O termo de compromisso da Parceria para o Desenvolvimento
Produtivo (PDP) de citrato de sildenafila com o Labogen — empresa usada pelo
doleiro Alberto Youssef para remessas ilegais de dinheiro para o exterior — que
reunia o Laboratório Farmacêutico da Marinha (LFM) e a indústria farmacêutica
EMS, foi assinado em dezembro passado sem levar em conta alertas de setores
técnicos do Ministério da Saúde. A revelação é de O Globo de hoje.
. A foto ao lado é do caso e compromete gravemente o ex-ministro Alexandre Padilha, que aparece na cena.
. O documento foi assinado em 11 de dezembro
pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do ministério,
Carlos Gadelha, e pelo capitão Almir Diniz de Paula, do LFM. O então ministro
da Saúde Alexandre Padilha assinou o documento como testemunha.
. No ato da assinatura, estava presente também Leonardo
Meirelles, apontado como testa de ferro de Youssef e sócio da Labogen. Ele
chegou a ser preso na Operação Lava-Jato e é um dos réus no processo, acusado
de crime financeiro e lavagem de dinheiro.
. O GLOBO teve acesso aos documentos do projeto de PDP,
desfeito após a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal (PF), revelar que o
Labogen era uma empresa de fachada.
. Alexandre Padilha tentou responder as novas denúncias do jornal, alegando que muitas áreas do seu antigo ministério aprovaram tudo.
. Alexandre Padilha tentou responder as novas denúncias do jornal, alegando que muitas áreas do seu antigo ministério aprovaram tudo.








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