Liquida Porto Alegre vem aí
O Liquida Porto Alegre poderá começar no dia 26 de fevereiro. A promoção, iniciada na capital pela CDL, já se espalhou como rastilho de pólvora pelo interior. Versões locais do Liquida ocorrem em três dezenas de cidades.
Brigada já tem ordens para mandar para o presídio o primeiro que levantar pedra nas manifestações de rua
O governador José Ivo Sartori já avisou ao comandante da
Brigada Militar que nas previstas manifestações de rua contra tudo e contra
todos, os blocos dos pelados serão tratados com todo o rigor da lei. A ordem é prender
o primeiro que levantar uma pedra e o primeiro que ousar iniciar um
quebra-quebra. Quem fizer isto, será isto não irá para a delegacia de polícia
mais próxima, mas para o presídio central. No dia seguinte até poderá sair da
cadeia, mas terá virado mocinha. Nenhum beiçudo será recebido com cafezinho e rapapés no vetusto salão do Negrinho do Pastoreio. Governos federal, estadual e municipal já sabem que março virá muito quente.
PMDB gaúcho fica com Lúcio Vieira para líder na Câmara. Ele já tem 35 dos 64 votos.
A bancada federal do PMDB fez uma prévia esta noite para tentar uma solução de consenso para a eleição do novo líder do Partido na Câmara. De um lado ficou Lúcio Vieira, Bahia, sendo que do outro os quatro candidatos uniram-se para apoiar Leonardo Picciani, Rio. Lúcio levou 35 dos 64 votos, porque o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, não vota. "Os dois candidatos sustentam posições autônomas e independentes em relação ao governo Dilma", disse ao editor o deputado gaúcho Darcisio Perondi. Ainda não há solução, porque a votação só acontecerá na quarta, 9h. Procurado pelo editor, Perondi informou que a bancada gaúcha ficou por unanimidade com Lúcio Vieira. O deputado disse que esta é a primeira vez em 20 anos em que o PMDB escolhe seu líder através de prévia.
Dólar fecha em R$ 2,77, maior valor desde dezembro de 2004
Depois de encostar em R$ 2,80, moeda encerou o dia com
pequena queda.
CRM tem novo presidente. Foi para o cargo o ex-prefeito Edivilson Brum.
O ex-prefeito de Rio Pardo, Edivilson Brum, foi nomeado pelo governador Sartori para a presidência da CRM, Cia. Riograndense de Mineração. Edivilson é irmão do presidente da Assembléia e também presidente do PMDB, Edson Brum. Ele é um dos diretores atuais da Famurs.
Antonio Ramos é o novo presidente da Procergs
O economista Antonio Ramos Gomes, 67 anos, foi confirmado
nesta segunda-feira pelo governador José Ivo Sartori como presidente da
Procergs - Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul.
Formado em Economia pela UFRGS e com MBA pela UNA/MG/Net Boston, ele tem 43
anos de experiência como consultor em tecnologia da informação (TI) e
comunicação. Foi gestor comercial da Unidade RS da Dotsoft - Tecnologia de
Sistemas Ltda. (partner gold da Microsoft em soluções de dynamics AX e CRM) e
diretor comercial da BIOAX, empresa do Grupo Meta IT, responsável pela
comercialização e implementação do ERP AX-Dynamics da Microsoft. Na Procergs,
já exerceu os cargos de diretor técnico e comercial (1995 a 1998), de
vice-presidente e diretor administrativo-financeiro e de relacionamento com
clientes (2009 a 2011).
Entre outras atividades, atuou ainda como gerente de
Operações do Rio Grande do Sul, gerente-geral do Mercado Governo e gerente de
Relações Institucionais da Datasul S/A. Em 2004 e 2005, como consultor do Banco
Mundial, realizou avaliação e pareceres para a Secretaria Estadual de
Planejamento e Gestão, envolvendo questões sobre TI.
Foi também consultor do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID) em programa destinado a incrementar o uso de TI por
pequenas e médias empresas da América Latina e do Caribe. Desde 2002, participa
das reuniões anuais do Conselho de Especialistas do Programa ICT4BUS, em
Washington (EUA), para análise e seleção de projetos a serem financiados a
fundo perdido pelo BID/Fomin.
