Sartori admite privatrizar estatais para vencer a crise fiscal do governo

O governador José Ivo Sartori admitiu ainda há pouco ao jornalista David Coimbra, Rádio Gaúcha, que será obrigado a privatizar estatais que não têm mais o que fazer no organograma do governo estadual.

Ele não citou casos.

Entre as estatais na linha de tiro estão Cesa e CEEE, mas não só elas.

Senador tucano prevê queda de Dilma no Dia da Revolução Francesa, 14 de julho

A montagem ao lado é do site www.brasil247.com.br


Com mandato ameaçado no Tribunal de Contas da União e no próprio Congresso, a presidente Dilma Roussef poderá ter seu mandato virtualmente cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral no no dia 14 de julho, data do depoimento de Ricardo Pessoa no TSE e também da Revolução Francesa;.

A opinião é do senador tucano Cássio Cunha Lima, que falou para o colunista Josias Souza:

- O que o PSDB defende são novas eleições.

O próprio ex-presidente Lula poderá disputar. 

O senador tem pressa porque a saída tem que ocorrer em tempo, já que Temer também seria cassado junto com Dilma. Feito isto, Eduardo Cunha será presidente durante três meses, presidindo a nova disputa. 

Fortunati diz ao Jornal do Comércio que não disputará a sucessão de José Sartori

A entrevista a seguir foi concedida pelo prefeito José Fortunati ao repórter Guilherme Kolling, Jornal do Comércio. O prefeito completou 5 anos, 3 meses e 1 semana à frente do Paço Municipal. JOÃO 

Leia tudo. O editor recomenda.

A agenda desta sexta-feira do prefeito de Porto Alegre prevê compromissos comuns: inicia o expediente às 8h30min, participa da reunião semanal da coordenação da saúde e segue em atividades até a noite - a última, às 19h, é um evento esportivo na comunidade da Bom Jesus.

Entretanto, esse é um dia especial para José Fortunati. Marca o momento em que ele se torna o chefe do Executivo da Capital com mais tempo de mandato desde a redemocratização: já são 5 anos, 3 meses e 1 semana ? ele assumiu o Paço Municipal, em 30 de março de 2010. Com isso, ultrapassa Tarso Genro (PT) e José Fogaça (PMDB), ex-prefeitos que, eleitos duas vezes para o cargo, ficaram 5 anos e 3 meses no comando da cidade - ambos renunciaram para concorrer ao governo do Estado.

Aliás, foi quando Fogaça deixou o Executivo que Fortunati, vice na época, realizou o sonho de ser prefeito, algo que ambicionava há tempos. Nos anos 1990, era deputado federal, líder da bancada do PT na Câmara, e foi escolhido para formar chapa com Raul Pont (PT) em 1996 e ser candidato a vice-prefeito da Capital. "Renunciei ao meu mandato para ser vice-prefeito e me preparar para ser o próximo prefeito", lembra. A prática do PT era indicar o vice como cabeça de chapa na eleição seguinte, então, Fortunati seria o candidato natural em 2000. Não foi, Tarso venceu a disputa interna no partido e se elegeu.

Fortunati esperaria 10 anos para chegar ao Paço Municipal, filiado ao PDT, partido em que ingressou em 2001 e do qual está licenciado. Já no comando da administração municipal, Fortunati venceu no primeiro turno a eleição de 2012 e garantiu mais quatro anos. Se ficar no cargo até o final do mandato, serão 6 anos e 9 meses como prefeito.

Questionado sobre ter se tornado o prefeito com mais tempo de mandato, Fortunati, hoje com 59 anos, esboça um sorriso e revela surpresa. "Nunca tinha olhado o tempo de mandato dos meus antecessores. Não comparo meu mandato com o dos outros. Falta um ano e meio e tenho um dever comigo mesmo: entregar a melhor cidade possível para os porto-alegrenses."

O caminho natural seguido pela maioria dos prefeitos de Porto Alegre é tentar a eleição ao governo do Estado. Alguns até renunciaram para isso. José Fortunati pode concluir seu mandato no final de 2016 e, dois anos depois, buscar o Executivo estadual. Mas revela: "Não tenho qualquer pretensão de concorrer ao Palácio Piratini em 2018".

