Fogaça e Mauro Pereira assumem vagas de Feltes e Biolchi na Câmara dos Deputados

O ex-prefeito José Fogaça e o vereador de Caxias, Mauro Pereira, assumiram hoje na Câmara dos Deputados. Eles ocuparão as vagas abertas por Giovani Feltes e Márcio Biolchi, novos secretários da Fazenda e da Casa Civil do governo Sartori.

American Airlines falha de novo em Porto Alegre. Sucatão da companhia não conseguiu decolar para os EUA.

Um voo da American Airlines que partiria à 1h20min desta quinta-feira foi cancelado no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. O motivo do cancelamento não foi explicado, e os passageiros estavam revoltados, aguardando o embarque em um novo avião. Às 5h, o grupo permanecia sem saber se e quando partiria em direção aos Estados Unidos. Uma parte dos passageiros embarcou em voos de outras companhias, mas a maioria foi hospedada em hotéis e viajará amanhã no mesmo avião avariado.

A American Airlines usa aquilo que o prefeito de Porto Alegre chama de sucatões para atender o RS. 

Dilma vai ao Hospital Sírio-Libanês para saber se câncer linfático não reapareceu

A presidente desembarcou na capital paulista por volta das 9h desta qinta-feira, onde foi submetida a  exames no Hospital Sírio-Libanês, tudo relacionado com o câncer que a acometeu ainda no governo Lula.  Não há informações sobre o horário de retorno a Brasília e nem se Dilma foi internada. Em 2010, Dilma fez tratamento no mesmo hospital para combater um câncer no sistema linfático e desde então passa por exames de rotina. Lula também foi atacado por câncer, resultou tratado e também vai a exames de rotina no Sírio-Libanês. Há poucos dias, circulou a informação de que a doença reapareceu e que o ex-presidente se trata com remédio americano ainda em teste. Lula negou tudo e disse que processará o jornalista que veiculou a informação - e que a confirmou. 

Paralisia na nova gestão causa confusão e pode resultar em greve na CEEE

A situação atual nas gerências regionais da distribuidora da CEEE beiram o absurdo e já existe um clima de greve. A situação é a seguinte: o pessoal da gestão PT não quer tomar medidas e nem cobrar mais nada porque estão de saída,  mas desta forma os trabalhadores estão sem diretrizes e coordenação, porque os novos mandatários não assumiram. O pessoal que apoia a nova gestão não quer trabalhar porque aguarda os novos gerentes e as novas definições.
Quem perde com isso é a própria CEEE, apontada pela Aneel como uma das piores empresas da área no Brasil. 
Sem  experiência alguma em empresas públicas de energia elétrica, o atual diretor de Distribuição está pecando gravemente na demora em definir a nova gestão da CEEE-D.  

A CEEE necessita respostas rápidas e eficazes, pois corre contra o relógio para estancar a herança maldita deixada por Tarso Genro. A morosidade da diretoria da CEEE-D em definir os novos gerentes, só prejudica ainda mais a companhia. 

O mensaleiro petista Pizzolato entregou-se em Roma. Ele será extraditado ao Brasil para cumprir 12 anos na cadeia da Papuda, junto com outros ladrões do PT.

Segundo o jornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo, Pizzolato se entregou à polícia nesta manhã. A extradição dele para o Brasil, contudo, ainda não está selada. Agora, cabe o Ministério da Justiça italiano a palavra final sobre o caso – a decisão sai, portanto, da esfera judicial e passa para a política.

Economia brasileira trabalhou 2014 em recessão, diz Banco Central. PIB despencou 0,15%.

