milhões de dólares do propinoduto da Petrobras em um contrato de navios-sonda.
O ex-gerente da Área Internacional da Petrobras Eduardo Musa afirmou, em acordo de delação premiada, que cabia a Cunha, como parlamentar, dar a "palavra final" nas decisões da diretoria Internacional, quando a diretoria era comandada pelo réu no petrolão Jorge Zelada. Segundo Musa, coube a João Augusto Henriques emplacar Zelada na cúpula da petroleira, embora fosse de Cunha a influência direta sobre a gestão da companhia.
"João Augusto Henriques disse ao declarante que conseguiu emplacar Jorge Luiz Zelada para diretor Internacional da Petrobras com o apoio do PMDB de Minas Gerais, mas quem dava a palavra final era o deputado federal Eduardo Cunha, do PMDB/RJ", diz trecho da delação premiada de Musa. O presidente da Câmara afirmou que não conhece Eduardo Musa.


Intervenção por tempo indeterminado fratura o PSDB do RS

Não há data alguma para ser levantada a intervenção decretada pelo senador Aécio Neves no PSDB do RS.

A divisão entre os tucanos gaúchos é cada dia mais devastadora.

Uma espécie de gauleiter de Aécio, o deputado Marchezan Júnior já conseguiu desmontar diretórios municipais adversários, inclusive o de Porto Alegre, cujo presidente, o vereador Mário Manfro, resolveu ir para o PSB.

PSDB decide que prévias nas capitais só sairão por decisões dos diretórios estaduais

Principais nomes do PSDB para a disputa à Presidência em 2018, o senador Aécio Neves (MG) e o governador paulista Geraldo Alckmin articulam para que o diretório nacional da sigla tenha controle sobre as disputas internas por candidaturas em 2016.

As informações são de reportagem da Folha de S. Paulo de hoje.

O caso tem desdobramentos nos Estados, inclusive no RS.

Em Porto Alegre, prévias poderão reunir vários candidatos, entre os quais Yeda Crusius e Marchezan Júnior, mas se prevalecer o decidido, tudo ficará concentrado nas mãos de Marchezan Júnior, o interventor de Aécio no diretório estadual.

Leia: 

O plano é que em cidades com mais de 100 mil habitantes ou que tenham retransmissoras de TV –com horário eleitoral gratuito–, prévias sejam regidas pelos diretórios estaduais, não municipais. A informação foi publicada pelo jornal "O Estado de S. Paulo" nesta quarta (30).
A mudança impacta a disputa pela candidatura tucana à Prefeitura de São Paulo. O diretório municipal definiu sexta (2) como prazo final para a inscrição dos pré-candidatos, mas a executiva estadual apresentou resolução chancelando a alteração.
Os nomes postos até agora não agradam a Alckmin, que planeja usar uma eventual vitória tucana para se projetar em 2018. O preferido do governador para a tarefa é o secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, quadro do PMDB que deve migrar para o PSDB.
O vereador Andrea Matarazzo, principal pré-candidato até agora, é visto por Alckmin como aliado do senador José Serra. Os outros nomes na disputa por enquanto são o empresário João Doria Jr. e os deputados Ricardo Tripoli e Bruno Covas, que também não agradam ao governador.
AÉCIO
Já Aécio, presidente nacional do partido, apoia o movimento de olho em outras capitais, como João Pessoa, Recife e Salvador. Ele espera que o PSDB apoie candidatos de DEM, PSB e PPS, a fim de costurar uma base para sua candidatura presidencial.
O movimento também sofre resistência interna nessas outras cidades. Em Salvador –onde o atual prefeito, ACM Neto (DEM), deve disputar a reeleição–, o deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA) espera se colocar no páreo.
Nesta quarta, o deputado estadual Pedro Tobias, presidente do diretório paulista, foi a Brasília para definir detalhes de uma resolução que será apresentada à executiva nacional na próxima semana. O deputado Silvio Torres (SP), secretário-geral do partido, apresentará a proposta.

Em nota, o presidente do diretório paulistano, vereador Mario Covas Neto,disse repudiar o movimento, que classificou ainda como "coronelista". 