Apesar das dificuldades com o cronograma das obras da Copa - o atraso rendeu muitas críticas - Fortunati é otimista e acredita que terá concluído quase todas as intervenções no ano que vem. As exceções são as avenidas Tronco e Severo Dullius e a passagem de nível na Plínio Brasil Milano com Terceira Perimetral.

Também planeja finalizar, ainda no seu mandato, a primeira fase da revitalização da orla do Guaíba, ter despoluído a praia de Ipanema e iniciado o metrô. "Serei o prefeito com mais obras na história de Porto Alegre", projeta.

Nesta entrevista ao Jornal do Comércio, concedida no Paço Municipal, na quarta-feira à tarde, Fortunati ainda fala da sua licença do PDT e do processo de sucessão na prefeitura. Diz que não ficará neutro e lembra que o projeto atual teve início com o prefeito José Fogaça (hoje PMDB) em 2005. Para bom entendedor, pode ser interpretado como um apoio ao seu vice, Sebastião Melo (PMDB), em 2016. Mas Fortunati desconversa: "No momento adequado, faremos as articulações".

Jornal do Comércio - O senhor já é o prefeito com mais tempo no Paço Municipal. O que pensa em deixar como legado?
José Fortunati - Uma gestão voltada a melhorar a cidade, principalmente aos que mais precisam das políticas públicas. Que, terminado o meu mandato, compreendam que, neste período, procurei uma modernização voltada à qualidade de vida das pessoas.

JC - Quais suas ambições políticas para o futuro?
Fortunati - Entregar a cidade da melhor forma possível. Sair da prefeitura no dia 31 de dezembro de 2016 de cabeça erguida, orgulhoso do trabalho que fizemos conjuntamente. Essa é minha pretensão.

JC - E em 2018?
Fortunati - Não tenho qualquer pretensão de ser candidato ao Palácio Piratini em 2018.

JC - Nem ao Senado?
Fortunati - É só isso... (a comentar sobre 2018, a frase anterior).

JC - Foi uma surpresa sua licença do PDT, de maneira irrevogável...
Fortunati - Até o final do mandato. Não estou desfiliado do PDT, apenas licenciado. E fiz isso de forma consciente. A bancada do PDT (na Câmara Municipal) estava votando de forma não compromissada com o Executivo, e isso estava contaminando a base do governo. O Executivo vinha sendo derrotado em várias votações na Câmara. Eu me licenciei dizendo que não aceito esse tipo de postura. Se está no Executivo, tem que assumir também o ônus, não somente o bônus. A partir do meu licenciamento do PDT, fizemos uma nova reflexão, e a relação com a base tem se dado de maneira muito positiva.

JC - Só no final de 2016 vai pensar no seu novo partido?
Fortunati - Não descarto permanecer no PDT, como não descarto qualquer outra alternativa, está tudo em aberto. Mas estou filiado ao PDT.

JC - E o que vai pesar na sua decisão para escolher o partido? Espaço na legenda, como a sigla vai lhe receber?
Fortunati - Não, não... Em relação ao PDT, tenho uma relação muito forte, principalmente com o PDT do Interior do Estado, o pessoal me recebe com muito carinho. Os problemas se referem à relação com a bancada na Câmara de Vereadores. Temos o processo eleitoral no ano que vem, e permaneço (no PDT) além do processo eleitoral.

JC - O senhor vai ficar neutro em sua sucessão à prefeitura?
Fortunati - Não pretendo. Primeiro, não é meu estilo, sempre tenho posições, faço política e obviamente temos um projeto de governo que se inicia em 2005 com o prefeito José Fogaça (na época PPS, hoje PMDB), que a gente deu continuidade. Então, no mínimo, tenho que olhar para o futuro para que este projeto possa continuar existindo. Pretendo estar presente no processo. No momento adequado, faremos as articulações.

JC - Na gestão da cidade, um grande projeto é o metrô. A crise que afeta União e governo do Estado inviabiliza a obra?
Fortunati - O metrô não está descartado. É decisão da presidenta Dilma (Rousseff, PT) viabilizá-lo. Temos que concluir a Proposta de Manifestação de Interesse (PMI), apresentar o resultado até o final de julho, dando o escopo técnico da obra. E conversar com o governo federal, grande parceiro, e com o governo do Estado, para chegar à equação financeira que permita realizar a licitação do metrô. Eu não joguei a toalha, e tenho a convicção de que nem o governador José Ivo Sartori (PMDB) e muito menos a presidenta Dilma jogaram.