A atividade econômica no Brasil recuou 0,15% em 2014, de acordo com dados do Banco Central divulgados nesta quinta-feira.Em dezembro, a queda observada foi de 0,55% em relação a novembro, de acordo com dados ajustados.
Os dados são do IBC-Br, calculado pelo Banco Central e considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) oficial, que é divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Socialite fez presidente do BB burlar normas internas para conceder empréstimo privilegiado de R$ 2,7 milhões

O jornal Folha de S. Paulo informa na sua edição de hoje que a empresa usada pela socialite Val Marchiori para obter um financiamento de R$ 2,7 milhões no Banco do Brasil, a Torke Empreendimentos e Participações, nem sequer tinha um endereço formal para informar ao banco.Conforme a Folha revelou no ano passado, o BB concedeu o crédito para Marchiori, a partir de uma linha subsidiada pelo BNDES, driblando um série de regras internas.
Leia toda a repotagem, a seguir - 
A Torke obteve o financiamento, em 2013, para a compra de cinco caminhões-reboque. Poucos meses antes da liberação dos recursos, a empresa era usada por Marchiori para receber os cachês por suas participações em programas de TV. Já na fase da análise de risco de crédito da operação, ela informou ao BB que a principal fonte de receita da empresa era a pensão alimentícia de seus dois filhos menores. Na época, ela estava afastada do empresário Evaldo Ulinski, pai das crianças, com quem casaria oficialmente no ano passado.
Dada a fragilidade da empresa, o BB exigiu maior demonstração de sua capacidade financeira. A Torke informou, então, que alugaria os caminhões objetos do financiamento para a Veloz Transportes, pertencente ao irmão da socialite, Adelino Marchiori.
O contrato entre as empresas dos dois irmãos foi assinado no dia 15 de maio de 2013. No documento, a Torke informa o seguinte endereço de sua sede: São Paulo, Capital, na Rua Estados Unidos, número 346. Trata-se, na verdade, do endereço da agência do Banco do Brasil onde Marchiori tem conta e por onde ela solicitou o crédito.
Os bens financiados são a principal garantia do tipo de financiamento concedido, com juros de 4% ao ano, abaixo da inflação. Para o agente repassador do crédito –no caso, o BB–, é importante saber onde os bens financiados se encontram, até pela eventual necessidade de uma fiscalização no local. O BB aceitou no processo de concessão do crédito o contrato com o endereço da Torke como sendo o da agência Estados Unidos.
Há um outro enigma no contrato assinado entre os dois irmãos. No item II, do "Objeto", informa o texto: "1. A locadora, por força de contrato FINAME - 1863743 por prazo indeterminado [sic], é proprietária de cinco conjuntos cavalo mecânica/carretas marca Scania/Ibiporã...".
O contrato entre Val e Adelino foi assinado em 15 de maio de 2013. O financiamento só foi assinado pelo BB, com a consequente liberação dos recursos para a aquisição dos caminhões, em agosto daquele ano. Cabem aí algumas perguntas: a) como a Torke informa no contrato ser proprietária de cinco caminhões, com marca e tudo, cinco meses antes da assinatura do contrato com o BB?; b) quais critérios o BB adotou para aceitar esse contrato de locação?; c) como a Torke já dispunha de um número de contrato FINAME antes da operação ter sido aprovada pelo BNDES?
Conforme a Folha revelou no ano passado, a Torke não tinha demonstrações contábeis válidas legalmente nem previsão no contrato social para "aluguel de caminhões", objetivo do financiamento solicitado ao BNDES, quando deu início a solicitação do crédito.
O BB teve ainda que driblar outras regras para conceder o financiamento.

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Conab confirma safra de grãos superior a 200 milhões de toneladas

A produção de grãos no Brasil na safra 2014/2015 deverá ser de aproximadamente 200,08 milhões de toneladas. É o que revela o 5º levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira. Segundo o estudo, o volume é 3,4% superior à safra passada, o que representa 6,53 milhões de toneladas a mais do que o registrado anteriormente.
A soja continua como destaque entre as culturas, sendo que a colheita já foi iniciada. A produção ainda deve ser superior à safra passada. Está previsto incremento na ordem de 9,8%, o que equivale a um acréscimo de 8,46 milhões de toneladas, chegando a uma produção de 94,58 milhões de toneladas.
Área - O total de área destinada ao plantio de grãos também deve apresentar variação positiva, passando de 57,03 milhões na safra passada para 57,39 milhões de hectares. A diferença representa uma alta de 0,6%, o que equivale a um acréscimo de aproximadamente 359,9 mil hectares. Dentre os principais produtos, a soja apresenta destaque, com um crescimento de 4,4%, passando de 30,17 para 31,51 milhões de hectares.   
Este levantamento também apresenta a primeira estimativa para as culturas de segunda safra plantadas na Região Centro-Sul. A expectativa é uma redução de 2,5% na área de milho, passando de 9,21 para 8,98 milhões de hectares.