Artigo, João Bosco Abero - Balaio de absurdos

Leio em mais de um lugar da grande imprensa: Dilma entregou-se ao PT e ao PMDB. Os dois bandos – e digo bandos mesmo – estão em franco conflito. Ora, alguém que está por eles cercado não pode entregar-se a ambos simultaneamente. Apropriado, ao que parece, seria dizer que Dilma rendeu-se e cada facção tomou o butim que suas forças permitiam.
PT e PMDB só estiveram unidos enquanto o Estado lhes ensejava corrupção e postos, binômio de que extraíam poder e fruição pessoal. No mais, nada há em comum entre as siglas. O PMDB, até por força de seu ecletismo, jamais sustentou bandeiras que transpusessem o marco do liberalismo. Controle da imprensa, ocupação de glebas e de prédios, públicos ou privados, denúncia da dívida pública, impostos sobre lucros financeiros, controle de preços, enfim, as clássicas panaceias da cartilha bolivariana nunca tiveram o respaldo do partido que já se chamou MDB.
Com o esvaziamento das burras palacianas e o PT nas garras da Lavo Jato, nada há que alimente a unidade das duas greis. Incongruências como disputa por ministérios e, ao mesmo tempo, indisfarçável cobiça pela presidência a advir do impeachment; descaramento de Lula, participando de negociações para afastar a queda de Dilma ao passo que atiça suas tropas sanduicheiras contra o ajuste fiscal, derradeira esperança da presidente, visando a apressar sua derrocada, correm por conta do natural tumulto presente nas grandes crises, a agravar-se de forma crescente no sentido do desenlace.

 Nota-se entre especialistas e jornalistas clara repugnância em admitir uma área cinzenta e inexplicável, espécie de lixo residual que inexoravelmente se forma nas grandes transições do político e do social.Velho e pretensioso apego ao racionalismo induz a interpretações tão minudentes quanto inúteis que afastam o observador das grandes e implacáveis verdades. A economia, já vizinha do colapso, suplantou de muito a tolerância da sociedade. Dilma cairá e qualquer que seja a estrutura de poder que emergir será obrigada a pôr-se em consonância, minimamente satisfatória, com o clamor das ruas.

Governo de Minas, PT, aumenta ICMS

Deputados aprovaram em segundo turno, na noite desta quarta-feira, o Projeto de Lei 2.817/15. O texto de autoria do Executivo estabelece aumento nas alíquotas do imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de vários produtos. 

O governo do petista Fernando Pimentel, ex-ministro de Dilma, vai faturar mais R$ 700 milhões por ano aos cofres do Estado. 

A nova alíquota do ICMS vai incidir sobre produtos considerados supérfluos, como bebidas alcoólicas, cigarros, armas, refrigerantes, ração tipo pet, perfumes e cosméticos, alimentos para atletas, telefones celulares, câmeras fotográficas e de vídeo, equipamentos para pesca esportiva e aparelhos de som e vídeo para uso automotivo, será elevada em dois pontos percentuais, como já prevê o projeto original.


Também valerá para a cobrança da energia elétrica, no caso de consumidores comerciais e prestadores de serviços, que terão a alíquota alterada de 14% para 25%.

- No RS, Sartori foi muito mais longe. A alíquota sobre energia, por exemplo, que já era de 25%, foi para 30%. Ele faturará R$ 2 bilhões para seu governo, já descontados os 25% das prefeituras. 

Procon multa postos, mas poupa Petrobrás

O Procon começou a multar postos de gasolina por altas abusivas. Foram dez, ontem, em Porto Alegre.

A Petrobrás, vetor do aumento abusivo, não foi visitada pelo Procon.

Os postos venderem gasolina entre R$ 0,20 e R$ 0,30 acima do preço anterior, que era, em média, de R$ 3,29.

Bancários do RS farão greve na terça-feira

A partir de terça-feira os bancários gaúchos farão greve por melhores salários.

Sol e dia ameno marcará o RS nesta quinta, mas amanhã choverá no Estado

O sol brilha intenso e claro nestemomento, 7h20min, em Porto Alegre,mas ele aparece, embora com nuvens, em todas as regiões. A nebulosidade aumentará ao longo desta quinta-feira, de acordo com a MetSul Meteorologia. Por isso, sobretudo da tarde para a noite, há chance de pancadas isoladas principalmente no Oeste, Centro e o Noroeste do Estado e que podem vir com raios e temporais isolados. 

Neste momento, 7h22min, a temperatura é de14 graus em Porto Alegree 12 graus em Gramado. 

A temperatura estará mais alta ao amanhecer e a tarde será mais abafada. Em Porto Alegre, a instabilidade maior terá início nesta sexta-feira, quando a chuva aumenta muito no Estado durante a madrugada. Altos índices de instabilidade da atmosfera sugerem temporais isolados de vento e granizo
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