JC - O senhor espera começar a obra na sua gestão?
Fortunati - Vou me sentir realizado se conseguir viabilizar o início da obra. Aí o próximo prefeito pode dar continuidade. O problema é não iniciar a obra, assume o novo prefeito, novas negociações serão feitas, e fico temeroso de que a continuidade não aconteça. Nem que seja em novembro de 2016, espero começar essa obra.

JC - Outro grande projeto é o Socioambiental, que pode despoluir parte do Guaíba. Quando a cidade vai chegar aos 80% de esgoto tratado? Haverá outra praia balneável além de Lami e Belém Novo?
Fortunati - Chegaremos ao final de 2016 muito próximos aos 80% do tratamento de esgoto cloacal. A questão é convencer as pessoas a fazer a ligação do esgoto domiciliar até a rede. E, de cada sete dias, em três o Guaíba fica balneável lá na Praia de Ipanema. Assim que concluirmos a coleta de esgoto cloacal, vamos devolver a balneabilidade àquela região.

JC - Há muitas críticas em relação às obras da Copa, especialmente pelo prazo...
Fortunati - Ouço muito "ah, não deveriam fazer tanta obra ao mesmo tempo". Mas aproveitamos o PAC Copa do Mundo. Sem isso, as obras não aconteceriam. Se tivéssemos que pensar em obras para a Copa, só faria a duplicação da Beira-Rio e o viaduto Abdias do Nascimento (na av. Pinheiro Borda). Mas aproveitamos aquele momento em que os recursos eram oferecidos.

JC - A Copa foi um pretexto.
Fortunati - Era uma oportunidade única, hoje não consigo buscar recursos para nenhuma nova obra pela situação em que o País se encontra. Outra coisa importante: cada obra tem a sua história, e isso não depende da minha vontade. Tem desapropriações, áreas tombadas pelo patrimônio histórico, pendência judicial, faltou areia com a proibição da extração, são coisas da vida real que temos que lidar. Para quem olha de fora, é fácil dizer que o prazo não foi cumprido. Mas há motivos para isso.

JC - Faltou dinheiro alguma vez para as obras?
Fortunati - Faltou. Como temos contrapartida, fomos bancando, já que o governo federal não liberava os recursos em 2013, foi repassar em março de 2014. As obras pararam por falta de pagamento. A vida real não deixou que se cumprisse. Mas tenho convicção de que não sou apenas o prefeito que mais tempo ficou na prefeitura, eu sou o prefeito que mais fez obras na história de Porto Alegre, pode voltar no tempo e somar as obras feitas na cidade.

JC - Mais do que o prefeito Loureiro da Silva?
Fortunati - Vamos terminar o mandato com mais obras do que o Loureiro da Silva. Não estou aqui comparando o tipo, mas o número de obras de grande impacto. E algumas não ficarão prontas até o final do mandato.

JC - Quais?
Fortunati - A da avenida Tronco, mas será concluída, o dinheiro já está depositado na Caixa.

JC - Dinheiro é problema?
Fortunati - Por mais paradoxal que pareça em um ano de crise como este, o dinheiro, em princípio, não é problema.

JC - Vai faltar então Tronco, viaduto da Plínio Brasil Milano, Severo Dullius e duplicação da Voluntários da Pátria?
Fortunati - Na Voluntários, dependemos de prédios do governo do Estado, na Secretaria de Segurança, mas acho que sai até o final de 2016. A avenida Tronco fica 80% pronta, corredores de ônibus BRT ficarão prontos - não conseguiremos fazer as estações dos BRT. E talvez a Severo Dullius fique pronta. E tenho uma expectativa positiva de que vou entregar a primeira fase do projeto da orla. Vai ser o principal cartão postal.


Este empresário de uma cidade de primeira classe (Gramado) fala sobre o País de terceira classe (Brasil)

CLIQUE AQUI para saber quem foi Robespierre. 

O título original de Hugo Teixeira, empresário de Gramado, é "Um País de terceira classe". Vale a pena ler. É da edição de hoje do Jornal do Comércio.