  

Artigo, Ferreira Gullar, Folha - Ah, se não fosse a realidade!

Não me lembro de nenhum presidente que, após ser eleito, desapareça da vista da nação, como fez Dilma
Não me lembro de nenhum presidente da República que, após ser eleito e empossado, desapareça da vista da nação, como fez Dilma Rousseff. Em geral, o que ocorre é o contrário: já que, eleito ou reeleito, o presidente conta com a acolhida da maioria da opinião pública, que lhe deu a vitória nas urnas.
Mas a Dilma sumiu. Ela, que esteve em 2014 no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, onde garantiu que a economia brasileira ia às mil maravilhas, desta vez não foi lá: mandou o seu ministro da Fazenda, Joaquim Levy, nomeado por ela para corrigir os erros que ela e Mantega cometeram.
Claro que ela não poderia voltar a Davos para desdizer tudo o que dissera antes. Esse papel coube ao ministro Levy que é, aliás, o único de seus ministros que se atreve a chamá-la de presidente e não de presidenta. Não se sabe até quando.

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Fiergs debate pauta pobre a crise energética. Será esta tarde em Porto Alegre.

Depois que a casa pegou fogo, a Fiergs busca soluções alternativas para o suprimento de energia elétrica para o setor fabril do Estado, coisa que não fez durante todo o governo Tarso Genro, mesmo advertida sobre a crise que se aproximava. O assunto será tema de debate na reunião que a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) realiza nesta quinta-feira, 14h, em sua sede. Duas questões principais estarão em análise: a ampliação da matriz energética no Rio Grande do Sul (o RS só produz 40% da energia que consome) e, enquanto isto, já que os investimentos exigem prazos longos de maturação, adotar medidas nas fábricas que economizem energia, a fim de neutralizar pelo menos parte do acréscimo dos custos de produção. 
Na pauta dos debates não consta discussão alguma sobre dois outros pontos vitais:
1) A pasmaceira do governo federal em relação à crise energética brasileira.
2) A paralisia econômica no Brasil e no Estado, sequer os impactos que ocasionariam no suprimento de energia qualquer tipo de crescimento do PIB, porque a crise energética só não é maior porque a economia está parada. 
A Fiergs sabe que as tarifas poderão ter acréscimo de até 60%, impactando negativamente a competitividade das indústrias gaúchas. 
No encontro na FIERGS, participarão diretores da entidade e integrantes dos Conselhos Temáticos, reunindo elementos e estudos para compor um quadro realista da situação. Também estarão presentes os secretários de Energia, Lucas Redecker, e do Ambiente, Ana Pellin, além representantes  da Assembleia Legislativa.

Retomada da usina de Uruguaiana mostra que crise abre espaço para térmicas no País