Ford só esperou Tarso ir embora para anunciar Centro de Distribuição de Peças no RS
A Ford só esperou Tarso Genro virar as costas para anunciar, esta tarde, que o Centro de Distribuição de Peças do
grupo, instalado em uma área de 15 mil metros quadrados, em Gravataí, inicia as
atividades em março e será inaugurado em junho. Tarso é companheiro de Partido de Olívio, que mandou a fábrica da Ford para a Bahia. A unidade de distribuição vai movimentar 7,5
mil peças por mês, com expectativa de faturamento de R$ 4 milhões/mês. Atualmente, a distribuição de peças da Ford para a Região
Sul é feita por São Paulo. A nova unidade em Gravataí, na ERS-118, além de
baratear os custos, passará a atender os três estados do Sul (Rio Grande do
Sul, Santa Catarina e Paraná). O espaço utilizado foi negociado com a Global
Logistic Propeties (GLP). As instalações foram totalmente informatizadas com
tecnologia de ponta e serão operadas por 30 técnicos. Segundo Rogério Goufarb, diretor da empresa, que é gaúcho, a opção da Ford pelo Rio Grande do Sul
foi pela importância estratégica e empresarial do Estado. "Estava na hora
de a Ford fazer esse movimento de aproximação com o Rio Grande do Sul. Trata-se
de um investimento que não conta com incentivos. A decisão se baseou nos méritos
do Estado e do povo gaúcho", afirmou.
Líder do PSDB no Senado disse esta tarde que chegou a hora do impeachment de Dilma
A senadora Ana Amélia Lemos, PP do RS, presidiu a sessão desta tarde em que o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), garantiu que a palavra impeachment não pode causar "arrepios" nem provocar
acusação de "golpismo", pois consta da Constituição Federal e está na
boca do povo, não da oposição. "Não se pode falar em golpismo quando se fala a
palavra impeachment. Está na Constituição. E a Constituição tem que ser
cumprida em todas as suas letras. Ao pronunciar a palavra não pode haver
arrepios ou nem sequer reações que podem ser traduzidas como golpistas. Não
estamos falando nisso. Mas quem fala nisso, e em tom cada vez mais alto, é o
povo brasileiro. Cabe-nos serenidade e cobrança crítica ao governo. Não será no
isolamento que a presidente encontrará a saída para este instante grave",
disse o tucano. Ele acrescentou que a queda na popularidade da presidente
Dilma Rousseff por si só não pode provocar um impeachment, pois não consta na
Constituição como uma das causas para o processo. "Queda de popularidade
não está na Constituição como causa para impeachment. A questão não é essa. É
um conjunto de fatores que leva a população a mencionar, cada vez mais, isso
que está na Constituição. Não estamos aqui para brincar em momento tão
grave", afirmou. Seu discurso provocou a reação do petista Lindbergh
Farias (RJ), que chamou os tucanos de "maus perdedores", em
referência à disputa presidencial que reelegeu a presidente Dilma em outubro.
"Vocês estão sendo maus perdedores. Falar em impeachment depois de um
processo eleitoral democrático é golpista. O que estou vendo aqui é grito de
quem perdeu a eleição e não está querendo aceitar o resultado. Não se pode
acusar o povo de golpista, mas tem uma minoria golpista se organizando sim. E
estimulados pelo PSDB, que questionaram as eleições. Acho vergonhoso. Tenho
visto uma minoria golpista", ressaltou. Cunha Lima respondeu com ironia: "O senhor não pensava assim quando foi para as ruas defender o impeachmento de Collor". Cunha Lima criticou ainda a escolha de Dilma por Aldemir
Bendine para presidir a Petrobras. "Chama atenção a letargia na Petrobras,
um governo que não tem capacidade de ação e de reação. O governo fez talvez a
pior escolha, porque não escolheu nada além do que um tarefeiro para tentar
limpar a cena do crime da Petrobras. É com tristeza que vejo o PT se afundar
nesse poço, não de petróleo, mas de lama", atacou. Ele criticou ainda o
apoio dos petistas, no aniversário de 35 anos do partido, em Belo Horizonte, ao
tesoureiro João Vaccari Neto, alvo de condução coercitiva pela Polícia Federal,
no âmbito da Operação Lava Jato.
Usina a gás de Uruguaiana recomeçará operações nesta terça-feira
A usina térmica a gás de Uruguaiana começará a operar nesta terça-feira com 240 MW, na prática a metade da capacidade. A AES receberá gás de propaneiros que aportam em Baia Blanca, Argentina.O deputado Frederico Antunes, PP, disse ao editor que se trata de energia mais cara, mas que suprirá a falta do insumo no Brasil.