Já tivemos a alcunha de "país do futuro" e, mais recentemente, somos uma nação emergente. Meros sofismas para acobertar a denominação correta e a natureza de quase tudo por aqui nestes dias. Somos um país de terceira classe, porteira fechada! Falhamos, o povo por ignorância e inércia, o governo pela incompetência, corrupção e má associação, os partidos políticos, (que de política pouco tem), pelos verdadeiros assaltos autorizados em uma sanha desenfreada de ilícitos que vem de larga data.

Muito se falou que a iniciativa privada "caminhava" descolada do Brasil da politicagem. Mas parte deste segmento, representado não pela maioria, felizmente, mas pelo porte, é suspeito (?!) de envolvimento em tenebrosas transações, vide Operações Lava Jato e Zelote. Em um país em que a presidente sai em rede nacional para anunciar uma redução de 18% na tarifa de energia e, cerca de dois anos depois, aumenta exponencialmente este percentual fazendo da vida das famílias e empresários já massacrados pelo fúria arrecadatória do governo um inferno, em um país em que o corporativismo público legisla em causa própria, em um país em que segurança, educação e saúde estão sucateadas, o que fazer?

Um dos cenários possíveis, a continuar o caos instalado, é o processo já em andamento da criação de feudos, ou seja, o fortalecimento de certas classes (ou castas??) que usarão seu poder para se protegerem, beneficiarem e seguir usufruindo de suas benesses sendo que o resto que se vire ou adote modelo semelhante! Ironias a parte, temos que seguir trabalhando e não permitir que estas minorias se apropriem do País. A terra é rica, jovens com discernimento e bem-educados vêm formando uma nova geração de brasileiros mais comprometidos com o País.

Precisaremos de uma revolução no voto. Mas, em alguns momentos, não deixo de pensar que Robespierre possa ter tido razão!


Haitianos já disputam mercado de flanelinhas em Porto Alegre.

Imigrantes haitianos e senegaleses que desembarcam em massa já disputam mercado com flanelinhas no elegante bairro Moinhos de Vento, Porto Alegre.

Uma dupla deles, ontem, orientou o editor no estacionamento público, embora pago, área azul, tudo de olho na gorjeta que não levaram.

Mais levas de haitianos chegarão esta semana ao Sul.

É uma diáspora que não tem fim.


Delator e doleiro Youssef diz na Justiça Eleitoral que campanha de Dilma, 2014, usou dinheiro sujo do Petrolão

CLIQUE AQUI para ler, também, informações de Mônica Bérgamo, hoje, sobre preocupações do PT em relação às oitivas da Justiça Eleitoral.

O doleiro Alberto Youssef voltou a lançar suspeitas sobre o dinheiro que abasteceu a campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição no ano passado, segundo informa esta manhã o site da revista Veja, www.veja.com.br, baseado em reportagem da Folha de S. Paulo:

Leia tudo, mas CLIQUE AQUI se quiser ler a matéria original.

Em depoimento prestado à Justiça Eleitoral, um dos principais delatores do esquema do petrolão afirmou que foi procurado por um homem, identificado por ele apenas como "Felipe", integrante da cúpula de campanha do PT. Como revelou VEJA em outubro do ano passado, o emissário queria os serviços de Youssef para repatriar 20 milhões de reais que seriam usados no caixa eleitoral. O depoimento do doleiro à Justiça Eleitoral foi prestado em 9 de junho e tornado público em reportagem desta sexta-feira do jornal Folha de S. Paulo.

A ação de investigação eleitoral foi proposta pela coligação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado nas eleições presidenciais, e pelo diretório do PSDB no final do ano passado, antes da diplomação da presidente. Os tucanos cobram a investigação do que consideram abuso de poder econômico e político por parte da presidente Dilma e do vice-presidente Michel Temer na campanha do ano passado, com cassação do registro dos candidatos.

O PSDB alega que o TSE deve examinar a possível captação de recursos de forma ilícita de empresas com contratos firmados com a Petrobras, repassados posteriormente aos partidos que formaram a coligação de Dilma Rousseff, a Com a Força do Povo, formada por PT, PMDB, PDT, PCdoB, PSD, PP, PR, PROS e PRB.