A retomada das opeações da gigantesca usina a gás de Uruguaiana, ontem, mostra que as usinas termoelétricas a gás, óleo e carvão, vão salvando o suprimento de energia no País. Elas dobraram a participação na matriz elétrica brasileira desde o racionamento em 2001. Uruguaiana é a única térmica a gás, mas o Estado possui térmicas gigantescas, movidas a carvão. O RS possui as maiores reservas de carvão do Brasil e tem outros grandes projetos para aproveitá-lo em geração de energia. O momento nunca foi tão favorável para empreendimentos do gênero. A reportagem a seguir do jornal "O Estado de S. Paulo", diz que na prática, quem continuou bancando o consumo de energia foram as hidrelétricas, já que o modelo adotado pelo governo previa o uso de térmicas apenas em situação de emergência, mas que a crise atual tem mostrado que essa fórmula se esgotou. Leia toda a reportagem:
Com a situação climática cada vez mais incerta, o País terá de optar pelo uso ininterrupto das termoelétricas, como ocorre no resto do mundo, afirmam especialistas.
Em 13 anos, as térmicas ampliaram sua fatia na matriz brasileira de 14% para 30% - conforme o último Boletim Mensal de Monitoramento do Setor Elétrico, do Ministério de Minas e Energia. Enquanto isso, a participação das hidrelétricas caiu de 85% para 66%. Mas até meados de 2012, as hidrelétricas produziam mais de 90% da energia que abastecia o Brasil e as térmicas, apenas 4,51%.
Naquele ano, as represas começaram o período seco com 76,09% de armazenamento, mas o nível caiu rapidamente para 31,91% em novembro - suscitando uma série de questionamentos sobre o que estava ocorrendo com o sistema. Cogitou-se assoreamento nas represas e uso indiscriminado da água para irrigação. Mas um fato era real. Os reservatórios estavam perdendo o poder de armazenamento. Com as usinas a fio d'Água (sem reservatórios), a capacidade, que já chegou a mais de um ano, está em 5,4 meses (2013) e deve cair para 3,4 meses em 2021.
Preocupado com a rápida queda do volume de água nos reservatórios em 2012, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) decidiu no fim do ano por todas as térmicas para operar - mas, na opinião de especialistas, já era tarde demais. Essas térmicas, movidas a óleo combustível, diesel e carvão, são contratadas para ficar em stand by para qualquer emergência no sistema elétrico.
Para ficarem paradas à espera de um chamado do ONS, elas ganham uma receita fixa mensal. Quando
são acionadas, além da renda mensal, recebem também pelo custo do combustível, que é extremamente elevado - acima de R$ 500 o MW hora. "Num primeiro momento, apostou-se em hídricas para ampliar o sistema elétrico. E, num segundo momento, também porque contrataram térmica pensando em não usá-la por causa do custo alto", afirma a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Melo.
Para piorar a situação, quando as térmicas foram chamadas para operar, nem todas tinham condições de funcionar. Hoje, de acordo com os dados do Ministério de Minas e Energia, o Brasil tem 39 mil MW de capacidade instalada de energia térmica. Na quinta-feira, os dados do ONS mostraram que a capacidade instalada era de 22 mil MW, sendo que apenas 16 mil estavam disponíveis para operar. Muitas estão em manutenção. Outras, como as de biomassa, estão em período de entressafra e, portanto, não produzem (ou produzem pouco).
Esse modelo, porém, precisa ser aperfeiçoado, alertam especialistas. "As condições mudaram. Atualmente a grande participação das hidrelétricas na matriz é um elemento de grande preocupação", afirma a economista Joísa Dutra, coordenadora do Centro de Estudos em Regulação e Infraestrutura da FGV e ex-diretora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Na avaliação dela, com as usinas a fio d'água, o Brasil precisa alterar o modelo de contratação das térmicas, pondo mais usinas que podem funcionar sem parar.
Mais que isso: terá de ampliar a produção de energia com gás. Hoje, porém, essa medida esbarraria na falta de combustível - fator que inibiu a expansão da térmica a gás no sistema. De 2009 pra cá, período com maior entrada de termoelétrica na matriz, essa fonte cresceu apenas 4,44% enquanto as usinas movidas a óleo combustível e diesel avançaram 61%.
Parte das usinas movidas a gás que estão gerando energia usam GNL (gás natural liquefeito) importado, o que exige uma estrutura para desembarcar o produto no País, e encarece o combustível. De qualquer forma, diz Joísa, essa poderia ser uma alternativa de transição enquanto o gás do pré-sal ou demais projetos não são concluídos. "Transformações estruturais levam tempo. Precisam ser tomadas hoje para lá na frente dar resultados."
O professor da Universidade Federal de Itajubá, Afonso Henriques, ex-secretário de Minas e Energia do governo FHC, destaca que a discussão em torno das térmicas vem de longa data. Antes do racionamento de 2001, o governo criou um amplo programa para construir mais de 50 termoelétricas a gás - o chamado Programa Prioritário de Termoeletricidade (PPT). "Mas o câmbio estourou e o preço do combustível (importado da Bolívia) subiu demais, atrapalhando os investimentos."