Suzana Kakuta é a nova presidenta do Badesul
CEO atual do Tecnosinos, o poderoso Pólo de TI da Unisinos, Suzana Kakuta voltará à presidência do Badesul, cargo que exerceu no início do governo Yeda Crusius. O nome dela foi confirmado pelo governador Sartori. Susana Kakuta já foi presidente da CaixaRS, diretora de
Operações do Sebrae RS e coordenadora da Unidade de Competitividade Industrial
da Confederação Nacional da Indústrias (CNI). É diretora da Unidade de Inovação
e Tecnologia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e gestora
executiva do Tecnosinos - o Parque Tecnológico São Leopoldo.Vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico,
Ciência e Tecnologia, o Badesul atua na promoção do desenvolvimento econômico e
social do Rio Grande do Sul. Para isso, oferece soluções financeiras de longo
prazo para projetos do setor público e de empresas privadas.
José Sartori doa sangue no Hemocentro, atendendo pauta da RBS.
Depois de ter participado da abertura da Festa do Arroz,
sábado, e da tradicional churrascada na casa de praia do vereador Idenir
Cecchin, o governador José Sartori resolveu cuidar da saúde e fazer um ato de
benemerência, porque nesta segunda-feira foi doar sanque no Hemocentro do
Estado. O governador Sartori ouviu na Rádio Gaúcha que o programa estava sendo
feito do Hemocentro e resolveu colaborar com a campanha da doação de sangue,
mudando sua agenda. A foto ao lado é de Leandro Staudt, da RBS.
Van Hatten assumirá cadeira de deputado nesta terça, 14h
Será nesta terça-feira, 14h, a posse do suplente de deputado estadual pelo PP do RS, Marcel Van Hatten.
Feltes e Biolchi despacham como secretários, embora continuem deputados Federais do PMDB.
É esdrúxula a situação dos deputados Giovani Feltes e Márcio Biolchi, que embora em pleno exercício dos seus mandatos e não tendo sido renomeados pelo governador José Sartori, passaram a dar expediente normal nas secretarias da Fazenda e da Casa Civil. Eles estavam afastados há dez dias do Estado, já que foram a Brasília para assumirem como deputados Federais. Sem se licenciarem, voltaram hoje a Porto Alegre, despacham como se estivessem nos cargos e se preparam para voltar à Câmara nesta quarta-feira, porque foram chamados a votar no candidato do vice Michel Temer para a liderança do PMDB na Câmara. Temer não quer perder nenhum voto. O candidato do vice de Dilma é o irmão de Geddel Vieira Lima, eleito senador pela Bahia. Trata-se de Lúcio Vieira Lima. Os candidatos são os deputados Manoel Júnior (PB), Marcelo Castro, Danilo
Forte (CE), Lúcio Vieira Lima (BA), Leonardo Picciani (RJ) e José Priante (PA).
Marchezan Júnior reage a nota do editor sobre a lista de doações da Camargo Corrêa.
A respeito da nota que o editor replicou esta manhã, na qual o nome do deputado Marchezan Júnior consta de lista encontrada na sede da Camargo Corrêa, vão a seguir as explicações do líder tucano gaúcho:
"Essa lista foi publicada no dia 8 de dezembro pelo Estadão. Ela é verdadeira, foi encontrada dentro da empresa na busca e apreensão realizada pela PF. No meu caso, ela se refere a uma doação de 2012 para as eleições municipais. Embora eu não tenha sido candidato, eu era presidente estadual do PSDB RS, e por isto consta meu nome. Esse recurso foi doado ao PSDB nacional, repassado ao estadual, que por sua vez pagou algumas despesas das campanhas municipais. Tudo registrado. A Camargo não tem obras no RS e o PSDB era oposição aos governos federal e estadual. Não houve troca de favores. Isso é doação privada de campanha, conforme legislação vigente. A publicação retardada dessa matéria por um jornalista gaúcho, citando meu nome, sem fazer nenhum contato para esclarecimento comigo ou com minha assessoria, só contribui com a estratégia do PT: dizer que são todos iguais, que todos são corruptos, e que o PT só fez o que todo mundo faz. Não é verdade".
. O deputado, que se queixa de não ter sido procurado para falar, não falou diretamente com o editor.
. O editor em momento algum colocou que a lista da CC referia-se a dinheiro da corrupção. A data da informação original pouco importa, porque seu conteúdo não sofreu contestação alguma até o momento.
