As pressões dos grupos desajustados e renegados contra o pastor prosseguem, embora continuem omitindo-se em relação aos bandidos do Mensalão que prosseguem ativos na Câmara dos Deputados.
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Presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara diz
que não há crise e desafia líderes da Casa a obrigá-lo a deixar o cargo
O presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias
da Câmara (CDH), deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), reafirmou nesta
quarta-feira que não vai renunciar ao cargo em hipótese alguma e desafiou o
colégio de líderes da Casa – que junto com o presidente, Henrique Alves
(PMDB-RN), montaram uma força-tarefa para convencê-lo a renunciar e por fim à
crise iniciada com sua eleição. "Não renuncio de jeito nenhum. O que os
líderes podem fazer com a minha vida? Eu fui eleito pelo voto popular e pelo
voto do colegiado", disse.
. Na manhã desta quarta-feira, Feliciano foi à embaixada da
Indonésia entregar um pedido de clemência em favor de dois brasileiros
condenados à pena de morte por tráfico de drogas naquele país. Segundo o
deputado, noticiário internacional indica que os dois figuram numa lista de
estrangeiros que estariam prestes a serem executados por fuzilamento.