Parte das usinas a gás que estão em operação no País era do PPT, como Nortefluminense, Mario Lago, Araucária e Termopernambuco. Para Henriques, o País tem de insistir na expansão das térmicas "boas" a gás já que as condições climáticas devem comprometer cada vez mais o nível dos reservatórios. 

Gravataí decide leiloar sua dívida ativa de R$ 80 milhões

Já está na Câmara de Vereadores de Gravataí o projeto do prefeito Marco Alba, PMDB, que propõe leiloar a dívida ativa do município. São valores devidos por contribuintes, todos de difícil realização. O governo de São Paulo é um dos pioneiros neste tipo de operação. A prefeitura enfrenta cenário financeiro muito adverso. Marco Alba recebeu a prefeitura com R$ 400 milhões de dívidas, quase todas vencidas, cadastro sujo, cofres raspados, máquina pública inchada e dívidas em crescimento geométrico. A prefeitura calcula sua dívida ativa em algo como R$ 80 milhões. Leilões do gênero costumam oferecer deságios pesados.
A inscrição do crédito em Dívida Ativa ocorre quando o contribuinte não quita os tributos municipais devidos. Todos os créditos municipais são inscritos na Dívida Ativa - tanto os de natureza tributária (fiscal) como os de natureza não-tributária.

Alba quer R$ 100 milhões da CAF para investir na infraestrutura de Gravataí

O prefeito de Gravataí, sede da GM, Marco Alba, disse ontem ao editor que vai mesmo pedir empréstimo de R$ 100 milhões para o Banco de Desenvolvimento da América Latina – Corporação Andina de Fomento, CAF, para investir pesadamente em obras de infraestrutura e também nas escolas municipais. Ele visitou a sede da CAF em Brasília e no início desta semana recebeu a visita dos enviados do banco. Marco Alba conseguiu limpar o cadastro sujo da prefeitura, depois que reorganizou as finanças públicas, deixadas como herança maldita por 14 anos seguidos de ruinosas administrações do PT. A última prefeita do Partido, Rita Sanco, chegou a ser cassada pela Câmara e o principal líder petista de Gravataí, Daniel Bordignon, não conseguiu reeleger-se deputado estadual. Também o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, encaminha pedido de financiamento junto a COAF. Ele quer R$ 258 milhões para aplicar em projetos urbanísticos. Sua idéia é aplicar tudo na qualificação da orla do Guaíba e na revitalização das ruas da Praia, Uruguai, Salgado Filho, Voluntários, Doutor Flores e Marechal Floriano, que concentram 48%¨do comércio de rua da capital e que se encontram completamente degradadas. 

Passagens de lotações poderão ir a R$ 4,90 em Porto Alegre

Se depender da EPTC, as passagens de lotações de Porto Alegre subirão 10,85%, subindo de R$ 4,40 para R$ 4,90. O prefeito José Fortunati terá que decidir o assunto.

Usina a gás de Uruguaiana recomeçou operações

A usina térmica da AES em Uruguaiana,630 MW, recomeçou ontem suas operações. A usina estava parada há nove meses. Com problemas de energia no Brasil, a Aneel autorizou a retomada, só possível porque governos brasileiro e argentino entraram em acordo para descarregar gás de propaneiros que chegam a Baía Blanca. De lá, vai tudo para o gasoduto que vai até o lado brasileiro, Uruguaiana.

Dilma, hoje, vai ajoelhar e beijar a cruz. Seu encobntro com Lula será em SP.

Dilma Roussef vai hoje a São Paulo ajoelhar e beijar a cruz. Seu encontro com Lula é o primeiro desde que assumiu novo mandato.

Mauro Knijnik no Banco do Brasil ?

O ex-secretário de Desenvolvimento do governo Tarso Genro, Mauro Knijnik, vazou a informação de que teria sido convidado para a presidência do Banco do Brasil, mas que não aceitou. 
Há controvérsia. 