. O que o editor não faz é sonegar informações, apenas porque se alinha política e ideologicamente com lideranças e partidos situados no seu próprio campo democrático.
. Além disto, o editor põe a mão no fogo pela honestidade pessoal, profissional e parlamentar do deputado Marchezan Júnior, que considera um dos mais corajosos, brilhantes e promissores políticos do RS.
"Essa lista foi publicada no dia 8 de dezembro pelo Estadão. Ela é verdadeira, foi encontrada dentro da empresa na busca e apreensão realizada pela PF. No meu caso, ela se refere a uma doação de 2012 para as eleições municipais. Embora eu não tenha sido candidato, eu era presidente estadual do PSDB RS, e por isto consta meu nome. Esse recurso foi doado ao PSDB nacional, repassado ao estadual, que por sua vez pagou algumas despesas das campanhas municipais. Tudo registrado. A Camargo não tem obras no RS e o PSDB era oposição aos governos federal e estadual. Não houve troca de favores. Isso é doação privada de campanha, conforme legislação vigente. A publicação retardada dessa matéria por um jornalista gaúcho, citando meu nome, sem fazer nenhum contato para esclarecimento comigo ou com minha assessoria, só contribui com a estratégia do PT: dizer que são todos iguais, que todos são corruptos, e que o PT só fez o que todo mundo faz. Não é verdade".
. O deputado, que se queixa de não ter sido procurado para falar, não falou diretamente com o editor.
. O editor em momento algum colocou que a lista da CC referia-se a dinheiro da corrupção. A data da informação original pouco importa, porque seu conteúdo não sofreu contestação alguma até o momento.
. O que o editor não faz é sonegar informações, apenas porque se alinha política e ideologicamente com lideranças e partidos situados no seu próprio campo democrático.
. Além disto, o editor põe a mão no fogo pela honestidade pessoal, profissional e parlamentar do deputado Marchezan Júnior, que considera um dos mais corajosos, brilhantes e promissores políticos do RS.
Desempenho industrial gaúcho despencou 4,4% em 2014. Cenário para 2015 é ainda pior.
Apenas a massa
salarial apresentou elevação (1,1%) entre as variáveis que compõem o Índice de
Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado pela Federação
das Indústrias do Rio Grande do Sul
(FIERGS). No encerramento de 2014, o IDI-RS fechou com queda acumulada
de -4,4% em comparação a 2013, influenciado especialmente pelas perdas nas
compras (-11,1%), faturamento (-5,7%) e horas trabalhadas (-2,5%) nas empresas.
Os resultados negativos foram grandes também entre os setores: de um total de
17 pesquisados, 11 apresentaram diminuição, principalmente veículos automotores
(-10,4%), produtos de metal (-7,6%) e máquinas e equipamentos (-4,8%). As categorias mais
intensivas em capital, que ainda mostravam alguma resiliência em períodos
anteriores, apresentaram os piores desempenhos ao longo de 2014. Isso decorreu,
entre outros motivos, da retirada de estímulos direcionados por parte do
governo, pela menor demanda externa, sobretudo da Argentina, e pelo baixo
volume de investimento na economia brasileira.Entre os setores que registraram altas no Estado, os
maiores destaques foram alimentos (2,8%), químicos e derivados de petróleo
(1,3%) e bebidas (6,2%). “As paradas decorrentes da Copa do Mundo, quando
várias empresas concederam férias coletivas, tiveram impactos generalizados.
Nos últimos anos, o comportamento da atividade industrial tem sido cíclico,
porém sem uma tendência de crescimento”, complementa o industrial.Para 2015, a expectativa não é de recuperação do cenário
adverso, pelo menos no curto prazo. Dezembro – Se comparado o mês de dezembro com novembro de
2014, na série com ajuste sazonal, a retração do IDI-RS foi de -2,2%. No
penúltimo mês do ano passado, em relação a outubro, já havia ocorrido um recuo
de -2,4%.
Lojistas de Porto Alegre vendem menos em janeiro
Embora ainda não tenham saído os números definitivos sobre as vendas do varejo, o que se sabe é que o mês de janeiro foi um dos piores meses dos últimos dez anos em Porto Alegre. Fala-se em até 4% negativos.