À Justiça Eleitoral, Youssef não identificou com precisão quem seria o emissário que o procurou. "Uma pessoa de nome Felipe me procurou para trazer um dinheiro de fora e depois não me procurou mais. Aí aconteceu a questão da prisão, e eu nunca mais o vi'', afirmou o doleiro, segundo o jornal. Ainda de acordo com a reportagem, Youssef disse que conheceu Felipe por intermédio de um amigo chamado Charles, dono de uma rede de restaurantes em São Paulo. E afirmou que não se lembrava do sobrenome do emissário. "Se não me engano, o pai dele tinha uma empreiteira", disse.

O doleiro teria dito a Felipe que poderia realizar a operação sem problemas. Mas não o fez porque se tornou hóspede da carceragem da PF em Curitiba dois meses depois. Questionado se o dinheiro era para a campanha de Dilma, o delator respondeu: "Sim, mas não aconteceu".

Procurado pelo jornal, o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, afirmou que desconhece os fatos mencionados. "A campanha arrecadou recursos apenas dentro da legalidade e, portanto, no país". Edinho foi tesoureiro da campanha de Dilma e é um dos citados por outro delator do escândalo, o empreiteiro Ricardo Pessoa, conforme revelou VEJA. Segundo Pessoa, Edinho o pressionou a fazer doações à campanha da petista.


Nova enquete pergunta se Sartori deve privatizar estatais recorrentemente deficitárias

91% dos leitores desta página acham que os políticos implicados na Lava Jato devem ir imediatamente para a cadeia e aguardar o julgamento ali, da mesma forma que acontece com os empreiteiros e diretores da Petrobrás.

Apenas 9% consideram que todos devem aguardar o julgamento em liberdade.

A nova enquete pergunta, aí ao lado, qual a opinião do leitor sobre a privatização de estatais estaduais recorrentemente deficitárias.


Afonso Motta é forte candidato ao cargo de ministro do Trabalho

O deputado gaúcho Afonso Motta, que até se eleger foi diretor da RBS, é o mais forte candidato ao cargo de ministro do Trabalho do governo Dilma.

Afonso e Dilma foram companheiros de PDT no RS e chegaram a trabalhar juntos durante período em que Dilma presto consultoria á RBS para comprar a CRT.

Ele é um quadro histórico do PDT do RS, de família trabalhista no Alegrete.


Saiba quais são as três alternativas para a saída de Dilma

São intensas as conversações de bastidores em Brasília sobre o futuro do governo Dilma Roussef, conforme o editor conseguiu apurar esta semana.

Ainda não se fala abertamente, mas buscam-se as seguintes alternativas para a crise política e econômica:

1) Renúncia de Dilma e posse de Temer.
2) Impeachment da chapa completa, Dilma e Temer, e convocação de novas eleições.
3) Implantação do parlamentarismo com Eduardo Cunha como premier.

É sério.


Petista Edgar Pretto propõe ampliação de licença paternidade que o beneficiará

O deputado Edegar Pretto, PT, trabalha em causa própria ao protocolasr projeto de lei para aumentar a licença paternidade dos servidores públicos do Estado.

O período aumentaria de 15 para 30 dias.

Acontece que a mulher do deputado do PT é CC do BRDE e por estar grávida nem pode ser demitida na mudança de governo, como acontece sempre que á troca de guarda no banco.

Confiando no governo federal, Santa Casa começa a investir R$ 204 milhões

Mesmo enfrentando rombo de R$ 100 milhões por ano por insistir em atender pelo SUS, a Santa Casa de Porto Alegre confirmou que na semana que vem começará a investir R$ 204 milhões na reforma de um dos seus principais hospitais, o Santa Clara e da construção de um novo hospital no complexo.

A Santa Casa avisa que já tem dinheiro federal assegurado.

Há controvérsia sobre a capacidade financeira do atual governo.


Chegou ao RS o pão da mexicana Pulman, o pão do ursinho da Bimbo

CLIQUE AQUI para conhecer o padeiro mais rico do mundo, o mexicano que é dono da Bimbo. =-


Os pães Pullman chegaram em grande estilo ao mercado gaúcho. Mesmo com a crise econômica e a recessão, o grupo mexicano  manteve a estratégia de vir para o RS.