Sartori já tem pronto outro decreto de contenção de gastos. Saiba, aqui, do que se trata.

Está saindo do forno outro decreto de contenção de gastos no âmbito do governo estadual. É possível que tudo seja publicado no Diário Oficial desta sexta-feira. A ideia é cortar 25% do custeio de secretarias e órgãos a eleas vinculadas, com vigência para todo o ano.
Sartori já tinha contingenciado por 180 dias o pagamentos de dívidas deixadas por Tarso.
E vem aí cortes nos investimentos.
O governo continua sem detalhar o que quer e também não explica como foi seu primeiro mês. As notícias peneiradas pelo editor nos computadores da secretaria da Fazenda indicaram forte crescimento da receita estadual em janeiro, contenção de despesas e pequena sobra de dinheiro no caixa.

Corte de Roma extradita o mensaleiro petista Pizzolato. Interpol decidiu prender o brasileiro. Roma quer troco: Battisti de volta.

Corte de Cassação de Roma aceitou o pedido de extradição feito pelo governo brasileiro do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e 7 meses de prisão no julgamento do Mensalão, a organização criminosa montada e usada pelo PT para roubar dinheiro público, chantagear empresários e tudo para corromper eleitores, parlamentares e partidos, visando perpetuar-se no Poder. Henrique Pizzolato fugiu do Brasil com a mulher, depois de usar passaporte do irmão morto, garantir dinheiro sujo depositado na Europa e abandonar seus companheiros petistas de crime na Papuda, inclusive o subchefe, José Dirceu. A  Interpol já foi acionada e lançou na manhã desta quinta-feira uma operação para prender o brasileiro; caberá ao ministro da Justiça, Andrea Orlando, decidir se acata ou não a medida. Ele tem até três semanas para se pronunciar. A Corte de Roma ignorou o caso Battisti, pelo qual o governo brasileiro decidiu não extraditar o assassino e terrorista, mas espera que haja reciprocidade e Battisti seja deportado. Pizzolato foi o único mensaleiro que fugiu. Ele tinha dupla nacionalidade. A decisão da Corte de Roma amplia os problemas terríveis que enfrenta novamente o PT, agora diante de outro Mensalão, o Petrolão. 

Roubo de carros cresceu descontroladamente no governo Tarso. No RS, é roubado um carro a cada meia hora.

Se alguém ainda tinha alguma dúvida sobre o discurso falso empregado pelo governo Tarso Genro para justificar a gastança descontrolada do seu governo, que resultou na herança maldita passada para o governador Ivo Sartori (déficit de R$ 5,2 bilhões previsto para este ano), os números sobre o descalabro na área da segurança pública durante o mandato petista tratam de desmentir.
Tarso e o PT passaram quatro anos usando a retórica de que gastar mais, muito mais até do que se arrecada, portanto se endividar-se selvagemente,, garantiu níveis melhores em áreas como segurança pública, educação, saúde e estradas.
Em nenhuma delas houve avanço, mas retrocessos.
O caso da segurança pública é o mais eloquente.,
O balanço sobre um dos itens que mais preocupa os gaúchos, o de roubo de carros,  no qual o ladrão usa da violência, mostra que ao contrário do governo Yeda, que saneou as finanças públicas, combateu o banditismo e registrou taxas decrescentes deste tipo de crime, aconteceu o contrário no governo Tarso:
Yeda: 2007, 7.999; 2008, 6.864; 2009, 6.080; 2.010, 5.015
Tarso: 20011, 5.507; 2012, 6.335; 2013, 6.488; 2014, 6.903.
São roubados 19 carros por dia apenas em Porto Alegre, quase um carro por hora, 7 dias por semana, 365 dias por ano, chova ou faça sol. A taxa  (857,5 por mil) é muito maior do que a de SP (626,5) e quase o dobro da taxa do Rio (680,3).
No RS como um todo, 90% dos roubos de carros acontecem em 15 municípios do entorno de Porto Alegre. No ano passado, foram 13.684 carros, algo como um roubo a cada meia hora.

As estatísticas da polícia não incluem furtos, que são os casos em que os ladrões não usam violência. 
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