Secretário Feltes não aceita sequer escalonar redução do Imposto de Fronteira
Terminou em impasse a reunião de duas horas que mantiveram ao meio dia o secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes, e o deputado Frederico Antunes, tudo para discutir o fim do Imposto de Fronteira, o adicional de 5% cobrado dos micro e pequenos comerciantes gaúchos, incidente sobre os 12% normais do ICMS, sempre que forem adquiridos produtos de outros Estados. A Assembléia promulgou há um ano lei que revoga o imposto, mas ela não é cumprida pelo governo. Feltes e Frederico foram os maiores batalhadores pela renovação da lei, mas agora Feltes não quer cumprir o que ajudou a aprovar. Ele é o novo secretário da Fazenda. As entidades empresariais gaúchas chegaram a um acordo para reduzir paulatinamente a cobrança do imposto, mas nem isto o governo Sartori aceitou. "E queremos anistia sobre o ano que o governo cobra, desde que a lei entrou em vigor", disseram nesta segunda-feira ao editor os presidentes da CDL de Porto Alegre, Gustavo Schifino, e Vilson Noer, da AGV. O editor almoçou com os dois líderes do comércio gaúcho no restaurante Famiglia Facin, túneis da antiga Brahma, shopping Total.
Movimento Chega de Mordida convoca reunião estadual na Assembléia para pressionar governo Sartori
Será nesta quarta-feira na Assembléia a reunião estadual do Movimento Chega de Mordida. A Associação Gaúcha do Varejo articula a vinda das caravanas do interior.Vão todos falar mal do novo governo estadual.Os representantes do interior são quase todos de CDLs locais, que querem porque querem que o novo governo cumpra a promessa que fez de acabar com o chamado Imposto de Fronteira, a alíquota do ICMS de 17% que incide sobre produtos adquiridos em outros Estados. Na prática, só as pequenas empresas optantes pelo Simples pagam o adicional de 5%, porque as demais creditam-se do valor e acabam recebendo o dinheiro de volta. No RS, 76 mil micros e pequenos empresários estão no caso. A lei aprovada pela Assembléia e que acabou com o imposto, não é cumprida há um ano. O governo Tarso lança o valor em dívida ativa, procedimento que é seguido pelo governo Sartori. A revolta maior dos empresários do comércio é com o secretário da Fazenda, Giovani Feltes, que defendeu a abolição do imposto na Assembléia e obteve forte votação com apoio do varejo do RS, já que sua bandeira eleitoral foi a defesa da causa.
Demissões engordam na indústria gaúcha da construção civil
A conclusão de obras sem que novos lançamentos estejam
prontos para demarrar, está provocando demissões em massa de trabalhadores na
indústria gaúcha da construção. O caso é mais evidente em Porto Alegre, porque aliada à
conjuntura econômica recessiva, soma-se a lentidão paralisante dos órgãos da
prefeitura municipal. Duas das três secretarias municipais por onde mais
passam os projetos imobiliários – Smurb e Licenciamento – estão há 40 dias sem
titular algum. Os secretários das áreas, Cristiano Tatsch e Ana Pellini – foram
para o governo estadual. E até agora não foram substituídos.
Produção de celulose em dezembro no Brasil sobe 12%
A produção de celulose do Brasil em dezembro subiu 12,1 por cento sobre o mesmo período do ano anterior, para 1,471 milhão de toneladas, informou a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).
Em todo o ano de 2014, a produção brasileira do insumo usado na fabricação de papel somou 16,461 milhões de toneladas, alta de 8,8 por cento sobre 2013.
Segundo a Indústria Brasileira de Árvores, as exportações do insumo no ano passado subiram 12,6 por cento, para 10,614 milhões de toneladas, enquanto as vendas domésticas avançaram 5,5 por cento, a 1,817 milhão de toneladas.
No quarto trimestre, a indústria produziu 4,344 milhões de toneladas de celulose, um avanço de 11,2 por cento sobre as 3,906 milhões de toneladas produzidas um ano antes.
Em todo o ano de 2014, a produção brasileira do insumo usado na fabricação de papel somou 16,461 milhões de toneladas, alta de 8,8 por cento sobre 2013.
Segundo a Indústria Brasileira de Árvores, as exportações do insumo no ano passado subiram 12,6 por cento, para 10,614 milhões de toneladas, enquanto as vendas domésticas avançaram 5,5 por cento, a 1,817 milhão de toneladas.
No quarto trimestre, a indústria produziu 4,344 milhões de toneladas de celulose, um avanço de 11,2 por cento sobre as 3,906 milhões de toneladas produzidas um ano antes.
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