Nesta serxta-feira, Pullman comprou a capa e a página seguinte do principal jornal gaúcho, Zero Hora, um investimento publicitário que raramente empresas locais bancam.

A tradicional marca de pães Pullman chega ao Rio Grande do Sul, com um portfólio completo de produtos familiares. A marca pertence ao Grupo Bimbo - líder em panificados e com mais de 60 anos de tradição.O Ursinho Bimbo, ícone do Grupo Bimbo em todo o mundo.

A variedade

Leia o que Pulman diz sobre seus pães:
O Pão Tradicional XL 740 g, em embalagem com oito fatias a mais que o pacote tradicional, com maior custo benefício. Preço sugerido: R$ 3,99.
O Pão Integral Pullman é o funcional da linha, feito com ingredientes selecionados. Preço sugerido: R$ 4,99.
O Pão Zero% Pullman tem zero açúcar, gordura trans, colesterol, sem adição de edulcorantes e possui baixo teor de gorduras totais e saturadas. Preço sugerido: R$ 4,99.
O Pão de Hambúrguer, já vem fatiado e pronto para o consumo. Preço sugerido: R$ 5,69.
As Bisnaguinhas Pullman  são para a garotada. Preço sugerido: R$ 3,99.

As Torradas Clássicas Pullman podem ser consumidas a qualquer hora do dia e como excelente acompanhamento, quente ou frio, doce ou salgado. Preço sugerido: R$ 2,49.

MPF mostra provas da corrupção da organização montada entre Petrobrás e Odebrecht

O Ministério Público Federal apresentou o que considera provas de que a empreiteira Odebrecht pagou propina no exterior para executivos da Petrobras.

Os documentos foram apresentados nesta quinta à justiça pelos procuradores da Lava Jato. E mostra comprovantes de depósitos entregues por Rafael Ângulo, um dos delatores do esquema, funcionário do doleiro Alberto Youssef, também delator.

Para os procuradores, uma prova de pagamentos de propina no exterior para os ex-diretores Paulo Roberto Costa e Renato Duque, e para o ex-gerente Pedro Barusco. Os procuradores afirmam que os depósitos foram feitos por Marcelo Odebrecht, diretor-presidente da Odebrecht S/A, por Alexandrino Alencar, ex-diretor da Braskem, e pelos executivos Rogério Santos de Araújo e Márcio Faria da Silva

Paulo Roberto Costa teria recebido mais de US$ 1,7 milhão; Renato Duque, quase US$ 1,9 milhão; Pedro Barusco teria recebido mais de US$ 1,1 milhão.

Para chegar a esses números, os procuradores cruzaram os comprovantes de depósitos apresentados por Rafael Ângulo com informações bancárias obtidas no exterior por meio de acordos de colaboração internacional.

O Ministério Público Federal acredita que as novas provas justificam a manutenção da prisão preventiva dos principais executivos da Odebrecht, que estão desde do mês passado na carceragem da Polícia Federal.

Em nome de Marcelo Odebrecht, de Alexandrino de Alencar, de Rogério de Araújo e de Márcio Faria, a Odebrecht negou as acusações de Rafael Ângulo. Especialmente a de ter feito pagamento ou depósito em suposta conta de executivo ou de ex-executivo da Petrobras. A Odebrecht classificou as informações do delator como uma "distorção".

A Brasken declarou que Alexandrino Alencar foi funcionário da empresa até 2007. E que os documentos não correspondem a transferências financeiras da Brasken.
Rafael Ângulo disse que os documentos estavam com ele porque era funcionário do doleiro Alberto Youssef. E que só entregava os papeis, sem poder de decisão.

Paulo Roberto Costa confirmou que recebeu dinheiro da Odebrecht. E que era parte dos valores que foram trazidos de volta, da Suíça para o Brasil.

Gerdau já demitiu 11 mil trabalhadores

As vendas de veículos despencaram 20,67% no primeiro semestre. Isto já resultou no fechamento de 492 concessionárias e na demissão de 12 mil trabalhadores. -

O grupo Gerdau já demitiu 11 mil trabalhadores, tudo em função da crise econômica e da recessão. A informação saiu no encontro que dirigentes da Anfavea (veículos) manteve nesta quinta-feira com o presidente do Senado, Renan Calheiros.

A curto prazo, as montadoras só enxergam solução na via da exportaçãso.

O editor tentou confirmar os números com a Gerdau, já que duvida da informação vazada pelo gabinete de Renan, mas não conseguiu retorno até as 9h29m desta manhã.

PDT enfrenta Sartori no caso da CEEE

O PDT, que integra a base de apoio do governo Sartori, prometeu para hoje uma manifestação pública contra a venda da CEEE.

CEEE é caso perdido

A nova direção da CEEE acha que a estatal é caso perdido nas mãos do Estado.

Privatização pode render R$ 5 bilhões para o governo gaúcho

O prazo de concessão da CEEE vencerá na terça-feira. Se perder de fato, a estatal terá que contabilizar passivo de R$ 1,4 bilhão, que terá que ser assumido pelo governo estadual, ao qual nãor estaria alternativa fora da privatização.- 

O governo estadual poderá faturar até R$ 5 bilhões, caso privatize a CEEE-D (distribudora), a CEEE (geração e holding) e a CEEE-GT (distribuição).

É o que terá que fazer, quando descumprir o contrato com a Aneel, que mandou o governo estadual aportar capital para garantir a sustentabilidade mínima da estatal, coisa que Sartori não fará, conforme demonstrou na proposta de LDO aprovada ontem na Comissão de Finanças da Assembléia.

A CEEE está esgualepada e não tem futuro nas mãos do governo gaúcho.


Governo Sartori avisa que não acabará com o Difa, o Imposto de Fronteira

O secretário da Fazenda, Giovani Feltes, avisou ao varejo gaúcho que não mexerá na Difa, o chamado Imposto da Fronteira, adicional de 5% cobrado sobre o ICMS incidente sobre produtos adquiridos fora do Estado.

O aviso foi passado esta semana.

O governo alega extrema penúria.

A Assembléia revogou a lei, mas Tarso não cumpriu e Sartori também se nega a cumprir.

Como muitos pequenos e médios lojistas não pagaram o Difa, a secretaria da Fazenda estuda minimizar o problema e facilitar o acerto.

Dramático, novo presidente da Famurs ajoelha de pires nas mãos para demonstrar dependência dos prefeitos

Ao foto ao lado é do Correio do Povo.


É  dramática a foto do novo presidente da Famurs, a Federação dos Municípios do RS, Luiz Carlos Folador, que é de Candiota, que apanha o dirigente ajoelhado, com pires na mão, durante o Congresso de Municípios, que terminou nesta quinta-feira.

O gesto simpolizaa dependência financeira dos municípios em relação às esferas estadual e federal.

Ele prometeu  lutar por um novo pacto federativo.

Folador disse que um grupo de trabalho será criado na Famurs para que se construa uma fórmula de partilha de recursos mais equitativa entre os entes federados. Desde 2007, 59,9% de tudo o que é arrecadado em impostos no país se concentra na União. Apenas 15,2% da receita é distribuída às prefeituras, apesar de terem aumentado suas atribuições nos últimos anos. 

A fragilidade dos municípios na saúde foi tema do último painel do 35º Congresso de Municípios, em Porto Alegre. Números expostos pela Famurs e pela secretaria estadual mostraram a dimensão do problema. Enquanto o Estado repassa R$ 27 milhões/mês para os municípios investirem na atenção básica, a Famurs apontou que as prefeituras têm injetado nos hospitais R$ 80 milhões/mês. O painel foi mediado pela prefeita de Cristal, Fábia Richter, que pediu para o Tribunal de Contas do Estado (TCE) examinar o caso, já que o Estado transfere outros R$ 133 milhões às instituições.

Segundo Seger Menegaz, que deixou a presidência da Famurs, a cada R$ 1 que o município recebe, R$ 4 vão para os hospitais. “Será que não seria a hora de se investir mais em atenção básica?”, questionou.

Manhã de sol em Porto Alegre e muitas nuvens no RS

É manhã de sol claro, céu azul e frio intenso em Porto Alegre, mas muitas nuvens cobrem o Rio Grande do Sul nesta sexta-feira. Há possibilidade de chuva a qualquer hora do dia na maioria das regiões.

As mínimas rondam os 7°C em Bagé e Santana do Livramento. As máximas, por sua vez, devem chegar a 20°C em Santa Cruz do Sul. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 12°C e 20°C.
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